História After - Adaptação Lutteo - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Simón
Tags Lutteo
Visualizações 172
Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas, como estão?
Bom, como prometido aqui vai mais um capítulo!
Boa Leitura!!
Obs: leiam as notas finais é importante!

Capítulo 5 - Capítulo 5:



Fico contente quando Matteo finalmente vai embora, porque eu e Âmbar podemos conversar melhor sobre a festa. Preciso de mais detalhes para acalmar meus nervos, e a presença dele não ajuda em nada nesse sentido.

“Onde é essa festa? Dá pra ir a pé?”, pergunto, tentando parecer tranquila enquanto arrumo minhas botas na prateleira.

“É em uma das maiores fraternidades daqui.” Ela abre bem a boca enquanto passa ainda mais rímel nos cílios. “Fica fora do campus, então não dá para ir a pé, mas Nico vem buscar a gente.

” Fico mais tranquila por não ser Matteo, apesar de saber que ele vai estar lá. A ideia de andar no carro dele me parece intragável. Por que é tão grosso? No mínimo, deveria demonstrar algum respeito por mim por não julgá-lo pela maneira como destruiu seu corpo com todos aqueles buracos e tatuagens. Certo, talvez eu o esteja julgando um pouquinho, mas não na cara dele. Pelo menos sei relevar nossas diferenças. Na minha casa, tatuagens e piercings não são normais. Sempre precisei andar muito bem penteada, com as sobrancelhas arrumadas e roupas limpas e bem passadas. É assim que as coisas são.

“Você me ouviu?”, pergunta Âmbar, interrompendo meus pensamentos.

“Desculpe… O que disse?” Eu nem tinha percebido que estava distraída pensando no grosseirão.

“Eu disse pra gente se arrumar… você pode me ajudar a escolher minha roupa.” Os vestidos que ela mostra são tão absurdos que olho ao redor em busca de uma câmera escondida ou de alguém que vá dizer que é uma pegadinha. Faço caretas e mais caretas, e ela dá risada, achando graça da minha reação.

O vestido — não, o pedacinho de pano — que ela escolhe é preto arrastão, deixando o sutiã vermelho totalmente exposto. A única coisa que impede que seu corpo todo fique à mostra é um forro de tecido preto por baixo que esconde algumas partes. O vestido mal cobre suas coxas, e ela ainda fica puxando para cima a fim de mostrar mais as pernas, ou então para baixo, aumentando o decote. Os saltos dos sapatos têm no mínimo uns dez centímetros. Seus cabelos loiros estão presos em um coque meio solto, deixando algumas mechas caírem sobre os ombros, e nos olhos ela aplica um pouco mais de delineador azul e preto, deixando-os ainda mais produzidos do que antes.

“Doeu para fazer essas tatuagens?”, pergunto enquanto pego meu vestido cor de vinho favorito.

“A primeira até doeu, mas não tanto quanto você imagina. É mais ou menos como uma abelha picando um monte de vezes seguidas”, Âmbar conta, dando de ombros.

“Não parece nada bom”, respondo, e ela dá risada. Nesse momento me dou conta de que para Âmbar a esquisitona sou eu. Mas o fato de sermos tão diferentes é estranhamente reconfortante.

Ela fica boquiaberta ao ver meu vestido. “Sério que é isso que você vai usar?”

Passo as mãos pelo tecido. É meu vestido mais bonito, meu favorito, um dos poucos que tenho, aliás. “O que tem de errado?”, pergunto, tentando não mostrar que fiquei ofendida. O tecido é macio, mas bem resistente, do tipo que se usa para fazer terninhos. O decote é fechado até o pescoço, e as mangas são três quartos, indo até um pouco abaixo dos cotovelos.

“Nada, é que ele é tão… longo!”

“Mal passa dos joelhos.” Não sei se ela é capaz de perceber que estou chateada, mas por alguma razão prefiro continuar tentando esconder isso.

“É bonito, só acho um pouco formal demais pra uma festa. E se você usar um dos meus?”, ela oferece com toda a sinceridade. Não consigo nem me imaginar dentro de um daqueles vestidinhos minúsculos.

“Obrigada, Âmbar, mas estou bem assim”, respondo, ligando na tomada meu babyliss.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Beijos e até logo!!
OBS: estive reparando e notei que esses capítulo são um pouco curtos, então andei pensando em postar 3 ou 4 no dia, claro se eu tiver tempo. Mas tudo vai depender do tempo que eu tiver para postar. Enfim vou tentar ver se posto mais um ainda hoje para compensar esses capítulo que foi curto digamos assim!


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