História Af first sight - Capítulo 12


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Categorias Candice Swanepoel, Cristiano Ronaldo
Personagens Candice Swanepoel, Cristiano Ronaldo, Personagens Originais
Tags Cr7, Esporte, Família, Futebol!, Sexo
Visualizações 43
Palavras 1.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei!!!😁💋

Capítulo 12 - Fica comigo


Fanfic / Fanfiction Af first sight - Capítulo 12 - Fica comigo

Pov. Candice Swanepeol

Acordo revigorada após ter uma noite de sono maravilhosa, faltou pouco para ter o Cristiano comendo em minhas mãos. Eu estava perto de ser levada para o seu quarto e ter uma noite incrível naqueles braços fortes e musculosos que tanto almejo estar. A academia e os treinos no Manchester está deixando o meu irmãozinho gostoso, me levanto da cama e vou direito ao meu banheiro fazer as minhas higiene matinal, em seguida visto um short jeans curto e uma blusa vermelha que deixa um decote sensual, revelando um pouco dos meus seios, coloco um brilho labial e faço uma maquiagem simples. Envio uma mensagem direta para o Miguel vim para a minha casa antes do treino do meu irmão, afinal o Cris tem que acreditar no meu namoro. Fecho a porta do meu quarto e  vou em direção a cozinha, Sófia está servindo uma vitamina estranha que ele toma antes do treino, dou um sorriso meigo e digo:

_ Bom dia, maninho! _ só de provocação dou um beijo rápido no seu rosto, inclinando o meu corpo em sua direção, os seus olhos fitam o meu decote.

_ Bom dia! _ ele responde sério, sua cara está péssima. Com certeza não conseguiu dormir durante a noite. _ Tu acordou cedo hoje.

_ Sim, meu namorado vai vim para cá. _ falo animada e provo a panqueca que a empregada vem.

_ Você não vai ficar aqui sozinha nesse apartamento com esse sem vergonha. _ diz furioso deixando a sua vitamina de lado.

_ Qual o problema? Eu tenho direito de namorar quem eu quiser.  _ digo calma.

_ Não na minha casa. _ responde exaltado. _ Enquanto você estiver morando aqui, tu não vai trazer o Miguel para dormir no seu quarto.

_ Chato! Então, não reclame se você receber um aviso para comparecer na minha faculdade por causa que fui flagrada transando com o MEU NAMORADO  em alguma sala. _ falo sarcástica e ele me fita incrédulo. 

_ Você só pode ser maluca da cabeça. _ diz furioso. _ Você veio para a Inglaterra em busca da sua faculdade de direito e não para virar uma vagabunda.

_ Você vive transando com a Dulce nesse apartamento sem se importar se estou em casa ou não. _ digo irritada. _ Qual o problema de trazer o Miguel para cá?

_ Quer saber : eu vou para o treino, faça bom aproveito com o seu namorado. _ diz exacerbado e saí da cozinha.

Minutos depois, o Miguel aparece na sala com a mão acariciando o seu pescoço.

_ Que força o seu irmãozinho gostoso tem, hein?_ ele diz  assustado.

_ O que houve? Por que você está com o pescoço vermelho. _ pergunto preocupada.

Miguel endireita o seu topete e diz:

_ Ele tentou me matar enforcado e disse friamente que se eu comesse a sua bucetinha novamente iria cortar o meu pau. _ diz suspirando _  Daí eu fiquei imaginando aquelas mãos me tocando, quase perdi a compostura.

_ Meu Deus! O Cris está ficando muito agressivo. _ digo chocada.

_ Ele está com ciúmes da gente, gata. _ diz calmo. _ O nosso plano está funcionando.

_ Sim! Ontem ele me beijou por livre e espontânea vontade. _ respondo eufórica.

_ Maravilha! Me conta tudo. _ Miguel dá três pulinhos antes de se jogar no sofá.

_ Foi uma conversa provocante que logo se transformou em um beijo quente e quando estávamos soltando fogos de artifícios a minha mãe liga e atrapalha tudo. _ falo frustado. _ O Cris voltou até uma crise de consciência e me deixou sexualmente frustada.

