História Adrenalina - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui, Romance
Visualizações 20
Palavras 1.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 1 - Capitulo 1



POV Lauren




-Eu tenho os meus direitos e quero fazer a minha ligação agora. —Falo encarando o policial alto, gordo e careca na minha frente que me olhar como se eu tivesse falando alguma besteira.



-E como deve saber só podera  fazer a sua ligação depois que eu terminar de preencher alguns formulário, senhorita Jauregui. —Ele fala debochado.



-Mas isso é um absurdo. —Falo irritada quando ele sai da sala dando de ombros.



-Droga! —Falo batendo as minhas duas mãos em cima da mesa.



Fico pensando no que me trouxe até aqui detida numa sala de interrogatório sem poder ligar para o meu advogado, mas no fundo eu sei o que fiz para vim parar aqui só não esperava ser pega desse jeito e com uma acusação dessa.





Eu sentia que hoje era o meu dia de sorte foi convidada para um racha mais famoso de São Francisco, era adrenalina pura participar de algo tão ilegal como esse, Veronica a organizadora do evento disse que o prêmio era bom, mas quem disse que eu estava interessada no dinheiro, o que me interessava mesmo era poder correr a mais de 200 km/h.



Fiquei esperando um sinal dela numa lanchonete até quase meia noite quando a mesma mandou uma mensagem para o meu celular avisando onde todos iriam se encontrar para o racha, como eu só estava de pasagem pela cidade apenas aluguei um carro comum para não chamar tanta atenção.




 Como Veronica havia me falado sobre os rachas que ela sempre promoviam iria acontecer essa noite, quando nos encontramos este manhã para colocar o papo em dia, por este motivo  eu havia  deixado o meu baby em casa, mas ela disse que um de seus amigos tinham um amigo que iria me emprestar um carro descente para eu poder correr um cara chamado de Ty Dollar amigo de Brad que também é amigo de Vero.




Estava muito ansiosa para correr já fazia um bom tempo que eu não participativa desse tipo de aventura, pios  tive problemas no Japão por correr em rachas por lá à  mais ou menos três anos atrás, tive sorte de não ter sido presa lá, tive sorte que eles me expulsaram de lá, e ficaria por muitos anos sem colocar os pés lá de novo, e foi por isso que resolvir dar um tempo e praticar outros esportes radicais por assim dizer.   



Nada em que me metesse em alguma encrenca ilegal já que os meus pais não iriam mais me tirar de alguma roubada, já que no Japão foi a ultima vez que eles iriam se meter na minha bagunça.


Então pratiquei um pouco de tudo que era esporte radical como Paraquedismo, Rapel, Street Luge, Base Jump, Rafting, Free Style Motocross, Balonismo, Cave Jump, Voo Livre, Alpinismo, Wing Walking, Sandboard, Slackine, Sky Surfing, Buildering dentre outros, mas sentia falta mesmo era de correr perigosamente.



Foi por isso que me meti onde estou agora rezando para um milagre aconteça, pois o carro que o imbecil  Ty Dolla conhecido de Vero me emprestou estava cheio de drogas, como é que um animal desse faz isso comigo, só sendo uma anta mesmo, não isso é até uma ofensa para o animal.



Estava desesperadamente batendo a minha cabeça contra mesa quando alguém adentra a sala onde estou estava de cabeça baixa imaginando que era no policial idiota, nada contra gordos e carecas, mas esse policial realmente era um idiota, mas para a minha surpresa não era ele, rapidamente levanto a minha cabeca quando ouço uma voz masculina dizer.




-Se continuar assim vai acabar fazendo um furo na mesa. —Olho pra cima vendo um homem de paletó preto de gravata, segurando dois copos de cafés e uma pasta abaixo de seu braço direito.


Ele se aproxima da mesa colocando os dois copos de café a minha frente, puxa a cadeira sentar-se abrindo a pasta olhando uns papéis em silêncio por alguns segundos enquanto fico encarando ele pergunta sem tirar os olhos da pasta.



-Quer café o do lado direito é puro sem açúcar, já do esquerdo é com leite e açúcar? —Como estava com um pouco de cede e nervosa resolvi aceita o puro sem açúcar.



