História Acorrentados - Capítulo 16


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Franz Kefka, Hange Zoë, Hannah Diamant, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Mina Carolina, Mylius Zeramuski, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Thomas, Ymir
Tags Ação, Aruani, Fbi, Jeanmika, Policial, Rivamika, Rivetra, Romance, Springles
Exibições 158
Palavras 2.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E aqui estou eu, postando no domingo novamente!

Gente, peço que compreendam: ficar sem net em casa é horrível! Essa semana eu não tive um segundo de calma, estou sempre na correria!

Agora, o mais importante! Contagem regressiva para o fim da fanfic!

CINCO!

Boa leitura e desculpem os erros!

Capítulo 16 - Escolhas


Fanfic / Fanfiction Acorrentados - Capítulo 16 - Escolhas

De todas as vezes que senti raiva, tristeza, nervosismo, mágoa e qualquer outra coisa, aquela foi a pior. E não por transarmos dentro de um banheiro de uma boate - que foi extremamente gostoso -, mas eu me senti vazia por dentro logo depois.

Eu tinha jogado tudo na cara dele e, mesmo assim, ele voltou. Isso me fez perceber que aquela situação virou um círculo vicioso e não teria um fim bom para os dois lados, alguém iria se machucar. Eu tive certeza que era eu.

Naquela noite eu não fechei os olhos. Meu vestido foi pro lixo, meu corpo para a cama, o seu blazer ficou ao meu lado e ele nos meus pensamentos.

Eu nunca pensei que fosse me apaixonar, já que nunca pensei que me permitiria cair nessa cilada. Mas o destino - vulgo meu pior inimigo -, mostrou que quanto mais eu penso estar no controle, mais eu não estava.

Ás vezes, eu pensava que a minha cabeça ia explodir, imaginando situações ao lado dele, como se nosso único problema fosse a diferença de idade que existia entre nós.

O pior era que eu não sabia de nada dele, nada que explicasse o por que eu não evitava ele, nada que me fizesse desistir daquele homem. Era sufocante.

Voltar para a academia foi difícil, porém não chorei. Eu nunca mais me permiti chorar depois da morte do meu pai, isso era algo que não era reversível. Paixão? Passa, não importa o quanto demore.

Aquela parte do treinamento mostrou o que era ser um agente do FBI, já que todos estavam tendo dificuldades. Não era fugir, absorver a natureza, era mostrar se você era capacitado ou não.

Muitas pessoas reclamam que nós não temos muita diversão aqui, é verdade. Entretanto, o exercício de percepção nos fez esquecer alguns problemas e extravasar com armas de tintas.

Simples: receba o mínimo de disparos possiveis, acerte o máximo e prove que você está pronto para um possível combate em campo. Eu estava adorando essa sensação.

Recarreguei minha arma, sem perder a atenção aos lados. Eu levei um tiro e acertei quinze, ainda era pouco. Fui para a outra proteção, vendo alguém se aproximar. Mais uma vítima.

Assim que vi o seu pé, levantei a arma. Antes que eu pudesse puxar o gatilho ele virou a mira, acertou minha mão e jogou minha arma no chão. Aí.

- Ackerman, quero falar com você.

- Mas que... - Respirei fundo. - Precisa mesmo ser agora, senhor?

- Você vai me ouvir em outro momento? - Não iria, mas vim para cima de mim quando estou armada não é uma escolha inteligente.

- Certo. - Peguei minha arma novamente. - Sim, senhor.

- Ótimo, nos falamos depois.

Saiu andando como se não fosse nada, como se me desarmar no meio de um tiroteio fosse normal (Um pouco exagerado, eu sei).

Eu olhei para sua bunda e tive vontade de rir, eu nunca havia tocado nela - ou dado um tapa forte como ele dava na minha -, quis até dar uma apertada. O filho da mãe estava merecendo. Mirei e atirei, vendo ele gemer de dor.

O olhar irritado se virou contra mim, já com aquele olhar que eu adorava receber. Devo dizer que a tinta vermelha combinou muito bem com a calça marrom justa. Dei os ombros.

- Opa, disparou.

- Pirralha irritante. - Saiu pisoteando como um elefante irritado.

- Maldito baixinho.

(...)

Eu não entendi o que ele quis dizer com 'nos falamos depois", já que ele não veio me procurar e eu também nao iria. Se ele realmente quisesse falar, falaria quando quisesse.

A noite não demorou a cair e eu fiquei um tempo naquela janela, lembrando de todos os momentos que estive com Jean. Mesmo que nós não tivessemos ficado juntos, não era motivo para parar de nos falar.

Assim que deitei, dormi. O meu sonho era bem confuso, não consegui ligar os pontos de nada, era como se fossem os meus pensamentos retratados de forma exata.

