História Adam, Marina e também Adam e Tommy - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Adam Lambert
Exibições 3
Palavras 987
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 4


 Marina não se segurava de tanta curiosidade para saber o que Adam queria falar depois da aula. Adam também não sabia como falar aquilo para ela e ficou o tempo todo pensando em como falar com ela mais tarde.
 No fim da aula, Marina o esperou no portão, como sempre faziam e sua ansiedade aumentava a cada minuto que Adam não aparecia. Ele foi um dos últimos a sair e estava com expressão tensa. Ao vê - lo ela correu ao encontro dele:
 - Nossa. Demorou para sair.
 - Marina, eu preciso confessar uma coisa sobre ontem.
 - O que é? Desenrola e fala de uma vez. Não suporto que façam suspense.
 - Já faz tempo que eu estava querendo falar isso mas não tinha coragem mas depois do que nós fizemos ontem, eu não acho justo te enganar mais.
 - Ai meu Deus... Você não quer dizer que...
 - Não. Espere. Sente aqui e ouça porque é muito sério o que tenho para te dizer.
 - Tá. - Disse Marina ofegante.
 - Lembra que você uma vez me perguntou se eu já fiquei com outras garotas? Bem, é verdade.
 - Sim. Mas o que tem haver?
 - Eu só ficava com elas por diversão, sem compromisso algum, isso até te conhecer.
 - Normal isso. Muita gente faz isso até conhecer a pessoa certa.
 - Mas calma que ainda tem mais...
 - Mais?
 - Eu também pensava assim com você mas como você sempre foi dura nas coisas e dificultava tudo, eu achei que não era mal fazer o que você queria para ver até onde as coisas iam. Eu até me dispus a conhecer sua família e ontem aconteceu aquilo.
 - Pára! Eu já sei onde você quer chegar com essa conversa. Eu fui ingênua demais em cair no seu papo ontem. Como eu fui burra. Bem que meu irmão vivia me alertando sobre você mas eu me deixei levar por você e acabei me apaixonando.
 - Não, Marina...Não é bem isso.
 - Não. É isso sim o que eu entendi. Você queria era só conseguir me levar para cama, como com certeza você já deve ter feito com outras. 
 - Não. Eu não queria que fosse assim.
 - Não fale mais nada. Está tudo terminado entre nós. E Marina saiu chorando indo direto para casa.
 - Seu burro! Fez tudo errado. Por que tinha que se deixar envolver por ela? Agora ela está com raiva de mim. Dizia Adam.
 Chegando em casa, Tommy viu que Marina estava nervosa e com cara de quem estava chorando e subiu no quarto dela para conversar.
 - O que foi que aconteceu para você estar assim?
 - Eu e Adam terminamos. Você estava certo este tempo todo. Ele não presta. Só Queria se divertir ás minhas custas.
 Tommy não entendia o por quê mas alguma coisa dentro de sí queimava no seu peito e o deixava com uma sensação de felicidade. Deveria ser porque ela finalmente tenha conseguido entender tudo o que ele fez por ela com aqueles conselhos.
 Marina nunca contou á ninguém da tarde que Adam entrou em sua casa e acabaram transando. Por mais que estivesse com muito ódio dele, seria muito pior se alguém descobrisse aquela tarde.
 Apesar de tudo o que acontecera ultimamente, Tommy estava começando a ser tomado por um sentimento até então desconhecido por ele. Estava sentindo falta do tempo que Marina e Adam estavam juntos e achava a casa muito silenciosa desde que terminaram.
 - Não acredito que eu estou achando ruim que Marina e Adam terminaram mesmo depois de tudo o que aconteceu. Ela mesmo já disse que não quer mais saber dele. Então por que eu estou agindo dessa forma?
 Marina o surpreendeu pensando alto e o assustou.
 - Marina, você estava aí ouvindo o que falava?
 - Mais ou menos. Por que você não trás mais suas amigas aqui em casa como fazia antes? Você anda largado por aí e não se diverte mais. Seria bom ver novas caras, conhecer gente nova...
 - Não. Perdí a vontade. Não quero mais as mesmas moças de sempre. Cansei de tudo. Quero uma coisa diferente mas não sei o quê.
 - Já sei. Vamos sair hoje. Minha amiga me convidou para ir numa festa onde muita gente da escola também vai e você vai comigo de qualquer jeito. Pelo menos assim mamãe não reclamará de eu estar indo sozinha porque você vai estar lá comigo.
 - Tá bom. Eu estou precisando mesmo tomar um ar. Espera aí que vou me arrumar.
 Na festa, tinha muita gente conhecida e uns rostos diferentes também e Marina se sentiu pouco confortável ao ver que Adam também fora convidado mas Tommy, de repente sentiu um arrepio diferente ao irem cumprimentá - lo e sem notar já estava sorrindo. Adam, meio que por educação, não sei, também sorriu. Marina achou que ele estava sorrindo para ela e nem notou que Tommy disfarçava o sorriso.
 - Tommy, vamos para outro lugar? O ar está pesado aqui.
 - Não, fiquem. Disse Adam - Não precisam ir embora só porque terminamos.
 - Mas eu quero. Vamos Tommy.
 Meio sem entender nada, ele foi puxado e logo estavam do outro lado da festa com umas amigas de Marina e ela estava reclamando do inconveniente do Adam ter aparecido.
 - Marina, não precisava ter me puxado daquele jeito. Ele só estava nos cumprimentando, nada mais. Disse Tommy, voltando para casa.
 - Olha só quem está falando... Não era você mesmo que vivia a me criticar por estar com ele e agora está tentando ser educado? Faça me o favor, né.
 - Também acho um tanto quanto estranho mas o seu caso com ele já passou então não tem mais motivos para virarem a cara um para o outro.
 - Fale por só por ele por que por mim não suporto mais vê - lo.
 - Então tá. Esquece o que falei.



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