História Adaptação -THE FIRST CHANGE - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Exibições 124
Palavras 3.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii voltei Mais um capítulo pra vcs

Capítulo 4 - Você me deixa louca


POV Camila
Dias de hoje
Ela só tinha telefonado uma vez depois da morte do amigo. Estava bêbada e
falava coisas sem sentido. Fiquei esperando que ligasse no dia seguinte, mas não
foi o que aconteceu. Ela estava mal, então resolvi que aquilo era um sinal de que
Deus estava consertando as coisas. Eu tinha estragado tudo ao deixar que Lauren
se aproximasse de mim, e não contara nada a ela. Tive sorte por ela não se
importar comigo de verdade. Pensei que gostasse mesmo de mim e, por um
instante, me permiti viver aquela fantasia.
Agora eu já sabia. Todas aquelas palavras doces não passaram de um
joguinho, e tinham funcionado comigo. Caí que nem um patinho. Se eu pudesse
apagar aquela noite, era o que eu faria. Não ia mais romantizá-la. Dei a ela uma
parte de mim que nunca mais teria de volta. Ela tirou minha virgindade e foi
embora. Pela primeira vez eu tinha me deixado enganar.
Sentei-me na cama e fiquei olhando para o golfo pela janela. Esses nove
meses seriam ainda mais difíceis do que eu havia imaginado. Não apenas teria
que lidar com Sofi, mas com Lauren e Sofi. Não permitiria que nada disso me
magoasse. Eu era mais forte.
Lauren tirara minha virgindade, mas minha inocência já havia sido roubada.
Jeremiah Duke era o responsável por isso. Eu achava que ele me amava; achava
que ele era o meu príncipe encantado. Ele era tão atencioso e gentil. Carregava
meus livros e me tratava com carinho. Eu lhe contara a verdade e ele fingiu que
não importava.
Então o vi atrás das arquibancadas, depois do treino de futebol, com os shorts
arriados e a saia de líder de torcida de Nikk i Sharp levantada. Ele a comia junto à
parede de cimento. Foi a gota d’água para mim. Foi quando percebi que era
apenas a filha de Alejandro e fiquei desolada. Eles me queriam apenas para manter certo status social. Não havia nada de especial em mim. Era isso que os caras
enxergavam.
Exceto Lauren .
Com ela, foi diferente. Ela não me via como a filha do Alejandro. Apenas como
um desafio. A partir do momento que colheu os frutos, tudo estava acabado.
Minha avó vivia me alertando sobre caras e garotas como ela. Ela ficaria tão
decepcionada se me visse agora. Balancei a cabeça. Não podia pensar nisso. Só me deixava pior. Eu era uma sobrevivente e não deveria dar importância a
pessoas que não valiam a pena. Ter piedade de mim mesma nunca me levou a
lugar nenhum. Não foi culpa minha. Onde quer que eu estivesse,
independentemente da situação, eu sobrevivia. Era boa nisso. Minha avó sempre
dizia: “Mantenha a cabeça erguida e não deixe que ninguém veja sua queda.
Você é feita de aço. Não estou criando uma princesinha mimada. Estou criando
uma mulher. Uma mulher trabalhadora e independente. Está me ouvindo?” Ela
nunca agiu como se houvesse algo de errado comigo. Acreditava que eu era
perfeita. Acreditava que eu me daria bem. E às vezes eu também tomava isso
como verdade.
Levantei-me da cama e fui tomar um banho. Pensei em me arrumar e ir até
o clube jogar tênis. Tinham um profissional com quem eu podia treinar. Depois
eu jogaria uma partida de golfe. Encheria meus dias com coisas que pudesse
fazer sem amigos. Talvez até pegasse um sol na piscina. Eu ia superar tudo isso.
Dois meses e três semanas antes...
Lauren foi embora na manhã seguinte ao dia em que me beijara na piscina.
Depois do beijo, ela começou a agir de um jeito estranho. Não entendi o que
havia de errado, ou se ela havia se arrependido e ficara sem saber como se livrar
de mim. Acordar e ver que Lauren não estava lá respondeu a questão.
Meu pai também não estava em casa. Ele não voltava desde a última rodada
de festas, mas aquilo não me surpreendia. Fiquei magoada com a fuga de Lauren.
Eu me odiava por sentir algo por ela. Beijá-la havia sido um erro. Eu não fazia o
seu tipo. Nenhuma pessoa normal desejaria ficar com Sofi, como ela fez.