Uma sensação diferente começou, meu corpo estava tenso. Abri os olhos de repente, gemendo sem explicação. Seu corpo quente estava colado ao meu e sua mão dentro da minha calça.

- Eu falei que iríamos conversar, não foi? - Intensificou os movimentos. - Seja silenciosa, não queremos que elas vejam nosso joguinho.

Eu não sabia como responder, já que ele fez questão de lembrar que existiam mais seis pessoas naquele quarto e os meus gemidos iam longe quando os seus dedos entravam no assunto.

- Levi, nós não - Trinquei os dentes com força, esse maldito não deixaria eu terminar uma única frase. - Iríamos conversar?

- Estamos conversando. - Seu hálito bateu contra minha orelha, droga. Afastou minha calcinha e colocou dois dedos, que merda fodida. - Está me ouvindo?

- Cala a boca. - Apertei meu travesseiro e senti seu braço passar em baixo do meu pescoço. - Isso não é conversar.

- É sim, do meu modo. - Encostou a cabeça na minha nuca. - Estou me controlando para não te foder aqui, você não controlaria seus gemidos gostosos...

- Termine logo. - Puxei sua mão, descontando tudo o que eu estava sentindo.

- Certo. - Diminuiu o ritmo. - Você está com raiva?

- Não.

- Está irritada?

- Não.

- Está magoada? - Não respondi. Por dois motivos: eu estava e ele parou de mover totalmente os dedos. - Certo. Posso fazer algo para reverter isso?

Engoli o seco, ele queria me fazer me sentir melhor e eu me senti só pela intenção. Eu quis sorrir com aquela sensação, mas o maldito não mexia os dedos.

- Me fode, idiota. - Passei a mão sobre sua calça, sem ver a sua expressão. - Não aguento mais.

- Vá a merda. - Ele entrou em baixo do cobertor, mexendo-se um pouco. Abaixei minha calça, empurrando para baixo.
Juntou minhas pernas, entrando com suavidade. Mordi seu braço, evitando qualquer barulho a mais. Suas mãos subiram, por baixo da blusa, tocando meus peitos, arfei quente.

- Eu adoro esses biquinhos duros, pirralha. - Massageou com calma. - Tenho vontade de chupar cada parte do seu corpo.

- Mais, Levi. - Puxei sua nuca, vendo o suor se mostrar presente, empinei a bunda mais ainda, aumentando o contato dos nossos sexos.

- Está com medo que alguém acorde? - Mordeu minha orelha. - E veja que você está gemendo feito uma vadia para seu comandante?

Ele puxou o cobertor de cima dos nossos corpos, gemi ao sentir o frio bater contra minha parte exposta. Levantou apenas uma das mimhas pernas, segurando o ritmo.

- Imagine a situação: aquela garota acorda e vê sua boceta sendo fodida na frente dela. - Me senti excitada com o pensamento. - Imagina se ela gosta e começa a tocar uma vendo meu pau te rasgar no meio...

- Levi... - Eu me senti uma puta, já que a cena me pareceu bem sexy. - Estou quase.

- Pode gozar, mas não grite. - Puxou meu rosto e eu o encarei. - Geme para mim, Ackerman.

Com todas as forças que tinha mordi seu braço e apertei o lençol, sentindo tudo rodar. Eu nunca me cansaria daquela situação, nunca me enjoaria do seu corpo perto do meu.

Pôs a testa na curva do meu pescoço, gemendo abafado, enquanto gozava dentro de mim. Ficamos assim durante algum tempo, tentando recompor as forças.

- Eu dormiria aqui facilmente. - Passou a mão no meu cabelo. - Vou ficar até você dormir.

- Eu sei. - Vesti minha calça e puxei o cobertor novamente, já sonolenta. - Obrigado.

- Boa noite, Ackerman.

(...)

Depois daquela maneira diferente de ser acordada para "conversar" ele parecia normal para mim. Não me procurou durante alguns dias, mas sempre estava por perto.

Voltei a praticar o tiro a distância com a capitã Ral, que estava mais feliz do que o normal e bem mais doce comigo.

- Garota, você tem um dom. - Falou quando acertei o alvo de quinhentos metros. - Muito bom, Ackerman.

- Obrigado, senhora. - Ajustei o ângulo. - Próximo alvo.

- Bem, vejamos... Podemos tentar o preto, ao norte.

- Certo.

- Com licença. - Gelei ao ouvir sua voz, mas continuei com o olho na mira. - Capitã Ral, Soldado Ackerman.

- Levi! - Ela saiu de perto de mim e eu engolino seco, mirando no coração. - Algum problema?

