História Acorrentados - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Franz Kefka, Hange Zoë, Hannah Diamant, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Mina Carolina, Mylius Zeramuski, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Thomas, Ymir
Tags Ação, Aruani, Fbi, Jeanmika, Policial, Rivamika, Rivetra, Romance, Springles
Exibições 165
Palavras 2.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Primeiramente: vai ter segunda temporada.

Segundamente: se eu tiver inspiração para outra história, vai ter outra RivaMika nova. Mas só se eu tiver uma inspiração muito foda.

Terceiramente: vou responder ps.comentários do anterior, calma.

Quartamente: to atrasada pq eu tive imprevistos.

Quintamente: dedicatória do capítulo para a ~Hiy-chan (Essa dlc lê minhas duas fics)

Sextamente: boa leitura e desculpem os erros.

Capítulo 15 - Especial: Apenas Fantasia


Fanfic / Fanfiction Acorrentados - Capítulo 15 - Especial: Apenas Fantasia

"Porque eu estou apaixonada por você!"

Eu mal consegui respirar quando ela falou isso, foi uma das coisas mais inesperadas que já ouvi sair da sua boca (Sem contar quando ela mandou eu me foder e enfiar a minha preocupação no rabo).

Dessa vez eu não tinha o que dizer, mesmo que eu conseguisse fazer com que ela me escutasse eu não tinha o que dizer. Eu só queria que ela não fosse.

Isso me fez perceber que eu não consegui manter meu juramento de não deixar ela fugir, aquela pirralha escapava das minhas mãos e eu simplesmente não sabia como evitar. Eu queria evitar.

Ela falou tantas coisas e tudo ficava martelando na minha mente. Acho que não percebeu que ela tinha me revelado coisas que eu nunca teria imaginado.

Ela não podia ter filhos, isso explica a falta de preocupação ao transarmos sem camisinha. Não que eu não me importasse com as consequências, eu sempre tinha no bolso. Porém, toda vez que eu a via não pensava em nada além de foder ela até não ter mais forças.

Tudo aquilo foi culpa da Ral, eu deveria ter imaginado. Primeiro eu havia pensado que foi outro soldado com inveja do tratamento especial que ela recebia de alguns superiores, pensei também que foi uma consequência doa seus treinos excessivos. Mas, no final, foi a vagabunda da Petra que tinha quase matado ela.

Continuei me sentindo péssimo por não ter percebido o grande encomodo que eu havia me tornado para Ackerman. Eu não percebi que ela estava se apaixonando por mim. Eu sou um fodido filho da puta.

Outra merda foi saber que o irmão dela sabia sobre nós, talvez isso explicasse a sua distância repentina. Ele sabia e não mudou nada como soldado, talvez ele tivesse apenas avisado que sabia e ela quis se afastar.

Sentei na cadeira onde tínhamos acabado de transar. O lugar ficou completamente com o cheiro daquela garota e eu podia ver o rosto dela em qualquer canto daquela sala. Ela era um vírus que invadiam todo o meu sistema imunológico.

Me perdi no tempo ali, pensando em como nós havíamos chegado a esse ponto. Não importa o lugar, hora, momento. Toda vez que via seu rosto eu só pensava nela e em ouvir seus gemidos, vendo cada reação que eu causava nela.

A porta se abriu e eu, por alguns segundo, tive a esperança de ser ela, dizendo que tinha esquec,ido algo, mas tudo foi por água abaixo ao ver Petra entrando na sala.

- Soldado Acker - Me viu. - Levi?

- Ral. - Veio até a minha frente.

- Hanji falou que a Soldado Ackerman estaria aqui, preciso dela. - Falou, querendo transparecer inocência.

- Ela estava, mas mandei ela limpar outro lugar. - Dei os ombros. - Eu gosto de ficar sozinho nessa sala.

Aquilo não me desceu bem, pois foi uma das maiores mentiras que contei. Mas foi Ral que fez aquilo com a pirralha, foi essa mulher do caralho que machucou o pescoço que eu adoro chupar, foi essa piranha que fez a pirralha ficar puta da vida comigo.

- Mandou? - Vi uma mínima esperança no seu olhar. - Então, vocês?