Ler não era mais tão interessante quanto antes de Lauren aparecer. Em vez de
Ficar trancada no quarto, eu me joguei no tênis e na natação. Afastei a imagem
dela da melhor forma possível. Seus lábios deveriam ter um aviso de Cuidado,
não toque. Eram difíceis de esquecer. Três dias depois de Lauren desaparecer, eu estava nadando. Havia conseguido
empurrar todos os meus pensamentos para o fundo da mente. Então, quando
parei para respirar e vi Lauren Jauregui olhando para mim, não soube se era
imaginação ou se ela realmente estava ali.
Joguei os cabelos molhados para trás e enxuguei os olhos. Então os abri
novamente, e ela ainda estava na beira da piscina.
– Oi – cumprimentou ela com um sorriso sexy.
Eu queria acertá-la com alguma coisa para fazer aquele rosto sedutor
desaparecer. Isso também era digno de aviso.
Eu não estava a fim de falar com Lauren.
– Sofi não está aqui – respondi.
Ela ainda não voltara de Rosemary. Eu tinha certeza de que Lauren fora correndo para lá encontrá-la. Como sempre fazia.
– É, eu sei – respondeu ela.
Eu devia ter voltado a nadar e a ignorado. Era a coisa mais inteligente a fazer.
Mas ela podia entender como um convite para se juntar a mim.
– O que você quer? – perguntei, tentando dar um tom bem irritado à voz.
– Vim ver você. Depois que uma garota consegue seu beijo, é difícil esquecer –
falou ela.
Não era a resposta que eu esperava. Engoli o nó de nervoso que surgiu em
minha garganta. Eu ia acabar perdendo a pose e perdoando Lauren se ela
continuasse dizendo coisas assim. Onde estava minha determinação? Eu
costumava ser mais forte do que isso.
– Você está zangada porque eu fui embora – comentou ela.
Pensei em revidar, mas mudei de ideia. Apenas lhe daria mais poder. Ela não
precisava saber que me afetava tanto.
– Foi bem cafajeste da minha parte. Mas você me assustou. Gosto de flertar
com meninas bonitas, mas não sei o que fazer quando um simples beijo faz
minha cabeça girar. Você me faz desejar coisas e me sentir de outro jeito. Não
estou pronta para isso.
E eu que esperava um pedido de desculpas qualquer, não aquilo.
– Ah – foi a única coisa que saiu da minha boca. O que ela queria dizer com
essa história de o meu beijo ter feito a cabeça dela girar? Era uma coisa boa?
Parecia que sim... talvez.
Lauren passou a mão pelos cabelos e soltou um suspiro frustrada.
– Sei que não deveria ter ido embora sem dar uma satisfação. Foi injusto, eu
fui egoísta. Infelizmente sou boa nisso. Eu só... O que posso fazer para que você
me perdoe?
Ela ainda não tinha pedido desculpas. Perguntava como poderia ser perdoada.
Alguém já perguntara isso antes? Que coisa diferente de ser pedir.
O alerta soava histericamente na minha cabeça, mas, de alguma forma, eu o
ignorei. Meu coração queria perdoá-la. E também não queria que ela se afastasse. Ninguém nunca havia dedicado tanto tempo para me conhecer. Acabei
me acostumando a ficar sozinha. Ter alguém que desejava admitir que estava
errado, alguém que se importava o suficiente para perguntar como consertar as
coisas, significava muito mais do que eu imaginava.
– Não faça isso de novo – respondi.
Os olhos de Lauren se arregalaram e lentamente um sorriso foi se formando
em sua boca.
– Não vou fazer.
Dei um passo para trás e ela começou a tirar a camisa. Jogou-a de lado e
tirou os sapatos, depois ergueu os olhos e fitou os meus.
– Não vou embora dessa vez. Quando se cansar de mim, você vai ter que me expulsar.
O sorriso bobo não saía do meu rosto.
Dois meses e duas semanas antes...
Quando a porta do meu quarto se fechou atrás de nós, eu sabia que estava na
hora. Ficamos nos beijando e nos tocando durante a semana toda. Era difícil tirar
as mãos uma da outra. Lauren fez com que eu sentisse coisas que eu não sabia
serem possíveis. Ela me mostrou o que era um orgasmo de verdade. Também
me ensinou que não havia problema nenhum em gritar de prazer. Gostava
quando eu perdia a vergonha e me excedia nos ruídos. Isso sempre a deixava
mais frenética. Sua respiração acelerava e seus olhos quase brilhavam de
excitação.
