História Adolescentes em Crise 4 - Segunda Geração - Capítulo 52


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 3
Palavras 3.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Voltando a postar com frequência kk
Boa leitura <3

Capítulo 52 - Segundo e Terceiro Desafio


Depois da aula no colégio, nos juntamos para irmos até a casa do Rick a pé. Ele morava em um condomínio de casas a algumas ruas dali.

Encontramos com o Maçã quando passamos por um beco, e logo os comentários ressurgiram.

- Cara, gostei do seu cabelo! – Rick, o menino do cabelo platinado, comentou.
- Eu nunca achei que poderia encontrar alguma pessoa desse estilo tão cedo na minha vida. – Carol comentou antes que o Maçã pudesse agradecer pelo elogio do Rick. – Tipo, você é um punk! Eu nem sabia que ainda tinham pessoas como você por aí...

Ele riu.

- Tudo bem... – Maçã disse com ar de riso.
- O que seus pais dizem sobre o seu estilo? – Yuri perguntou curioso.
- Eles dizem que só quando eu entrar na faculdade vou largar todas essas roupas e piercings para virar uma pessoa de verdade...
- Piercings? – perguntamos confusos. Ele não tinha nada na cara.
- Eu tenho um no septo... – disse colocando o indicador e o polegar no nariz, e tirou as bolinhas prateadas que eram ligadas pelo arquinho do piercing. – Mas costumo esconder porque já enjoei dele. Eu deixava isso aparecendo mais quando eu tinha mais ou menos a idade de vocês... Tenho um na língua... Já tive na sobrancelha... E quando tô afim, uso um no canto da boca.
- Não são tantos quanto imaginei que pudessem ser. – Rick comentou.
- Sempre tive curiosidade de beijar alguém com piercing na língua... – Larissa disse com sorrisinho sacana. Desacelerei um pouco meus passos para que nem o Maçã nem o Rick vissem a minha cara. Assim, fiquei pouca coisa mais atrás deles, e me senti um pouco mais à vontade para me sentir apreensiva com a resposta dele, que estava com um sorriso um tanto malicioso no rosto.
- O cara vai ser o nosso professor, e ninguém está ligando para o nível de intimidade que podemos ter com ele... – ouvi alguém comentar baixo.
- Se quiser acabar com essa curiosidade agora... Tudo certo. – disse ele, com sorriso de canto.

Respirei fundo e olhei para o resto do pessoal. Todos estavam rindo da conversa.

- Você não está falando sério, né? – Larissa perguntou um tanto desconfiada ainda com ar de riso.
- Não. – respondeu com ar de riso. – Mas se fosse uns anos atrás, eu estaria falando sério. – ele riu.
- Então por que não volta a uns anos atrás? – Carol disse zoando, arqueando as sobrancelhas, enquanto se aproximava dele. Apesar de que eu soubesse pelo tom de voz dela que era zoeira, revirei os olhos. Rick olhou para trás e viu a minha cara de bosta.
- Iiiiiiih... – começou a me zoar. – Por que tá com essa cara, Julie?
- Que cara? – encarei-o.

Maçã quis virar para me ver, mas eu abaixei meu rosto, e coloquei minhas mãos nos ombros dele, tentando fazer com que ele continuasse virado para frente.

- Aaaaaaaaaaaah... O que tá acontecendo? – Yuri entrou na zoeira. Eu só conseguia imaginar a cara do Maçã, rindo pra caramba de mim. Agradeci mentalmente pelo meu cabelo estar cobrindo meu rosto, assim ninguém conseguia ver que eu estava rindo de vergonha.
- A Julie tá gostando de você? – Carol perguntou ao Maçã como se estivesse descoberto um novo mundo.
- Você tá louca? – eu disse levantando meu rosto para encará-la ficando séria. Ela continuou rindo.
- Essa daí gostando de mim? – Maçã riu. – Ela ainda tem uma queda pelo Arthur e pelo Noah...

Todos me olharam surpresos.

