História Afire Live - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Daryl Dixon
Tags Daryl, Twd
Exibições 163
Palavras 1.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Volteeeey com um cão beem grande!
Bjs e aproveitem
LEIAM AS NOTAS FINAIS QUE VAI TET UM RECADINHO VERY IMPORTANTE
Awn, outra coisa: Daryl está louco.

Capítulo 9 - IX - Delule


Fanfic / Fanfiction Afire Live - Capítulo 9 - IX - Delule

A menina usava um short azul marinho quase preto que lembrava um dos olhos dela, usava também um top, que, diferente do short era um azul clarinho com detalhes em vermelho, que deixava exposto os pontos do tiro que levara a quase uma semana atrás. Parte dos cabelos laranjas presos em um coque bonitinho que Beth fizera. Lábios mais vermelhos que o normal. Estava linda. 

 Fazia trancinhas na crina branca do cavalo de pelo negro, em uma tentativa banal de tentar se distrair. 

 Cansada, quase meio morta, devastada, péssima. Em meio de tantas outras palavras que descreviam a menina, essas em especial estavam grifadas de marca texto fluorescente. 

– Hey Carol! — A menina correu desengonçada até a mulher de cabelos grisalhos. 

– Oi querida — A mulher riu em quanto pendurava as roupas no varal. 

– Senti sua falta — A menina a abraçou de lado — Posso te ajudar? 

– Lembra que Hershel pediu pra você não fazer esforços? 

– Aaaaw mãezinha, isso não é nada. 

 Carol travou após ouvir o apelido. E a menina só se deu conta da besteira que havia falado instantes depois. 

– Me desculpe — A menina cobriu a boca com a mão, sem perceber borrando o batom vermelho dos seus lábios. — Não era a intenção, mas você  é uma figura materna tão presente, na qual eu nunca tive ... — O que era verdade, sua tia (ou mãe de criação da menina) por mais maravilhosa que fosse nunca conseguiu passar uma imagem parecida. Era surpreendente, mas ela tinha medo.

– Pode me chamar assim. Se quiser claro. 

 E nesse momento os olhos da menina brilharam, e a boca curvou-se em um sorriso perfeito. Seu tio costumava dizer: "Rose leva as estrelas nos olhos e a lua crescente no sorriso". 

– Shane está te olhando com uma cara estranha. — Carol a avisou. 

– Ele é estranho. 

– Mas não é só ele que disputa sua atenção. 

– Aé — Ela riu com o comentário — Quem mais disputaria minha atenção, além de Carl, claro. 

– Daryl. 

– Iludida — Ela cantarolou. 

– Acredite por si só. — Carol a guiou com as orbes cuidadosamente, até a figura do homem que realmente a encarava, e depois guiou até Shane que tinha um olhar pervertido. 

 O primeiro impulso da menina não foi falar com o Daryl, pois sabia que ele daria umas boas patadas nela. A melhor solução foi lançar um sorrisinho meio bobo a ele, que revidou revirando os olhos. "Depois nos falamos" ela pensou. 

 Em relação ao Shane, ela olhou diretamente as orbes deles, dando um sorriso irônico a ele, que retribuiu. E, quando ele deu um passo para se aproximar, deu-lhe o dedo do meio. Fazendo o cara rir e se ausentar. 

 A menina sentiu toques delicados na parte exposta da pele. Virou-se rapidamente. 

– Porque mostrou o dedo mau para o Shane? — Carl perguntou. 

 No começo a menina ficou sem respostas, afinal, o que iria responder para uma criança. 

– Awn por nada meu amor, foi só uma brincadeira — Foi a melhor coisa que a menina bolou para respondê-lo. 

– Posso brincar também? 

– Não! 

– Awn, ok... Esta bonita, atraindo olhares de todos aqui no acampamento. — Parte do que o menino falou não deixava de ser verdade. Atraia olhares de todos. 

