História Aere Perennius - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Junghan "Jeonghan", Seungcheol "S.Coups"
Visualizações 58
Palavras 1.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
...
Eu não sei que dizer sobre esse capítulo... então boa leitura!

Capítulo 10 - Pequenos Desafios


Fanfic / Fanfiction Aere Perennius - Capítulo 10 - Pequenos Desafios

SEUNGCHEOL POV

Acordei pela manhã ouvindo uma risadinha baixa, gostosamente sonora e fofa, como a de uma criança.

Que ótima maneira de acordar...

Sorri ainda com os olhos fechados, estendendo meu braço e alcançando a cintura de Jeonghan, o puxando para mim. Ele riu novamente, e senti que cutucava minha covinha com o dedo. Abri apenas um olho, rindo soprado ao vê-lo entretido com minha bochecha. Ele me olhou sorrindo e beijou meu rosto.

- Voce fica fofo quando dorme, hyung. - falou ainda a acariciar a covinha em meu sorriso. Abri meus dois olhos, observando o anjo que estava ali, abraçado à mim e sorrindo encantadoramente. Seus cabelos estavam desarrumados, seu rosto um pouco vermelho e aquele sorriso... Aquele sorriso parecia iluminar todo o dia.

- P-por que e-está me olhando a-assim... hyung? - sua face tornou-se rubra, e ele agarrou os cobertores, cobrido todo o rosto.

- Hey... - franzi o cenho ainda sorrindo, puxando delicadamente o tecido que cobria seu rosto. Ele me encarou com um bico e logo desviou o olhar - Você é lindo, por isso.

Ele sorriu um pouco, e eu me aproximei, sentindo sua respiração mesclar-se à minha. Rocei nossos lábios de vagar, prestando atenção à cada reação sua. De imediato, ele ergueu suas mãos me mantendo próximo daquela maneira, entendi como um sinal para aprofundar o beijo, e assim o fiz.

Com calma, iniciei um beijo leve, quente e delicado, procurando sentir cada toque. Seu gosto adocicado embriagava-me. Ele entreabriu seus lábios, cedendo para que o beijo fosse aprofundado, e, ainda com calma, devorei docemente cada milimetro de seus lábios.

Estávamos com os corpos completamente colados quando afastamos lentamente nossos rostos, ainda encarando um os olhos do outro.

Ele sorriu tímido, acariciando meu rosto.

- Sabe hyung... eu gosto muito do que vejo nos seus olhos. - disse, levando suas mãos para meu cabelo bagunçado, sem desencostar nossas testas.

- E o que você vê, Hannie? - Perguntei com um meio sorriso.

- Que você ama o seu anjinho. - ele sorriu. Um grande sorriso fez-se presente em meus lábios, e logo o puxei para mais perto, se é que isso fosse possível. Afindei meu rosto em seu pescoço, inspirando seu cheiro e sentindo Jeong arrepiar-se.

- Então meus olhos não mentem... - sussurrei, selando seus lábios com ternura.

JEONGHAN POV

- Finalmente o casalzinho acordou! - Seungkwan hyung fez menção de bater palmas quando entramos na cozinha para o café da manhã. Hyung bufou, e ainda com um braço ao redor de minha cintura andou até a mesa, onde sentou-se a meu lado

- Não é como se fôssemos o único casalzinho daqui... - Seungcheol falou com um meio sorriso, olhando de Vernon, que comia calado, para Seungkwan, que percebeu tais olhares e o repreendeu com um gesto de cabeça. Cheollie hyung riu baixinho, começando à comer.

De repente ele pareceu lembrar-se de algo importante, virando-se para mim com a expressão séria.

- Esqueci de perguntar, pequeno... Tudo bem se eu aparecer para o almoço em sua casa amanhã? - Perguntou.

Arregalei os olhos, engolindo o achocolatado antes que me engasgasse com o mesmo.

- P-por que você quer a-almoçar na minha casa, hyung? - questionei franzindo a testa.

