História Adam, irmão de Júlia - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Adam Lambert
Exibições 6
Palavras 1.203
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo final


 Meu irmão Adam finalmente tinha permitido meu namoro com Tommy mas alguns meses depois eu já tinha ficado com
ele uma ou 2 vezes sem que Adam desconfiasse de alguma coisa, até que eu, um dia comecei a me sentir fraca e 
indisposta para fazer as tarefas do dia - á - dia. Eu procurei uma amiga que confiava muito, Hanna, para conversar com 
ela e tentar entender o que se passava comigo.
 - Amiga, você não está bem. O que está acontecendo? Você tem se alimentado direito?
 - Mais ou menos. Não tenho tido muito apetite ultimamente, pois quase tudo que ponho na boca me dá enjôo.
 - Você precisa se cuidar. Está muito pálida.
 - Não. Logo passa e estarei melhor.
 - Não! O que você precisa é procurar um médico. Vou com você até posto. Conheço uma ótima médica que vai te examinar.
 - Não precisa.
 - Deixa disso. Vamos até lá marcar uma consulta.
 - Eu não posso me demorar senão meu irmão fica maluco. Você sabe como ele é. Vigia cada passo que dou. Eu faço de um
tudo para conseguir dar umas escapadelas dele e poder ficar de boa com Tommy sem o Adam em cima a gente.
 - Ok. Eu prometo que será rápido.
 Nós fomos até o posto marcar a consulta e depois voltamos para a minha casa. Hanna foi comigo para Adam ver que eu 
realmente estava na companhia dela e não por aí fazendo sabe - se lá o quê.
 No dia da consulta, Hanna apareceu em minha casa para não levantar suspeitas e saimos juntas. Chegando ao posto, logo 
fomos atendidas e eu estava morrendo de medo de descobrir qualquer coisa ruim comigo. 
 - Bom dia, dra Lucy. Eu trouxe minha amiga Júlia para se consultar com você, pois ela tem andado muito estranha. 
 - Bom, se sente na cama.
 Ela deu uma examinada básica e fez umas perguntas, depois pediu uns exames laboratoriais e me receitou umas vitaminas.
 Eu disse que ia fazer logo e ainda perguntei se por acaso eu estaria doente ou algo do tipo. Ela disse que não seria isso mas 
que era melhor fazer uns exames. 
 Eu fiz todos os exames pedidos e voltei no posto com o resultado em mãos e mais uma vez com Hanna. Eu não tive coragem 
de abrir o envelope e saber o resultado, então esperei a dra ler 1º.
 - Como eu suspeitava. Os exames não negam. Júlia, parabéns. Você está grávida!
 - Grávida?! Como assim? Não pode ser. Estava apavorada.
 - Você não é mais virgem, certo? Então é normal que isso venha a acontecer.
 - Dra, eu também já estava desconfiada mas ela não queria me contar a verdade então resolví tirar a prova aqui.
 - Meu Deus! Meu irmão vai me matar e o Tommy também.
 - Pensasse antes de fazer o que fez. Agora vai ter achar um jeito de contar isso para o seu irmão. 1º encontre Tommy e 
só vocês 2 resolverão essa questão. Disse Hanna.
 Eu consegui despistar Adam com um papo de entrega de encomendas e me encontrei com Tommy. Ele ainda não sabia de nada
e eu cheguei branca como papel, tremendo e sem saber como contar para ele.
 - Nossa, Júlia. O que está acontecendo com você? Está branca. Sente se um pouco aqui.
 - Estou muito nervosa e nem sei como te contar isso.
 - Se acalma, respira e me conte o que você tem para me dizer.
 - Meu irmão vai nos matar quando souber disso.
 - Souber o quê? Está me deixando nervoso.
 - Eu não queria que fosse desse jeito. Não agora. Eu estou grávida, Tommy!
 Tommy passou as mãos pelos cabelos sem saber se ficava preocupado ou feliz com a notícia e eu comecei a chorar, abalada.
 - Realmente seu irmão vai me matar mas não vou deixar que ele faça algum mal á você. Não conte nada ainda até eu pensar 
numa solução. 
 Eu enxuguei as lágrimas e voltei para casa tentando parecer mais natural o possível para Adam não desconfiar de nada e seguia
minha rotina até o tempo quando desse para esconder. Dias depois Tommy me procurou com uma idéia que ele torcia para que 
desse certo.
 - Júlia, acho que sei qual a saída para esse nosso caso.
 - Qual?
 - Vou pedir sua mão em casamento e seu irmão não vai poder recusar e depois disso não terá que se peocupar mais com isso,
pois já iremos nos casar mesmo.
 - Que ótima idéia! Quando a barriga aparecer, ele não vai poder fazer mais nada, pois já estaremos noivos. Disse toda feliz beijando
Tommy.
 O tempo passou e noivamos. Depois de noivados nós 3 sentamos para um papo sério sobre minha gravidez. É claro que Adam não
aceitou.
 - Então quer dizer que vocês estavam me escondendo isso todo esse tempo? Júlia, eu não acredito que mesmo depois de tudo
que eu fiz por você, ainda me apronta uma dessas. Eu devia é ter te enfiado num convento depois que nossos pais morreram, mas
não. Eu resolví cuidar para que nada de ruim te acontecesse e olha no que deu. Que humilhação...
 - Você é pior do que uma madre do convento. Não me deixava fazer quase nada. Quando conhecí Tommy, eu achei que isso seria 
uma forma de me soltar um pouco e me deixar respirar e ter minha vida de volta mas quando me dei conta, era um caminho sem volta.
 Nessa hora, Tommy me olhou de um jeito diferente. 
 - Não me olhe assim, Tommy. Eu não disse que não queria mais saber de você. O que nos aconteceu depois é que não tem mais volta.
 E agora que estamos noivos e vamos nos casar, nem você, meu irmão e nem ninguém pode fazer mais nada. O que está feito está feito
e vamos consertar isso com o nosso casamento em breve.
 - Se soltar?! Só uma brecha e já está de barriga desse um. Imagina então se tivesse escancarado a porta, talvez teria fugido.
 - Como Júlia disse: o que está feito está feito e não tem volta. Vamos nos casar o quanto antes e você não precisará mais se sentir 
humilhado. 
 - Seu filho da mãe. Se você não tivesse aparecido em nossa vida, talvez isso não acontecesse assim. Eu os proíbo de se encontrarem 
novamente sem minha supervisão. Se eu descobrir que descumpriram minha ordem, eu não sei o que sou capaz de fazer.
 - Tommy, é melhor fazer o que ele pede se quiser continuar comigo. Logo estaremos livre dele e em nossa casa.
 - Ok. Mas só faço isso porque Júlia pediu e não porque você mandou. Eu quero muito continuar com ela e ver essa criança nascer e
cuidar dela da melhor forma e com todo amor que pudermos dar.
 - Deixa de falação e se manda logo, cara! Você já tomou muito meu tempo tendo que olhar para essa sua cara de ordinário.
 Com o tempo e a barriga já apontando, nos casamos e finalmente nos vimos livres de Adam mas sabia que ele ficara triste de ter que 
deixa - lo para trás e começar uma vida nova longe dele.



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