- Matheus seu bosta! – desci minhas mãos para o meio das costas dele e o empurrei para frente. – Não era para ninguém saber disso!
- Ah... Era um segredo? – disse ele, se virando para mim, ainda andando. Aquela merda de sorriso dele me fazia querer fazer picadinho dele. – Desculpa, eu não sabia...
- Julie... – Carol disse ainda surpresa.
- Julie, a garota cheia de crushes. – Tiago disse como se a frase fosse um título de filme.
- Deve ser de família isso... – comentei baixo.
- Por quê? – Yuri perguntou. – Vai dizer que sua mãe ou seu pai também eram assim.
- Minha mãe sim. Vários crushes ao mesmo tempo...
- E ela pegava todo mundo também?
- Por que esse “também”? – perguntei encarando-o. – Eu não pego ninguém.
- A Julie é uma santa! – Rick disse.
- Também não é para tanto. – falei. – Mas não. Ela não pegava todo mundo. O único crush que ela pegava direto era... – eu disse me segurando para não rir e arqueei as sobrancelhas.
- Quem? – Larissa perguntou não muito curiosa.
- O pai dos gêmeos!
- O quê? – disseram sem acreditar.
- Como assim? – Camila perguntou tentando entender.
- Mas também... – Carol disse. – Aquele homem é gato pra caralho! Quem não pegaria ele?
- Não é? – comentei com ela toda animada por ter achado alguém que não via problemas em falar daquele jeito sobre um cara que tinha idade para ser nosso pai. – Puta que pariu!

Boa parte do pessoal nos olhou surpreso de mais para comentar alguma coisa. Inclusive o Maçã.

- E o Arthur é a cara dele quando tinha a nossa idade! – comentei.
- Ah, por isso que você tem um crush no Arthur então, né, safada! – Yuri me zoou, e eu ri.

Maçã ainda parecia surpreso de mais, então só voltou a se virar para frente.

- Matheus ficou chocado com os gostos da Julie... – Rick disse com ar de riso.
- Sem comentários sobre essas duas... – Maçã disse.
- Cara, eu sei que é errado... – falei. – É muito errado. Mas... né.
- Mas o quê? – Yuri disse me encarando com ar de riso. – Mas o quê?
- Mas ele é muito bonito, e eu não posso negar isso...
- Às vezes nem parece que ainda é virgem... – Rick disse com ar de riso.

Maçã olhou para trás parecendo surpreso mais uma vez.

- Hm... Isso explica algumas coisas... – comentou.

Fiquei séria, me perguntando sobre o que ele estava falando.

- Que coisas...? – Carol perguntou curiosa.
- Não vou comentar mais nada... – disse ele, voltando a olhar para frente. – Vai que era para ser segredinho também...

Comecei a achar que era sobre as vezes em que tive oportunidade de beijá-lo, mas evitei até o fim.

- Hmmmm... Julie... – Yuri me zoou.
- Acho melhor mudarmos de assunto. – falei ficando séria.
- Ah, por quê? – Rick disse prestes a implicar comigo. – Estava tão legal te zoar...
- Ahahaha. – encarei-o.

Rick e Yuri acabaram concordando em deixar o assunto para lá, e seguimos caminho, quietos por alguns segundos. Logo começaram a falar de novo, mas dessa vez foi falar de comida.

Chegando à casa do Rick, vimos que na verdade o sobrado que ele morava não parecia tão grande. Ficamos pela sala mesmo.

Rick e Maçã arrastaram o sofá de três lugares mais para trás, até encostar ao lado da escada. Arrastaram o sofá de dois lugares para ficar encostado à parede da televisão, que era embutida na parede. Rick correu até o quarto dele e voltou com uma lousinha. Colocou-a em cima do encosto do sofá, e deu alguns gizes ao Maçã. “Caso precise dar exemplos para nós”, Rick disse.

A maioria de nós ficou sentada no chão, já que só três poderiam se acomodar no sofá.