Mas essa noite eu queria mais. Não ia interrompê-la caso passasse dos
limites. Não ia proibi-la de tirar minha camisa. Permitiria que tudo o que
desejássemos acontecesse. Eu tinha 20 anos. Já estava na hora de me tornar uma
mulher de verdade e experimentar o sexo. Guardava a virgindade como se fosse
um grande prêmio. Queria vivenciar uma conexão total com um homem. Queria
saber como era sentir Lauren dentro de mim. Chegarmos o mais perto possível um
do outro. Queria viver essa experiência.
Lauren me abraçou por trás e sua boca tocou o meu pescoço. Ele começou a
mordiscá-lo. Senti meus joelhos fraquejarem.
– Você tem um gosto muito bom – sussurrou no meu ouvido, me fazendo
tremer. – Quero tirar sua blusa. Fiquei imaginando os seus mamilos dentro da
minha boca a semana toda.
As mãos dela pegaram a barra da minha blusa e a puxaram pela cabeça.
Então abriu meu sutiã. Quando ela o tirou, ficou paralisada. Eu sabia que ela
veria. Tinha me preparado para isso. Lauren passou o dedo pela linha que
atravessava meu peito, já tão clara que quase não dava para notar.
– O que é isso? – perguntou.
– Eu nasci prematura. Dez semanas antes do tempo. Tive que fazer algumas cirurgias antes de ser liberada. – Não quis explicar demais. Lauren não precisava
saber toda a verdade. Isso já bastava.
Ela abaixou a cabeça e, em vez de pegar meus mamilos, beijou a cicatriz.
Fechei os olhos porque me sentia culpada por não ter contado a história completa.
Depois suas duas mãos grandes e bronzeadas cobriram meus seios e eu suspirei
de prazer.
– Está gostando, linda?
Fiz um esforço para assentir com a cabeça quando ela começou a beijar o
meu pescoço e apertar os meus mamilos com cuidado.
– Isso, gata, arqueie essas costas para mim. Eu nem tinha percebido, mas estava fazendo exatamente isso. Queria ficar
mais perto do toque dela. Lauren me deixava em êxtase. Cada vez mais eu
desejava essa sensação. Ela apresentara esse mundo para mim, tanto prazer e
excitação que eu nem sabia que existiam.
– Deite-se. Quero beijar esses mamilos carentes.
Não discuti. Eu queria a mesma coisa. Deitei-me na cama bem a tempo de
ver Lauren tirar a camisa. Vi a tatuagem que começava no ombro e descia pelo
lado direito do seu peito. Não entendi o desenho, mas era sexy. Parecia tribal.
Havia também uns ideogramas chineses, mas deixei para perguntar a respeito
depois.
Ela desabotoou a calça. Fiquei fascinada com seu abdômen. A barriga
tanquinho, o jeito como os ossos do quadril se destacavam e a pequena faixa de
pelos que começava a se formar embaixo, logo depois do elástico da cueca.
Estava louca para ver como era ali na virilha, mas ainda não tinha tido
oportunidade. Lauren sempre tirava a minha calcinha, mas dizia que era melhor
não se despir para conseguir manter a cabeça no lugar. Nunca pressionei. Mas
queria ver.
Fiquei deitada enquanto ela se postou em cima de mim e me encarou com os
olhos ávidos de desejo. Não desviou o olhar mesmo quando levou a boca até o
meu seio e chupou o mamilo. Eu a observei. Senti os pelinhos da minha barriga
se arrepiarem e precisei juntar bem as pernas para aliviar a dor agoniante que
surgira ali no meio.
Lauren deixou que aquele mamilo lhe escapasse da boca para então colocar a
língua para fora. Deu um sorrisinho, mudou de posição e deu a mesma atenção
ao outro.
Agarrei as cobertas embaixo de mim para não gritar. Era uma sensação tão
boa. Era incrível sentir o calor da boca dela em qualquer parte do meu corpo,
mas o melhor mesmo era quando encontrava as áreas mais sensíveis.
Então Lauren começou a beijar minha barriga, e eu sabia que logo ela
arrancaria o meu short. Usaria a boca para me fazer entrar em êxtase. Mas essa noite eu queria mais do que isso.
– Tire a calça – falei.
Ela parou e ergueu os olhos enquanto beijava o meu umbigo.
– Você conhece as regras. É melhor não. Não confio em mim.
Engoli o nó de nervoso que se acumulara na minha garganta.
