História Addicted - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~_Pand0ra_

Visualizações 17
Palavras 652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi leitores, minha primeira fanfic aqui, não me odeiem se ficar muito ruim, nem me printem por favor iasudhiualhdfilahnlifdh amo vcs beijos <3

Capítulo 1 - Prólogo


Taylor acordou às cinco da manhã aquele dia, era certamente mais cedo do que Daniel acordava, o que não era comum a ela, que tinha o costume de se levantar entre as seis e as sete da manhã para ir à escola levada pelo seu pai, mas naquele dia havia tido um pesadelo que surgiu, ela presumira, devido ao estresse pós-traumático. Sonhara com os quatro estupradores que lhe abusaram quando ela tinha catorze anos, entre forçá-la a colocar os órgãos deles na sua boca e agarrar seus seios como se os esmagassem, eles também a penetraram em todos os ourifícios que ela tinha. E embora já fizessem três anos desde o ocorrido, a sua memória ainda não lhe deixava em paz.

Para afastar esses pensamentos dolorosos, Taylor costumava andar pela casa, e assim o fez, saiu do quarto com sua camisola negra que tocava os joelhos e caminhou pelos corredores do segundo andar da casa, Daniel ouviu os seus passos do seu quarto, perguntando-se atordoado de sono o que estaria acontecendo... Seria um ladrão? Não, ele pensava, muito mais provável que fosse a sua criança como de costume rodando pela casa, ele olhou então para o seu despertador, estava Taylor às cinco da manhã andando pelos corredores como se isso fosse completamente normal? Ele não a culpava por o ter acordado, a sua audição, tal como a da sua cria, era extremamente sensível. Não lhe admirava que ela tivesse saído do seu ventre.

Daniel abriu a porta do próprio quarto, olhando para a criança que segurava firme o corrimão da escada sob a luz fraca do sol que aos poucos nascia, ela o olhou, com seus pequenos olhos castanho-claros sob os cabelos bagunçados que batiam nos seus olhos.

— Acordada a essa hora, Taylor?

Ela confirmou com a cabeça e desceu as escadas de madeira para circular pela casa, o seu pai estava muito cansado, além do que a sua hora de acordar era só em uma hora para preparar o café da manhã dele e de Taylor, Daniel não estava com um único pingo de paciência para perguntar-lhe o que aconteceu e convencer-lhe a voltar para a cama até a hora de acordar, para não se sentir cansada quando fosse se arrumar pra escola. Ele revirou os olhos impaciente, fechou a porta de carvalho e entrou novamente no quarto para dormir.

No exato momento em que Taylor descia as escadas, Will acordava do outro lado da cidade, na sua própria casa, ouvindo o barulho dos seus pais discutindo sobre expulsá-lo, não era bem uma discussão, na verdade os dois berravam, oscilando entre chamá-lo de peso morto, inútil ou vagabundo e relembrar os tempos em que ele havia sido amado pelos dois, mas Will estava com muita dor de cabeça para prestar atenção na briga dos dois, levantou-se tonto da cama e cambaleou até o armário, vestindo uma camisa velha e uma calça jeans suja, com dificuldade, colocou os sapatos e caminhou até a janela da sua pequena casa, não queria passar pelos seus pais e receber tapas e gritos mais uma vez. Will saiu pelos fundos, indo ao trabalho para poder sustentar os seus vícios.

Will constantemente abusava de drogas de todos os tipos, desde que a sua família o começou a violentá-lo das mais variadas formas. Ele sentia, com as drogas das quais abusava, sua alma abandonando o seu corpo e viajando por infinitas dimensões e universos diferentes, e agora já era tarde, ele não conseguia abandoná-las, elas eram o seu último pingo de felicidade que a vida era capaz de lhe trazer. Quando não estava drogado, Will estava chorando, e andando pela rua a caminho do trabalho, limpou uma lágrima teimosa que caía do seu olho esquerdo, pensando que talvez, logo teria que viver como um mendigo.

É dia 6 de agosto de 2086, e as histórias desses dois jovens se cruzarão hoje, mudando suas vidas para todo o sempre.



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