Tiramos os cadernos das mochilas, e os lápis e canetas também.

Maçã usou basicamente tudo o que ele tinha me explicado antes da prova para passar a eles. Selecionou alguns exercícios da nossa apostila – usando a minha como base, porque eu estava lá na frente – e esperou que fizéssemos. Passou de pessoa em pessoa – com exceção de mim e do Yuri, pois fomos muito bem na prova –, vendo se tinham alguma dúvida durante a resolução, e, quando tinham, ele ajudava. Depois, fez como todo professor faz: mostrou a resolução dos exercícios na lousa.

No fim de tudo, todos ficaram felizes por terem entendido a matéria.

- Agora vocês só precisam continuar resolvendo exercícios do tipo para não esquecerem a matéria até a prova. – Maçã disse se sentando no sofá a minha frente.
- Alguém vai querer comer alguma coisa depois de tudo isso? – Rick perguntou levantando o braço. – Posso pedir comida para nós.
- Pizza seria uma boa... – Tiago comentou.
- Não sei se já tem pizzaria aberta neste horário... – Rick respondeu. – Mas posso ver.
- Eu posso ficar até no máximo cinco horas... – Maçã disse.
- Já são quatro e dez... Vou ser rápido! – disse se levantando, e sumiu pela casa.

A maioria começou a conversar entre si, enquanto eu, o Maçã, e outros começamos a mexer no celular. Só que, nesse meio tempo, o celular dele e o meu vibraram quase que ao mesmo tempo. Até aí, ainda tudo bem. Abrimos a mensagem do grupo “Os 13 ²” – que era composto pelos gêmeos, eu, meu irmão, Bia, Scarllet, Nick, Noah, e, agora, o Maçã –, e vimos dois vídeos para baixar. Trocamos olhares.

- Você está vendo o que estou vendo? – Maçã perguntou.
- Vídeo?
- Sim...

Em seguida abri minha mochila novamente e tirei fones de ouvido de dentro dela. Sentei-me ao lado dele, pluguei o fone no celular dele, pois tinha baixado os vídeos primeiro que o meu, e começamos a dividir o fone.

O primeiro vídeo era do Noah.

Pela risada de quem estava filmando, deduzi que era o meu irmão por trás do celular. Ele estava escondido em um canto da recepção do hotel, agachado. Os outros estavam, provavelmente, no banheiro. E o Noah, estava fingindo analisar as pinturas que estavam nas paredes.

Demorou cerca de um minuto para que duas das três atendentes saíssem, e chegasse um cara. Ele estava com alguns papéis nas mãos, e se apoiou no balcão ao passar as folhas para a colega do outro lado.

Noah andou um pouco mais rápido, no meio do espaço da recepção, e ninguém ligou. Acharam que ele iria embora. E ele foi. Mas antes, parou atrás do cara, e abaixou as calças dele. Só depois ele, o Noah, saiu correndo.

O cara ficou gritando para que alguém tentasse pegá-lo na rua, mas foi em vão.

- Ah... – Maçã disse com um sorrisinho de canto. – Nem foi tão engraçado como eu imaginei.
- Ah, foi engraçado sim. – respondi com ar de riso.
- Você nem chegou a rir de verdade. – disse me encarando.
- Se quer saber, acho que ninguém vai rir como meu irmão riu depois de gravar isso.
- É. – concordou arqueando as sobrancelhas e inclinando levemente a cabeça para o lado.

O segundo vídeo era do Arthur.

Aparentemente meu irmão tinha emprestado a jaqueta dele ao Arthur, já que ele tinha passado o dia todo sem jaqueta, e naquele momento, estava com.

Arthur tinha acabado de voltar da rua, e parecia sério.

Claramente já era bem mais tarde.

Só estava uma moça na recepção. Ela perguntou se ele precisava de ajuda, e ele respondeu que na verdade só estava esperando uns amigos dele descer. A moça respondeu ok, e se voltou ao serviço dela.

