História Acordo Sedutor [MALEC] - Capítulo 8


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Isabelle Lightwood, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais
Tags Malec
Visualizações 232
Palavras 2.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - A primeira visita.


Magnus Bane observava, da janela da sala do seu apartamento, o Queen Lilithi 2 avançando majestosamente para o porto de Sydney. Era a primeira visita do transatlântico de luxo à cidade, e certamente atrairia multidões.

Sua mente voltou-se para outra primeira visita - uma que ele esperava ser pessoalmente mais satisfatória - já fazia duas semanas desde a assinatura do contrato com Alexander Lightwood e ele não ligara pedindo ajuda para nada. Será que estava determinado a mostrar que era competente, ou estava simplesmente evitando-o?

Lady Maryse teria feito o possível para envenenar sua mente contra Magnus, porém Lady Maryse tinha saído da propriedade de Yarramalong na manhã logo após a leitura do testamento. Segundo boatos, ela não consequia suportar ficar lá depois que sir Asmodeus se fora. Nem uma palavra sobre o despejo. No momento, ela era a hóspede mimada de uma amiga da alta sociedade, bancando a viúva inconsolável e fingindo que tinha deixando Alexander administrando a propriedade.

O silêncio de Yarramalong o perturbava. Será que Alexander estava tramando com a mãe e fazia o possível para mantê-lo fora de suas vidas enquanto pudesse? Ele não se importava com o que Lady Maryse dissesse ou fizesse, desde que ela estivesse fora fo quadro que ele tinha planejado para si mesmo. No entanto, ele queria saber se Alexander tinha realmente juntado sua sorte à dele ou se estava participando do jogo falso da mãe.

Era hora de entrar em contato com ele, Magnus resolveu, e o sorriu ironicamente pelo surto de impaciência que o percorreu. O desejo podia transformar um homem em um tolo, e Magnus estava determinado a nunca ser um joguete de ninquém. O truque era saber controlar seu desejo por Alexander, nunca permitindo que comandasse seus pensamentos e suas ações. Ser o senhor de seu próprio destino era a principal diretiva de sua vida, e ele não pretendia mudá-la.

Forçou-se a esperar até a hora do jantar antes de ligar para ele, imaginando que a essa hora ele estaria livre para falar com ele. Acomodou-se em sua poltrona predileta, ligou para a propriedade de Yarramalong, e o zumbido do telefone provocou nele.um zumbido de exitação ao imaginar o quanto Alexander havia pensado nele nos últimos 15 dias.

_Alexander Ligthwood.

O modo impessoal de atender o telefone não revelava nada senão o próprio nome.

_Olá Alexander - ele disse com uma voz casual._ É Magnus Bane, ligando para saber o que está acontecendo por aí.

_Oh! - uma exclamação de surpresa, sequida de um ímpeto de preocupação anciosa._ Eu precisava fazer relatórios semanais ou algo assim? Não me lembro de você ter falado nisso.

_Não falei. Soube que Lady Maryse está aqui na cidade. Suponho que ela não voltará à propriedade.

Uma pausa, depois ainda em tom ancioso:

_Eu acredito que não. Ela levou todas as coisas dela. Acho que não seria conveniente para ela.... criar problemas nessa situação.

_ Quantos problemas ela criou para você, Alexander? - ele indagou, ainda imaginando se ele teria combinado com a mãe algum tipo de tapeação pelas costas dele.

Ele ouviu uma respiração profunda.

_Não quero falar sobre isso. - ele disse com muita firmeza._ Eu não cedi a ela, ok? Todos os empregados optaram por continuar aqui. Estamos indo muito bem. Nenhum problema.

Eu não cedi.

Magnus sorriu ao ouvir essas palavras.