- É uma surpresa, pequeno. - ele sorriu um pouco, parecia pensativo. - E então...?

Demorei um tempo para notar que ele falava comigo.

- Ah! P-pode... E-eu acho... - disse dando de ombros, tentando soar descontraído.

- Ótimo... tenho algumas coisas para tratar com seu pai. - novamente sua expressão séria me fez estranhar, principalmente o fato de ele engolir em seco.

Estremeci internamente. O que Seung teria para falar com meu pai? Uma surpresa... E por que eu não poderia saber antes?

Mordi meu lábio, terminando meu café da manhã sem vontade alguma. Após tomarmos café, fomos todos até a sala, onde Mingyu ainda encontrava-se dormindo no sofá. Rimos baixinho de sua boca aberta, e a forma como abraçava as almofadas.

Em um impulso, Vernon e Seungcheol se jogaram em cima dele, o acordando entre gritos e risadas, até os três caírem no chão.

Seungkwan e eu só faziamos rir da cena, esperando que os mais velhos  se recompossem.

- Aish! Vocês são uns babacas mesmo... - Mingyu resmungou a caminho banheiro.

Passamos o resto da manhã atirados no sofá, esperando os pais de Seungkwan voltarem. Eu estava cochilando no colo de Seung, com o rosto na curvatura de seu pescoço, apreciando seu cheiro.

Um dia depois...

- Jeong, querido... Atenda a campainha, deve ser Seungcheol. - meu omma disse enquanto descia as escadas com meu pai, que aparentava um humor péssimo, até mesmo por sua expressão.

Assenti de vagar, ainda os fitando.

- Está tudo bem, appa? - perguntei curioso.

Meu omma soltou um riso baixo, ganhando um olhar indignado de meu appa. Franzi meu cenho, eu achava muito injusto o fato deles se comunicarem através de uma tal marca, e eu nunca saber o que realmente pensavam.

- Está sim, filhote... abra a porta. - ele sorriu e afagou minha cabeça. Fui até a porta de entrada, onde mais uma vez a campainha era tocada. Sorri para mim mesmo, abrindo a porta e vendo Seung hyung sorrir também.

- Oi hyung! - abracei sua cintura em um pulo, inspirando seu cheiro e fechando meus olhos ao sentir o afago em meu cabelo.

- Oi pequeno... - ele riu baixinho. Ergui meu rosto e vi ele abaixar-se para encarar meus olhos, que arregalaram-se com a proximidade.

- Para você... - Estendeu uma mão, onde carregava uma rosa vermelha. Abri um largo sorriso, dando um pulinho e pegando a flor com cuidado, deixando que meus olhos vagassem por cada curva de suas petalas.

- Obrigado, hyung! - sorri e beijei sua bochecha, logo pegando sua mão e o levando comigo para dentro.

Meus pais já estavam nos esperando à mesa, meu omma com um sorriso enorme, já meu appa parecia irritado, fitou Seung de uma maneira que fez com que eu me encolhesse.

- Senhores Wang... - ele cumprimentou ambos com um singelo aperto de mãos. Me assustei ao ver a expressão frustrada de Cheollie ao cumprimentar meu appa... Acho que ele apertou sua mão com muita força. Durante o aperto de mãos, um sorriso estranho se fez presente nos lábios de meu pai. Me arrepiei, mas manti-me em silêncio.

- Seja bem vindo, querido. - meu omma sorriu carinhoso.

Eu realmente não entendia o por que de tanta formalidade, afinal, Seung e eu haviamos crescido juntos, e vivíamos um na casa do outro. Então por que agora tudo estava tão tenso?

Fiz um bico, cruzando meus braços e andando até a sala, onde coloquei a rosa que tinha em mãos em um vaso com água.

Voltei à mesa, onde meus pais conversavam com Seung. Quero dizer... meu omma conversava com Seung, já que meu pai parecia mais interessado na vista da janela. Meu irmão Jimin brincava com os talheres, evitando fazer barulho, e Baekhyun apenas tentava o imitar, o que me fez sorrir para ambos.

