História Across Time - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Isaak de Kraken, Miro de Escorpião
Tags Saint Seiya
Exibições 30
Palavras 2.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Luta, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olaaa pessoal ^^
Bom eu disse tentei avisar que as coisas não estavam fáceis no aviso que coloquei em “Ratos”
Mas de qlqr modo, desculpe a demora pessoal, anda tudo mt corrido e a prova de hj foi apenas assinar a ata de prova, então consegui chegar cedo em casa e usar o note, coisa que dificilmente estou tendo tempo.
Admiro as pessoas que conseguem escrever pelo cel, mas eu não consigo XD fica tudo uma zona.


Bom vamos ao cap

Capítulo 8 - Capitulo 8


Fanfic / Fanfiction Across Time - Capítulo 8 - Capitulo 8

- Mas que merda Camus –Milo entrou no templo de escorpião praticamente jogando toda a mobília por onde passava, seu cosmo oscilava violentamente, ele estava extremamente irritado, eu compreendia seu ponto de vista, mas aquilo era realmente necessário? – será que você consegue ficar parado em um lugar apenas? Tem sempre que fugir dessa merda de lugar? – ele gritava e batia nos objetos, continuava fitando aquele SHOW completamente sem reação, esse escorpião maluco sempre me deixava fora de mim, mas nesse momento, não seria adequado eu me explicar, afinal que escolha eu tinha? Não era eu que decidia aonde devia treinar.

- Porque você sempre me abandona? – ele resmungou baixinho

Aquilo não era uma reação esperada, tão pouco comum para ele, Milo podia ser volátil, mas jamais ele pareceu tão, tão, sozinho.

-Jamais te abandonei Milo- respondi sem sentimentos, não sabia como agir, não estava preparado para isso, o que ele faz comigo?

-você sempre vai embora, por quanto tempo dessa vez? - ele não me olhava no olhos, continuava com o rosto abaixado, por favor pare, não consigo ligar contigo dessa forma, volte a ser meu Sol, não fique triste, não chore por favor, não de novo, também me machuca partir, justo agora que te reencontrei.

-Nã não posso te afirmar uma data- minha voz falhou, falhei miseravelmente em aparentar frieza, um de nós precisava ser forte, eu precisava ser forte, por ele.

Ele se ajoelhou no meio da sala, o templo de escorpião parecia um reflexo perfeito de sua alma naquele momento, destruída e bagunçada, estava uma confusão imensa, ouvi um suave soluço, ele escondeu o rosto de mim, eu podia sentir sua dor, sua magoa, sua raiva, ele era tão transparente, me machucava tanto fazer isso com ele novamente, uma vez já não foi o suficiente? A primeira despedida quase nos matou, fiquei dias sem conseguir dormir, apenas imaginando como ele estaria, se estaria comendo? Dormindo? Ou se simplesmente lembrava de escovar os dentes de manhã, por vezes escrevia cartas para ele, não enviei nenhuma, esta terminantemente proibido de enviar ou receber qualquer coisa, meu mestre era implacável, mas ainda assim, pensava nele todas as noites, e agora eu o estava ferindo novamente.

-Milo, voce sabe que não tenho escolha- me aproximei lentamente, era perigoso se aproximar do escorpião nessas situações, ele era volátil, poderia ser tomado pela raiva e me atacar, ou simplesmente continuar como estava, precisava ser cauteloso- somos cavaleiros, nosso propósito é para com a Deusa, você sabe disso tão bem quanto eu.

Calmamente toquei em seu ombro, senti seu corpo relaxar por um instante, e continuei a toca lo, acariciei seu cabelo e me ajoelhei a sua frente, lentamente passei meus braços por seu pescoço e o abraçei, queria que ele pudesse sentir o quanto queria estar com ele, o quanto ele era necessário para mim.

-Eu sei- ele respondeu com um fio de voz, ela estava tão carregada, tão chorosa, não chore meu Milo, por favor não chore, suas lagrimas são como adagas em meu peito, permita que eu enfrente mais mil titãs, apenas para que nenhuma lagrima mais escorra por seu rosto- mas dói tanto Camusu.

Camusu, era seu apelido mais carinhoso, apena ele me chamava assim, e apenas qnd estávamos sozinhos, eramos tão pequenos quanto ele me chamou assim, senti meu peito se aquecer e segurei seu rosto em minhas mãos.

