História Afável Tentação - Yoonseok - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Daddy_S2

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 46
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - " Babá ?"


Jung Hoseok:

Escutei gritos dos meus pais vindo da sala, respirei fundo tentando não pirar.

Eu queria dormi, necessitava disso, ainda mais depois da festa que fui ontem escondido deles.

A ressaca me consumia. Poderia dizer que estava estampado na minha cara que bebi a noite toda, e aliás, estava mesmo. Eu tinha olheiras profundas, chupões pelo meu pescoço, feitas pôr nem eu sei quem e por mais que eu tenho chupado não sei quantas pastilhas ou escovado inúmeras vezes os dentes eu ainda tinha hálito de álcool.

— Me deixem dormir! — Gritei em resposta, a sorte é que meu quarto vivia trancado, se não eles já estariam aqui dentro gritando por meu nome me obrigando a levantar da minha adorada cama.

— Hoseok, agora! Temos uma viagem de última hora, sua Nonna está muito doente, você infelizmente terá que ficar aqui em casa - Meu Appa gritou de fora do quarto eu respirei fundo, saltando em um pulo da cama ao escutar: "Sua Nonna está muito doente".

Por ela Hoseok...Por ela...

Sou muito apegado a minha avó materna.

Corri para o banheiro, lavei meu rosto na tentativa de tirar aquela cara de zumbi que acabará de ser atropelado e destranquei a porta indo encontro ao meus pais que por sorte já haviam diminuído a gritaria. 

— O que houve com ela? — Perguntei preocupado assim que cheguei na sala.

orando à todos os deuses - que eu conseguia lembrar e conhecia - para eles não perceberem minha cara de bêbado jogado.

— Não sei meu filho!, Mas é caso de vida ou morte. Os médicos que ligaram, não nos explicaram direito.. apenas nos mandaram ir logo.  — Meu pai falou sem me olhar nos olhos, ele procurava algo em sua pasta e eu agradeço mentalmente por isso, pois caso contrário ele iria ver meu estado.

— Então, por que eu não posso ir? — Pergunto em protesto, cruzando os braços.

— Porque... — Minha mãe aparece com as malas na sala e me olha...

FODEU! Conta os minutos pois minha morte está próxima.

— Hoseok, Não me diga que você saiu de casa de novo e foi beber?!  — Ela perguntou brava e em forma de ameça. 

Engoli à seco descruzando os braços e dando um passo para trás, meu pai me fuzilou com os olhos largando sua pasta encima da mesa de centro e cruzou os braços em negação.

— É por isso que você não vai! E, ainda vai ficar com uma pessoa tomando conta de você. — Vejo o mais velho pegar o celular e ir discando algum número enquanto caminho para o seu escritório.

— Não acredito que vocês vão me deixar com uma babá! Eu já tenho 14 anos! Posso me virar só — Falo olhando para os dois incrédulo.

— Pode se cuidar só?! Saindo todas as noites para beber?! —  Meu Appa fala irônico e volta a andar até seu escritório com o celular nos ouvidos.

— Omma! — Protesto a olhando com um misto de seriedade carregado com uma expressão pidona no rosto.

— Jung Hoseok, Quando eu voltar dessa viagem, eu quero minha casa intacta!  — Minha omma fala e vêm ao meu encontro dando-me fortes tapas no antebraço.

— Ai. Omma eu já entendi — tento me esquivar e me sento no sofá com raiva cruzando os braços após acariciar a área que ardia.

Aonde ja se viu?! Uma pessoa com minha idade não precisa de babá!

Min Yoongi:

Um toque ...

Dois toques...

Três toques...

É definitivo, desisto de tentar dormir.

Pego o celular com fúria e olho o nome na tela; Ora, quem diria que as oito da manhã eu receberia uma ligação do Kaisoo? Esse fato quase amenizava meu humor negro

QUASE.

Revirei os olhos e atendi dizendo um simples 'Hum'.

A regra é simples e clara: se não quer atender alguém em plenas oitos horas da manhã, entretando tem que o fazer, apenas diga um: 'hum' e tudo se resolve.

— Yoongi? — A voz do Kaisoo soou do outro lado me fazendo revirar os olhos.

Qual a lógica de ligar para mim e perguntar se de fato sou eu?!

— É ele. — Respiro fundo o respondendo com frieza, oras, ele tinha me acordado, não merecia ser tratado bem!, ainda mais quando é em meu dia de folga.

— Desculpe, eu precisei te acordar.... na verdade eu preciso de um favor seu... Ããh.... você poderia quebrar meu galho? — ele pergunta nervoso e percebo ao fundo da ligação sons de papéis sendo retirado, provavelmente o mesmo estava mechendo neles.

— Não vou te ajudar com mulher nenhuma! —  Falo sério e pronto para desligar.

— Não idiota! Não é isso... você é meu sócio lindo não é?! Então eu pensei, que você poderia tirar uns dias para ficar fora da empresa. Como folgas... — Me sento na cama coçando meus olhos com as costas das minhas mãos tentando afastar o sono que sempre toma conta de mim.

— 'Cê tá me demitindo, viado? — pergunto sério.

— Não, porra! Não é isso... preciso que você fique com o Hoseok aqui em casa alguns dias, a minha sogra está doente e eu preciso viajar com a SunHee... não posso deixar ele só. — Kaisoo fala atropelado as palavras e eu respiro fundo processando o que ele tinha falado.

— Leva ele então. — Sugeri indiferente e voltei a me deitar fitando o teto branco do meu quarto.

— Não posso.... O caso dela não é muito bom e o Hoseok é muito apegado a ela... por favor Yoongi, é só ficar com ele aqui em casa e o empatar de sair pra beber com os amigos desnaturados. — me levantando desistindo de dormir e caminho ao closet.

Eu sabia que se eu não o ajudasse, ele iria me enxer pelo resto de minha vida lixosa.

— Tá. Quando é a viajem? — Pergunto tirando as roupas que eu usaria hoje.

— Daqui a uma hora..  — Ele fala baixo e eu grito exasperado.

— EU VOU TER QUE FICAR COM ELE A PARTIR DE HOJE?

— Sim... por favor! — O mesmo implorou e eu assenti como se ele estivesse vendo.

— Tudo bem. Daqui a pouco chego aí — Falei derrotado e segui para me arrumar.

Era só o que me faltava, no auge dos meus 28 anos ser babá de um pirralho de provavelmente 14 ou 15 anos, por não sei quantos dias.

Algo me diz que isso não vai acabar bem...



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