História Across The Universe - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Tags John Lennon, Mclennon, Paul Mccartney, Romance, The Beatles
Visualizações 221
Palavras 2.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, goodbye qqq
Cá estou eu com mais uma tentativa de escrever sobre esse casal gay maravilhoso HAUSHAUSHAUSH Dessa vez uma ideia um pouco maior que só uma one-shot. Coloquei na sinopse que é short-fic, mas não tenho certeza, pode se tornar long conforme o tempo, mas ok.
E tbm eu coloquei os avisos ali, mas não garanto que vá ter lemon e sei lá mais o que PQ EU NÃO SEI ESCREVER qqq nunca tentei, pode ser que eu queira tentar, mas vai depender mt da minha coragem e tal -q
Tbm não sei se vou levar isso até o final né, eu me tornei uma pessoa indisciplinada demais pra fanfics então pode ser que eu resolva desistir no meio do caminho. ou pode ser que não, já que estou me sentindo animada :'D
Os capítulos aqui serão narrados em primeira pessoa na maioria do tempo, mas terão cenas que farei em terceira, só avisando pra vcs não se confundirem qq E as narrações serão alternadas, um capítulo do John, um do Paul, e assim por diante. Esse primeiro é narrado pelo John, logo o próximo será narrado pelo Paul.
Sem mais avisos, fiquem com o primeiro capítulo *-* Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo I


Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel

Elas se mexem selvagemente enquanto deslizam através do universo

Piscinas de mágoas, ondas de alegrias estão passando por minha mente aberta

Me possuindo e me acariciando

Eu não me lembrava de nada relacionado à noite passada.

Só o que eu conseguia ter era alguns flashes. Ouvia gritos em minha cabeça, vozes minhas, de minha esposa, e também era capaz de ver o rosto assustado de meu filho. Não entendia o por que eu estava com todas essas coisas fazendo minha mente latejar ao ponto de eu achar que um martelo esmurrava meu crânio conforme minhas têmporas pulsavam. E não era capaz de distinguir aquele quarto que eu me encontrava agora.

Havia acabado de despertar de um sono profundo, num quarto onde não conseguia enxergar nenhum detalhe dele, apenas sabia que ele era todo branco com uma janela na parede oposta a que ficava encostada minha cama. Meus óculos não estavam comigo, eu não podia ver nada sem eles, sofria de uma miopia fodida. Após me situar melhor da situação em que me encontrava, tentei me erguer para quem sabe levantar e ir embora daquele lugar que eu desconhecia, foi quando notei que meus braços estavam amarrados e fui obrigado a me deitar novamente. Entrei num desespero completo, meu coração acelerou e eu me senti privado de minha liberdade. Mas que merda estava acontecendo?!

− EI! EU ESTOU AMARRADO AQUI, DROGA! – gritei para sabe-se lá quem, eu nem sabia se tinha alguém que pudesse me atender. Talvez eu ainda estivesse dormindo, e aquele era só mais um dos meus sonhos malucos. Eu não vinha tendo sonhos nada normais nos últimos dias, na verdade esses tempos estavam sendo barra pesada para mim em todos os sentidos. E agora, preso naquela cama de um quarto desconhecido, eu tinha certeza que todas as pessoas que eu conhecia haviam virado as costas para mim. O que me restou foi respirar fundo e olhar para o teto, vendo-o completamente embaçado. E a pior parte era que eu nem conseguia me lembrar do porque estava naquela situação.

Foi quando surgiu na porta uma pessoa toda vestida de branco. Como já imaginam eu nunca conseguiria ver a fisionomia de alguém sem meus óculos, então pensei comigo que talvez eu tivesse morrido e aquele fosse um anjo que viera me buscar. Dei risada de meus próprios pensamentos, como se eu fosse mesmo encontrar anjos ao morrer, eu veria era muito fogo, isso sim, e quem sabe o tinhoso também. A pessoa chegou mais perto de mim e eu finalmente consegui ver que se tratava de uma mulher, que me encarava com um sorriso. É, acho que realmente eu vim parar no céu.

− Finalmente você acordou, demorou um bocado. Como está se sentindo, senhor Lennon? – a mulher de voz doce me perguntou. Eu pisquei um par de vezes e não soube o que responder. Me sentia um pouco melhor por saber que estava no céu.

− Onde eu estou? Eu morri? – perguntei com toda a inocência do mundo, e a moça riu da minha cara. Parece que isso foi um não, eu ainda estava vivo talvez para minha infelicidade. Morrer seria muito mais fácil.

− Não, claro que não. Aqui é uma casa de reabilitação, você vai precisar ficar aqui com a gente um tempo, sim? – prendi a respiração. Casa de reabilitação? – Você estava muito mal ontem, mas vamos cuidar de você, está bem? Tem alguma coisa que queira agora?