Meu irmão saiu em parte do esconderijo secreto dele, já que continuou agachado, só para filmar melhor o Arthur.

Arthur começou a andar pela recepção, e, disfarçadamente, olhou atrás dos balcões, procurando saber se tinham copos com água, ou garrafinhas.

A moça do balcão continuou fazendo o que tinha que fazer no computador, e logo saiu.

Ele esperou ela se distanciar o suficiente para ficar seguro do que poderia fazer. Então pulou o balcão, pegou todas as garrafinhas de água e as levou para o banheiro para trocar tudo por vodka.

A moça demorou o suficiente para que ele conseguisse colocar tudo de volta no lugar, mas não o suficiente para ele voltar para a rua.

- Não acredito... – Maçã disse com certa preocupação. – Ele vai acabar se ferrando muito se descobrirem ele ali... – comentou sobre o fato de que Arthur teve que ficar abaixado do lado de dentro do outro balcão.
- Eu acho que vai dar muita merda... – comentei com ar de riso. – Ou melhor: acho que deu muita merda.

Um tempo mais tarde, a atendente resolveu tomar um pouco de água da garrafinha dela...

- Ah! – reclamou ao cuspir a bebida no chão. – O que aconteceu com essa água?
- O que aconteceu, Maria? – o funcionário dos papéis que tinha tido as calças abaixadas apareceu parecendo preocupado com a colega.
- Eu só queria tomar água... – disse ela. – Mas isto está com um gosto horrível!
- Até parece que não sabe reconhecer gosto de vodka... – Maçã reclamou.
- Às vezes ela não sabe mesmo. – encarei-o. – Nem todo mundo bebe.
- Me dá aqui essa garrafa... – o cara disse a ela, e pegou a garrafa com ela. Ao tomar o líquido, a cara não foi muito boa. – Ah... É vodka! Eu odeio isso!
- Vodka?
- Sim.
- Mas eu nem tomo isso... Como pôde ter parado na minha garrafa?

Ele ficou pensativo por um segundo, e pareceu se lembrar de alguma coisa – provavelmente do que o Noah tinha feito com ele.

- Tinha algum garoto de preto aqui? – perguntou.
- Sim... – disse ela. – Ele disse que estava esperando alguns amigos... Acho que já foi embora. Por quê?

A risada do meu irmão estava começando a atrapalhar na gravação, pois ele estava começando a tremer muito o celular.

- Eu acho que já sei quem pode ter feito isso... – ele disse desconfiado, abrindo outra garrafinha para sentir o cheiro da bebida. – Como ele era? Tinha cabelo preto e olhos castanhos?
- Não... Ele tinha olhos azuis...
- Então devem ser amigos. – disse colocando as garrafas de volta no lugar. – Por que será que esses adolescentes resolveram escolher justo aqui para fazer essas coisas? – disse enquanto ia até o outro balcão.
- Fodeu. – comentei ansiosa pelo o que poderia acontecer.

O funcionário se inclinou para pegar outra garrafa d’água, e acabou ficando na mesma posição, como se tivesse visto alguma coisa.

- Você! – ele disse parando para apontar para o Arthur. – Saia já daí! Você está muito encrencado, garoto! Até porque, eu duvido que você seja maior de idade...

Arthur se levantou e pulou o balcão. Ele ainda estava segurando a garrafa de vodka.

- Ah não... – Maçã disse com um sorrisinho meio triste. – Ele se entregou de mais fazendo isso!

Mas Arthur saiu correndo o mais rápido.

- Ei! – o cara reclamou correndo atrás dele e o alcançou. – Não pense que vai fugir fácil assim não!

Arthur olhou bem para ele e arremessou a garrafa perto de onde a moça estava. Ela gritou de susto assim que o vidro se quebrou ao se chocar em parte com o chão e em parte com a parede. Ele aproveitou o espanto do cara e saiu correndo na direção da porta.

- Vem! Vem! – disse rapidamente, chamando meu irmão, que levantou e correu até a porta de saída com ele.

