História Adam, Marina e também Adam e Tommy - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adam Lambert
Exibições 3
Palavras 1.002
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 5


 Tommy revirou a noite toda na cama sem conseguir pegar no sono. Volta e meia o sorriso ao ver Adam na tal festa voltava em sua memória. Não deu outra: teve que ir até o banheiro molhar o rosto para ver se assim dormia.
 - O que está acontecendo comigo? Eu nunca fui assim. Pára de agir feito um idiota! Dizia á sí mesmo.
 - Acordado, maninho? 
 - Que susto! Agora deu para me vigiar e me ouvir falar sozinho? E o que faz aqui á essa hora?
 - Só vim pegar um copo d'agua. Não consegue dormir?
 - Não. Eu estou tendo insônia ultimamente. Vivo com a cabeça confusa e por isso não durmo.
 - Quer desabafar? Quem sabe ajuda a aliviar seus pensamentos e assim você dorme?
 - Não. Deixa para lá. É problema só meu. Não quero envolvê - la nos meus problemas. Boa noite.
 - Se é assim que você quer, boa noite.
 - Eu só posso estar ficando louco. Pensar nele dessa forma não é normal. Pensava Tommy tentando dormir.
 Sua mãe também estava estranhando ele, que não sorria mais como antes e resolveu falar com ele:
 - Filho, você está diferente. Cadê aquele rapaz que vivia rindo por aí? Agora anda distante e pensativo...
 - Não sei, mamãe. Ando sentindo umas coisas estranhas ultimamente e não sei explicar direito.
 - Coisas estranhas? que tipo de coisas seriam?
 - Eu gostava de quando a Marina estava namorando, mesmo não aprovando muito. A casa vivia mais alegre e agora, é esse silêncio.
 - Oras, convida seus amigos para vir aqui.
 - Melhor. Vou chamá - los para irmos no barzinho hoje ou amanhã. Preciso mesmo revê - los.
 Tommy estava indo ao barzinho encontrar seus amigos quando, no caminho, ele encontra Adam de carro que o pára para perguntar de Marina.
 - Olá, Tommy.
 - Olá. - Algo dentro de si o fez revigorar suas energias e ele sorriu novamente.
 - Como anda Marina? Desde que nos vimos na festa não nos falamos mais na escola. Ela anda me evitando á todo custo.
 - Ela está bem. Onde está indo? Eu estou indo encontrar uns amigos para beber e conversar. Não quer ir conosco?
 - Pode ser. Entra aí que eu te dou uma carona.
 Tommy aceitou a carona e nem acreditou que estava fazendo aquilo: chamando Adam para beber com ele e ele aceitou. Logo ele que torcia o nariz para Adam.
 - Não liga para a minha irmã. Ela já está muito bem, anda saindo com as amigas dela e parece até que já te esqueceu porque nunca mais falou de você, ou está se fazendo de durona tentando te esquecer.
 - Mas eu fui muito idiota com ela ao achar que ela seria como as outras meninas que já fiquei. Mas também pensei que você nunca ia aceitar me ver na rua depois de tudo o que fiz com ela.
 - Eu?! Que nada... Eu só fazia meu papel de irmão mais velho tentando a proteger de pessoas do seu tipo. Disse Tommy com um meio sorriso.
 - Pessoas do meu tipo? Que tipo eu sou?
 - Aproveitador.
 - Eu não tenho culpa se são elas que se aproveitam da minha pessoa...
 Adam estava querendo ver aonde Tommy queria chegar com aquele papo.
 - Chegamos! É aqui.
 O papo ia bem e depois de algumas bebidas Tommy começou a olhar Adam de um jeito diferente e ele percebeu e achou meio estranho, pois nunca o vira daquele jeito.
 - Hum... Tommy? Quem diria, heim. Pensava Adam.
 Na hora de ir embora Adam se dispôs a levar Tommy em casa alegando ser caminho para a casa dele e os outros vendo que ele bebera um pouco á mais, concordaram.
 - Vamos. Eu te deixo em casa.
 Como Tommy estava um pouco alterado, ele não parava de rir ao olhar para Adam e Adam estava adorando essa nova versão do Tommy, mais divertido.
 - Tommy, me responda uma coisa e eu sei que você não vai dizer que não: há quanto tempo você esconde da sua família que você é assim diferente?
 - Diferente como? Não estou te entendendo?
 - Está sim. Não se faça de bobo. Eu percebi desde aquele dia na festa que você sorriu para mim. Pensa que não notei? foi por isso que eu também sorri.
 - Eu confesso! Eu nuca fui o mesmo depois daquele dia. Eu não era assim.
 - Ninguém é assim da noite para o dia. Eu mesmo adoro sair com as garotas mas se der bola para mim eu não vou achar nada ruim. É que ficar com elas é mais fácil e não preciso ficar explicando nada para ninguém. Você fica aí bancando o filho perfeito mas para quê? Se solta!
 Adam o deixou em casa e ao entrar, Marina viu que era o carro de Adam e perguntou para Tommy:
 - Aquele era Adam? Onde o encontrou?
 - Nós estávamos bebendo com meus amigos. Eu o ví e o chamei para se juntar conosco, daí eu bebí um pouco a mais e ele me trouxe em casa.
 - Ele peguntou de mim? 
 - Perguntou como estava e eu disse que estava bem. Só isso.
 - Só isso? ainda bem. Estou muito bem sem ele.
 Tommy foi para o seu quarto e sua cabeça começou a girar com tudo o que ouviu do Adam e tudo o que estava sentindo e o fato de ter bebido logo deu uma dor de cabeça.
 - Eu, gay? Isso não é possível! Ou será? Então é por isso que ando tendo esses pensamentos estranhos e não consigo dormir. Ando muito perturbado com esse novo sentimento por ele. Eu não acredito que eu estou me interessando por ele e ele está aceitando, ou está fingindo... O que minha família vai pensar de mim se descobrir que eu estou gostando dele? E Marina então? Ela era namorada dele. Vai ser mais estranho ainda. Não, não, não... Tommy se sentia perdido e atordoado.



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