História 》adult life |2jae| - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Jaebum, Menção Markjinson, Menção Yugbam, Youngjae
Visualizações 158
Palavras 3.302
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


nha

Capítulo 1 - • hyung


Fanfic / Fanfiction 》adult life |2jae| - Capítulo 1 - • hyung

Youngjae estava sentado na varanda de sua casa, se sentindo um daqueles vizinhos fofoqueiros que gostam de observar a vida dos outros; mas a única coisa que ele observava verdadeiramente eram os poucos carros passando lentamente como se tudo estivesse devagar justamente naquela noite do dia dezesseis de setembro. Sua mãe aparecia na porta de entrada da casa de vez em quando para perguntar se ele queria alguma coisa, porém a resposta era sempre a mesma.

"Só meus amigos, mãe. Eu quero os hyungs aqui, e os dongsaengs também."

A senhora Choi era uma jovem mulher de traços gentis, sempre procurando estampar um luminoso sorriso por onde passava, mas quando outra emoção — sendo ela positiva ou negativa — tomava conta de si, ela não conseguia simplesmente disfarçar — o que acontecia no momento. Odiava mentir daquele jeito tão descarado para o filho, mesmo que fosse uma mentira inocente daquele tipo, sentia como se estivesse cometendo um crime com direito a pena de morte. Mas aliviava esse pensamento repetindo para si mesma, quase como um mantra: é para vê-lo feliz.

Ela repetia isso pois, naquela noite que antecedia o aniversário de Choi Youngjae, todos os seus amigos mais próximos organizavam uma festa surpresa para o próprio na casa de Im Jaebum. A relação deles não era tão complicada quanto parecia, na verdade, eles se davam tão bem que nenhum de seu círculo de amizade ficaria surpreso se um dia eles começassem a namorar ou algo do tipo. Ambos contavam tudo o que acontecia consigo, desde o mais insignificante dente de leite caído até o primeiro beijo — que, só para deixar claro, não foi entre eles. O Choi com certeza iria chorar no ombro de Jaebum, já que ele o fazia todas as vezes que ficava frustrado ou chateado, conclui-se então que a casa do de cabelos vermelhos seria o local mais propício para surpreendê-lo.

— Mãe! — Youngjae chamou entrando em casa somente para pegar seu gorro vermelho e vestir mais um casaco para aguentar o frio que se fazia presente, saindo logo depois — Eu vou na casa do Jaebum-hyung, tudo bem?

— Você não quer esperar... — a fala da mulher fora interrompida pelo som estridente do celular da mesma, o nome de Jinyoung brilhando no ecrã chamando a atenção de Youngjae, o qual fez menção de atender, porém sua mãe foi mais rápida — Não, eu atendo!

— Mas...

A Choi fez um sinal rápido para que o filho parasse de falar, enquanto perguntava o que Jinyoung queria àquela hora da noite; como se ela não soubesse.

Han-noona, está tudo pronto por aqui. Pode liberar o Youngjae. — o de cabelos negros falou sério, logo em seguida dando um tapa em Jaebum para ele parar de gritar — Noona, pede pra ele vir logo! Jaebum está me enchendo o saco!

— Hm, enviar a receita do bolinho, ok... — a mais velha criou um código fácil de se entender, em seguida se despedindo do Park e desligando a ligação — Filho, já que vai na casa de Jaebum, pode levar a receita de bolo para a mãe do Jinyoungie? Ele me pediu com certa pressa.

O coração dela se apertou ao ver o sorriso juntamente com o brilho nos olhos acastanhados do filho morrendo; quase pôs o elaborado plano a perder, porém mordeu a língua e rabiscou qualquer coisa em um papel perdido por ali, o empurrando para a saída e lhe pedindo para ter cuidado.

— Não esquece, filho: a mãe te ama, feliz aniversário!

Youngjae murmurou alguma coisa ininteligível para que a mãe não ouvisse, já estava muito frustrado para que qualquer coisa piorasse ainda mais. Por sorte ambos os seus hyungs moravam perto um do outro; não faria mal se ele fosse primeiro ter com Jaebum, não é? A receita de bolo bem que poderia esperar um pouco.

Esperava pelo menos que o Im tivesse uma boa desculpa na ponta da língua para não ter aparecido.