Tinham havido problemas, com certeza, mas Alexander não havia cedido a mãe. Definitivamente, era uma pessoa de carater. Ele apreciava isso. Podia tornar bem mais exitante o caminho para levá-lo para a cama. Não acreditava que ele seria uma conquista fácil. E isso tornava a perspectiva de vencer a ``guerra da sedução`` ainda mais excitante.

_Você está... planejando vir aqui em breve?

A pergunta hesitante revelava a apreensão nervosa quanto a presença dele na propriedade. Ele não queria que Alexander tivesse medo dele. Isso absolutamente não fazia parte de seus planos. Era melhor acalmar os temores dele - provavelmente implantados pela venenosa Lady Maryse- antes que se tornassem um empecilho intrasponível.

_Amanhã- ele resolveu. _ È sexta-feira. Chegarei de helicóptero por volta das seis e meia e passarei o fim de semana avaliando o lugar.

_Amanhã. - ele disse baixinho, como se estivesse chocado pela rapidez dele em estar lá.

_ Está bem para você? - ele insistiu.

_Sim. Sim é claro. - ele respondeu rapidamente_ Sexta-feira. Vou preparar as coisas.

_Obrigado Alexander - ele tornou a voz muito amavel. _ Estou ancioso.

Alec dizia a si mesmo, ferozmente, que não havia o menor motivo para entrar em pânico. Todos tinham trabalhado duro o dia inteiro para garantir que tudo estivesse perfeito para a avaliação pessoal de Magnus Bane. Jeanette estava preparando um jantar especial de boas vindas. Já eram quase seis horas e seu único problema era decidir o que vestir.

Devia se vestir elegantemente, como a mãe sempre exigira para receber o pai? Ele não era nem o marido e nem filho de Magnus Bane, ele era apenas o seu patrão, e embora ele tivesse expressado um desejo de ser recebido como o pai.sempre foi, Alec temia que se ele se arrumasse muito, isso o faria pensar que ele seria dele se ele quisesse - ` seu amantenzinho agradecido`.

Ele havia odiado a conclusão da mãe sobre a situação, não queria acreditar naquilo; no entanto, era difícil tirar isso da cabeça, pois pensara assim antes de se convencer do contrário.

Devia confiar em seu próprio julgamento. Ele queria boas vindas. Parte disso era estar bem vestido, como qualquer um faria para receber uma visita importante. E quem seria mais importante do que Magnus nessas circustâncias? Além disso, bem no fundo queria parecer atraente.

Elegância casual, ele finalmente decidiu, vestindo um jeans escuro e uma blusa social azul escuro com as mangas dobradas até o cotovelo. Satisfeito por sua aparência arrumada mas simples, e fazendo o possível para ignorar o martelar nervoso da sua cabeça, ele se encaminhou para o salão.

Jeanette entrou com um prato cuidadosamente arrumado de aperitivos e o colocou no bar.

_Caso ele sinta fome antes do jantar- ela disse, anciosa para agradar, olhou preocupada para Alec.

_Tem certeza que ele não vai querer o quarto principal? Não queremos ofendê-lo.

_Pergunto quando ele chegar. È facil trocar, Jeanette. - ele disse a tranquilizando.

A governanta alisou o avental e afofou o cabelos grisalhos. Alec sabia que esses gestos indicavam nervosismo.

_Os aperitivos parecem maravilhosos, e Magnus certamente apreciará o capricho com que você preparou o jantar- Alec a assegurou. _ Pare de se preocupar Jeanette.

Jeanette suspirou e depois inclinou a cabeça, como que escutando.

_É o helicóptero chegando. Boa sorte Alec. - seus bondosos olhos castanhos eram aprovadores. _ Você está muito bonito.

_Obrigado. E obrigado por tudo que fez para que ele se sinta bem vindo aqui.

_Temos de fazê-lo feliz por ter esse lugar e poder vir. Devo dizer que detestaria sair daqui. Aquele chalé tem sido nosso lar por tanto tempo... - com outro suspiro profundo, ela saiu.

