História Adventure Of Life - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Andrew Lincoln, Chandler Riggs, Jeffrey Dean Morgan, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Norman Reedus, Personagens Originais
Tags Aventura, Norman Reedus, Romance
Exibições 43
Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Puddin


Fanfic / Fanfiction Adventure Of Life - Capítulo 6 - Puddin


Pedi ao Richard, como estava escrito em seu cartão, para me acompanhar até a loja. Assim que entramos no pet shop fui até a área dos gatinhos, e de cara avistei um filhote preto com aqueles olhinhos amarelos que me chamavam atenção de primeira. 
   
            — Se interessou por ele? — diz um vendedor 
            — Sim, muito.  
            — Ninguém se interessa por esse gatinho, estamos até doando ele. — me disse o homem
            — Ok, eu vou levar. - digo 
            — Credo! Você vai levar um gato preto? — me diz o Richard. 
            — Sim! — respondo com convicção.
       Estava certa de que ele seria uma ótima companhia para mim já que estou morando sozinha. Ao sair dali já com todos os acessórios que havia comprado pro meu gatinho peço Richard para me levar até meu apartamento. 
                      — Puddin, seu nome é Puddin! — disse apertando o gatinho 
                      — Nossa, que nome! — diz Richard e eu reviro os olhos
                      
        Subi com as minhas coisas até o apartamento, libertei o Puddin da mala de transporte e parecia que ele já se sentia em casa, era como se conhecesse aquele lugar. Fui preparar meu almoço e depois iria sair novamente, agora à procura de um emprego, precisava me resolver e colocar tudo em ordem. Ao sair novamente do prédio, percebo que a cafeteria ainda estava lotada, mesmo na hora do almoço e decido ir lá. Ao chegar na frente da cafeteria percebo que aquela moto não estava mais lá, e vejo que há uma placa de que estavam contratando, entro e vou em direção ao balcão. Passo vários minutos olhando aquela infinidade de doces e aquele cheirinho de café me lembrava minha mãe. 
        
                    — Já está passeando, né mocinha? - como não reconhecer essa voz? era Leah. 
                    — Ei, o que você está fazendo aqui? - digo surpresa
                   — Não te contei? Sou dona daqui junto com o Otto. - responde 
                    — Nossa! Sério? Vocês estão contratando? - pergunto ágil. 
                   — Sim, eu não falei nada pois achava que você não estava precisando! Se quiser, venha amanhã que te darei um treinamento. - me diz Leah. 
                    — Não acredito! - grito correndo em direção à Leah enquanto todos ali dentro olhavam pra mim. 
                    — Leah, pare com isso! Vai espantar nossos clientes - diz uma voz arrogante
   Solto Leah e percebo que Otto era quem gritava. O homem não parecia satisfeito com o grito que eu dei. 
              
                        — Desculpa senhor Otto! - digo abraçando e dando um beijo no rosto do homem que soltou um sorriso no canto da boca. 
                        — Ei Mel, amanhã às 07:00. Preciso te passar algumas informações - me diz Leah
                         — Ok, estarei aqui! 
                         — Não se atrase mocinha! - diz Otto
Não tinha nem palavras pra dizer o que eu sentia naquele momento, minha nova fase da vida estava complemente maravilhosa. Eu estava alegre, peguei meu telefone e primeiro liguei pra minha mãe, depois para Julie. Fizeram uma festa no telefone com a minha notícia, e enquanto conversava com eles no telefone decido caminhar pela cidade até que encontro o Washington Square Park, decido entrar e me sentar num banco até processar que aquilo tudo estava acontecendo comigo. Apoiei meus braços em meus joelhos e coloquei as mãos em meu rosto. Estava ali lembrando de tudo que passei até chegar em Nova York. Quando escuto uma voz... 
  
                       — Não chora mocinha! - diz o cara que passou com um moletom preto com um desenho de uma caveira e eu não pude ver o seu rosto, porque já estava distante. 
                       — Eu não estou chorando! digo gritando para que ele possa ouvir. 
                       — Eu não ligo! - responde 
       Saí dali morrendo de raiva daquele cara, quem era ele? Precisava ser tão grosso? Nunca mais vou me esquecer do desenho daquele moletom, aonde eu ver aquilo novamente tenho certeza de que vou tirar satisfação com aquele cara. 
 


Notas Finais


E aí, quem vocês acham que é?
Beijos! <3


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