O Choi estava tão furioso com toda aquela situação que nem mediu sua força quando bateu na porta de Jaebum, chegando a achar que tivesse quebrado-a.

Por sorte, não era tão forte assim.

— Ei, calma aí...Youngie! — o de cabelos vermelhos abraçou o menor tão forte que quem visse de fora, seria capaz de chamar a polícia. Youngjae ficara tão sem reação com aquilo, que quando fora colocado novamente no chão, quase se esqueceu do real motivo de estar ali.

Quase.

— Não me venha com Youngie! Onde você estava? Sabe que eu te chamei lá pra casa, então porque não foi? — despejou tudo tão rápido em cima de Jaebum que arrancou uma risada deste, uma risada que estava mais puxada para o lado do nervosismo — Para de rir, seu...seu babaca!

— Ai que xingamento horrível. Estou muito ofendido, mocinho. — Jaebum falou em um tom brincalhão, dando outro abraço rápido em Youngjae e o convidando para entrar — Mas antes, preciso que coloque uma venda.

— Palhaçada. — o Choi bufou porém não apresentou nenhuma questionação quanto aquilo, sabia que de vez em quando Jaebum fazia uma arte bonita em seu quarto ou em outro canto da casa, devia ser uma surpresa para si — Se eu cair, você me paga.

O Im tentava de todas as maneiras conter o riso enquanto conduzia o menor por entre os corredores da casa até chegar no quintal, onde todos esperavam com um sorriso enorme na cara e balões em mãos.

Menos Jinyoung. Jinyoung já estava puto com tanta demora por parte deles.

Jaebum parou bem na porta dos fundos de sua casa com um Youngjae bastante perdido nos braços, tentando reconhecer os diferentes cheiros misturados no espaço aberto e falhamente tentando ouvir alguma coisa no mais puro silêncio que se fazia.

Até que Jaebum retirou a venda de seus olhos.

SURPRESA!

Todos gritaram em conjunto quando o de cabelos castanhos pôde ver o que se passava, seus olhos involuntariamente lacrimejando por uma visão tão bonita e inesperada como aquela. Pisca-piscas estavam cuidadosamente colocados por cima de armações feitas de madeira, que também pendiam flores artificiais de diversas cores juntamente com cd's velhos e arranhados, dando àquele lugar uma atmosfera agradável de se estar. Poucas cadeiras de plástico coloridas estavam dispostas em cima da grama esverdeada, e em cima da mesa de madeira, várias de suas comidas e bebidas favoritas o esperavam para serem saboreadas.

E tudo isso misturado a luz do luar só fazia Youngjae chorar como uma criancinha; só que de felicidade.

— Eu não acredito que vim aqui com a maior vontade de bater em todos vocês e agora quero dar um beijo em cada um! — foi a única coisa que falou após derramar a primeira lágrima, que foi seguida de muitas mais — Achei que tinham esquecido...

— Sobre o beijo...não, obrigado. — Yugyeom, o mais novo entre eles, falou torcendo o nariz enquanto ia dar um abraço no aniversariante junto com todo o resto — Acha mesmo que a gente ia esquecer, hyung? Você é muito importante pra nós!

— Ei, eu quero beijo! — Jackson falou estendendo os braços na direção do acastanhado, rindo da reação dele e o levantando no ar em meio a um abraço — Feliz aniversário JaeJae! — o sorriso do chinês morreu ao ver a expressão estranha do Choi — O que foi? Não está feliz?

— É claro que eu estou, é que você está me apertando muito, Jack. — Youngjae falou voltando a sorrir abertamente ao se livrar do aperto alheio.

Então após um grito escandaloso de BamBam para que "alguém colocasse uma música, pelo amor de Buda!", todos se animaram intensamente e começaram a dançar como se não houvesse amanhã. Os mais íntimos do aniversariante vinham lhe abraçar e desejar feliz aniversário, alguns só gritavam de longe e outros Youngjae nunca nem tinha visto em sua vida, mas mesmo assim acatava as felicitações com seu sorriso luminoso no rosto.

Do outro lado da festa, Jaebum analisava cada pequeno movimento de Youngjae, esperando a hora certa para colocar em prática os próprios planos que tinha para com Youngjae. Vejam bem, Im e Choi se conhecem desde que estavam em suas respectivas fraldas, e nunca se separaram desde então; era óbvio, até mesmo aguardado, que um deles manifestasse um sentimento mais forte.