- Tambem me machuca Mi- uma lagrima solitária escorreu pelo seu rosto, aquele doce sorriso surgiu em seu lábios, apenas uma sombra daquele Sol que me aquece, mas ainda esta la, meu Sol, limpei aquela lagrima teimosa com meu polegar, prometo voltar Milo, prometo voltar o mais rápido que puder, tentei transmitir tudo o que sentia pelo olhar, queria gravar aquele doce momento no fundo do meu coração, partiria pela manha, queria cada segundo e cada parte dele cravada na minha alma, o levaria comigo para onde eu fosse.

-tambem amo voce- ele desvenda minha alma e meu coração de maneira tão simples, foi impossível conter um sorriso, algo pequeno e caloroso, um sorriso apenas para ele, o único que fora capaz de invadir esse canto escondido do meu coração, lentamente aproximei meus lábios dos dele, senti seu corpo estremecer ao meu toque, seu gosto era extaciante, doce e erótico, era como se cargas elétricas trespassassem meu peito, cada parte minha vibrou, senti sua língua invadir minha boca, aveludas e macia, jamais senti um doce igual aquele, seus lábios eram a melhor coisa que já provei em toda minha vida, nada se comparava a eles, nem outra boca ou sabor se equiparava a aquele, meu lar, era tudo que meu cérebro conseguia processar.

Ficamos um tempo naquela doce troca, aos poucos o beijo foi se tornando afoito e apressado, queria sentir cada pedaço do corpo que estava a minha frente, suas mão passeavam por dentro da minha camisa, cada toque, era como se chamar lambessem minha pele e devorassem minha alma, queria me aprofundar cada vez mais naquelas chamas, que me consumissem inteiras.

Nos afastamos por falta de ar, ele estava ofegante e com o rosto vermelho, seus cabelos estava emaranhados e sua roupa rasgada no peito, ele estava deitado no chão da sala, era a própria encarnação do escorpião, tão perigoso, mas tão tentador, ansiava por ser picado por aquele veneno, por aquela criatura fantástica como na lenda, tão poderosa e envolvente, ele mexia comigo, sentia meu baixo frente arder, estava tão apertado.

-Camus- ele gemeu meu nome, com o coração aos pulos o vi enfiar a mão por dentro da calça, Pela Deusa que tentação era aquela? - me de algo para me lembrar.

- O que pretende Mi? – eu gemi em resposta, ele acariciava o próprio pênis por dentro da calça.

-Quero ele, quero que você seja o primeiro- ele se arrastou lentamente e se aproximou de mim, lentamente ele abriu minha calça e puxou minha ereção para fora, não pude fazer nada a não ser olhar, aquele olhar lascivo e sedutor, eu lhe daria minha alma se ele pedisse daquela forma novamente- nessa noite, quero que você me torne seu, não quero me esquecer desse momento jamais- lentamente ele passou a  ponta da língua na cabeça rosada da minha ereção, não contive um arquejo, ela delicioso demais, meu corpo estava em chamas- Meu Camusu- ele murmurou entre gemido e abocanhou meu pênis.

Naquela noite nos havíamos feito amor pela primeira vez, nos amamos intensamente aquela noite, me arrependo de não ter dito com palavras o quanto eu o amava, ao amanhecer eu o deixei dormindo na cama e parti para aquário, peguei minhas malas e fui para o aeroporto, chorei no banheiro da aeronave, sentindo a dor de deixa-lo sozinho naquela cama, de imaginar ele acordando ser que eu estivesse la para lhe abraçar, aquela viagem foi pior do que a primeira.

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Aquele lembrança, era algo doce e cheio de amor que guardava no peito, procurou ser o mais cuidadoso possível para não machucar meu amado, era o primeiro de seu amado, mas não era verdade.

Via seu amado, pequeno, e desprotegido, tinha se esforçado tanto para proteger seus pupilos, imaginava que fosse algo comum aquela preocupação com eles, sentia-se pai, faria de tudo para proteger os dois, como seu mestre o protegia, ele era rígido, era forte e implacável em seu treinamento, mas um homem de extrema honra e bondade, seu mestre era para si um exemplo de homem a ser seguido, porem Milo não tivera a mesma sorte, seu amado se encontrava desacordado com diversos cortes e hematomas pelo corpo, suas pernas estavam repletas de sangue e seu corpo estava nu, vergões roxos se faziam presentes no pequeno pescoço da criança de 4 anos, seu amado, seu Milo, acabara de ser violentado.