Pego o copo tomo um gole encarando ele e esperando o que tem a dizer depois que analisar o que imagino ser a minha ficha.



-Nossa senhorita Jauregui tem uma ficha e tanto para alguém tão jovem vai de rachas no Japão, vandalismo no Canadá e agora racha e porte ilegal de drogas nos Estados Unidos no seu país. —Ele fala folhando a pasta.




-A senhorita tem ideia de quantos anos pode pegar pela contia que foi encontrada no veículo que a senhorita estava de posse? —Ele pergunta olhando sério pra mim que neste momento engulo em seco.




-Olha eu posso explicar esse carro não é meu eu peguei emprestado para correr com um conhecido de um amigo.



-Pode até ser de outra pessoa, mas acontece que a senhorita foi pega em flagrante em posse do veículo, e sem contar com a sua ficha que esta mais suja do que muitos marginais por ai.



-Que Juiz nenhum vai ter duvida nenhuma de que a senhorita é culpada.



Rapidamente coloco o copo em cima da mesa e começo a passar as minhas mãos no meu rosto em sinal de nervosismo, puta que pariu e agora o que eu vou fazer, já estava quase chorando quando ouço ele falar.



-É por isso que estou aqui agora disposto a lhe fazer uma proposta irrecusável que livra a senhorita da cadeia.




-Como é que é essa história? —Pergunto não acreditando co que estava ouvindo.




-O que a senhorita acabou de ouvir. —Ele diz pegando o seu café e tomando um longo gole.




-Que tipo de proposta? —Pergunto curiosa.




-Bom na verdade é mais um acordo que iria benenficiar senhorita e a mim é claro.




-Que tipo de acordo eu não vou ter que...?




-Que o que senhorita? —Ele pergunta cunfuso.




-Que vende o meu corpo para o senhor sabe? —Mal conseguia imaginar que tipo de coisas eu seria obrigada a fazer pela a minha liberdade.



De repente ele começa a rir de mim como se eu tivesse contado a piada mais engraçada do mundo, indignada pergunto.



-Esta rindo de quer por acaso contei alguma piada? —Pergunto olhando séria pra ele que para de rir e diz.




-Talvez isso aconteça em outros países aqui não é o caso.




-Ai meu Deus que susto!



-Graças a Deus. —Falo me sentindo aliviada.




-Então o que eu tenho que fazer? —Pergunto ansiosa.




-A senhorita terá que se aceitar se infiltrar em uma gangue local de Miami Beach e descobrir quem é o líder, ja com as suas experiências e habilidades  eles não iram suspeitar de você.



-E seu eu não aceitar? —Pergunto já sabendo de sua resposta.



-Bom se a senhorita não aceitar sera trancafiada por longos anos e para piorar a sua situação posso reabrir alguns de seus casos que foram resolvido de forma suspeita e aumentar mais ainda a sua pena.



Quando eu estava prestes a responder o policial idiota aparece tomando um susto ao ver o homem a minha frente então ele diz gaguejando um pouco.



-Asas agente Cowell o que faz aqui senhor?

-Nada que seja de sua conta. —Ele fala olhando para o policial e depois pra mim e diz.



-Então senhorita Jauregui o que me diz? —Olho para o policial idiota por alguns segundos analisando a sua feição que parecia que iria fazer xixi nas calças na presença do agente Cowell qua agora sei o sobrenome.




-Eu não tenho a madrugada toda se não quiser tem outra pessoa que ira aceitar sem hesitar? —Me viro para ele e respondo imediatamente.



-Tudo bem eu aceito.




-Ótimo agora por favor me acompanhe. —Ele diz se levantando e dando de ombros para o que o policial idiota diz.




-Mas senhor ela esta soube custódia e será fichada agora.



-Não mais. —Cowell fala seco.



-Agora se puder libera a passagem para que podemos passar eu agradeço por sua gentileza.



-É claro... Claro senhor. —O idiota sai da frente enfiando o rabinho entre as pernas, então eu sigo o agente Cowell.




















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