Nathan mostrou a cena final antes de parar de gravar: Arthur tirou outra garrafa de vodka de dentro da jaqueta e jogou no chão, no meio do caminho daquele funcionário, impedindo-o que seguisse os dois.

- Tivemos um pouco de sorte, porque a gerente decidiu não chamar a polícia. – falei um tanto surpresa.
- Tivemos mesmo.
- Agora eu entendo o porquê de ela ter ficado tão revoltada pelo total de coisas que fizemos...
- Esse não era o dia desse cara, hem... – Maçã disse com ar de riso. – Mas ainda sim poderia ter sido mais emocionante.
- O que é emocionante para você? Fazer as coisas em um lugar cheio de pessoas que possam ver o que você está fazendo, e depois ter uma perseguição? – ele fez que sim com a cabeça. – Só isso é emocionante para você?
- A perseguição é sempre a parte mais emocionante... – disse sorrindo.

Olhei-o com os olhos semicerrados.

- Ô! – Yuri disse alto, chamando a minha atenção do fundo da sala. – Você reparou que o Raul anda de olho em você?
- Aposto que ele quer sair com ela e não sabe como falar! – Larissa disse zoando.
- O coreano? – perguntei só para confirmar.
- Claro! – Yuri respondeu. – Qual mais seria? Só tem ele de Raul no ensino médio todo!
- Não reparei não... – falei franzindo levemente minha testa. Eu estava ganhando mais um motivo para ficar desconfiada dele...
- Quem é esse Raul? – Maçã perguntou.
- Um cara do Segundo B. – falei. – O que será que ele quer? – perguntei ao Yuri.
- Eu acho que ele deve estar com um crush em você... – disse me zoando.
- Vamos testar... – falei pensativa.
- O que você vai fazer? – Carol perguntou curiosa.
- Vocês vão ver. Semana que vem.
- Por que só semana que vem? – Larissa perguntou tentando entender.
- Porque a Bia me fez um desafio... E eu disse que começaria a cumprir à partir de segunda.
- Falando nisso – Maçã começou a falar, só que mais baixo. –, preciso cumprir meu segundo desafio...
- Segundo desafio? Oi? Como assim? – Camila disse curiosa ao ouvir o comentário dele.
- Eu e os amigos dela jogamos um pouco na segunda-feira, e aproveitamos para fazer uns desafios também... Eu fui desafiado duas vezes. Mas um deles não dava para fazer no lugar em que estávamos. Eu preciso ir para outro lugar...

Parei por um momento para procurar pelas coisas dele.

- Deixei meu skate e a mochila na entrada. – disse ele. – Vou fazer isso hoje, depois do cursinho.
- Boa sorte. – falei.
- Por que boa sorte? – Carol perguntou. – Vai ser tão perigoso assim?
- Ele pode ser preso. – respondi.
- Mas pelo o que sei, vocês fizeram o mesmo... Só não foram presos por que mesmo? – Maçã disse franzindo um pouco a testa.
- Porque um dos policiais era um grande amigo da família...
- Ah... Como é doce a grande vantagem que as pessoas de poder têm... – disse com um sorriso irônico.
- Quer eu vou lá na delegacia me entregar. – encarei-o.
- Não precisa. Eu sei que ele não vai querer te prender.
- Mas têm outros, que com certeza vão querer.
- Não precisa. Eu já disse. – disse me encarando. Percebi pelo olhar dele que ele estava começando a ficar estressado. Então resolvi ficar no meu lugar e zoar um pouco.
- Eu não queria ir lá mesmo... – falei dando de ombros. Ele me olhou fixamente, e depois resolveu me dar um empurrão para o lado. Eu ri.
- Até amanhã de manhã você já tem o vídeo no seu celular. – disse se referindo ao desafio dele.
- Isso se você não for preso, não é? – Camila disse arqueando as sobrancelhas. Ele sorriu.
- Eu não vou.


Notas Finais


Até o próximo cap! <3


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