A figura suprema na vida de um cavaleiro, aquele que lhe transmitia conhecimento de batalhas, também lhe moldava o caráter e personalidade, o mestre era uma figura de extrema importância para um cavaleiro, era seu papel como mentor lhe transmitir todos os valores que um cavaleiro deve ter, lhe deve ensinar, respeito, honra, e acima de tudo, a justiça, para lutar por todos aqueles que não podiam se defender, porem Milo estivera ao lado de um mestre, que lhe mostrava a faceta mais cruel dos seres humanos, a parte injusta e suja. A crueldade do homem capaz de humilhar e se aproveitar daquele que lhe era confiado a vida de um dos mais poderosos cavaleiros de Athena.

Seu corpo tremia, mesmo desacordado o pequeno ainda tremia agarrado ao próprio corpo, havia sangue no seu cabelo, seu rosto estava marcado com as lagrimas derramadas durante o ato, seus lábios estavam inchados e sangrando, ele segurada os gritos enquanto pode, mordera os lábios no processo, era tudo tão, tão cruel, ele era apenas uma criança, merecia um lar, merecia carinho, merecia calor, odiava aquele homem com todas as forças, mas sabia que ele não tinha culpa, Zenan de sagita, era conhecido como o homem mais bondoso do santuário, ele que ensinara Aiolos, era um homem justo e de bom coração, mas aquela cosmo energia negra que rondava seu Milo estava presente naquele homem, podia sentir seu cosmo gritando para se libertar da tortura daquela energia, ela corrompia o corpo e alma dele, ainda assim, sentia asco por ele, mesmo que ele não tivesse culpa.

O colar se aqueceu novamente, era hora de mudar de tempo, não queria deixar seu amado, mas nada poderia fazer por ele, com lagrimas nos olhos sentiu seu corpo ser puxado.

-Camus- ouviu o pequeno gemer seu nome antes de ser puxado pelo vórtice.

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Pousou sob a terra e vistoriou ao seu redor para se situar aonde estava.

- Mestre já é o terceiro aviso, o santuário vai mandar um dos cavaleiros de ouro vistoriar-

-Calado maldito- Um som de soco fora ouvido em alto e bom som e um baque se fez presente.

-perdão mestre, eles buscam pelo menino.

-Já tenho tudo encaminhado, me tragam o garoto.

Algum minutos depois vi Milo se dirigir em direção a aquele monstro, ele estava maior e seus cabelos mais compridos, ele estava perigosamente magro e machucado, havia cicatrizes em seu pequeno corpo,

- mandou me chamar mestre- sua voz estava tão baixa, senti minha garganta fechar, seus olhos estava frios e inexpressivos, o que esse monstro fez com ele? Por quanto tempo ele passou por isso? Por que jamais ele me disse pelo que passara?

-como sabe Criatura miserável, você não tem condições para se tornar um cavaleiro, lembra- se por que? - ele ditou com desdém

- porque sou fraco mestre, não passo de uma praga- seu pequeno corpo tremeu e segurou um soluço.

-exato, porem agora que você tem 7 anos, está no momento de te enviar de volta ao santuário-  ele pausou a fala e fitou o olhar assustado o menino- como a desonra que é, não passa de uma vergonha para seus companheiros, para a Deus Athena, para toda a humanidade, não passa de um verme asqueroso.

-Não mestre por favor, eu – ele fechou os punhos, seu corpo tremia- eu posso conseguir, eu sou forte.

- compreendo, te darei sua última lição.

-mas ele jamais ensinou nada ao menino- um soldado sussurrou para outro, que riu em concordância.

-QUIETOS- um tapa foi desferido na face do soldado- não me interrompa.

-perdão mestre.

-Venha inseto, lhe ensinarei a lição dos fortes.

-sim mestre.

Camus seguiu os dois, o homem em momento algum se virou para averiguar se o menino o acompanhava, ou se ele teria problemas em subir nas pedras íngremes e cortantes que passaram, foi uma caminha longa e cansativa, o sol está quente, Milo se esforçava para acompanhar o mestre, andava com os pés descalços por cada pedra, e nenhum lamento escapou de seus lábios, cairá diversas vezes por entre as pedras, e quanto finalmente conseguia subir, corria para encontrar seu mestre, que continuava sua caminha sem se abalar com o menino atrás de si, era como se ele esperasse que o menino sumisse do meio de tudo, Milo era insistente e não desistiu, seu peito de aqueceu ao ver a força do menino, mesmo com tudo contra ele, mesmo convivendo com um monstro, aquela força ainda estava dentro dele, ele continuava forte.

