História Adolescente (nem tão) inocente - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baeksoo, Exo, Jinjing_, Vai Se Foder Spirit
Visualizações 116
Palavras 1.734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Bom, essa fanfic foi escrita em cima de outra que estava mofando faz um bom tempo, e eu precisei fazer isso porque o spirit não permite que eu poste fanfics novas sem confirmar o meu e-mail, e como eu não consigo o fazer, tive que fazer isso. Espero que gostem❤

Capítulo 1 - Beijoqueiro


“Unidade consumidora sujeita a corte de energia devido o não pagamento da sua conta”, “Cartão de crédito sujeito a bloqueamento devido o não pagamento”, “Pague o seu aluguel agora ou então eu serei obrigado a te expulsar!”. Eu lia e ouvia isso todos os dias, estava à ponto de enlouquecer.

Lembro que a minha omma disse que sair de casa para viver sozinho em Seul seria difícil. Eu só não imaginei que seria tão difícil. Para começar, estou desempregado e com dinheiro apenas pra comprar um lanchinho rápido e olhe lá!

Dou uma coçadinha no saco enquanto analisava mais uma dívida a ser paga.

É difícil acreditar que eu, Do Kyungsoo, aos dezoito anos, sou mais endividado que viciado em jogos de azar. Culpa de quem? Do empréstimo que eu fiz no banco quando decidi me mudar pra Seul. Agora chora, seu desgranhado. Foi querer sair do conforto da saia da omma, agora aguenta seu cuzão.

– Bom dia, Soo. –Sou cumprimentado por meu colega Minseok — outro fracassado igual a mim.

Minseok e eu nos conhecemos no ensino médio, estudamos juntos porque ele repetiu de ano mais do que eu repito de cueca. Sua perspectiva de vida? Abaixo de zero. Ele até pode ser mais bonitinho e mais velho que eu, porém é mais irresponsável e infantil que eu. Dividimos o apartamento desde que terminamos o ensino médio, mas nem ele e muito menos eu conseguimos manter a casa em ordem. Esquecemos de contratar a faxineira, se é que me entendem.

Não maliciem. Eu apenas disse isso porque parece até que vivemos num chiqueiro. A minha mania por organização não combina com a desordem desse esquilo — um esquilo gostoso pra porra, mas ainda assim um esquilo. Pelo menos ele tem um emprego, já é alguma coisa.

– Lendo o jornal? O que deu em você para isso? –Indagou com ironia ao se sentar do meu lado no sofá.

– Estou à procura de algum anúncio de emprego. Não posso viver nesse chiqueiro para sempre. Pelo menos, não enquanto eu viver com você. –Respondi sem lhe dar muita atenção.

– O que está querendo insinuar, Do Kyungsoo? –Sorri forçado para ele.– Por que não tenta esse aqui? –Apontou para um anúncio.

– “Ser babá de um adolescente inocente”? Não acho que seja um emprego bom para mim. –Franzi o cenho.

– Claro que é. E você viu o quanto estão pagando? Esse dinheiro vai ser de muita ajuda! –Passou o braço pelo meu pescoço, tentando me convencer à todo custo.– Além disso, é um adolescente. Não é tão difícil cuidar de um. Não foi difícil pra mim cuidar de você quando nos conhecemos. –Depositou um beijo estalado na minha bochecha.

– Como se precisasse cuidar de mim. –Rolei os olhos voltando a olhar pro anúncio.– Mas acho que você tem razão. Deve ser fácil cuidar de um adolescente.

– Você deve ter vindo pelo anúncio do jornal, seja muito bem-vindo. –Srª Byun me cumprimentou simpática. Já gostei dela.– Baekhyun está na escola, ele chega ao meio-dia. Antes de conhecê-lo, vou lhe explicar algumas coisas e lhe apresentar a casa.

E então ela começou a explicar várias coisas que eu não entendi porque ‘tava pensando em como era o garoto que eu iria cuidar.

– E este é o quarto dele. –Completou ao abrir a porta esbranquiçada.– Peço que não se assuste muito com o comportamento de Baekhyun.

