História Adaptação -THE FIRST CHANGE - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Exibições 66
Palavras 1.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei q tal uma mini maratona mais tarde

Capítulo 5 - Eu preciso vê - la


POV Lauren

Dias de hoje

Se eu subisse atrás dela, Sofi  poderia me ver ou nos escutar. Eu não tinha medo

dela, mas sim do que faria com Camila. A garota com certeza não morava aqui

por  vontade  própria. Sofi  sabia  que  ela  estava  aqui  ontem  à  noite,  quando me

trouxe.  Estava  de  joguinho  comigo.  Não  entendia  direito  o motivo, mas,  com

Sofi, era assim que funcionava. E eu caí como um patinho na armadilha.

Alejandro  não morria de amores por Sofi, mas adorava Camila. Eu não entendia

por que diabo ele obrigaria a filha querida a morar com a irmã vadia. A casa era

dele, então é bem provável que esse fora o único motivo para Sofi permitir que

Camila morasse com ela. Alejandro  não lhe dera alternativa. Disso eu tinha certeza.

– Você ainda está aqui? Por quê? – perguntou Sofi enquanto passava por mim

vestindo apenas um top e uma calcinha que mal cobria sua bunda.

Antigamente essa visão fazia meu sangue ferver. O corpo dela faria o sangue

de qualquer homem  ferver. Mas não me afetava mais. Eu  tinha superado. Sexo

com ela não significava nada. Absolutamente nada.

– Eu  ia  tomar um  café  antes de  sair, mas posso viver  sem  isso –  falei, me

virando para as escadas.

– Pode tomar todo o café que quiser. Mas depois caia fora. Tenho mais o que

fazer hoje – gritou ela atrás de mim.

Eu não ia me demorar. Ficaria sozinha com Camila, mas não aqui.

– Não, obrigado. Você acordou. Está na hora de ir embora – respondi.

Foi a última vez. Sofi achava que eu não passava de um brinquedo sexual que

ela  podia  pegar  quando  quisesse.  A  bem  da  verdade,  era  o  que  estava

acontecendo.  Mas eu fechava os olhos e fingia que ela era outra pessoa. Nunca

foi bom, mas me ajudava a lidar com a situação.

A culpa me devorava viva. Ter que deixar Camila e correr para casa no jato particular da Slacker Demon acabou comigo, ainda mais quando devia enfrentar

a morte de um amigo. A vida era curta. Essa  frase nunca soara  real para mim

antes, mas ver Jace ir para debaixo da terra me servira de alerta. Quanto tempo

ainda  tínhamos? Ao ver Bethy  curvada, chorando por ele, percebi que a dor de

perder  alguém  era  insuportável. Ela  teria que passar o  resto da vida  sem  Jace.

Era assustador demais.

Eu nunca tinha amado alguém como ela o amou. Mas minha situação beirava esse amor... Notei que estava me apaixonando, então recuei. Não queria baixar a

guarda. Não podia. E se eu deixasse que Camila me dominasse completamente?

Sabia  nesse momento  como  isso  seria  fácil  de  acontecer. Ela  era  a mulher  da

minha vida. Se eu permitisse, ela seria dona da minha alma.

Cada  soluço  de  Bethy   era  como  um  balde  de  água  gelada.  Harry  tinha

abraçado sua esposa, Taylor, que chorava baixinho perto do marido. Então vi no

rosto  dele: Harry  havia  lhe  entregado  sua  alma. Talvez  ele  estivesse  pensando  a

mesma coisa, mas agora era tarde demais.

Harry  se  sentia vulnerável. Se perdesse a esposa, não conseguiria  sobreviver.

Taylor  levaria  com  ela  toda  a  sua  força vital. Não  seria  capaz nem de  respirar

sem  ela. Depois  do  enterro  de  Jace,  bebi  até  que  a  ideia  de me  envolver  com

Camila  atenuasse.  Até  que  o  sabor  doce  dos  lábios  dela  não  passasse  de  um

borrão e sua reação ao meu pau dentro dela não passasse de uma lembrança.

Camila me assustava. O que eu sentia por ela me assustava. Estava  lutando

para não voltar para ela. Era atormentada  pelo seu sorriso, que  fazia meu peito

inchar, e por aqueles inocentes suspiros de prazer. E aquela noite... aquela única,

incrível  e  enlouquecedora  noite.  Fiquei  com  medo  de  me  prender  àquele

momento  para  sempre. Ninguém  nunca  fora  capaz  de  exercer  tamanho  poder

sobre mim.

Quando  Camila  não  retornou  meus  telefonemas  e  Alejandro  pediu  que  eu  me

Afastasse , me obriguei a empurrar aquelas lembranças para o fundo da mente. O

uísque  ajudou. Sem a bebida, era difícil não pensar em Camila . Mas o álcool na

verdade  só me entorpecia – fazia a lembranças dela doer menos.

