História Afraid To Love You - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Vampire Diaries
Tags Ian Somerhalder, Incesto, Lian, Nina Dobrev, Romance
Visualizações 19
Palavras 931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- OIEE PESSOAS! Aqui está mais um capítulo pra vocês! Espero que gostem! Beijos da Quel :*

Capítulo 26 - What you doing here?


— O que você está fazendo aqui? – Perguntei um tanto desconsertada e imediatamente Ally nos olhou com os olhos arregalados.

— O mesmo que vocês, assistindo o filme, ué.

— Ian!

Ele aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou: — Eu quero você. Agora! Vamos lá pro fundo. – Apenas assenti e ele saiu.

— Ally, preciso ir ao banheiro. – Ela estava tão concentrada no filme que nem ouviu e eu apenas saí. Ao chegar na última fila de cadeiras onde só estava Ian sentado, sentei-me ao seu lado e ele começou a me beijar, mas imediatamente eu parei o beijo.

— Ian, Ian. Tem certeza que ninguém vai ver a gente aqui?

— Ver? A gente? Tá todo mundo concentrado no filme.

Então ele voltou a me beijar e começou a apertar meus seios com uma vontade, que confesso que comecei a ficar excitada. Ele foi descendo a mão por minha barriga, pernas, apertando minhas coxas, indo para a barra de meu short, como o short já incomodava, desabotoei o mesmo, dando lugar para a mão de Ian que já se encontrava dentro de minha calcinha, em contato com minha vagina, com os dedos indicador e médio em meu clitóris, começou a fazer movimentos circulares enquanto eu me preocupava em não soltar um gemido daqueles ali. Nesse momento estou me sentindo a pessoa mais pervertida do mundo. Eu apertava o braço da cadeira porque eu sabia o que estava vindo. Aqueles espasmos, aquele formigamento no meu baixo ventre, a sensação mais gostosa que já provei. Sim, eu tive um orgasmo ali, naquela sala de cinema. Me desmanchei em seus dedos à medida que ele aumentava os movimentos. Em seguida ele levou a mão à boca e provou do meu gozo. Levou minha mão ao seu membro que se encontrava extremamente duro. Coloquei minha mão por dentro de sua cueca e comecei a masturba-lo um pouco rápido e fui diminuindo velocidade à medida que ele mexia os quadris contra minha mão. E então ele gozou e eu fiz o mesmo que ele havia feito. Levei minha mão à boca e engoli o que havia nela.

— Ah, Lavínia. – Ele sussurrou contra o meu ouvido, me fazendo arrepiar por completo. Mas nesse momento me veio a Estela na mente.

— Como você conseguiu sair?

— Saindo. Procurei você em toda a casa. Aí fui até a garagem e vi que o carro da Loirinha não tava lá. Foi quando te mandei a mensagem e você me disse onde estava. Peguei meu carro e vim pra cá.

— E ela? Digo, a Estela?

— Ficou com o tio. Acho que eles nem perceberam que eu saí.

— Ian, você sabe que isso não é certo. – Falei olhando-o nos olhos através da escuridão da sala.

— Vamos ter essa conversa aqui? Nessa sala de cinema?

— Nós acabamos de ter um orgasmo aqui. Por que não podemos ter a conversa?

— Tudo bem. – Ele apenas falou e assentiu.

— Isso não é certo. Você é meu primo, você é casado. Não que eu não queira ficar com você. É uma das coisas que mais quero. Mas ainda assim é errado.

— Eu também quero ficar com você, Lavínia. E foda-se se é errado. Nós dois queremos. – Ele me dá um casto beijo em meus lábios. E nesse momento vemos passando os créditos finais do filme. — Vamos? – Ele levanta me estendendo a mão e eu a seguro e me levanto. Vamos em direção à saída para esperarmos Ally.

— Eu ia perguntar por que você saiu de perto de mim, mas já sei o porquê. – Falou Ally fazendo cara de nojo. — Amiga linda, você bem que podia me pagar um sorvete pra compensar o fato que de você me deixou lá sozinha, né?

Ri com a forma que ela falou. — Tudo bem, Ally. Vamos, Ian?

— Eu... é, não posso, tenho que voltar.

— Tudo bem. – Fechei a cara. — Volta lá.

— Até mais, Baby. – Falou beijando minha testa e saindo logo em seguida. Eu e Ally saímos atrás e ela percebeu minha expressão de que estava incomodada com algo.

— Pode falar o que houve.

— O que?

— Pra você tá com essa cara de bunda, só tendo acontecido algo. Fala.

— Pra você que não sabe, essa cara de bunda é a única que tenho. E sim, aconteceu algo terrível.

— O que? Fala logo!

— Eu me apaixonei pelo idiota do meu primo, que caso você não saiba, é casado.

— Okay, Okay. Você se apaixonou pelo seu primo, isso eu já sei. Até porque tá estampado na tua testa em letra neon. Mas por que ele é um idiota?

Fomos chegando à sorveteria e nos sentamos numa mesa. — Ai, Ally, quantas vezes vou ter que explicar? Meu primo é CA-SA-DO. Eu sou apaixonada por ele, mas sinto que no fundo, bem lá no fundo, eu sou só mais uma na lista dele.

— Sabe Lavínia, talvez você tenha razão.

— Tenho? – Falei meio que sem entender.

— Sim. Mas o que importa é o agora, o que vocês estão vivendo agora. Deixa de pensar no que vai acontecer depois, só se joga de cabeça. Faz ele enlouquecer.

— Sério Ally? Sério que vou fazer isso sem pensar no que pode acontecer se meu pai ou a mulher dele descobrir? Sem pensar no que vai acontecer se ele me deixar?

— É. Aproveite, amiga. Pense no que você sente por ele, e em seguida pense no que vocês estão fazendo. Você tá sendo feliz. Você é louca por ele. Só não deixe que ele saiba disso.

— Acho que ele já sabe. Mas tudo bem.

Ao terminar de falar, vi a expressão de Ally mudar de calma pra uma expressão de nojo, era sua prima, Marion.



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