– Eu quero... quero que você tire a calça. Não vou impedir mais nada... – Não
sabia como dizer que estava pronta. Nunca havia passado por isso antes.
Lauren franziu a testa por um instante, então seus olhos brilharam do mesmo
jeito excitada que eu ficava quando voltava do orgasmo.
– Você está dizendo que finalmente vou poder sentir como você é
maravilhosa? Achei que ela fosse falar que ia me comer ou me foder, mas isso... isso era
melhor. Era real. Dar outro nome ao ato ou romantizá-lo de alguma forma o
desmereceria. Sexo se tratava de atração mútua, eu entendia isso. Não havia
necessidade de descrevê-lo com palavras bonitas, sem segundas intenções. Eu
precisava que fosse um ato honesto, e ela parecia compreender isso.
Lauren se aproximou de mim e colocou as mãos nas laterais da minha cabeça,
olhando profundamente em meus olhos.
– Não precisamos fazer isso. Não estou pedindo nada. Se não estiver pronta,
não tem problema. Eu espero.
A gentileza dela me deixava com mais vontade ainda. Ela falava sério. Não
queria mesmo me pressionar.
– Eu quero... quero você.
– Caralho! – exclamou Lauren, pulando da cama.
Tirou uma camisinha do bolso. Fiquei um pouco confusa e incomodada na
hora, mas ao mesmo tempo feliz por ela estar preparada. Jogou o preservativo na
cama. Depois, finalmente pude vê-la abrir o zíper do jeans. A calça caiu no chão
junto com a cueca boxer branca. Fiquei boquiaberta. Já havia sentido o membro
dela sob o jeans; uma vez me esfreguei nela até gozar. Mas nunca imaginei que
fosse tão... grande. Não sabia se ia caber.
Não tive muito tempo para me preocupar. Lauren já estava arrancando meu
short e minha calcinha, então voltou para a cama. Pegou os meus joelhos e abriu
as minhas pernas. Eu não estava preparada para recebê-la, primeiro tinha que
relaxar um pouco.
Ela começou a beijar a parte interna das minhas coxas e lentamente foi se
aproximando do ponto onde eu queria que sua boca tocasse. Quando ela
pressionou a virilha, senti a língua dela deslizar até o centro. Eu estava pronta.
Agarrei as cobertas com força e gritei de prazer quando ela chupou o meu
clitóris.
Quando Lauren fez isso pela primeira vez, fiquei constrangida até que gritei e perdi o fôlego de tanta excitação. Mas ela não deu trégua – repetiu a dose.
Naquela noite eu estava tão entorpecida que não conseguia nem me mexer.
Eu não tinha muito parâmetro, mas com certeza Lauren era especialista nisso.
Não queria pensar muito nesse assunto. O fato era que ela sabia o que estava
fazendo. Era capaz de fazer com que eu perdesse o controle, coisa que nunca me
acontecera antes.
Senti meus músculos se tensionarem e a excitação se formar dentro de mim.
Ela sabia como o orgasmo era bom – e Lauren me levava até o céu. De repente
ela parou. Quis protestar: já estava quase chegando lá.
Ela começou a beijar minha pele quente e sensível, subindo até o pescoço.
– Vou colocar aquela camisinha agora – sussurrou ao pegar o pacotinho de
que eu até já tinha me esquecido. Rasgou a embalagem e desenrolou a capa protetora por todo o seu enorme comprimento. – Você parece assustada – disse,
de longe.
Ergui o olhar e a encarei.
– Vai caber? – perguntei.
Um sorriso torto tomou conta de seus lábios.
– Sim, docinho. Vai, sim.
Eu não tinha tanta certeza, mas ela estava otimista.
Lauren me beijou no pescoço novamente e mordiscou o lóbulo da minha
orelha. Abaixou o corpo entre as minhas pernas abertas. Finalmente eu ia fazer.
Queria fazer.
– Você parece tensa. Teve alguma experiência ruim? – perguntou Lauren,
franzindo a testa. Ela parecia preocupada.
Balancei a cabeça. Não, eu nunca tive nenhuma experiência ruim. Eu não
tive experiência nenhuma! Como é que ela não sabia disso? Bem, nunca
tínhamos conversado sobre o assunto, mas ela já devia ter percebido a essa
altura.
– É que, eu sei o que esperar, acho... com base no que ouvi dizer.
O corpo dela se retesou. Sua expressão passou de preocupada a surpresa.
– O que está dizendo? É claro que você já...
Ela não sabia. Acho que não notou, afinal.
– É minha primeira vez.