- Já me diverti muito com ela. Não há nada mais que eu queira. - Engoli o seco.

- Bem... - Sorriu contente. - Vou deixar você sozinho, mas me chame se precisar de qualquer coisa... Você sabe, estou aqui pra tudo.

Fez uma breve reverência e saiu. Soquei o vidro da mesa com tanta força que ele rachou. A minha vontade era de ir atrás daquela puta mal comida e estrangular ela até dizer que se arrependeu de ter tocado na pirralha, até parar de se debater.

Entretanto, se essa era a única maneira de Petra não tocar em um único fio de cabelo da minha... De Mikasa, seria assim que eu agiria. Da forma mais filho da puta possível.

(...)

Como esperado, Ackerman me ignorou de todas as formas possíveis. Nem me direcionava um mínimo olhar, só que eu não tinha certeza que queria que ela me olhasse.

Eu não saberia o que dizer, nem como retribuir o seu olhar, não importa o que ele transmitesse. A intensidade com que ela falou tudo aquilo me deixava mal comigo mesmo, pois não tinha arrependimento algum no seu olhar. Tinha apenas muita tristeza acumulada que só conseguiu ser liberada depois de muita insistência minha.

O final de semana chegou e ela foi a primeira soldado a ir assinar a ata de saída. Do mesmo jeito que entrou, saiu. Fiquei olhando da janela da minha sala ela sair e pegar um táxi. E eu deixei ela ir novamente.

O sábado inteiro fiquei em casa e nada conseguia prender minha atenção. A programação da TV eram para casais, ou seja, Ackerman. Os filmes no cinema eram românticos, ou seja, Ackerman. Os bares da cidade tocavam músicas lentas, ou seja, Ackerman. Tudo tinha um traço daquela porra de pirralha.

Peguei o meu carro e saí dirigindo pela cidade. Só o trânsito dessa cidade do inferno para poder tirar aquela garota da minha cabeça. Sem perceber, eu tinha dirigido até a casa dela.

Estacionei um pouco distante da entrada. Mas porquê merda eu estava lá? O que eu pretendia fazer naquele lugar? Isso não estava certo, mas resolvi bater lá. Antes que eu pudesse abrir a porta do carro a porta da casa se abriu e ela saiu. Meu coração saiu pela boca ao ver sua roupa.

Usava um vestido vermelho justo e tomara que caia, um salto que não conseguir identificar a cor e o cabelo naturalmente solto. Ficou um tempo em pé na porta, olhando para os lados.

Não. Ela não ousaria ir ao um encontro, no sábado, quase meia-noite e vestida daquele jeito. Ela não teria coragem de fazer aquela merda. Um táxi chegou e ela entrou rápidamente. Sem pensar duas vezes, segui o carro.

Depois. de quinze minutos o carro parou em frente a uma boate. Trinquei os dentes ao ver ela descer, passando pela parte vip. A fila estava enorme e ela passou pelo vip, ou seja, ela estava na lista. Quem a colocou ali?
Sai do carro, com os punhos cerrados e pronto para matar qualquer um que tocasse naquela pirralha. Assim que tentei passar pelo vip os dois seguranças me barraram.

- Nome, baixinho. - Um falou.

- Sem nome na lista, sem vip.

- Oh, meu nome. - Puxei meu distintivo do bolso e mostrei para os arrombados. - Que tal, sai da minha frente antes que eu feche esse lugar pelas merdas que vou encontrar lá dentro?

- N - Não.. Nos perdoe, entre e aproveite a festa, senhor.

Esbarrei nos dois e entrei pela escada vip, onde eu facilmente encontraria ela. Pensei que ela estaria no camarote, mas não achei nem um único sinal dela.

- Vamos dançar? - Uma mulher passou na minha frente, jogando o silicone no meu rosto. Não chega nem aos pés da pirralha.

- Estou acompanhado. - Logo estaria.

Fui até a ponta do lugar, olhando para a pista. E lá estava ela, sentada no bar, mexendo um líquido no copo. Fiquei um tempo observando ela, até ver um cara se apriximar. Cochicou algumas coisas no seu ouvido e puxou ela para o meio da pista. Hoje alguém iria morrer.