− Meus óculos, eu não vejo nada sem eles. E que você solte a porra dessas amarras, não sou nenhum bicho selvagem para ficar assim. – disse, irritado. A moça nem se assustou com o modo como falei, apenas disse que iria pegar meus óculos e já voltava para me soltar.

Suspirei. Eu sabia que isso ia acabar acontecendo uma hora ou outra. Se ontem eu estava tão mal ao ponto de não me lembrar de nada, era porque coisas insanas tinham acontecido. Mas assim como quando acordei, eu não fui capaz de me lembrar de nada. Talvez tivesse sido coisa da Cynthia me enfiar nesse buraco, já fazia tempo que ela me dizia que iria tomar providências se eu não parasse de usar substâncias, hm... Proibidas. E ela cumpriu com seu prometido, eu estava na merda com somente vinte e sete anos de idade. Meus parabéns, John Lennon, seu fodido do caralho. Quero ver como você vai sair dessa agora.

Eu não lembrava quando tinha sido a primeira vez que experimentei uma droga que não fosse álcool ou cigarro. Só sabia que nunca tinha ficado tão ruim quanto estava nos últimos anos. Assim que vi todos meus sonhos irem por água abaixo e as crises no trabalho que me fazia infeliz e dentro da minha própria casa ficando cada vez piores, a única saída que encontrei foi me encher de droga, já que elas me deixavam de boa e faziam eu esquecer meus problemas. Comecei com a maconha – essa eu usava desde adolescente −, depois LSD, cocaína e etc. E no final de tudo olhem onde eu vim parar, amarrado numa cama de uma casa de reabilitação. Eu não sabia quando poderia sair desse buraco. Será que Cynthia havia feito isso pensando no meu melhor, ou somente para me ter longe de uma vez por todas? Eu nunca tinha sido um exemplo de marido, ultimamente então... Eu sentia vergonha.

− Aqui estão seus óculos, senhor Lennon. – ouvi uma voz diferente da, sei lá, acho que enfermeira que havia me atendido de primeiro momento, e pude ver que a mulher que chegou não estava de branco e sim com roupas comuns. Ela deixou meus óculos na mesinha de cabeceira e começou a soltar as ataduras que prendiam meus punhos. E enfim, eu pude me sentar e enxergar agora com minhas lentes corretivas. – O senhor está bem mais calmo agora, isso é bom.

− Você não é a mesma moça que veio aqui agora pouco. – disse, e ela deu uma risadinha.

− Não, não sou. Aquela era uma técnica de enfermagem, eu sou psicóloga. – ela afirmou, e eu soltei somente um “ah”. – Meu nome é Jane Asher, e aproveitei que você está mais tranquilo para podermos conversar um pouquinho. Quase não foi possível chegar perto do senhor ontem, de tão agitado que estava.

− Por que eu estava amarrado feito um cachorro sarnento? – perguntei.

− Nós não gostamos de ter que conter pacientes, mas no seu caso foi preciso ou você não pararia nessa cama. Fizemos uso de drogas sedativas também, por isso dormiu tanto e provavelmente se sente confuso. Mas o senhor vai entender tudo com o tempo, não se preocupe. – a mulher me falou. Céus, eu me constrangia só de pensar nas coisas que fiz ao chegar aqui.

− E essa minha calmaria vai durar até quando?

− Bem, se o senhor seguir corretamente o tratamento, vai passar por um momento de abstinência nos próximos dias, mas tudo será controlado com medicações. Ou pode simplesmente pegar suas coisas e sair daqui, voltar para o mundo lá fora onde não vai sofrer pela falta da droga, mas também não vai se curar. Você é adulto e responsável por seus atos, sabe o que quer fazer, não? – eu a fitei. A psicóloga, Jane, era bonita e muito jovem, acredito que tenha se formado recentemente. De pele clara, olhos azuis chamativos e um cabelo ruivo natural que destacava ainda mais seu olhar. A presença dela causava conforto, eu me sentia bem em conversar com ela, e acho que era exatamente assim que um psicólogo deveria ser.

− Eu quero me curar. Quero que minha família volte a me amar, meu filho tenha orgulho de mim. – disse, do fundo de meu coração. Meu casamento com Cynthia nunca fora as mil maravilhas, na verdade eu nem sabia se um dia já cheguei a amá-la de verdade. Mas eu via nela uma espécie de porto seguro, e ela era a mãe do meu filho também, eu tinha um enorme carinho por ela. E Julian... Eu não era o melhor pai do mundo, nunca fui e agora menos ainda. Mas ele era a coisa mais importante que eu tinha.