– Como é o comportamento dele? –Ela coçou a testa.

– É difícil explicar. Você vai descobrir assim que o conhecer. –Sorriu sem graça.– O fato é que por causa desse comportamento, nenhuma outra babá quis cuidar dele. Peço que tenha um pouco de paciência com ele.

– Está bem. Tenho certeza que vai correr tudo bem entre mim e ele. –Sorri numa tentativa de deixá-la mais tranqüila.

– Ótimo. Volto à noite. –Me deu um beijo no topo da cabeça.– Boa sorte.

– Tudo tranqüilo por aqui, Minseok. Baekhyun está na escola e a srª Byun foi trabalhar. Eu estou sozinho e assistindo o meu dorama preferido. –Repeti pela milésima vez, revirando os olhos.

Tem certeza de que não quer que eu vá aí te ajudar? Pelo o que a srª Byun disse, esse Baekhyun é uma peste!

– Não é para tanto, Minseok. Ele só deve ser agitado demais. –Me levantei e fui até a cozinha pegar um copo d’água.– Você era agitado quando te conheci. Talvez Baekhyun não seja diferente.

De qualquer maneira, tome cuidado. Eu preciso de você.

– Que coisa linda, Min. –Sorri bobo.

Mas é a mais pura verdade, Soo. Sem você, quem é que vai cozinhar pra mim? –Fechei a cara.

– Eu tenho cara de chefe de cozinha, por acaso?

Não, mas cozinha como um. –Acabei deixando uma colher cair.

Me abaixei para pegar a porra da colher que havia escorregado pra debaixo da geladeira e me estiquei todo para alcançá-lo, até empinei a bunda.

– Te ligo depois, Min.

É hyung! –O ignorei e desliguei na sua cara.

Voltei a tentar alcançar a merda da colher, mas parecia até que ela não queria ser alcançada.

E a partir daqui aconteceu todo o tipo de merda que vocês podem imaginar.

Para começar, o meu braço ficou preso entre o chão e a maldita geladeira. No meu desespero e tentativa de liberar o meu braço, os potes que haviam em cima da geladeira começaram a cair um atrás do outro, e todos na minha cabeça. E a colher lá, tão perto e tão longe da minha mão. Quando eu penso que não pode piorar, ouço a porta abrir. O meu cu trancou na hora. Imagine de fosse o sr Byun ou a srª Byun? Ou talvez até mesmo Baekhyun? Eu seria demitido logo no meu primeiro dia.

– Omma, cheg… –Ouço sua voz morrer no meio da frase. Certamente por ter se deparado com a minha situação.– Kwenchana?

– Sim, o meu braço apenas ficou preso. –Sorri sem graça pela posição em que eu estava.

– Por que o seu braço ficou preso?

– Será que pode me ajudar? –Ignorei sua pergunta anterior. Ele riu anasalado.

– Nee. Chamkkanmanyo. –O ouvi largar a mochila em algum lugar e então vir andando até mim para me ajudar.

Senti suas mãos em minha cintura, logo depois ele se ajoelhou atrás de mim, encostando o seu membro na minha bunda, enlançando o meu tronco com seus braços. Curvou o seu corpo sobre o meu e sussurrou rente ao meu ouvido:

– Que belo traseiro você tem. –Disse maldoso, rebolando contra a minha bunda.

Agora entendi o que a srª Byun quis dizer quando disse que o comportamento dele era difícil de explicar.

Suas mãos deslizaram pelas laterais do meu corpo e foram esgueirando-se até os meus braços, onde ele apertou firmemente e puxou o braço que estava preso. Súbito ele me virou para ficar deitado no chão, prendendo os meus pulsos com suas mãos e se posicionando entre as minhas pernas, assim eu pude finalmente ver suas feições. Ele tinha um rosto angelical e infantil, cabelos loiros cacheados e usava um óculos branco. Seria adorável se ele não fosse tão tarado.

Engoli em seco, enquanto ele sorria maliciosamente.