Jaebum estava mesmo decidido a fazer o que tinha em mente.

— Mark, inventa aí qualquer coisa pra toda essa gente ir embora daqui a pouco. — o de cabelos vermelhos pediu dando uma cotovelada forte no americano, estranhando o jeito que ele lhe olhou — Que foi?

— Precisa quase me espancar? Porra, mede tua força aí! — nem bem havia terminado de ralhar com o mais velho, Jackson chegou para dar um beijo no namorado (um dos) e o puxar para a pista de dança improvisada — Já volto com tua desculpa.

"Vai voltar é amanhã quando Jae já estiver com dezoito anos", Jaebum pensou rindo consigo mesmo, dando mais um gole em seu copo de refrigerante e pegando seu celular para conferir o horário mais uma vez.

22:30. Faltavam apenas algumas horas.

Era agora ou nunca.

Se dirigiu até os lados da casa, procurando a chave geral da casa com o objetivo de desligar todas as luzes; em sua mente, isso faria todos irem embora em um estalar de dedos.

Enganou-se.

— Vamo' acender uma fogueira! — Jackson falou com a boca cheia, mas nunca saberemos se era de comida ou com a língua de um dos seus namorados. Um dos porquê Jackson era como aqueles hippies poliamor que acabou se apaixonando por duas personalidades extremamente opostas; e ao descobrir que Mark também tinha certo interesse em Jinyoung, uniu o útil ao agradável e os pediu em namoro (mas isso é caso pra outra história).

No momento, Jaebum queria esganar o chinês.

Ele e outro desnaturado que tirou um violão sabe-se lá de onde, começando a tocar uma música que o de cabelos vermelhos conhecia bem, pela voz de anjo vulgo a do Youngjae. Até se esquecera da raiva anterior, e focalizou apenas no aniversariante.

E a cada minuto que passava ali, se apaixonava pelo Choi mais um pouco — se é que isso é possível.





Ao final da festa, os sete amigos ficaram no quintal arrumando tudo que os bagunceiros deixaram para trás, de vez em quando achando ou falando uma coisa inusitada e rindo por conta disso. Cada um deles secretamente desejava que aquela noite nunca acabasse. Após tudo arrumado, eles fizeram uma rodinha com as cadeiras de plástico e se puseram a olhar as estrelas, que pareciam brilhar em homenagem ao aniversário de Youngjae, que logo chegaria.

— Amor, eu quero ir embora. — Mark falou falsamente sonolento, convencendo Jinyoung a fazer o mesmo para irem logo e deixarem os pombinhos sozinhos — Vamoos!

— Tudo bem, nós já vamos. Yug, Bam...peraí... YugBam! Os nomes de vocês ficam tão bonitinhos juntos! — Jackson falou sozinho sorrindo com a própria conclusão, deixando os dois mais novos sorrindo como os bobos tímidos que eram — Querem carona pra casa?

Mark e Jinyoung nem deixaram-os responder apropriadamente, todos foram puxados para fora gritando despedidas e felicitações para Youngjae e Jaebum, que estavam sentados bem juntos nas cadeiras plásticas. O Im estava com a mão na coxa esquerda do acastanhado, ato tão comum mas que naquela noite poderia ser muito significativo; tudo iria depender do mais novo.

— Jaebum-hyung, eu posso dormir aqui? — ele falou depois de um tempo em um silêncio confortável, o de cabelos vermelhos parou de olhar as estrelas para encontrar a imensidão dos olhos do Choi e se perder lá dentro — Hyung?

Porém Jaebum não respondera nada. Hipnotizado era como estava, se sentia preso ali e o pior era que gostava de se sentir assim; Youngjae o fazia ficar parecendo um idiota com corações nos olhos.

— HYUNG! — o menor gritou para que o Im prestasse a devida atenção em si, o que pareceu dar certo; Jaebum se assustara com o grito e acabou dando um impulso para trás, caindo na grama fofa de costa — Ai meu Deus, você 'tá bem?!

— Acho que sim...ai. — Jaebum tocou em uma parte atrás da cabeça que tinha ficado levemente inchada, arrancando um suspiro preocupado vindo do mais novo.

— Vem, deixa eu passar alguma coisa na sua cabeça.