Desci as escadas numa velocidade sem igual, indo diretamente onde os dois dançavam. Puxei o cara e o empurrei no chão, sem olhar para ela.

- Ficou louco, cuzão?! - Levantou. - Quer confusão?!

- Toque nela novamente que eu arranco o seu braço e enfio no meio do seu cu. - Ele deu alguns passos para trás. - Ótima ideia.

Virei e ela me olhava irritada, agarrei seu braço e comecei a puxar ela no meio da multidão, ouvindo seus protestos incessáveis. Entramos no banheiro feminino e ela tropeçou, deixando o salto prateado para trás. Chequei se tinha alguém ali nas tres cabines, nada. Usei o salto para prender a porta, juntamente com a lixeira.

- Mas que merda você pensa que está fazendo aqui, Levi?! - Gritou. Segurei os dois lados do seu corpo e a empurrei contra a pia. - Me solta!

- Não vou soltar porra nenhuma. - Apertei seu braço ainda mais. - O que você está fazendo nesse buraco, pirralha?

- Não é da sua conta, idiota! - Me afastou. - Eu bebo o que eu quiser, falo com quem eu quiser e dou para quem eu quiser! Não estamos na academia, você não é meu superior aqui!

- Então, está me dizendo que pretendia ir para a cama com aquele arrombado lá fora?! - Meu sangue esquentou.

- Com ele e com quem eu quisesse, você não é meu dono. - Passou por mim e eu puxei seu braço novamente. - Eu já falei, me solta.

- Já que pretendia ir para a cama com qualquer um. - Segurei seu vestido e rasguei até a altura da cintura, de cima para baixo - Pode ir assim.

- Eu não acredito. - Falou ao ver o pano cair no chão, ficando apenas de calcinha. - Eu não acredito.

- Você vai abrir essas pernas apenas para mim. - Puxei sua cintura, olhando para seus peitos. Puta que pariu. - Hoje, amanhã e quantas vezes você quiser. Só eu vou saber a sensação que é estar dentro de você.

- Não. - Falou firme. Dei um tapa forte na bunda gostosa dela, ouvindo seu gritinho de dor. - Não.

- Cala essa boca. - Beijei ela com tanto desejo que eu não aguentava mais segurar. Resistiu um pouco, mas logo correspondeu ao beijo.

Parei de beijar ela, só para chupar aqueles peitos. Não era pequeno e nem excessivamente grande. Eram naturais e suculentos, eram feitos para mim. Apertei com força, ouvindo seus protestos entre gemidos.

- Cala essa porra de boca. - Segurei seu rosto. - Não quero ouvir reclamação de alguém que estava se esfregando com outro filho da puta na minha frente.

Empurrei ela contra a pia novamente, jogando meu blazer longe. Tirei todo o resto da roupa, inclusive a cueca. Fiz ela ajoelhar e antes que pudesse questionar, coloquei meu pau na sua boca.

Agarrei seu cabelo, ajudando nos movimentos. Ela sulgava um pouco, usava a língua como conseguia e tentava não engasgar. Segurou minha perna, tentando me afastar.

- Não feche a boca. - Tirei, dando tempo para ela respirar. - Deixe bem aberta.

Ela abriu e eu comecei a fazer movimentos rápidos de entre e sai. Toda vez que eu sentia sua língua no meu pau era um vontade louca de foder ela, mas não antes de fazer ela se arrepender.

Parei de uma única vez, puxando seu braço. Chutei a porta de uma das cabines, entrando com ela. Coloquei suas mãos em cima da privada, ela fez menção de apoiar os joelhos, mas levantei sua cintura.

- Nem pense nisso. - Segurei meu pau na sua entrada molhada e ela gemeu. - Você não precisou de apoio para pôr aquele vestido de puta, não foi?

Sem esperar sua resposta eu entrei. Não haviam palavras para descrever o que era estar dentro dela. Quente, úmida e apertada, era simplesmente sensacional.

Ah, sem falas dos seus gemidos. Eu falava tantas coisas apenas para ouvir eles mais vezes e mais carregados de desejo. Ela não sabia como me fazia sentir.