Eles trocaram algumas palavras e eu continuei parada, controlando a vontade de responder cada pergunta que ela fazia para ele, como se fossem íntimos. Tive que me distrair, voltei a olhar na lente e atirei.

- Perdão, Ackerman. Esqueci que estava te instruindo, vá descansar, sim? - Levantei, tirando todo o equipamento de tiro e coloquei a arma no lugar. Ela fez menção de olhar no binóculo, mas ele puxou o objeto da mão dela e olhou.

- Na cabeça? Nada mal, soldado. - Ele olhou para mim e depois para ela.

- Com licença. - Peguei minha bolsa e saí andando.

(...)

Eu fiquei um tempo no dormitório, esperando o tempo passar. Aquilo me passava a impressão de nostalgia, mas faltava muitas pessoas ali, principalmente Annie.

Ela não me ligou, como disse que faria e eu não tinha ideia de como as coisas ficaram para ela e para Armin, será que estavam com problemas? Eu sabia quem podia ir comigo até eles.

Levantei, saindo daquele lugar agoniante. Perguntei a algumas pessoas se tinham visto ele e nada. Vi Eren de longe, desviei do seu caminho.

Onde ele havia se metido? O que eu falaria ao encontrar ele? Como reagiríamos? Ele iria me dar atenção? Todas aquelas perguntas rodavam na minha mente, enquanto corria atrás do meu amigo.

- Mikasa? - Tocou me ombro e eu me assustei. - Algum problema?

- Jean... Preciso da sua ajuda.

- Ah, é claro. - Sorriu sem jeito. - Ajuda...

- Sei que você também sente falta de Armin, vamos visitá-los? - Pedi esperançosa. - Por favor.

- Porquê isso de repente?

- Porque não aguento mais não ter notícias...

- Mais alguém vai? - Pôs as mãos no bolso.

- Não. Apenas eu e você.

- Certo, preciso mesmo falar com você. Só nós dois.

- Ok. - Ele acenou e saiu andando.

Fiquei um tempo olhando o nada, pensando se isso foi o certo a se fazer. Eu me afastava e depois voltava a me aproximar, eu sabia como isso doía e fazia o mesmo com Jean.

- Ackerman. - Dei um pulo ao ouvir a voz dele atrás. de mim. Virei assustada, mostrando um canto que podíamos conversar melhor.

- Levi, você tem que parar de aparecer assim. - Cruzei os braços.

- Não me importo.

- É claro que não. - Coloquei o cabelo atrás da orelha. - O que foi?

- Tenho um convite para você.

Passei a língua no labio inferior, isso não me parecia ser um bom sinal. Torci com todo o meu coração que não fosse nada para esse final de semana, sem me importar com o que era.

- Um convite? - Assentiu.

- Preciso fazer algumas coisas nesse final de semana, vem comigo? - Certo, fodeu.

Eu odiava quando ele agia como se fossemos um casal, não éramos. Como se eu fosse entrar no seu carro, dar algumas voltas por aí e transar quando ele estivesse cansado. Grande programação.

- Não posso. - Tentei parecer despreocupada.

- Por quê?

- Eu... - Respirei fundo. - Vou visitar alguns amigos.

- Entendo. Sozinha? - Pensei em mentir, mas ele não mentia para me fazer sentir-me melhor.

- Não.

- Com quem, Ackerman?

- Jean. - Olhei para ele e sua expressão continhou calma.

- Aquele moleque que você agarrou na minha frente? - A voz se alterou um pouco. - Você só pode estar brincando.

- Não estou.

- Você não vai. - Segurou meu queixo. - Não vai a lugar algum com aquele moleque.

- Essa escolha não é sua, Levi. - Tirei sua mão. - Eu tenho uma vida.

- Pense bem, Ackerman. Lembra da última vez que você chegou perto de outro homem. Eu farei bem pior.

Dei os ombros e comecei a andar. Ele não era meu dono e nem seria. Se o Comandante Rivaille acha que pode me intimidar com uma ameaça de sexo selvagem, está muito enganado. Não pode e não vai.


Notas Finais


Outra coisa: não é pq escrevo uns hentais em lugares... Incomuns que é pq tenho um feitiche por ele (Recebi uma mensagem falando isso :v)

Outra: trm muita gente pedindo a segunda temporada e uma nova, então não sei se vou conseguir fazer os dois. E se eu conseguir, vai ser apenas um capítulo por semana.

Estou pensando bem pq não tenho um ótimo pivô para o conflito final da segunda temporada e não tenho uma ótima história para uma nova fanfic...

Perdão pelo atraso, tentarei manter os horários!

Comenta ai pq no ultimo os comentários cairam t.t

Beijos, até quarta se tudo der certo!


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