O ruído do helicóptero estava mais alto agora. Parecia vibrar através do corpo de Alec, fazendo-o tremer. Forçou suas pernas trêmulas a caminharem até o pátio que dava para o heliponto.

Assim que pisou lá fora, o vento provocado pela hélice do helicóptero despenteou completamente seus cabelos. Ele esperou pacientemente que o helicóptero pousasse antrs de descer os degraus para receber Magnus.

O motor foi desligado. As hélices giraram mais devagar até parar. As portas se abriram para Magnus e o piloto saírem. Alec grudou um sorriso no rosto e movendo-se com o que esperava ser uma calma que não sentia, desceu até là para receber o homem que, de repente, tinha se tornado a força maxima da sua vida.

Magnus saltou do helicóptero com um grande sorriso e um passo agil. Espantoso como tinha sido animador ver Alexander esperando por ele no pátio, os cabelos bagunçados pelas helices o deixavam ainda mais lindo. Sua mente lembrou-o de que ele fazia apenas o que ele havia pedido, mas esse lembrete cínico não diminuia nem um pouco o seu prazer em vê-lo.

_Bem vindo ao lar Magnus - Alexander o saudou, esperando-o enquanto ele caminhava em sua direção, e oferecendo-lhe um martíni.

Ele riu, divertindo-se com o humor negro da situação. Esse 'lar' tinha sido comprado, como Alexander sabia. Ele não tinha a menor ligação emocional com este lugar. A sua ligação era com ele, e Alexander estava apenas desempenhando o papel que ele havia sugerido maliciosamente. Fazendo isso com classe, com uma aparência simples e perfeita. Alexander sim, pertencia ao lugar. Magnus não tinha nenhuma senso de pertencer a nenhum lugar.

No entanto, ao aceitar a bebida oferecida, sentiu o sangue ferver de desejo por ele, e ficou feliz por ter vindo.

_Obrigado Alexander. - ele disse examinando-o cuidadosamente, vasculhando algum indício do que ele estaria sentindo.

_Como foi o seu dia? - ele perguntou, como se ele só o tivesse deixado pela manhã.

_Ocupado. - respondeu, divertido._ E o seu?

_Muito ocupado também. - seus labios tremiam, divertidos com o dialogo banal. Ele indicou seu terno cinzento.

_Parece que veio diretamente de uma sala de diretoria.

_E vim mesmo- ele acenou.para o piloto, que já estava a caminho da casa, levando a mala. _ Bill tinha de voar de volta para Sydney enquanto.ainda houvesse luz, então o tempo era curto. Resolvi trocar por uma roupa mais leve quando chegasse aqui.

_É claro. - o olhar dele vacilou, ficando ancioso. _ Mandei preparar o quarto de hóspedes para você, Magnus. As coisas do meu... seu pai ainda estão na suíte principal. Não tinha certeza se você queria alguma lembrança...

_Não. - ele sentiu um arrepio de rejeição a tudo que não lhe tinha sido dado livremente pelo pai. Nada tinha sido oferecido. Ele não pegaria nada.

_Sinto muito - as mãos dele se estenderam em um pedido de desculpas. _ Devia ter perguntado ontem à noite, mas só pensei nisso hoje e não queria perturba-lo trabalho.

_Muito justo. - ele disse, aborrecido com sigo mesmo por ter revelado seu rancor, determinado a reprimi-lo.

_Vamos entrar. - ele sugeriu, em um tom mais suave. _ Você pode me mostrar a suíte principal a caminho do aposento de hóspedes e eu decidirei o que deve ser feito.

Uma coisa era certa. Não queria deixar lá nada que o fizesse lembrar do pai ou da mulher que havia substituido sua mãe e garantindo que o filho do marido fosse considerado uma pessoa não querida naquela casa. A casa era dele agora, e ele não podia ser excluído de nenhum de seus aposentos. Ele não era um hóspede. Era o dono, e pretendia afirmar a sua posse.