– Obrigado — A menina beijou cada lado de sua bochecha deixando manchinhas. 

– E Hershel está te procurando. 

– Obrigado novamente Carl — A menina beijou a testa do garoto — Eu estou indo mãe — A menina também beijou a "mãe"

  A menina entrou na casa sendo bem recebida por Tia Patsy.  

– Bom dia querida — Patsy a cumprimentou. 

– Bom dia tia. Onde está o tio Hershel? 

– Lá em cima. 

– Obrigada — A menina gritou já da escada. 

– Oi tio, soube que queria me ver. 

– Sim, vamos tirar esses pontos menina Rose?

– Vamos,'mas antes, cadê Beth? 

– No quarto ao lado. 

– Já volto. 

 A menina andou até o quarto ao lado, batendo na porta e abrindo a mesma, interrompendo Beth em uma troca de roupa. 

 A loira cobriu o corpo com os braços. 

– Para sua tapada! Tudo que você tem eu tenho. — A menina brigou com a amiga. — Aliás, belos seios. — Ela brincou. 

– Não sabia que era você, me desculpe — A menina voltou a colocar a roupa. 

– Eu vou tirar os pontos agora e depois eu achei legal nós sairmos de casa, dar uma volta... Faz tempo que não agimos como "pessoas normais". 

– É uma boa!

{...}

– Beth, Rose! Entrem! — Hershel gritou. 

– Você vem? 

– Entro antes de 60 minutos. 

– Estou contando viu! — A loirinha brincou e entrou na sua casa. 

 E a menina, tinha que se resolver com Glenn. Na verdade, a iniciativa não devia ser tomada pela parte feminina, mas alguém deveria tomar uma atitude. 

 O homem tocava um violão, ou melhor tentava, já que estava desafinado. 

– Oi — A menina o interrompeu. 

– Oi — Respondeu educado. 

– Está meio desafinada essa belezinha aí, não? — Flango estendeu o instrumento para a menina e também ofereceu lugar a ela. 

– Não tomei iniciativa para te pedir perdão antes porquê achei melhor te dar um tempo — Ele estava certo. 

– Tudo bem, está perdoado. 

– Jura? 

– Engana-se quem pensa que o maior remédio para curar as feridas da alma é o tempo, ele se chama perdão. — A menina desviou os olhos do violão por um instante, e logo entregou para o dono. — Me conte as novidades. 

– Conto, mas antes toque Cherry wine para mim. 

– Ok — Ela começou os primeiros acodes —Her eyes and words are so icy
Oh, but she burns
Like rum on the fire
Hot and fast and angry
As she can be
I walk my days on a wire

(Seus olhos e palavras são tão frios
Ah, mas ela queima
Como rum sobre o fogo
Quente e rápida e raivosa
Como ela pode ser
Eu ando meus dias em um fio)

It looks ugly, but it's clean
Oh, momma, don't fuss over me
The way she tells me I'm hers and she is mine
Open hand or closed fist would be fine
The blood is rare and sweet as cherry wine

(Parece feio, mas é puro
Oh, mãe, não tema por mim
O jeito que ela me diz que eu sou dela e ela é minha
Mão aberta ou punho fechado seriam bons
O sangue é raro e doce como o vinho cereja)

Calls of guilty thrown at me
All while she stains
The sheets of some other
Thrown at me so powerfully
Just like she throws with the arm of her brother
But I want it, it's a crime
That she's not around most of the time

(Chamadas de culpa caem em mim
Tudo isso enquanto ela mancha
As cobertas de outro
Jogado em mim tão poderosamente
Assim como ela joga com o braço de seu irmão
Mas eu a quero, é um crime
Que ela não está por perto na maioria das vezes)

The way she tells me I'm hers and she is mine
Open hand or closed fist would be fine
The blood is rare and sweet as cherry wine