Foi impossível não levar essa frase tão inocente para o lado mais sexual da coisa, mas o Im foi forte nesse quesito e seguiu Youngjae até o próprio quarto, onde guardava pomadas e antibióticos por motivos de viver se quebrando por onde passava.

O Choi pediu para que o maior ficasse de costas para si, tratando assim do galo mínimo que tinha se formado na cabeça dele. Já ia dizendo que estava tudo pronto, quando sentiu um cheiro agradável vindo do Im.

Sem nem se ligar de seus atos, tocou com a ponta do nariz na nuca alheia, causando um arrepio em Jaebum nos lugares que ele nem achou serem possíveis de se arrepiar.

— O-o que diabos você está f-fazendo? — pela primeira vez em muito tempo, o maior gaguejara sem a menor intenção de se afastar dali; ao contrário, se virou tão rapidamente que encontrou o rosto de Youngjae próximo demais de si — Jae...

Silêncio.

O acastanhado olhava diretamente para seus olhos, mas às vezes retornava o olhar para os lábios do Im. Ele só poderia estar lhe testando.

— 'Tá esperando o quê? — Youngjae soltou, arfando pelos toques de Jaebum em um local perto de sua cintura e fechando os olhos automaticamente ao sentir a textura dos lábios alheios.

Fora então que Youngjae teve a pura certeza: ele nasceu pra beijar Jaebum.

E vice-versa.





Os toques mudaram de algo carinhoso para uma coisa mais fervorosa, o clima lá fora estava bastante frio porém dentro do quarto estava começando a esquentar como o inferno.

E se ali era o inferno, Im Jaebum era o próprio demônio.

Um beijo antes que podia ser chamado até de romântico agora fazia o corpo dos dois garotos pegarem fogo; Youngjae se deixava levar pelo momento e ainda aproveitava para arranhar as costas de Jaebum por cima da blusa e explorar cada canto da boca alheia.

— Youngie,  — o de cabelos vermelhos separou minimamente o beijo para respirar um pouco, dando um sorriso de canto que quase fez Youngjae ter um infarto — Você está a alguns minutos de não ser mais um mero garotinho. Tem certeza de que quer ter uma prova da vida adulta?

— Hyung, tem duas coisas que eu tenho certeza: que eu vou morrer, e disso. — o Choi mordeu os lábios já inchados e vermelhos, se aproximando do maior para reiniciar o beijo.

Jaebum se sentou na cama de casal com o acastanhado em seu colo, diminuindo cada vez mais a distância entre seus corpos; se é que isso era possível. Ele achou que seria melhor ir devagar (como se fosse possível naquela situação) e não corromper a sua criança tão cedo; se aquilo durasse (e como ele queria que durasse), talvez o ensinaria uma coisa ou outra depois. Sentiu, com a ponta dos dedos, a pele macia de Youngjae ao retirar a blusa moletom que o mesmo usava. Deu um beijo suave na clavícula do acastanhado, que jogou a cabeça para trás, deixando a região completamente disponível aos toques carinhosos do maior.

Enquanto isso, Youngjae estava tentando desabotoar a blusa alheia, as mãos tremendo de puro nervoso. A sensação só aumentara quando seu olhar decaiu sobre o corpo de deus grego de Im Jaebum. Por Deus, aquilo certamente era um pedaço de mal caminho.

Se o Choi não estava desesperado antes, agora estava triplamente pior.

Sem se dar conta de seus atos (novamente), Youngjae contornou as linhas de Jaebum com os dedos pequenos, arrancando um sorriso bobo vindo do de cabelos vermelhos; coisa que era rara. O mais novo decidiu ousar um pouco naquele momento tão adorável, rebolando levemente sobre o membro semi-desperto de Jaebum, o qual havia jurado para si mesmo que não perderia o controle.

Porém não adiantou de nada.

O Im praticamente jogara o acastanhado em cima de sua cama, o prendendo entre suas coxas enquanto via a face avermelhada de vergonha (ou talvez de calor humano) dele. Retirou a própria calça com certa pressa de tomar o menor para si, a jogando em qualquer canto do chão do quarto, voltando a dar atenção a Youngjae, fazendo uma trilha de beijos até chegar nos lábios avermelhados.