Esses pensamentos lhe passavam pela cabeça enquanto Alexander o guiava para dentro da casa com as costas rígidas, provavelmente achando que o tinha aborrecido com sua falta de previsão. Ele o tranquilizaria mais tarde, quando tivesse lidado com esse problema. Não ia culpá-lo. Se passaram somente duad semanas desde o funeral, e sem dúvida, ele teve muito o que fazer.

A porta da frente se abria para um vestibulo espaçoso. De um lado, portas duplas de vidro abertas revelavam um salão um pouco masculino. - grandes sofás de couro marrom-escuro, e uma.enorme lareira de arenito. O pai claramente fora o senhor e dono ali.

Mas não no quarto. Depois de percorrer um corredor comprido, Magnus foi levado a um quarto que obviamente tinha sido decorado ao gosto de Lady Maryse. Tudo nele era sensualmente feminino: mobília elegante de pau-rosa, uma colcha com brocado de seda estampada com rosas vermelhas, muitas almofadas luxuosas, um tapete vermelho macio combinando cortinas de seda vermelha. Um quarto para a raonha de um bordel, ele pensou cinicamente. Não consequia imaginar Alexander naquela cama. As cores não combinavam com ele. Nem o estilo do quarto.

Ele abriu outra porta, convidando-o a ver o resto a suíte. Uma olhada para a esquera revelou um closet com duas fileiras de armários fechados, as portas pintadas em varios tons de azul. Um espelho que ia do chão ao teto ficava na parede do fundo, refletindo a presença dele e de Alexander.

À direita ficava um banheiro que ele aprovou - um box muito espaçoso, grande o bastante para dois, e uma banheira de hidromassagem iqualmente luxuosa, revestoa de mármore com detalhes azuis. Essa parte da suíte era ótima, bastando que fosse retirado o tapete vermelho do closet. E tudo o que ainda estava quardado atrás das portas fechadas dos armários.

_Vou ocupar essa suíte assim que for redecorada - ele disse. _ Enquanto isso, o quarto de hóspedes me servirá muito bem, Alexander. Você tomou a decisão certa. Um decorador entrará em contato srmana que vem para ver o que será preciso ser feito.

_Está bem - ele relaxou com um sorriso aliviado. _ O que pretende que seja feito com os objetos do meu pai?

_Fique com o que quiser e doe o resto para alguma istituição de caridade.

Ele concordou.

_E pode dize a Lady Maryse que pode ficar com as coisas dela de graça. Dá pra ver qur pertencia a ela.

Ele corou constrangido. _ Vou informá-la.

_Ouvi dizer que ela está morando com Marion Harley. - ele sondou, querendo saber quanro contato Alexander ainda tinha com a mãe.

_Ela deixou instruções para que sua correspondência fosse encaminhada para lá. - foi a resposta em tom inexpressivo. _ Não sei por quanto tempo. Acho que as coisas podem ficar em um guarda-móveis... se ela quiser ficar com elas.

Magnus teve uma foete impressão de distanciamento. Nenhum senso de intimidade. Tinha havido, definitivamente uma briga. Ele não sabia quanto Alexander tinha sofrido com isso, mas estava bastante claro que ele tinha tocado a vida sem a mãe lhe atazanando os ouvidos, e a perspectiva de telefonar para ela a respeito da mobília estava lhe causando estresse e não prazer.

_Por outro lado, pode dar a mobília para uma instituição de caridade também. Para mim é irrelevante.

_Primeiro vou telefonar para ela, eu me sentiria mal em doar as coisas sem consultá-la primeiro.

Fazendo a coisa certa ....

É, Alexander Ligtheood tinha um senso forte do que era certo. O que, sem dúvida, explicava por que ele tinha se sentido solidário com a postura dele em relação à família Bane. Significava também que teria de fazê-lo sentirse certo rm relação a ir para a cama com ele.