Lauren fechou os olhos rapidamente e praguejou em voz baixa. Será que não
Gostava de transar com virgens? Era ruim? Tentei me afastar um pouco dela; me
senti vulnerável.
Ela me encarou. A ternura que havia em seus olhos me pegou desprevenida.
Acomodou a cabeça na curva entre meu pescoço e meu ombro e respirou fundo.
Esperei em silêncio.
– Você me escolheu – disse, finalmente. Seu hálito quente me fez estremecer.
Ela se afastou um pouco e olhou para mim. – Garanto que esta vai ser uma boa
experiência para você. Prometo.
Nunca duvidei disso. Sabia que ia doer no começo. Não era idiota, entendia como funcionava. Também sabia que provavelmente não chegaria ao orgasmo
dessa vez, mas essa não era a questão. Queria sentir Lauren dentro de mim.
Queria me conectar a ela de um modo que nunca me conectei com outra pessoa.
Só isso.
Lauren pressionou seus lábios nos meus com cuidado, depois abaixou o corpo.
A ponta do seu pau tocou a minha pele. Fiquei excitada e assustada ao mesmo
tempo. Ergui os quadris para tranquilizá-la e ela deslizou. Quando chegou à
barreira, olhou nos meus olhos e movimentou o quadril rapidamente, investindo
para dentro de mim. Não senti dor, apenas uma pequena ardência. Então ela
parou de se mexer. – Você é tão apertada – disse ela, com um gemido rouco. – Minha nossa. –
Sua respiração estava entrecortada. Abaixou a cabeça e respirou fundo. – Parece
uma luva quente de cetim me apertando do jeito certo. Meu Deus, gata.
Não entendi direito o que aquela descrição significava, mas, pelo jeito que ela
estava ofegante, devia estar gostando. A sensação ultrapassou minhas
expectativas. Estava me sentindo preenchida. Com Lauren dentro de mim, eu me
sentia completa. Queria ela aqui.
– Preciso me mexer, mas, droga, estou com medo – comentou ela ao sair
lentamente e depois entrar de novo. Ouvi-o arquejar, o que me encheu de prazer.
Vê-la sentir tanto prazer por estar dentro de mim me deixava completamente
excitada. Abri as pernas e ela afundou ainda mais.
Meu clitóris pulsava só de ouvir a voz dela. O alívio familiar se aproximava, e
implorei para que ela se movimentasse mais. Com mais força. A cada estocada
ela roçava no meu clitóris e massageava algo dentro de mim. Eu não sabia
direito o que era, mas estava vendo estrelas.
– Incrível pra caralho – vociferou, antes de cobrir minha boca com um beijo
voraz.
Lauren nunca tinha me beijado desse jeito. Estava perdendo o controle, como
acontecia comigo quando ela me chupava. Estávamos chegando juntos ao
orgasmo. A reação dela estimulava o meu corpo de um modo que não achei que
fosse possível.
– Está muito bom agora – garanti.
Lauren ficou tensa e se movimentou para apoiar novamente a cabeça no meu
pescoço.
– Não está doendo mais? – perguntou ela, com um gemido baixo e abafado.
– Não – respondi. A ardência era aliviada pelo prazer.
Lauren ergueu o corpo e olhou nos meus olhos. Os músculos do pescoço
saltaram e o maxilar enrijeceu, como se estivesse se esforçando muito para
segurar algo.
– Isso é... isso é mais do que... – Ela fechou os olhos e uma expressão de sofrimento tomou conta de seu rosto. – Não vou conseguir segurar por muito
mais tempo. Estou tão perto.
Suas palavras bastaram para me fazer flutuar. Eu a ouvi gritar meu nome
enquanto eu gritava o dela e ergui o quadril para sua última estocada. Envolvi sua
cintura com as pernas a fim de mantê-la lá. Queria sentir cada espasmo de
êxtase com ela dentro de mim. Não queria que ela se mexesse.
Gritei o máximo que pude ao me agarrar a ela.
– Nunca foi tão incrível. Você me arruinou. Cacete, me arruinou de verdade.
Não posso mais viver sem isso – disse ele no meu ouvido, respirando
Pesadamente , enquanto seu corpo estremecia junto ao meu.
Concordei. Queria isso. Nunca imaginei que era isso que me faltava. Não pretendia abrir mão. Precisava de mais. Meu medo da verdade foi deixado de
lado. Não podia interromper isso. Não agora.

Notas Finais


Volto assim q puder amores beijo no core


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