_ Você é azarenta. _ ele gargalha.

_ Sim, mas eu vou dá um jeito de mudar essa situação. _ digo contente. _ O Cris ganhou de um amigo um convite para uma casa de suingue e ele está pensando ir lá.

_ E você está pensando em ir? _ diz incrédulo.

_ Sim, andei pesquisando e vou nesse clube do sexo. _ digo decidida.

_ Ele vai te reconhecer. _ Miguel adverte sério.

_ Não se eu estiver usando uma máscara ocultando o meu rosto. _ falo pensativa. _ Vou contratar o seu peguete para dizer as informações necessárias que o Cristiano precisará saber sobre mim.

_ Meu Nicolas tem uma voz tão grossa, que o seu irmão não vai desconfiar que ele é gay. _ diz rindo. _ Seu nome de guerra será Angel.

_ Ok! Contando que o Cristiano não me reconheça está perfeito. _ dou de ombros.

_ Dessa vez espero que você não  abra essa boca. _ ele fala sério.

_ Ok! Vai dá tudo certo. _ falo sorrindo de canto. _ Vou usar o nome Angel.

Pov. Cristiano Ronaldo

Eu não conseguir dormir por me sentir culpado, me sentir confuso e obcecado na minha irmã. Juro que tentei reprimir o meu desejo, mas durante a madrugada invadir o seu quarto, abrir a porta devagarinho e quase tive um colapso nervoso ao vê-la dormindo calmamente com aquelas coxas grossas descobertas, a luz acessa do seu abajur iluminava boa parte do quarto, seus lábios carnudos entreabertos era um convite insano para as minhas loucuras, eu queria transar com ela, acariciar a sua pele quente e macia.

_ Cristiano.... _ Candice sussura de maneira tão sexy o meu nome que quase respondi ao seu chamado.

Ela está sonhando comigo,  dou um sorriso de lado e me sento na cama. Não me contento em somente vê-la e acaricio o seu rosto, mas uma vez ela sussurra baixinho:

_ Cris, me faça sua mulher.

Como eu queria fazê-la minha na cama, mas apenas respondo:

_ Não posso, eu não consigo viver carregando essa culpa nas costas. Você é minha irmã.

Antes de sair do seu quarto, beijo levemente os seus lábios, acho que um selinho não faz mau. Disco o número do Ricardo rapidamente e quando ele atende, vou logo dizendo:

  Ligação on

_ Confirma a minha presença nesse clube, estou precisando urgentemente esquecer certo problemas na minha vida.

_ Seu nome já está na lista, aqui tem várias mulheres que te farão esquecer os seus problemas. _ diz calmo.

_ Ótimo! Reserve uma bem gostosa para me passar a noite toda transando. _ digo  malicioso.

_ Pode deixar, vou escolher a mais safada do clube. _ diz audacioso.

_ Isso, a mais fogosa também. _ digo rindo. _ Se a Dulce souber das minhas escapadinhas me mata.

_ Confie no meu esquema, vai dá tudo certo. _ Ricardo fala cúmplice. _ Use uma máscara, assim ninguém te reconhecerá, só a garota que você vai levar para a cama.

_ Boa ideia, vou tentar dormir um pouco, te vejo amanhã no clube do sexo. _ digo animado e desligo o celular.

       Ligação off

Me deito na cama e apago a luz, quando estou quase adormecendo ouço um grito forte vindo do quarto da minha irmã.

_ NÃO.... SOCORRO. _ o grito agoniante da Candice me vez pular da cama no mesmo instante, tropeço na minha chuteira no escuro antes de sair do meu quarto e entrar no dela.

Acendo a luz rapidamente e me assusto ao ver a Candice com os olhos lacrimejando e a mão dela rasgando a sua camisola fina. Ela não está acordada, está inconsciente se debatendo na cama com uma feição de sofrimento no rosto.

