História Adotada por vampiros - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Tags Adolescentes, Paixão, Sexo, Vampiros
Exibições 20
Palavras 1.922
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Magia, Sobrenatural
Avisos: Canibalismo, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - O dia


Acordo com o barulho do despertador olho pro lado com os olhos semi serrados e já são 11:30 da manhã levanto-me correndo e vejo que todas as meninas do orfanato estão se arrumando eu reviro os olhos e me jogo na cama  de novo pensando (Ai que vida infernal dentro desse orfanato) e me levanto de novo a Milena vem correndo até mim aos pulinhos e fala “Pietraaaa” e eu tento correr dela mas ela me pega e me vira pra ela, a Milena é uma menina meio gordinha mas com corpo tem olhos castanhos claros e cabelo liso castanho médio eu falo “Que foi Milena?” ela revira os olhos e fala “Nossa você é sempre grossa assim? Não estou te reconhecendo de uns tempos pra cá anda destratando todo mundo” eu reviro meus olhos e falo “Faço o que eu quiser ta bom Milena estou cansada de ficar aqui dentro” ela fala com os olhos arregalados “Nossa desculpa” eu falo “Fala logo o que querias falar” ela cora e fala “Eu queria saber se posso usar hoje seu vestido floral” eu falo “Óbvio que não” ela bufa tão alto que todas escutam e olham pra nós e eu coro, eu falo “Tá bom Milena” ela da pulinhos e bate palmas e me abraça e sai andando eu grito “Milena espera” eu saio correndo até ela e viro ela pra mim e ela fala “Que foi?” eu falo “Por que quer usar meu vestido vai ter algo especial hoje?” ela balança a cabeça positivamente eu penso (Ai meu deus vai ter uma família que vai vir aqui  hoje) ela fala “Sim uma família vai vir adotar alguma menina” eu coro e ela percebe e fala “Que foi desesperançosa quer uma família também?” eu reviro os olhos e falo “Não, não quero aqui é meu lar” ela revira os olhos e bufa e sai pisando forte, eu saio pro lado oposto onde é o banheiro pego minha toalha e meus shampoo e condicionador e vou tomar uma ducha me lavo e volto ao quarto e não tem ninguém penso (estou atrasada para o almoço) eu me arrumo rápido pego um all star preto e branco um vestido preto de pregas e passo um rímel mas não demais para as irmãs não verem e passo delineador, desço correndo aos pulos quando bato na porta a irmã fala “Entre Pietra”  eu entro com cuidado e fecho a porta atrás de mim e ela me fuzila com o olhar e fala “Atrasada de novo?” eu falo “Sim irmã Cleuza me perdoe meu atraso” eu vejo a mesa todas as 86 garotas da casa sentadas a mesa e na outra mesa gigantesca a irmã  e as outras freiras, a irmã Cleuza e também diretora do orfanato fala “Sente-se Pietra e almoce teremos uma longa tarde hoje” eu vou com passos largos até a mesa e me sento no banco ao lado da Milena e Vitória, Vitória me cutuca e fala no meu ouvido “O que aconteceu? A irmã ficou furiosa com você” eu falo “Ahh depois falo com você agora não quero que ela me fuzile por eu conversar e eu fique sem comer” ela revira os olhos a irmã fala de longe “Vamos rezar” eu junto as mãos e começo a rezar com todas as outras meninas e freias, depois de rezar dizemos Amém em uníssono e nos servimos, pego um bife e arroz e como a Milena fala “Esta uma delicia” eu falo “Uhum” e a Vitória fala “Esta com certeza muito bom” eu reviro os olhos enquanto mastigo meu pedaço de carne, todas terminamos nossa refeição e voltamos ao quarto para descansar e nos arrumar pois a  família iria por volta das 13:30, entramos no nosso quarto onde tem beliches de 2 e de 3 eu me jogo na minha beliche que divido com a Milena e coloco um travesseiro no rosto, a Milena grita meu nome “Pietra” eu falo “Que que foi” a Milena pula na cama e eu solto um berro de susto e falo “Que merda foi essa Milena?” ela revira os olhos e fala corada “Seu vestido não esta entrando em mim” eu falo “Vira que eu fecho pra você” ela vira de costas e eu vejo o fecho para ela, ela fala toda meiga “Obrigada” e sai dando pulinhos, eu reviro meus olhos e cansada que estou me deito de novo, a Vitória fala “Quem quer me emprestar um vestido” eu bufo e saio andando pelo quarto pego minha mala onde tem algumas roupas minhas e penso no que vou vestir para esperar aquela família e penso (Nem vou ir) me deito de novo e deixo o tempo passar todas se arrumam e descem para se enfileirar e esperar a família chegar eu fico deitada. Nisso a irmã bate na porta e eu falo “Pode entrar” ela entra com uma roupa cinza uma saia justa que bate no joelho um terno e salto alto ela é uma senhora de idade já mas é muito bonita usando aquela roupa ela vem até mim e fala “Pietra por que não queres descer para esperar a família?” eu reviro os olhos e ela se senta na ponta da beliche e eu falo “Por que não cansei de esperar” ela fala “Pietra venha cá vamos tomar um chá depois você vai se acalmar e vai descer comigo” eu sem nada pra dizer falo “Ok irmã Cleuza mas não tenho roupa pra usar” ela fala “Como que não? Vou lhe emprestar uma roupa que era da minha filha pode ser?” eu falo “Pode” eu me levanto e ela me leva até os aposentos dela ela