História Adventure Of Life - Capítulo 5


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Categorias Andrew Lincoln, Chandler Riggs, Jeffrey Dean Morgan, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Norman Reedus, Personagens Originais
Tags Aventura, Norman Reedus, Romance
Exibições 59
Palavras 606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Despertar


Fanfic / Fanfiction Adventure Of Life - Capítulo 5 - Despertar


Eu não fazia ideia do horário, mas havia um escândalo em minha porta
            — Mel! Você está aí? Bom dia! Acorda! - batia e gritava atrás da porta 
  Reconheci a voz, dei um pulo da cama e percebi que eu estava exatamente com a mesma roupa de quando cheguei na cidade. 
 
            — Ainda está desse jeito? Vai tomar banho! - diz Leah
            — Você pode me esperar? - digo 
            — Claro, eu vim te ajudar a colocar suas coisas em ordem. 
   Aquela mulher parecia ser enviada pela minha mãe 
            — Nossa! Eu preciso ligar pra minha mãe! - grito
 Corro atrás do celular que estava na minha bolsa e desesperadamente digito o número da minha mãe, eu precisava dizer que cheguei e que estava tudo bem. 
           - Tá chamando! - digo a Leah que faz uma carinha fofa ao ver minha preocupação.
 Minha mãe atende a ligação eu tenho um momento de recaída e choro. Não era um choro infeliz, naquele momento a minha ficha caiu. Eu estava sozinha, na cidade que sempre sonhei morar, e construindo uma nova fase. Minha mãe falou sobre como Julie tinha ficado depois do meu embarque e me pediu para ligar para ela. Falei com meu pai e ele deu aquele sermão de sempre. Pais, não é mesmo? 
          Assim que desliguei o telefone, comecei a desfazer minhas malas e colocar tudo no lugar. E Leah me ajudou com tudo, aquela mulher era realmente incrível. Disse que poderia até me levar para fazer compras. Saímos do apartamento em direção do lugar onde faríamos compra. Eu definitivamente estava morrendo de fome. 
        Voltei sozinha e quando terminei de guardar tudo decido colocar umas músicas para tocar enquanto cozinho. Danço ao som de Belief do John Mayer e eu odiava ouvir música baixa, e é aí que decido que no outro dia tenho que sair para comprar algumas coisas para o apartamento.
            Não consegui dormir naquela noite, a minha cabeça fazia planos demais e eu como sempre anotava tudo em um papel. Anotava o que eu precisava comprar, o que eu precisava fazer e a primeira coisa na lista foi "ARRUMAR UM EMPREGO". Depois de muito escrever, decidi deitar e ficar assistindo séries no meu notebook. Ao ligá-lo sua foto estava lá, não me lembro de onde era aquela foto, sei que salvei de alguma entrevista que ele deu para apresentar alguma temporada de The Walking Dead. Ele como sempre estava com aquele cabelo bagunçado e um boné pra esconder, camisa preta que era comum dele, seus olhos cerrados e sua barba por fazer. Eu não tirava os olhos daquela foto. 
            Acordei ainda cansada, não me acostumei com a diferença de horários. Tomei um banho e coloquei uma calça, uma blusa e por cima dela meu moletom preto. Antes de sair coloquei um tênis e fui conhecer a cidade. Saindo do prédio vejo que na mesma calçada uns quatro prédios depois do meu havia uma cafeteria bem grande e com pessoas conversando na mesa do lado de fora. Na rua tinha uma moto muito bonita e todos comentavam algo sobre ela. Eu não vi quem estava pilotando a moto, e como já tinha tomado café decidi só passar em frente à cafeteria, e depois entraria lá para conhecer o lugar já que era tão perto de casa. 
            Decido pegar o meu celular junto do número do taxista que me disse que poderia ligar sempre que eu precisasse. Assim que ele chegou perguntei se poderia me indicar  lojas baratas de decoração e um pet shop onde poderia adotar um gatinho pra me fazer companhia. Comprei tudo o que precisava e depois fui ao pet shop pra finalmente buscar meu gatinho. 
 



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