– Você deve ser o babá que a minha omma contratou para cuidar de mim. –Pendeu a cabeça para o lado esquerdo.– Você é mais jovem do que imaginei. Quantos anos tem? Vinte?

– Dezoito. –Respondi rápido. Eu estava em modo automático, o que é normal quando se está com o cu na mão.

– Aegyo! –Apertou minhas bochechas com ambas as mãos.– Além de jovem e fofo, você também é muito bonito. Qual o seu nome?

– Kyungsoo. –Falei rápido mais uma vez.

– Que gracinha. –Riu anasalado, logo aproximando o seu rosto do meu.– Sou Baekhyun, mas você pode me chamar de Baek, –Passou a sussurrar, dando um beijo na curva do meu pescoço.– Hyun, –Subiu o beijo para o meu pomo de adão.– Baekkie, –Beijou a região abaixo da minha orelha fazendo arrepios percorrerem o meu corpo.– Hyung ou… –Beijou o meu maxilar, finalmente chegando à minha boca.– Daddy. –Sorriu travesso. Sua respiração batia contra o meu rosto, este que já estava mais pálido que neve.

– Prefiro chamá-lo de Baekhyun e nada mais do que isso. –Retruquei respirando pesado.

– Aish, você é chato. Lindo, mas chato. –Fez muxoxo ao cruzar os braços.– Que horas a omma volta?

– Apenas à noite, mas ela não específicou a hora exata. –Respondi me apoiando nos antebraços para olhar melhor o seu rosto.

– Nesse caso, temos tempo de sobra, certo? –Sorriu sugestivo voltando a prender meus pulsos acima da minha cabeça.

– “Tempo de sobra” para quê?! –Questionei apavorado.

– Para conhecermos melhor um ao outro, pabo. –Riu da minha cara, dando beijinhos e mordidinhas no meu pescoço.– Mas se você quiser transar, transaremos aqui mesmo.

– Michyeoseo?! –O empurrei para longe, assim eu finalmente pude me levantar do chão.– Você acha que eu tenho cara de quem sai por aí transando com o primeiro que aparecer?! Além do mais, eu sou a sua babá e não um objeto sexual. –Protestei com as bochechas mais vermelhas que morango maduro.

– Eu vejo babás como objetos sexuais. Você é o mais lindo que já apareceu. –Respondeu cínico enquanto se levantava do chão.

Só eu fiquei com medo desse garoto?

– Você é estranho…

– E você é lindo. –Me agarrou pela cintura.– Você vai se acostumar, corujinha.

– Yah! Não me chame de corujinha! Não te dei essa intimidade! –Bati em seu braço o fazendo me soltar. Ele começou a rir.– Se tiver dever de casa, faça. –Mandei autoritário.

– Aegyo! Você fica tão fofo quando tenta ser mandão. –Apertou minhas bochechas mais uma vez.– Você fala como se fosse o meu hyung, isso é adorável.

– Obedeça logo, porra! –Gritei o fazendo recoar com os braços levantados em sinal de rendição.– Aish, por sua culpa eu estou perdendo o meu dorama preferido. –O empurrei e fui me sentar no sofá.

– Gosta de Doctor Strange? –Questionou de cenho franzido.

– Claro que sim. Melhor dorama já criado. –Cruzei as pernas prestando atenção na TV. Estava tão distraído que nem notei quando ele sentou ao meu lado.

Até que Baekhyun estava comportado, assistindo ao dorama junto comigo. Eis que eu sinto uma mão boba subindo pela minha coxa indo em direção à minha virilha.

– Se você não tirar essa mão daí eu vou arrancá-la com uma tesoura de jardineiro, byeontae. –Murmurei num tom ameaçador.

– Duvido. –Sorriu sacana, e sem aviso prévio ele avançou para cima de mim no intuito de me beijar.

Byun Baekhyun conseguirá alcançar o seu objetivo? Ele irá me beijar? Ou eu vou lhe dar um chute nas bolas e impedí-lo?


Notas Finais


Beijinhos ;3;
Sobre os termos que apareceram, qualquer dúvida sobre o que significam é só perguntar❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...