História Aesthetic (Taeny) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Personagens Originais, Seohyun, Sooyoung, Sunny, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Tags Drama, Girls' Generation, Hyoyeon, Jéssica Jung, Kfic, K-fic, Kim Hyoyeon, Kim Taeyeon, Kpop, Kwon Yuri, Orange, Revelaçoes, Romance, Seohyun, Sexo, Snsd, Sooyoung, Sunny, Taeny, Taeyeon, Tiffany, Tiffany Hwang, Tristeza, Yoona, Yuri
Visualizações 67
Palavras 2.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Escrevi faz muito tempo e fiz a capa com @sebin, recomendo muito, atendeu todas as necessidades da capa.

Desculpa a demora pra postar att da All Stars, mas eu to com um bloqueio difícil aqui.

Boa leitura!

Capítulo 1 - I - Prologue


Todas as sextas eu vou ao consultório minha psicóloga, Dra. Hwang, ela é bastante atenciosa e eu gosto do nome dela; Hwang. Hwang. Hwang. Desde algumas semanas antes, meus pais decidiram que seria melhor me colocar em ajuda psicológica, logo após isto descobriram que eu tenho certa ansiedade. Meus pais sempre foram bem ausentes e isso foi um sinal de que além de tudo eles se importam comigo, investindo em minha saúde. Caminhei até a praça, encontrei Yuri sentada em um dos bancos rústicos lendo seu livro, e disse um "oi" um pouco baixo demais, respirei fundo para dizer novamente, mas os olhares fortes da menina encontraram os meus, dizendo:

 

— Oi Taeyeon. — voltou-se para seu livro, nunca foi de muitas palavras, mas era minha amiga mais próxima.

 

— Você sabe que a aula está prestes a começar? — perguntei um pouco constrangida por ser intrometida, tive sempre esta ideia de que estou sempre incomodando todo mundo.

 

— Eu estou esperando a Tiffany. — -quem é Tiffany? Por que diabos Yuri está esperando por ela?

 

Bufei irritada, dirigi meu corpo até a escola e procurei enraivecida o meu armário, achei o de número 32 e o abri, suspirando agora aliviada. Coloquei a cabeça para dentro do armário tendo um breve devaneio, até que a porta do mesmo foi tocada por alguém. Saí de imediato dali de dentro, procurando para todos os lados o malfeitor que furtou o meu momento de sono antes das aulas começarem. Senti duas mãos em meus ombros me chacoalhando freneticamente.

 

— Alô!? Terra chamando! — disse a menina, logo retirei suas mãos de meus ombros, desconfiada.

 

— O que te deu pra você me chacoalhar desse jeito? — gritei. Espere, era a tal da novata, a novata mais popular da escola inteira.

 

— An... Você tava me olhando com cara de zumbi, eu não queria ter o meu cérebro comido, sorry! — disse ela, esboçando um sorriso brilhante de todos os dentes, era realmente muito bonito, e ela era realmente engraçada naquele tom. — Nunca se sabe!

 

— D-Desculpe... — me destraí sem querer com seu senso de humor, sentindo-me corar.

 

— Stephanie Hwang... Mas prefiro Tiffany. — estendeu uma das mãos para um aperto sincero, eu simplesmente travei; Hwang é o nome da minha psicóloga! Tiffany... Hwang!

 

Apertei sua mão ainda com um nó na garganta gigante, depois ela exclamou radiante:

 

— Você é Kim Taeyeon, não é? — Tiffany sabia meu nome, e estava sendo muito gentil comigo. Senti meu rosto queimar com rubor avermelhado nas bochechas, ela sabia o meu nome! Espere... Por que eu me sentia tão feliz em mais uma novata saber o meu nome?

 

— S-sim... Acho que eu vou me atrasar para a aula, q-qual é a sua próxima aula? — eu travei de novo, ah! Merda. Qual é o meu problema? Fazer amizade com a filha da minha psicóloga? Agora eu certamente tenho mais um.

