História After - Camren - Capítulo 13


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags After, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Lauren Jauregui
Exibições 299
Palavras 627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - 12


  Quando acordo, demoro um instante para me lembrar dos acontecimentos da noite anterior que me levaram até um quarto desconhecido. Dinah ainda está dormindo, de boca aberta, roncando de uma forma nada bonita. Decido esperar até descobrir uma forma de voltar para o campus antes de acordá-la. Ponho os sapatos, pego minha bolsa e saio. Será melhor bater na porta de Camila ou ir atrás de Nate? Será que Nate também faz parte da fraternidade? Eu jamais poderia imaginar que Camila fizesse parte de um grupo social organizado, então tudo é possível.

  Passando por cima de uma porção de corpos adormecidos no corredor, consigo descer.

  “Nate?”, eu chamo, à espera de uma resposta. Há pelo menos vinte pessoas dormindo só na sala. O chão está coberto de lixo e copos vermelhos, e é difícil passar bem no meio da bagunça, mas isso me faz pensar que o corredor lá de cima está limpo em comparação a isso, mesmo com tanta gente espalhada pelo chão. Quando chego à cozinha, tenho que me segurar para não começar a faxina. Adoraria ver Camila limpando todo aquele lixo, e esse pensamento me faz soltar uma risadinha.

  “Qual é a graça?”

  Eu me viro e dou de cara com ela entrando na cozinha com um saco de lixo na mão. Camila passa o braço pelo balcão, derrubando os copos dentro do saco.

  “Nenhuma”, minto. “Nate mora aqui também?”

  Ela me ignora e continua limpando.

  “Sim ou não?”, pergunto de novo, com um tom mais impaciente dessa vez. “Quanto antes me disser, mas rápido vou embora daqui.”

  “Certo, agora você me convenceu. Mas não, ela não mora aqui. Por acaso ele parece um cara de fraternidade?” Camila abre um sorrisinho irônico.

  “Não, mas nem você”, eu rebato, e Camila cerra os dentes.

  Ela passa por mim e abre um armário perto da minha cintura, de onde tira um rolo de papel-toalha.

 “Tem algum ônibus que passa aqui perto?”, pergunto, apesar de não esperar uma resposta.

  “A um quarteirão daqui.”

  Eu a sigo pela cozinha. “Você pode me dizer onde fica o ponto?”

“Claro. A um quarteirão daqui”, ela responde, abrindo um meio sorriso de provocação.

  Reviro os olhos e saio da cozinha. O lapso de civilidade de Camila ontem foi claramente uma exceção, e hoje ela vai se voltar contra mim com toda a sua força. Depois da noite que tive, não quero nem pensar em ficar perto dela.

  Subo para acordar Dinah, que desperta com uma facilidade surpreendente e sorri para mim. Fico feliz que já esteja bem o suficiente para sair daquela maldita república.

 “Camila disse que tem um ponto de ônibus a um quarteirão daqui”, conto enquanto descemos a escada.

  “Nem ferrando que vamos de ônibus. Um desses idiotas vai levar a gente de volta. Ela devia estar só provocando você”, diz Dinah, pondo a mão no meu ombro. Quando entramos na cozinha, Camila está tirando latas vazias de cerveja de dentro do forno. “Camila, está pronta pra levar a gente embora? Minha cabeça está latejando”, ela diz, com toda a autoridade.

  “Sim, claro, só um minutinho”, ela responde, como se estivesse à espera desse pedido desde o início.

  No caminho de volta para o campus, Dinah canta junto o heavy metal que Camila põe para tocar enquanto dirige com as janelas escancaradas, apesar do meu pedido educado para que ela as fechasse. Sem abrir a boca, Camila batuca distraidamente com os dedos compridos no volante. Não que eu esteja prestando atenção nela.

  “Volto mais tarde, Dinah”, Camila diz quando ela desce do carro. Dinah responde com um aceno de cabeça e se despede com um gesto enquanto saio pela porta de trás.

   “Tchau, Michelle”, ela diz com um sorrisinho presunçoso. Reviro os olhos e entro com Dinah no alojamento.



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