(O jeito que ela me diz que eu sou dela e ela é minha
Mão aberta ou punho fechado seriam bons
O sangue é raro e doce como o vinho cereja)

Her fight and fury is fiery
Oh, but she loves
Like sleep to the freezing
Sweet and right and merciful
I'm all but washed
In the tide of her breathing

(Sua luta e fúria é impetuosa
Ah, mas ela ama
Como dorme ao indiferente
Doce e certo e misericordioso
Eu sou tudo, mas limpo
Na maré de sua respiração)

And it's worth it, it's divine
And I have this some of the time
The way she shows me I'm hers and she is mine
Open hand or closed fist would be fine
The blood is rare and sweet as cherry wine

(E vale a pena, e é divino
E eu posso ter isso algumas vezes
O jeito que ela me diz que eu sou dela e ela é minha
Mão aberta ou punho fechado seriam bons
O sangue é raro e doce como o vinho cereja)

– Transei com a Maggie no dia em que você acordou do coma, também descobri que o celeiro dos Greene estão cheios de caminhantes 

– Uau. Que bomba! Você transa com uma das minhas melhores amigas, descobre que o celeiro está cheio de caminhantes e está me falando isso na maior tranquilidade do mundo? 

– Lori também está grávida, e não deve ser do Rick. 

– Você só pode estar de brincadeira!

– Acredite, eu não estou! 

– Meu Deus! — A menina falou surpresa. 

– Interrompo algo? — Maggie disse atrás da menina. 

– Não mana, já estava de saída. Boa noite. 

 E saiu sem dar satisfações, indo ao encontro de Daryl. 

– Olá vagabundinho 

– Não me chame assim. 

– "Olá para você também Rose, como você está?" — A menina fingiu sua voz. Subindo em cima de uma cerca, observando cada movimento do homem à sua frente. 

– De onde conhece os Greene. — O homem perguntou. 

– Está vendo aquela casinha ali no fundo? — Ela apontou para uma casa distante — É propriedade do meu tio, ou pelo menos era. 

– Não morava na Itália? 

– Até os meus quatorze anos, eu só vinha para essa casa nas férias, quando completei quinze, disse aos meus tios que queria vir para os Estados Unidos para morar, terminar os meus estudos, arranjar um emprego, conquistar meu próprio espaço, fazer uma faculdade legal, me casar, ter filhos... Foram sonhos interrompidos. — A menina olhou para o céu, observando as poucas estrelas. 

– Eu nunca saí da Geórgia. — Daryl disse. 

– Jura? Nossa! 

 Um silêncio se instalou pelo local, dando para ouvir somente os grilos. Literalmente. Mas ela resolveu quebrar o gelo. 

– Quando esse inferno chegar ao fim, a humanidade se reconstruir, prometo te levar aos pontos mais legais do mundo.
O London eye, a torre Eiffel, os melhores lugares da Itália... Tudo por minha conta. 

– Acha que esse inferno vai chegar ao fim? 

– ROSE! 30 MINUTOS! — Beth gritou da janela de seu quarto. 

– Tenho que ir, me acompanha. 

– Não 

– Não foi um pedido, foi uma ordem. 

 O homem cedeu, e a menina pegou no seu braço. Sim, eles estavam de braços dados e o homem tinha cedido. 

– Está muito bonita hoje. 

– Muito obrigada! — "esse cara está maluco?" ela pensou. 

 Eles chegaram na porta e a menina bateu.  

– Sua companhia não foi nada mal hoje, estou surpreendida! 

 A porta se abriu. 

– Boa Noite, Daryl. 

 A menina entrou na casa e o homem deu um passo à frente. 

– Ela entra, você não — Hershel o barrou. 

Daryl está louco. 

NOTAS FINAIS 


Notas Finais


GENTEEEE EU VOU DEIXAR NOS COMENTÁRIOS O LINK DA FIC DA MINHA MELHOR AMIGA (TBM DE TWD)
BJS AMO VCS ♥️


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