Essa persepção tornava-o ainda mais desejável. Seria, com certeza admirável e novo fazer amor com um homem para qual a atração não era baseada na riqueza dele. Apenas un desejo muituo. Ele tinha que estimular o desejo em Akexander, superar as reservas que ele poderia ter sobre se entregar a ele. No entanto, Alexander estava em quarda, tateando o caminho para ele.

_Ok. Já resolvemos isso. - ele disse sorrindo. _ Vamos para o quarto de hóspedes.

Ele concordou, e rapidamente o levou para o corredor que cortava aquela ala da casa. _ Meu quarto. - ele disse, indicando uma porta à esqueda. Ele passou depressão, mas parou na porta ao lado, virando os olhos anciosamente para ele.

_Este é o quarto de Izzy. Ela passa a maior parte do tempo em Sydney, enquanto frequenta a Universiadede. Este é o ultimo ano do curso de Maedicina, e ela quer ser obstetra. Está bem se ela vier para casa.. quero dizer, me visitar... quando Izzy puder?

Magnus aproveitou a oportunidade para confirmar se a irmã-vítima tinha sido salva da mãe monstruosa. _ Se ela estiver sendo sustentada por Lady Maryse, a mãe não esperaria que a filha agradecida lhe dedicasse todo o seu tempo livre?

Alexander ruborizou-se. _ Eu estou sustentando Izzy. O que você me paga é bastante. Posso fazer isso.

Ele disse isso com tanta firmeza que Magnus sentiu que a separação entre eles e Lady Maryse era absoluta. Os filhos adotivos nunca mais se submeteriam a mãe. Ele sorriu, acariciando-lhe a face corada, em um sinal de aprovação.

_O que você faz com o seu dinheiro é só da sua conta Alexander. Fico contente por saber que está cuidando de sua irmã.

_Então não se importa se Izzy vier aqui?

Os olhos dele eram como magnifico céu. Por um instante, Magnus quase se perdeu na emoção que trasbordava deles. - o tipo de carinho que só tinha recebido da mãe. Isabelle não era nem irmã de sangue dele, no entanto... em um surto estranho de cíume ele formulou sua resposta.

_Não faço nenhuma objeção que ela venha aqui, contanto que as visitas dela não coincidam com as minhas.- roubando sua atenção de mim. De maneira alguma Magnus permitiria que isso interferisse nos seus planos com Alexander. A compaixão que ele sentia por um garota que ele mal conhecia tinha limites.

_Obrigado. Cuidarei para que isso não aconteça. - ele disse, evitando o olhar dele, indicando que percebia suas intenções em relação a ele.

Magnus tinha certeza que ele sentia a mesma atração por ele. Era tudo uma questão de paciência. Neste fim de semana estudaria o terreno, para não cometer enganos quando abrisse o jogo.

Ele o levou para o quarto de hóspedes, onde a mala dele já se encontrava. A decoração era impessoal. Vasos de flores eram os unicos detalhes acolhedores. Para completar a impressão de um hotel de alta classe, só faltava uma garrafa de champanhe dentro de um balde de gelo. Porém, já tinha recebido um martíni.

Alexander se retirou logo, dizendo: _Quando tiver se avomodado, junte-se a mim na sala.

Nada de se demorar amavelmente. Nenhum sinal de que estava disponível.

_Obrigado. - ele disse enqunto ele se afastava depressa, e disse a si mesmo que essa seria a última vez em que o trataria como um hóspede.

Magnus Bane queria ser muito mais do que isso na vida de Alexander Ligthwood. Antes que o fim de semana terminasse, a distância que ele procurava manter entre eles seria bastante encurtada, e a ligação que Magnus sentia por ele, reafirmada.


Notas Finais


Hey !!!
Estou trabalhando em uma nova fic Malec. Depois eu vou falar mais sobre isso.
Comentem :)


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