− É bom ouvir isso. A motivação do paciente já conta muito para que ele se recupere, sabe? – dei uma risadinha.

− Foi a minha esposa que me mandou para cá, não foi? Eu não lembro muito bem do que aconteceu... – ela confirmou com a cabeça.

− Foi. Você estava muito surtado por conta de uma abstinência, ela achou que fosse ser uma boa ideia te deixar trancado para você não ter acesso a rua. Ela teve medo pelo filho de vocês. – encarei o chão. Eu estava tão louco ao ponto de fazer mal a Julian? – Mas logo é o horário de visitas, acho que ela vai vir te ver! – dei uma risada sarcástica.

− Acho que não. Cynthia não deve querer me ver nem pintado de ouro! – voltei a me deitar. Eu não queria mais conversar com ninguém, somente ficar sozinho e tentar me lembrar o que eu tinha feito de tão terrível para Cynthia me internar. – Será que eu podia... Ficar um pouco na minha agora? – a mulher ruiva sorriu. Ela era tão fofa que parecia ter saído direto de um conto de fadas.

− Claro. Mas saiba que precisamos ter essas conversas todos os dias, se expressar vai ajudar com seu tratamento. – eu confirmei com a cabeça. – E também, depois do horário de visitas, acontece as oficinas aqui do centro. Temos aula de pintura, poesia, música. Apareça na aula de música depois, meu namorado é o professor, acho que vai gostar.

Aquilo fez meu coração acelerar. Aula de música? Ah, a música. Não sabia dizer se essa era minha salvação ou se fora minha ruína. Toda a frustração que eu sentia por não ter tido uma carreira de sucesso na área, e também outros N problemas, era o que tinha causado toda minha tristeza, me afundado no mundo das drogas. Eu não tocava mais já tinha muito tempo, não sabia se era uma boa ideia voltar a me envolver com essas coisas. Entretanto, música sempre foi meu grande amor. E querendo ou não, eu não sou capaz de viver sem ela ao meu redor.

− É... Não sei, vou pensar. – respondi simplesmente. Jane me deu um sorriso e por fim, saiu do quarto, me deixando ali com meus botões.

− E você tem ideia de quanto tempo vai ficar aqui? – George me perguntou, e eu o encarei com uma expressão de que não fazia ideia.

Jane achou que Cynthia fosse me visitar, mas como eu suspeitei, ela não deu o ar da graça. Eu achava que ninguém fosse me ver, mas ali estava George Harrison, o filho da puta que eu mais amava no mundo. George e eu nos conhecíamos há muitos anos, desde adolescentes. Tocávamos juntos numa bandinha que tinha ele, eu e mais dois caras, mas como disse, a coisa nunca decolou de fato e acabou que cada um seguiu sua vida, mas eu nunca perdi o contato com George, nós continuávamos muito próximos, e eu também sabia que George tinha bastante contato com Ringo, que costumava ser nosso baterista. Somente nosso baixista que não vou nem dizer o nome havia sumido completamente no mundo.

− Como que você chegou nessa situação, cara? Você era o nosso líder e agora está aí, numa cama de um centro de reabilitação! Não tem vergonha nessa cara não? – George me questionou. Eu respirei fundo e olhei para ele de canto de olho.

− Se você veio aqui me dar sermão, pode ir embora. Eu não era o líder porra nenhuma. O líder sempre foi o... você sabe quem.

− Ainda se refere ao Paul como você sabe quem? Quanto rancor, Lennon. Vocês brigaram, eu sei, mas já faz quase dez anos isso, cara. – não respondi nada.

George era incapaz de entender toda a tristeza que eu guardava em relação a Paul McCartney. Na verdade nossa história nunca se resolveu direito, sempre ficou faltando dizer alguma coisa e isso me incomodava até hoje, mesmo que a última vez que eu o tenha visto fora a sete anos atrás, quando ele se mandou para os Estados Unidos e me deixou aqui, sozinho. Eu ainda suspirava toda a vez que pensava no desgraçado.

− Você não entenderia se eu explicasse. – disse, e George revirou os olhos. – A Cynthia falou com você? – perguntei tentando fugir daquele assunto.

− Falou, achou que eu gostaria de saber que meu melhor amigo está internado, mas não entrou em detalhes. – pelo menos uma coisa boa que Cyn havia feito por mim hoje. Aquela visita de George me fez lembrar que alguém ainda me queria bem.

− Eu queria ver o Julian... – falei, e o rapaz de cabelos negros e compridos até o ombro deu um sorriso.

− Acredito que você poderá voltar a vê-lo em breve. Cynthia não seria tão ruim de te afastar assim do Julian, manter contato com ele vai te ajudar a se recuperar! – agora fui eu que sorri. Sim, eu precisava do meu filho perto de mim se quisesse ter minha vida de volta.