mexe no guarda roupas e tira de lá um vestido lindo de ceda preto com vários babados esvoaçantes e eu falo “Nossa que lindo” ela solta um sorriso e fala “Quer usar?” eu balanço a cabeça positivamente ela me entrega e aponta para o banheiro do quarto dela e fala “Ali pode ir ao banheiro” eu ando até o banheiro e entro fecho a porta o banheiro tinha paredes brancas alvas e uma banheira branca com detalhes dourados era lindo aquele banheiro vi uma bancada cheia de perfumes e batons maquiagens coisas tão lindas penso (Ai que lindo aqui) e tiro minha roupa e visto o vestido e ela pergunta de fora “Deu?” eu falo “Uhum” e ela abre a porta e me vê e fala “Nossa esta linda” eu dou um sorriso e abraço ela e falo “Obrigada irmã Cleuza” ela me da um beijo na testa e fala “Vamos a cozinha tomar um chá e você volta lá com as meninas para achar um lugar no meio delas para se enfileirarem” eu balanço a cabeça e descemos tomamos o chá, e vamos ao salão principal ele é todo branco com dourado e tem uma escadaria linda com corrimão dourado e um lustre de cristal as paredes tem cortinas esvoaçantes brancas e vejo todas as meninas enfileiradas uma do lado da outra no meio do salão a irmã me leva até o lado da Milena e eu me arrumo ali e ela fala “Pronto agora é esperar” a irmã se senta numa poltrona ali do lado e fica lendo a bíblia nisso toca a campainha a irmã se levanta e fala “Chegaram a família Von Grafen” eu me espanto que nome esquisito penso e reviro olhos mas quando a família entra pela porta arregalo meus olhos ao ver um menino lindo,  ele é alto e loiro olhos azuis muito claros e corpulento ele esta com terno preto e gravata tem uma senhora de chapéu preto e um vestido justo preto também até os joelhos uma menininha ruiva dos olhos verdes claros que usa uma sainha preta e uma blusinha preta e um homem mais velho com terno e gravata pretos também eu penso (Nossa são góticos) e dou uma risadinha o loiro me olha quando dou a risada e fica me encarando ali sem olhar para lugar nenhum eu acho que estou corando minhas bochechas parecem estar pegando fogo a Milena me cutuca e fala “Para de encarar Pietra” eu balanço a cabeça e falo baixinho “Uhum” a irmã vai cumprimenta-los e fala “Aqui estão” e a mulher mais velha da família fala “Vamos fazer uma entrevista com todas individual” a irmã fala “Com certeza”, pra me fuder mesmo eu era uma das primeiras eu era a oitava quando chegou na minha vez de entrar na sala para ser entrevistada me deu um nervoso do qual nunca tinha tido antes e um vento frio entrou pela janela senti um arrepio na espinha e penso (Vai dar nada por que eles queriam uma menina de 15 anos) e bato na porta e a mulher fala de la de dentro “Pode entrar” eu abro a porta e entro fecho a porta atrás de mim e falo “Com licença” e a mulher mais velha fala “Toda pode se sentar” eu me sento num sofá vermelho sangue estofado muito confortável e a mulher esta de frente pra mim agora sem chapéu e consigo ver pouco a pouco que seus olhos são vermelhos (Opa vermelhos? Isso ta estranho bom primeiro eles usam só preto e depois a mulher tem olhos vermelhos acho que estou vendo errado estou ficando nervosa e minhas mãos estão suando) a mulher me faz a primeira pergunta “Qual seu nome querida?” eu falo com nervoso na voz “Pietra muito prazer senhora” e estendo a mão ela aperta minha mão sua mão é gelada que nem gelo e eu estremeço e ela pergunta “Que foi esta bem querida?” eu balanço a cabeça positivamente e ela fala “Esta bem então vamos prosseguir, quantos anos a senhorita tem?” eu falo “15 senhora” ela da risada (tenebrosa a risada que eu tenho um arrepio) e fala “Não precisa me chamar de senhora me chame de Bella” eu falo “Como é  o seu nome senhora?”  e ela me olha fundo e fala “Isabella” eu falo “Belo nome” nisso vejo que o garoto loiro esta me olhando e ele pisca pra mim eu franzo a testa e volto a olhar para a mulher que esta em minha frente e ela fala “Você é de onde minha flor?” eu falo gaguejando “Nova Orleans” ela fala meio pensativa “Hmmm” ela para pensa e fala “E você sabe falar outro idioma a não ser o seu?” eu falo “Claro sei Espanhol, Frances, Ingles, Latim e Alemão a e só um pouquinho de Russo” ela fala “Nossa estudiosa” eu dou um sorriso caridoso e ela devolve ela pergunta “Qual seu maior sonho?” eu paro penso e falo “Não sei nunca pensei em o que eu poderia querer mais do que viver uma vida boa” ela da um sorriso e fala “E qual seu maior medo?” eu falo “Ah medos não tenho medo depois que perdi meu pai e minha mãe não tenho mais medo de nada” ela da um sorriso e fala “Está dado por pronto essa entrevista você é a escolhida” eu paro pra assimilar o que ela falou e falo “Como é?” e ela repete “Você é a escolhida” eu reviro os olhos e falo “Não sou nada” e saio correndo mas a mulher me puxa pela mão e eu tento sair mas não da, é quando ouso o lustre estourar em cima de mim e penso (Irei morrer? Ó deus me perdoe pelos meus pecados nessa hora) mas o menino loiro me pega pela cintura tão rápido nos arremessando contra a parede dura e eu desmaio.

 



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