História Adam, Marina e também Adam e Tommy - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Adam Lambert
Exibições 4
Palavras 847
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 2


 - Mamãe, quero saber se posso trazer uma pessoa aqui em casa para a senhora conhecer.
 - Que pessoa?
 - É um garoto da minha escola que eu estou junto com ele já á algum tempo e achei que era hora da senhora conhecer.
 - Seu pai sabe disso? Porque ele também tem a obrigação de saber. Mesmo não morando aqui ele ainda é seu pai.
 - Ah mãe, tem mesmo que falar para ele? 
 - Sim. Se vai trazer alguém aqui em casa, seu pai tem que saber. E só depois que ele o conhecer é que você vai saber se vai continuar com esse garoto. Eu também preciso saber umas coisinhas junto de seu pai para ver se ele é o garoto certo para a minha filha mais nova.
 - Mamãe... Nem o conhece ainda e já está dificultando tudo.
 - Mas é o certo. Filha minha não vai sair por aí namorando qualquer um...
 - Mas ele não é qualquer um. É o garoto que eu quero como namorado.
 - Filha, você ainda é muito jovem e se não for esse você ainda encontrará a pessoa certa.
 - Eu quero ele. E se não ficar com ele não quero outro tão cedo.
 - Tommy, você viu o que a mamãe disse? Tenho que chamar o papai para vir falar com Adam. E se ele não aprovar meu namoro, o que será de nós?
 - Queria ver se eles soubessem que ele pegava todas as garotas antes de você... É aí que não iam deixar mesmo (Risos).
 - Você não é nem louco de dizer isso.
 No outro dia na escola:
 - Adam, eu falei com minha mãe e ela só topou em te conhecer se eu falar com meu pai antes. Ela diz que só o aprovará se meu pai também o aprovar.
 - Ai, que chatice... Temos mesmo que fazer isso?
 - Sim. Se quiser continuar comigo, só assim mesmo senão pode dizer adeus.
 Era a única forma de Adam continuar com Marina, porque ela não o deixava fazer nada sem o consentimento da sua família.
 No dia marcado, Adam estava muito nervoso, pois tinha medo do que pensassem dele e o que ele ia dizer. Ao chegar na casa de Marina, ele foi recebido por Tommy.
 - Boa noite.
 - Boa noite. Você dever ser Tommy, irmão de Marina.
 - Sim. E você é Adam, certo? Pode entrar. Meu pai já deve estar chegando. Ele quer muito conhecê - lo - Isso não o deixava menos tenso.
 - Essa é minha mãe.
 - Prazer.
 - Antes que Marina desça do quarto, pedi a ela que esperasse porque eu e meu ex - marido queremos fazer umas perguntas básicas para conhecer o namorado de minha filha.
 - Tudo bem. Dizia Adam nervoso.
 Depois que o pai de Marina chegou e foram apresentados, a mãe dela pediu que Tommy subisse e visse como Marina estava e logo os chamaria para descer e jantarem.
 - Ai, Tommy, estou tão nervosa...Será que vão gostar dele?
 - Melhor torcer porque o papai está tão sério...
 - Não quero que ele faça nenhuma besteira. E não sei o por quê deles quererem conversar a sós com ele. Queria poder ouvir a conversa deles.
 - Mas não pode. Foi por isso que a mamãe me pediu para ficar aqui com você.
 - Que chato!
 Uma meia hora depois de conversarem e esclarecerem algumas coisas eles chamaram os dois para jantar. Adam respirou mais aliviado ao vê - la e sorriu. Marina devolveu o sorriso mas depois quando estivessem á sós ia querer saber de tudo o que foi conversado alí.
 - E então, o que acharam dele? Ele não é legal? Disse olhando para Adam e sorrindo.
 - Mais ou menos... Disse a mãe de Marina.
 Tommy tentou puxar assunto enquanto jantavam:
 - E aí, o que tem feito ultimamente? Muita coisa rolando por aí? Marina olhou torto para Tommy.
 - Bom. Tenho estudado muito, pois quero me formar e arranja um emprego com meu tio.
 - Seu tio trabalha com o quê? Perguntou o pai de Marina.
 - Conserta carros... E eu gosto disso. 
 Após o jantar, Marina e Adam foram até o portão para conversar mas ficaram espiando na janela.
 - Que bom. Parece que eles gostaram de você.
 - Eu não via a hora disso tudo acabar por hoje. Seus pais me encheram de perguntas e algumas eu quase não sabia o que responder mas ainda bem que no fim deu tudo certo.
 Eles conversaram bastante sobre a conversa que Adam teve com seus pais e depois se despediram.
 - Mãe, pai, agora quero que vocês me digam se gostaram dele de verdade.
 - Filha - disse seu pai - deixaremos ele frequentar a casa mas ficaremos de olho em vocês. Não quero filha nossa por aí. Prefiro vocês aqui em casa. Já basta vocês juntos na escola. Não quero que ninguém diga nada de ruim de vocês por aí.
 Marina abraçou seu pai por permitir o namoro deles e correu para o seu quarto feliz.



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