_ Candice! Acorde! _ digo angustiado, sentando na sua cama e agarrando-a pelo braço. _ Vamos, desperta desse sono.

Dou um tapinha no seu rosto, e quando ela acorda me encara desesperada com os olhos marejados de lágrimas. Ela me abraça tão forte como se eu fosse a sua tábua de salvação, acaricio as suas costas e espero pacientemente o seu choro diminuir.

_ Vai ficar tudo bem, foi só um sonho ruim. _ digo baixinho dando um beijo na sua testa.

_ Mas, parecia tão real. _ diz séria.

_ Pensei que você já não tivesse mais esses pesadelos que tu tem desde pequena. _ digo confuso.

_ As vezes eles voltam e eu não consigo controlar o meu medo. _ diz frustada.

_ Você tem algum trauma de infância? _ indago preocupado. _ A sua camisola está toda rasgada. Você teve algum tipo de lembrança ruim?

Ela fica cabisbaixa, engole o próprio choro e diz:

_ Não me pergunte nada, Cris! Eu só quero apagar da minha mente esse pesadelo.

_ E o que eu preciso fazer para te fazer esquecer esse momento? _ interpelo cauteloso, limpando as lágrimas que insistiam em sair.

_ Me beije. _ pede angustiada. _ Só o teu carinho me faz esquecer de tudo.

_ Candice! _ falo atormentado. _ Não podemos fazer isso, me pede qualquer coisa menos te tocar.

_ Por favor! Só um beijo, depois voltaremos a ser irmãos. _ diz triste.

_ Ok! Um beijo, mas sem ser de língua. _ suspiro fundo e ela acena com a cabeça.

Nossos rostos se aproximam, encosto os meus lábios nos seus e a beijo com ternura, nossos movimentos é sútil e lento, não tinha malícia, era um beijo carinho. Assim pensei que era, mas quando a Candice timidamente pediu passagem com a língua e agarrou os meus cabelos com força, uma explosão de desejos despertou em meu corpo. Chupo a sua língua e a deito na cama ficando sobre o seu corpo, encaixei a sua perna no meu quadril e alisei a sua coxa sentindo a sua pele macia e cheirosa. Eu não conseguia parar de beijar os seus lábios carnudos, meu sangue bombeava em direção ao meu membro deixo-o duro e latejante. Foi uma péssima escolha está sem camisa porque ela se aproveita da situação e me tocá atrevida. Paro o beijo sentindo a falta do ar e beijo o seu pescoço sentindo o seu perfume adocicado mas não tão doce e nem enjoado.

_ Te quero tanto, Cris! _ ela diz num murmúrio ofegante.

Tento me afastar do seu corpo mas não consigo, eu quero muito tê-la nos meus braços.

_ Candice, eu quero.... Mas, não consigo ir adiante. _ digo sério fitando os seus olhos azuis.

_ Tente. _ súplica com um olhar doce.

_ Estou louco para te comer, mas a minha mente não deixa. _ digo confuso e com muito esforço consigo me levantar da cama. _ Se vista! Essa camisola está mostrando mais do que devia. _ digo sério fitando aqueles seios redondos e fartos.

_ Não vá embora _ pede chateada ao me ver próxima da porta.

_ Não posso ficar aqui com essa vontade absurda de te fazer minha.  _ digo irritado. _ Preciso ficar sozinho.

_ Eu não vou conseguir dormir. _ diz aflita.

Me viro para ela suspirando pesadamente, sei muito bem que depois dos pesadelos a minha irmã só adormece quando fico ao seu lado. Apago a luz e me deito na cama, me encubro com o seu edredom e tento ao máximo não encostar no seu corpo. No entanto, ela coloca a sua coxa em cima do meu quadril tocando levemente no meu membro ainda ereto. Tive que engolir o meu gemido e manter um controle de ferro, Candice abraça a minha cintura e adormece minutos depois, enquanto eu fico atento com mil e um pensamentos insanos de como poderia foder a minha irmã gostosa nessa cama de solteira minúscula.


Notas Finais


Até o próximo💋


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