Sentei-me ao lado de Cheollie, e meu omma pediu para nossa empregada servir o almoço.

- E então Seungcheol... - meu omma sorriu - o que pretende fazer quando se formar?

Seung sorriu, e eu podia ver que ele sentia-se melhor conversando com meu omma.

- Bom, senhor Wang... - começou, mas logo meu omma ergueu uma mão, o interrompendo.

- O que é isso, querido? Apenas Mark. - sorriu maternalmente.

- O-ok... Mark... - meu omma sorriu novamente - Eu penso em começar uma faculdade, provavelmente medicina...

Meu appa bufou, ainda fitando a janela, e meu omma revirou os olhos.

- Isso é muito bom, realmente. - Sorriu para Seung.

Logo trouxeram o almoço, ao qual comemos, e no qual apenas Seung e meu omma conversavam. Eu não falava pois não entendia o por quê de meu pai estar zangado, e ele não falava por estar assim.

- Bom... Creio que tenha vindo até aqui por algum motivo específico. - Meu appa falou pela primeira vez, arqueando uma sobrancelha em direção a Seung.

Cheollie assentiu rapidamente, com a expressão ainda denunciando surpresa.

- S-sim, s-senhor... - falou baixo, mordendo o lábio.

Um silêncio pairou sobre nós, deixando a todos muito desconfortáveis.

- Então fale logo, oras! - meu appa reclamou, encarando Seung.

Cheollie engoliu em seco, olhando para mim como se precisasse de algo, e me senti aflito por não saber o que. - E-eu... - franzi minha testa, tentando entender o restante da frase, que havia saido em um baixo murmúrio, mais parecendo outra língua.

Seung tinha a cabeça baixa, e o corpo um pouco encolhidos.

- O que você disse? Não conseguimos ouvir... - Meu omma comentou preocupado.

Seung voltou a me olhar, depois, olhando para meu appa, e por fim, baixou novamente o rosto e apertou os olhos com força.

- Eu quero pedir a mão de Jeonghan em namoro! - soltou a frase rapidamente, com os olhos fechados e o maxilar trincado, se encolhendo completamente.

Todos na mesa ficaram em silêncio, inclusive meus irmãos, que olhavam confusos para nós.

Meu queixo caiu, e fiquei o fitando com um sorriso que se formava aos poucos. Senti minha bochechas queimarem e cobri meu rosto com as mãos.

Hyung queria namorar comigo!

Mas então algo me fez estremecer dos pés à cabeça, fazendo com que eu me encolhesse também, para o lado de meu omma.

Meu appa rosnou de uma forma deveras alta, encarando Cheollie de um jeito muito assustador. Olhei assustado para meu omma.

- Jack... - ele o repreendeu com o olhar.

E foi questão de segundos para que meu appa fosse até Seung, o segurando pelo braço e começando à andar para fora da sala.

- Para onde estão indo, appa? - perguntei confuso.

- Vamos ter uma conversinha, filhote. Não demoramos. - o tom meigo de meu appa com certeza fez Seung estremecer, mas ele seguiu praticamente arrastado até o escritório, onde meu pai trancou a porta para que não fossem interrompidos.


Notas Finais


E aí, que tal encarar o Sr. Wang?
Hshshs
Me desculpem, mas eu não resisto a essa coisa de pai ciumento... CARA EU ACHO ISSO MUITO FOFO!
Sem contar que a Jacksista meio que me mandou fazer uma ceninha do ultimate dela com ciúme do filhote. :)
(Aliás, se preparem, pois no próximo capítulo vocês verão S. Coups enfrentar a ira de um pai coruja)
Mark é aquela omma amorosa, o equilíbrio na família Shshsh
E eu...? Baek e Jimin me representam muito bem, obrigada. '-'

Gente, antes de eu ir, obrigada pelos comentários e favoritos, amodoro vocês ❤


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