- Dessa vez não vai pedir mais rápido? - Negou, sem parar de gemer. - Não vai pedir mais forte? - Repetiu o sinal. Eu não estava satisfeito.

Olhei para baixo, vendo sua bunda bater fortemente contra meu corpo. Ver aquilo fazia com que eu adorasse aquela posição mais do que qualquer outra. Relutei comigo mesmo, porém ela merecia saber que não podia sequer olhar para outro.

- Não pare. - Ordenei ao soltar sua cintura, ela obedeceu.

Abaixei um pouco e toquei seu ponto sensível, ela gemeu ainda mais alto. Nem a música alta, abafada pelas paredes, conseguiu fazer que seus gemidos não fossem ouvidos. Eu senti que ela não aguentaria por muito tempo.

Chupei meu próprio dedo e pressionei lentamente sobre sua entrada de trás. Seu corpo ficou tenso, então usei a outra mão para distrair seu corpo. Abaixou a cabeça, rebolando contra meu dedo. Puta que pariu.

Enfiei devagar, ouvindo seus gemidos aumentarem. Eu me sentia o homem mais sortudo ao ouvir que eles eram causados por mim. Me concentrei nos movimentos, já que eu também não seguraria por muito tempo.

- Meu dedo está bom? Ou quer que eu chame aquele fodido para me ajudar? - Negou. - Certo, responda em alto e bom som. Entendeu?

- S - Sim. - Olhou para trás, me fazendo notar o quão suada estava.

- Você quer gozar?

- Que - ro.

- Você vai olhar para mais alguém além de mim?

- Não. - Tricou os dentes, fechando os olhos.

- Você é minha?

Abriu os olhos, sem responder de imediato. Passou a língua sobre os lábios borrados pelo batom, voltando a me encarar com intensidade.

- Eu sou sua. - Gozei.

Ainda continuei a fazer alguns movimentos, até ela chegar ao seu ápice. Fiquei um tempo parado, tentando raciocinar como uma pirralha de vinte e um anos conseguira me fazer ter a segunda melhor transa da minha vida num banheiro de uma boate.

Como sempre, o clima ficou pesado quando ninguém falava nada. Vestiu o resto do seu vestido, suspirando. Assim que terminei de vestir minha roupa pude ver ela vestindo meu blazer preto.

Saiu apressada, deixando o salto ali. Corri atrás dela, sem ver nenhum traço seu naquele lugar. Já do lado de fora vi ela encostada num poste, com o olhar perdido.

Fui até o carro e ela me seguiu, entrando no banco de trás. O retrovisor não permitiu que eu visse o seu olhar, então apenas dirigi.

Assim que parei na porta da sua casa ela tentou abrir a porta, mas eu travei todo o carro e desliguei o motor. Me encarou raivosa, sem dizer uma única palavra.

- Você quer entrar? - Assentiu. - Porquê não sentou na frente?

- Isso não é um relacionamento, estamos passageiramente na vida do outro. Nada mais justo. - Deu os ombros. - Abra, por favor.

- Não quero que pense -

- Que eu pense que você me procura apenas para transar? Que você não estava me vigiando quando sai, que foi pura coincidência? - Riu, falsamente. - Que você está pouco se fodendo para como me sinto? Eu não sou de ferro.

- Vamos para outro lugar. - Fiz menção de dar a partida, porém ela segurou o meu braço.

- Para que? Para fingir que me escuta e depois transarmos, fingindo que isso é tudo que importa e amanhã é um novo dia, Levi?

Eu não soube como responder. As minhas mãos tremiam sobre minha coxa, eu nunca fiquei tão sem palavras como naquele momento. Olhei para ela, tentando transmitir o que eu sentia.

- Sabe onde me encontrar. Mesmo que eu tente, não quero resistir a você e você não deixa eu o faça. - Fez cara de choro. - Por favor.

Destravei o carro e ela saiu, sem olhar para trás. Eu precisava apenas falar que não queria que ela fosse. Eu queria que ela ficasse, nem que fosse apenas para olhar para ela. Mesmo que fosse apenas uma fantasia.


Notas Finais


Eu não consigo parar de escrever hentai, a mão chega a tremer.

Comenta meu povo, bj.

To cansadona :v


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