História Adam e Tommy como Monges - Capítulo 1


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Categorias Adam Lambert
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Palavras 1.048
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Misticismo, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


 Tibet, um dos templos budistas na Ásia, onde o tempo, a simplicidade e a paz reinam. Era o ano de 2000 e muitos rapazes de vários cantos do mundo só queriam uma coisa: ser monge. Eles tinham que renúnciar familia, amigos, civilização, tudo em busca da espiritialidade e do eu interior para fazer o bem a humanidade.
 Adam queria ser mais um seguidor de Buda desde menino e lutou contra os sonhos e os pedidos incansáveis de sua família e agora estava no Tibet como um jovem sacerdote aos 30 anos. Ele relutou muito ao ter que deixar seus pais e irmão ao partir rumo ao Tibet.
Uma vez, em mais um dia de sua jornada espiritual, ele cruzou com uma espécie de guru, que ao tocar em suas mãos, sentiu uma energia 
diferente.
 - Meu jovem rapaz, sinto em você algo que vai mudar sua vida. Você vai conhecer alguém que vai te por em dúvida sua espiritualidade.
 - Como assim, senhor? o que vai acontecer e quem é esse alguém que conhecerei?
 - Não sei mais nada. Só você saberá na hora certa.
 O tal guru sumiu entre a multidão de turistas e Adam seguiu ao monastério e foi ao seu quarto orar e tentar ententer o que foi lhe dito.
 Muito tempo se passou e Adam já tinha se esquecido da visão do guru e continuava na sua vida simples e de muita oração mas um dia,
chegaram novos discipulos de buda para morar no templo e ele sentiu um incomodo lhe subir o corpo e pensou que estivesse adoecendo
e preferiu se retirar. Nisso, ele cruza com um joven rapaz e, sem querer, eles trocam olhares mas continuam seu caminho natural de sempre. 
 Alguns dias depois, Adam recebe um aviso em seus sonhos:
 - Há alguém no seu caminho e você terá que decidir sua vida. 
 Ele acorda de repente sem entender e logo se lembra do guru que encontrou uma vez. 
 - De novo essa história? Mas quem seria essa pessoa afinal?
 Na sua rotina pelo templo e por Tibet, Adam sempre estava atento á todos á sua volta para tentar descobrir algo que respondesse seu sonho.
 Dentre esses novos sacerdotes havia um chamado Tommy, 27 anos, que também começou a notar algo diferente quando estava no mesmo 
ambiente que Adam mas tentava ignorar o que sentia e começava a orar. Ambos ainda não sabiam que eram eles que estavam destinados a ficarem juntos, pois teria que acontecer muita coisa até que ficasse claro para eles. Num dos trabalhos que tinham que fazer, Adam, que 
estava perto, começou a conversar com Tommy.
 - Olá. Você é novo por aqui, né? Eu sou monge Adam. E você?
 - Eu sou sacerdote Tommy. Aqui é muito tranquilo e belo. Tenho a honra de poder estar aqui ao lado de monges tão sábios e poder aprender muita coisa.
 De repente, os olhos deles se cruzaram e ambos sentiram uma energia percorrer seus corpos. 
 - Venha, sacerdote Tommy. Vou - lhe apresentar o monastério.
 Após Adam lhe mostrar tudo, eles se sentaram para hora do chá mas algo fazia com que não parassem de se olhar estranhamente.
 Uma noite, Adam tem novamente uma visão em um sonho: um monge com o rosto semi coberto, onde só se podia ver seu sorriso e este de
braços abertos a lhe abraçar. Tommy também andava tendo sonhos que o perturbavam: um monge a lhe sorrir com a mão em seu rosto a 
acariciar de forma que o devolvia sorrindo também.
 Os sonhos de ambos iam ficando a cada noite mais perturbador chegando a sonhar com corpos semi - nús um ao lado do outro e se 
acariciando.
 - Senhor, Buda: que sonhos são esses que estou tendo todas as noites? Eu renúnciei tudo: família, amigos e até prometí diante de sua 
imagem que seria fiel aos mandamentos budistas até a morte. Não é permissivo esses tipos de sonhos.
 Ao terminar suas orações, ele estava voltando para suas tarefas diárias e encontrou Tommy também a orar fervorosamente e com lágrimas 
nos olhos e não resistiu em se ajoelhar ao seu lado.
 - Por que chora, meu jovem sacerdote?
 - Não posso lhe contar. É humilhante demais. E calou - se. Depois ambos se abraçaram. 
 Adam queria fazê - lo parar de chorar para poderem voltar para o grupo mas nessa hora eles sentiram a energia novamente percorrê - los e
Adam sentiu naquele abraço a mesma coisa que sentiu no sonho que estava sendo abraçado e se afastou. Tommy parou de chorar e logo 
estavam sorrindo. Tommy também se lembrou do sorriso em seu sonho e reparou que era identico ao de Adam.
 - Com sua permisão, monge Adam, eu queria lhe contar que venho tendo uns sonhos estranhos ultimamente e, de alguma forma acho que 
você aparece nele.
 - Que estranho. Eu também ando tendo uns sonhos esquisitos. Mas eu? Por que eu apareceria nos seus sonhos?
 - Não sei. Eu estava aqui me perguntando o mesmo.
 Á noite, Adam, em seu quarto, estava pensando em tudo o que acontecera aquela tarde e pensou nos sonhos dele e no que Tommy lhe 
contou e finalmente chegou a conclusão que só devia ser as visões que tanto tinha de alguém para mudar sua vida mas ele não queria
aceitar, pois sempre quis ser um monge e agora acontece isso.
 Um dia, Adam toma a dura decisão de falar com Tommy sobre seus sonhos e a visão que recebera uma vez de um guru e que vinha tendo 
novos sonhos com isso todas as noites desde que ele chegara no monastério. Tommy ficou meio atordoado em saber e também contou 
sobre seus sonhos perturbadores e ficaram perplexos em descobrir que esses sonhos levaram a terem essa conversa que envolvia o 
sentimento de um pelo outro, mesmo remoto, pois era tudo muito novo para eles.
 Com o tempo, eles acabaram decidindo que o melhor seria renunciarem ao budismo e serem felizes um com o outro do que cometer o 
pecado de profanar buda em sua morada. Eles foram embora dali viver como um casal normal e sem preocupações em outro lugar. Depois
se uniram em nome do amor e foram para um ilha paradísiaca viver esse amor deles sem que ninguém os atrapalhassem.



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