 

— Biologia, eu acho. — respondeu ela, ainda com aquele belo sorriso combinando com seu uniforme, extremamente bem cuidado e bonito.

 

— A minha também! — não sei o porquê de falar tão animada assim, apenas dei de ombros e disse: — A aula já vai começar... Podemos ir tipo... Agora?

 

— Claro, Tae. — Tiffany continuava a irradiar simpatia e agora me colocou um nome carinhoso? — Você é amiga de Kwon Yuri? — ela foi me tocar e eu logo desviei, apagando o sorriso que tinha em seus lábios.

 

Eu assenti timidamente, Hwang continuou a me guiar pelos ombros até a sala, eu tentei escapar daquilo mas... Seu toque era tão macio, tão aveludado e eu não consegui negar aquilo. A morena continuou a falar várias coisas, eu estava em uma espécie de transe. Embora não estivesse escutando atentamente o que Tiffany dizia, sabia que aqueles dedinhos acariciando meus ombros me encantaram. No final da aula, ela anotou seu telefone em meu braço, com uma bela caligrafia deixou seu nome embaixo: Tiffany Hwang.

 

Eu cheguei em casa devastada, minha mãe nem hesitou em perguntar o que ocorrera na escola, de fato nada de ruim estava me afligindo, apenas mais um dia que eu sobrevivi suando a camisa. Em um instante percebi que a tinta da caneta Crown 0.5 média de Tiffany ainda marcava minha pele, aquilo me animou estranhamente, apanhei meu celular e comecei a trocar mensagens com ela, que de imediato respondeu.

 

"Hey Tiffany, como vai?" Perguntei tentando ser simpática como ela, nunca fui de puxar conversas muito menos continuar uma.

 

"Eu vou indo! :P" Confesso que eu ri abafado com a sua mensagem, respirei fundo, digitando com os dedos tremelicando.

 

"Gostou da escola?" Desviei-me de seus encantos, mudando de assunto.

 

"Claro." Revirei os olhos. "Você vai na festa?" Meu coração deu um salto, eu mal sabia que teria uma festa e muito menos que Tiffany fora convidada, logo me senti mais tranquila, eu não iria aguentar muito tempo em festas como as típicas do terceirão.

 

"Que festa?? Quem tá dando??" Indignada, bufei, posicionando meu celular em minha barriga, enquanto arrumava os lençóis vermelhos. Uma vibração afugentou a minha atenção novamente.

 

"Uma tal de Sunny, ela disse que o ensino médio tem que socializar com os veteranos." "Bobagem"

 

"Talvez eu vá, Tiff" A mensagem fora enviada na hora errada, meus dedos tremiam tanto que aquele erro foi cometido, causando um turbilhão de mensagens da outra.

 

"Tiff? :P" "Gosto assim, Kim Taeyun" "Tiff! Hahaha"

 

"Vou dormir, boa noite." Quebrei o clima, mandando a mensagem uns cinco minutos depois.

 

"Boa noite Taeyun" sorri, mas logo me condenei por ter dado aquele ato instantâneo. 

 

"Durma bem."

 

No mesmo instante que pensei ser capaz de responder, bloqueei a tela do meu celular e suspirei, guardando-o na cômoda. Reparei que fiquei bons minutos conversando com Tiffany, de fato foram meia hora, eram quase dez da noite e amanhã teria o horário em tempo integral. Me senti culpada, era realmente chato ter que acordar cedo para de tarde também estudar, mas agora, parecia ser menos amargo ir para lá, encontraria Tiffany Hwang novamente...

 

Acordei disposta, algo que nunca acontecia. Tomei meu café da manhã junto com a minha mãe, que parece que andou brigando com o meu pai. Ultimamente eles não tem se acertado nas decisões de casa, principalmente sobre meus estudos. Sempre fui uma aluna boa, mas esta conversa mexia com o ar da casa transformando-a em um verdadeiro campo de guerra. Observei suas olheiras e a vermelhidão que ali tinha, com a cabeça abaixada, comia uma maçã em cubinhos e não trocou sequer um olhar comigo. Resolvi prestar meu apoio para ela; afinal, eu era o motivo deste escarcéu.