— H-Hyung, por favor... — o Choi pediu manhoso, olhando para baixo por alguns segundos e voltando a fitar os olhos negros de Jaebum, que pareceu entender o recado.

— Young, se você me chamar de hyung outra vez, acho que não vou me responsabilizar pelos meus atos.

Aquele sorriso de canto do de cabelos vermelhos estava enlouquecendo Youngjae, isso era fato.

Jaebum adentrou a cueca do Choi com calma, puxando a peça para fora e assim podendo ver o corpo dele completamente nu; uma visão do paraíso, a qual sempre sonhou ter algum dia.

Não aguentando mais a pressão do próprio membro contra a box, a retirou com calma e aproveitou para puxar a camisinha que, estrategicamente, havia colocado lá dentro.

Deitou por cima do menor com cuidado, forçando uma voz rouca para provocá-lo. — Não tem mais volta, Youngie.

— Ainda bem, então. — mordeu o ombro de Jaebum para sinalizar que ele podia seguir em frente, fechando os olhos com força quando sentiu a glande do Im lhe penetrando; ele até gostava da sensação, mesmo que seu organismo insistisse em expulsá-lo.

Jaebum estava totalmente dentro de si, esperando apenas um sinal qualquer vindo do menor para poder se movimentar, sentindo seu pau ser quase esmagado dentro dele.

— P-pode...AAAH! — Youngjae sentiu que poderia gozar só de sentir os toques delicados de Jaebum em seu membro enquanto o mesmo lhe estocava devagar.

O mais novo estava no céu.

Para aliviar a mínima dor que sentia, o Choi voltou a arranhar as costas largas de Jaebum, que se concentrava em segurar a cintura fina do acastanhado e gemer livremente para que ele se sentisse livre a fazer o mesmo; o que pareceu dar certo.

Youngjae deixou um gemido nada puro sair de sua garganta, quase ao mesmo tempo que Jaebum atingira seu ápice (talvez de ouvir o gemido, talvez de estar estocando-o daquele jeito).

Mas o Choi ainda não gozara, o que fez o de cabelos vermelhos voltar sua mão para o membro esquecido do menor, esmagando-o entre os dedos e sorrindo de novo ao ouvir seus gemidos angelicais.

E, pela primeira vez (mas não a última), Youngjae atingira seu ápice na mão de Jaebum, que limpou nos lençóis da cama e o beijou veementemente antes de cair cansado, recebendo um abraço fraco vindo do aniversariante.





Jaebum estava quase pegando no sono quando sentiu Youngjae o cutucando perto da cintura, e quando abriu os olhos teve a visão do Choi muito fulo da vida.

— Você não me desejou feliz aniversário!

— Yah! E tudo que fiz por você?

O acastanhado apoiou a cabeça no peitoral de Jaebum, revirando os olhos. — Estou esperando.

— Pode esperar deitado, que eu vou tomar meu banho.

— Omo, hyung!!

O maior tinha perdido a conta de quantas vezes havia sorrido com aqueles atos tão simples porém tão significativos do outro, que naquela hora parecia uma criança.

A sua criança.

— Feliz aniversário, Youngie. — Jaebum sussurrou, sentando-se com as costas apoiadas na cabeceira da cama e puxando Youngjae (que estava devidamente coberto com uma box do mais velho) para sentar em seu colo — Eu te amo, hm? Não esquece disso.

— Eu também te amo, hyung. — silêncio. — E o meu presente??

— Ah, Youngjae, não inventa!! Só a minha presença já é um presente pra todos na Terra.

Os dois caíram em risadas, mas logo pararam porque ouviram a porta destrancando e cinco vozes familiares gritando a procura deles. Jaebum fez uma cara de decepção enorme.

— A gente finge que tá dormindo?

— Eles vão tirar foto. Vamos fugir pela janela.

— Meu quadril dói, hyung.

O Im prendeu um riso que sairia escandaloso, terminando de vestir seu casaco e ajudando Youngjae a vestir sua roupa rapidamente.

— Eu te carrego, Youngie. Eu te projeto a partir de agora.


Notas Finais


se ficou meio bosta, desculpa aí juj ;u;

feliz aniversario atrasado, vc eh muito importante na vida de um monte de gente e da minha também ♡

I'M GAY *joga confete*

então se você gostou, jujubeixo, eu vou ficar feliz ;3;


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