A Caminhada seguiu até a parte mais alta da ilha, lá era possível ver todos os pontos da ilha e as outras ao redor, na parte mais alta havia uma fenda não muito grande, mas do tamanho suficiente para que um homem pequeno pudesse entrar, era funda e escura, mesmo estando em uma parte sem arvores ou sombras, o sol não podia clarear o fundo da fenda, som estranho escapavam dela, que criaturas viviam lá?

- veja Milo- ele empurrou o menino para próximo da fenda, ele por sua vez segurou seu medo e não demonstrou como aquilo o atingia.

- Ali vivem os lendários escorpiões gigantes, sabia?

- Na não mestre, não sabia. - ele tremia, pressentia que o monstro iria atira-lo lá embaixo.

- você quer ser cavaleiro Milo- ele perguntou com tom jocoso repleto de malicia.

- Si sim mestre- lentamente o mestre o tirou de perto da fenda e uma sensação de aliviou permeou seu corpo.

-o que seria isso Milo? – lentamente ele retirou o bolso um objeto dourado, com horror Milo percebera o que era, era o colar que Camus lhe dera quando se despediram, escondeu para que ele não achasse.

- é é um colar mestre. -  com toda força de vontade, ele tentou demonstrar o quanto não era importante, quanto mais ele demonstrasse o quanto aquilo o atingia, mais ele iria lhe atacar.

- vejo que é importante para você não é?

-Si Sim mestre.

-Sabe, a muito tempo, uma criatura demoníaca e asquerosa, me tomou o que me era importante, uma criatura maldita- ele dizia enquanto fitava o colar- eu odeio essa criatura, e vou transformar a vida dela em um inferno, irei destruí-la

Milo engoliu em seco, não entendia onde o mestre queria chegar.

-pode ficar- ele jogou pelo o ar o pequeno objeto, com reflexo Milo se virou e o pegou no ar, sentindo o metal quente em suas mãos, aliviado por ter uma parte de quem amava junto a si novamente.

Com horror Camus viu o momento em que o monstro chutou as costelas do pobre menino lhe arrancando sangue dos lábios, o atirando para dentro da fenda, viu seu corpo sumir na escuridão e o grito alto e desesperado diminuindo conforme caia pra o destino incerto.

-MILOOOOO -  Camus gritou sem que ninguém pudesse lhe ouvir

-Adeus demônio maldito- calmamente ele se virou e seguiu para seu destino.

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Restam 10 estrelas


Notas Finais


Então pessoal...
Eu sei que foi maldade fazer isso com o Milo mas o plot original já estava assim :/ eu tentei em pensar em maneiras de fazer outra coisa, mas tudo sairia do planejado.
Desculpem mesmo e me doeu mt isso mt, vcs nem imaginam o qnt, eu procurei apenas citar algumas coisas, eu não teria estomago de detalhar um ato sórdido desse, eu não acho legal, detesto até shota para que vocês tenham uma ideias.
Foi difícil pra mim e o Camus vai ter que saber lidar com toda essa informação :/ ele não esta vendo coisas agradáveis, estou planejando para que a fic chegue ao seu fim logo, sabe, não me demorar demais.
Percebi que realmente sou uma escritora fraquinha, então vou tentar “brincar” e escrever coisas mais rasas e sem mt profundidade, comecei por algo difícil e esse foi meu erro, eu nunca tinha escrito nenhuma linha de fic e comecei por algo complexo, é sou maluca XD
Obs1-O apelido de Camusu veio de uma analise que eu fiz
O Nome do Camus vem de Albert Camus que é francês
Oque seria pronunciado Camie porem os japoneses pronunciam Kamyu conseguem ver a clara referencia na pronuncia ?
Eles não falam “s” então se fosse Camus e Procunciadon “us” no final para eles ficaria Camusu.
Foi dai que surgiu haha
Obs2- eu chamo meu Camus de Camusu *3* é algo intimo nosso.
Bom, espero voltar logo, agora estou de férias ( mas não do trabalho e nem do meu Camus)


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