A necessidade de vê-la  começara  a  tomar  conta de mim,  então  liguei para

Dean  Finlay   pedindo  ajuda.  Ele  contou  que  o  pai  de  Camila  mandaria  me

prender  se  eu  pisasse  na  propriedade  dele. Estava  puto  com  a  forma  como  eu

supostamente  havia  usado  sua  filha.  Alejandro   pensava  que  eu  tinha  dormido  com

Camila  enquanto  ainda  estava  com Sofi.  Tentei  explicar  e me  defender, mas

Dean desligou na minha cara.

Então voltei para a bebida, pois, quando estava sóbria, a necessidade de ficar

com Camila  retornava. Antes, eu bebia para conseguir  lidar com as merdas da Sofi .  Agora  precisava mais  desse  consolo.  Precisava  esquecer  o  que  fizera  a

alguém  tão  inocente,  alguém  que  não merecia  nada  disso.  Bebi  até  encher  o

caneco por dois meses. O álcool me ajudou a lidar com a perda de Jace e com o

sabor amargo de algo que um dia tive mas destruí.

Depois de  toda essa confusão, Alejandro mandou Camila morar aqui. Para  ficar

bem debaixo do meu nariz, totalmente desprotegida. Eu não conseguia entender.

Quando cheguei ao quarto de Sofi, meu estômago embrulhou. Aquilo parecia

sujo.  Sexo  casual  nunca me  pareceu  sujo, mas  isso...  isso  era  repugnante.  Eu

tinha nojo de mim mesma. Vesti a calça jeans e o top camiseta e calcei as botas.

Não me despedi de Sofi. Ela não se importava e eu não estava a fim. Queria mesmo  era  dar  o  fora  dali.  Precisava me  limpar.  Precisava  lavá-la  de mim.

Depois  ligaria para Camila. Tinha que encontrar uma forma de me explicar. Só

esperava que ela deixasse.

O Audi preto esportivo estacionado na entrada para carros, ao lado da minha

picape, me pegou desprevenido. Por que não o notei na noite passada? Uísque de

mais. Deveria saber que havia mais alguém ali.

Tirando as chaves do bolso, bati a porta do carro,  furiosa comigo mesma, e

dei  a partida. Não beberia hoje. Nunca mais daqui  em diante. Não podia mais

fazer isso. Precisava encontrar uma forma de lidar com a presença de Camila e

de fazê-la entender por que eu havia me afastado.

Só esperava que ela compreendesse. Não queria que ficasse magoada. Mas,

por mais que a desejasse, tinha muito medo de me entregar tanto a alguém. Ela

mesma confiara em mim, e eu a havia traído. Nunca me perdoaria por isso.

Precisava  conversar  com Harry . Ele  era  o  único  com  quem  eu  podia  falar.

Não  éramos  irmãos  de  sangue, mas  era  assim  que  eu  o  considerava.  Irmão  e

melhor  amigo  desde  crianças.  Era  a  única  pessoa  que  eu  deixaria  chegar  tão

perto. Nem meu pai me conhecia tão profundamente. Na verdade ele nem havia

tentado. Já minha mãe... era outra história.

Liguei para o número de Harry antes de sair da frente da casa de Sofi.

– Alô – ele atendeu. Dava para ouvir a risada de um bebê ao fundo.

– Preciso conversar. Vai ficar com o Nate hoje à noite? – perguntei.

Harry passava mais tempo com seu filho, Nate, do que qualquer outro pai que

eu conhecia. Queria garantir ao garoto algo que ele não teve, mas não era só isso.

Ele  adorava  aquele moleque. Adorava  a  esposa. Não  era  fácil  tirá-lo  de  perto

deles.

– Taylor está aqui. Íamos à praia agora, mas se for muito importante, ela não

vai  se  importar  se  eu  sair  por  uma  ou  duas  horas.  –  Ele  percebera  o  tom  de

urgência na minha voz.

– Se ela não se importar, ótimo. Preciso mesmo falar com você. –  Só me  deixe  terminar  de  passar  protetor  solar  no  rapazinho  e  ajudá-la  a

armar a barraca lá fora. Depois vou para a sua casa, pode ser?

– Estou indo para o clube. Pode me encontrar lá. E obrigado – agradeci.

–  Só  porque  é  você  –  respondeu  ele,  e  eu  entendi  o  recado.  Ele  não  tinha

tempo para mais ninguém além de Nate e Taylor, apenas para mim. Era nosso

laço.

– Agradeça a Taylor por mim.

– Tudo bem. Vejo você daqui a pouco.

Desliguei  o  celular,  joguei-o  sobre  o  banco  do  passageiro  e  segui  para  o

clube.


Notas Finais


Eita lauren não da o braço a torcer msm


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