 

— Mãe... — Ela me olhou, triste. — Se quiser conversar, eu sou toda ouvidos.

 

Minha mãe não me deu muita atenção, voltou a comer sua fruta e deu a entender que eu sou só mais uma garotinha que vai à sua psicóloga; a ausência dos meus pais em minha vida me entristecia de um jeito inimaginável, ainda mais quando recebia esses silêncios constrangedores vindos deles. 

 

Hoje era uma terça feira, todas as terças a mãe de Yuri vinha me buscar para me levar pra escola, para que eu não me desgaste andando para lá ao envés. De repente a minha mãe deixou a mesa; me deixou naquele cômodo. Não havia comido nem a metade dos cubinhos de maçã que ali tinham. 

 

Levantei-me da cadeira e escovei os meus dentes, apanhei minha mochila azul bebê e fui até a frente da minha casa. O carro preto de Yuri estava me esperando, ao envés de sua mãe estar dirigindo, ela mesma dirigia o veículo, com mais uma amiga que eu possuía, Seo Joo-hyun, ou Seohyun, como gostava de ser chamada. Sorri e embarquei.

 

— Saudações, Kim Taeyeon. — disse Seohyun, brincando e sorrindo para mim, afastando sua mochila avermelhada.

 

— Ei, Seo. — eu falei, sorrindo de volta, disfarçando a falsidade e a angústia que eu tinha dentro de mim.

 

Num instante, Yuri olhou diretamente para mim, eu, devolvendo o olhar direto, sorri, não conseguindo manter aquela falsidade nitidamente, baixei o rosto. Kwon suspirou especulando, manteve os olhos na direção do veículo, firmemente conduzindo o carro. Disse com voz firme, para mim, novamente:

 

— Taeyeon?
     

— Sim? 
     

— Depois eu vou falar com você.

 

— Ok...

 

Yuri mal perguntou se eu iria concordar com sua conversa, apenas afirmou. Esta era Kwon Yuri. Chegamos na escola e as duas desceram, Seohyun me deixou para trás, misturando-se no mar de rostos. A outra veio em minha direção, segurou meu braço com brutalidade e atirou-me entre as árvores. Eu me desequilibrei, segurando em um dos troncos ásperos, arfando por ter sido arrastada até ali.

 

— Você precisa se acalmar... — pude perceber Kwon bufando. Com os braços cruzados veio até mim, eu me preparei para mais uma das surras. 

 

A marca que ela havia deixado em meu braço ardia, porém Yuri só me abraçou gentilmente. Eu, sem entender sua gentileza exagerada, me afastei, ainda segurando o antebraço com uma grande vermelhidão.

 

— Eu estou calma. Perfeitamente calma. — entendi o que realmente acontecia ali; ela estava 'naqueles dias'. Virava o tal de uma garota bruta. — Mas você não está. O que houve?

 

Eu suspirei, escorregando até sentar na grama baixa. Tampei meu olho com as mãos. Nada ia bem, meus pais haviam brigado de novo, aquilo me abalava muito e eu sentia vontade de morrer; de jeito nenhum que minha mãe aceitaria a minha ajuda. Yuri sentou ao meu lado, acolhendo-me com seus braços, largando sua bolsa por qualquer lugar do mato. Ela acariciava meus cabelos e eu chorava descontroladamente. O silêncio agora valia mais do que mil palavras.
    

* * *
     

Depois do incidente na floresta atrás da escola, não falei mais com Yuri, nem com Seohyun. Mas alguém muito diferente veio falar comigo.
     

— Hey Taeyeon! — gritou Lim, popularmente chamada de Yoona, do outro lado do corredor, agitando os braços e correndo até mim.
     