E neste momento, chegou um homem no quarto dizendo que George deveria sair, o horário de visitas havia acabado. Lamentei, queria ficar conversando mais com meu amigo, mas o deixei ir. Dei-lhe um abraço e ele saiu, indo embora para sua casa. Quando será que eu poderei voltar para a minha? Se é que Cyn me deixaria voltar algum dia.

Eu continuei ali sozinho, encarando o relógio de parede e não sentindo a hora passar. Era agonizante demais ficar ali sozinho, aquele dia havia se arrastado e seria assim até eu poder ir embora desse lugar. Sentei-me encostado na parede e trouxe as pernas para perto do meu peito, afundando minha cabeça ali.

Paul...” pensei no nome dele. Maldito George, porque tinha que desenterrar esse nome do fundo da minha cabeça agora? Como se nossa história fosse se resolver dessa forma.

Não aguentei, me levantei repentinamente da cama e sai pela porta, iria seguir o conselho da psicóloga. Assistir um pouco de aula de música – não iria participar, só iria ver de longe – era melhor do que ficar pensando numa paixão gay que eu tive na adolescência.

Fui até o pátio, onde estava acontecendo várias atividades, e caminhei em direção ao som de violão que eu ouvia. Logo pude ver a rodinha formada pelos internos que queriam aprender música, e o professor sentado no meio deles. Logo notei que o professor era canhoto, e isso me lembrou o desgraçado que tinha ocupado meus pensamentos agora pouco.

Conforme fui chegando mais próximo e reconhecendo a fisionomia do cara que tinha total atenção dos pacientes ao seu redor, meu coração foi batendo mais rápido. Eu não estava acreditando que isso ia mesmo acontecer, não podia ser possível, devia ser só um sósia. Ou se não fosse, eu realmente era um fodido muito azarado. Cheguei perto da roda e fiquei em pé analisando o ser que cantava uma música do Queen e tocava as notas em seu violão, sempre muito talentoso o infeliz. Ele estava de olhos fechados então não tinha reparado em mim, e eu não sei que reação teria quando me visse ali. Não sei se morreria de vergonha, se enfiaria a cabeça embaixo da terra ou se simplesmente continuaria ali, sem expressão enquanto reencontrava meu primeiro grande amor sete anos mais velho. Sim, eu era casado com uma mulher, mas meu primeiro amor foi esse maldito que estava na minha frente agora.

Seu cabelo negro estava um pouco maior do que eu me lembrava, e a carinha de princesa também não tinha mudado. Eu me lembrava de Paul como uma pessoa fresca, que prezava por sua boa aparência, além da auto estima elevadíssima. Era estranho pensar que ele já tinha sido meu melhor amigo, e que agora era um... Estranho, que aparentemente não tinha mudado nada. E quando ele abriu aqueles olhos verdes que em alguns momentos beiravam o castanho, eu soube que estava encarando o meu Macca. Os internos aplaudiram o talento de seu professor, e eu só fiquei olhando seu rosto, que hoje em dia era mais fino. Ele estava mais lindo do que nunca.

− Obrigado! – ele falou, e embora tenha passado tempo nos Estados Unidos, seu sotaque inglês ainda era o mesmo.

− Você não mudou nem um pouco, Macca. – eu disse, e ele aparentemente tomou um susto antes de me encarar. Seus olhos se arregalaram e ele parou de respirar uns segundos. Devia estar ainda mais surpreso do que eu, vendo minha situação de merda.

− John? – eu sorri. Era gostoso ouvir a voz dele me chamar. Me impressionei em como eu ainda tinha as mesmas reações só de ouvi-lo falar comigo.

Pelo jeito eu também não tinha mudado nada.

Jai guru deva, Om

Nada vai mudar meu mundo

Nada vai mudar meu mundo

Nada vai mudar meu mundo

Nada vai mudar meu mundo


Notas Finais


Esse primeiro capítulo teve trechos de across the universe (que deu o nome pra fic), mas ela completa, só no último, hoho. também teremos outras músicas aqui, não sei ainda se coloco só dos Beatles ou de outras bandas tbm, but quero que isso aqui seja um lance bem musical, hehe *-*
Como vcs podem ver, Johnzito está na merda, pobrezinho ;-; E ele e o Paul se reencontraram, fofos <3 Vou tentar contar tudinho que está aqui na minha cabeça, todas as tretas envolvendo os dois e as tretas da vida atual do john, prometo u.u
É isso então, espero que tenham gostado *-* Digam nos comentários o que acharam, preciso saber se é seguro continuar ou não HAUSHAUSHAUSH
Até a próxima gatos, um bjo <333


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