Num instante todos olhavam diretamente para mim, mas eu não conseguia olhar de jeito algum para eles. Nunca consegui olhar alguém por muito tempo nos olhos. Uma dor no estômago me atingiu e a minha cabeça começou a girar, coloquei-a no armário como sempre fazia, mas não adiantava. Todos continuavam a falar de mim, sempre eu. Eu. Eu. Eu.
      

— Kim Taeyeon? — perguntou ela, me cutucando várias vezes nas costas.

 

— Pode falar... — saí do meu armário, encarando o chão. Era mais fácil fazer isso do que olhar para ela.

 

— Bem... A super festa da Sunny foi adiada, sabia? Todos estão super sabendo! — exclamou a garota, confiante.

 

Yoona não era nada mais, nada menos do que uma colega das meninas populares da escola. Melhor amiga de Kim Hyoyeon, braço direito de Sunny. Parecia mais que sua missão no mundo era fazer fofocas e intrigas, como esta, ninguém estava 'super sabendo'. Eu á cinco minutos atrás estava na aula de álgebra, todos estavam em suas classes estudando ou nos ginásios.

 

— Do mesmo jeito, Kim Taeyeon, você foi super convidada! E vai ser amanhã à noite! — sorriu, a 'garota-super'. — Vejo você lá! 

 

Lim saiu saltitando pelo corredor e gritando por outros indivíduos. Mal dei dois passos e encontrei Tiffany Hwang, a novata que chegou a um dia atrás, beijar um dos garotos mais influentes da escola. Era realmente nojento, as línguas deles de encostavam e estavam expostas para todos verem. O garoto; Jun-Seo, encostava na bunda dela sem qualquer disfarce. De qualquer jeito, os dois levariam advertências por fazer atos deste nível no corredor, que é proibido, quem namora não ousa em fazer isso. Parece que Hwang vai ter que se explicar.
     

No momento eu me senti com um aperto, um aperto no estômago, nada de ânsia de vomito. Era mais uma das crises de ansiedade que eu costumava ter. Parei de olhar para o casal e de imediato Tiffany veio falar comigo. Andei disfarçadamente para o banheiro feminino mas era tarde demais, a garota já veio falar comigo.
     

— Annyeong, Taeyeon. — disse animada. Porém, eu estava de costas. Ainda bem; senão ela veria o quão mal eu estava.
    

— Annyeong... — destampei minha boca e virei para falar com ela. Segurei a barra da minha saia com força, fazia isso quando nervosa. — Então... Você já está com o Jun?
    

— Sim... — Tiffany falou desconfiada. Cruzou os braços e me encarou contrariada. — Por que pergunta, jovem Kim Taeyeon?
    

Por mais que seu tom pareça de brincadeira, ela estava realmente irritada e eu numa saia justa. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa em minha defesa, ela me interrompeu:
     

— Por acaso você é lésbica, Taeyeon? — perguntou ela, esfriando a expressão e o tom de voz foi suavizando.
     

Aquilo caiu como uma pedrada no meu teto de vidro. Eu não sabia o que responder, então depois de um breve tempo de hesitação, suspirei irritada e disse:
     

— Não! — esbravejei, não era a minha intenção. — Não...! Não sou... Você é? Porque eu não sou! 
    

— Ah, ok, Taeyeon. Não precisava disso tudo. — sorriu, como sempre fazia.
    

Depois da aula, nós andamos até nossas casas juntas, e eu mais uma vez encontrei a minha mãe chorando no sofá da sala. Tentei de todas as maneiras ajuda-la mas ela não queria a minha ajuda, apenas me deixou falando sozinha e na última vez, gritou comigo para parar de perguntar. Desta vez eu que chorei, corri até o meu quarto largando meus sapatos no chão, me jogando em cima do colchão. Com o rosto afundado no travesseiro. A segunda vez que chorava hoje e nenhum consolo para mim. Eu sou um caso perdido.


Notas Finais


tá clichê mas o prox eh tope


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...