História After - Camren - Capítulo 6


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags After, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Lauren Jauregui
Exibições 332
Palavras 620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - 5


  Fico contente quando Camila finalmente vai embora, porque eu e Dinah podemos conversar melhor sobre a festa. Preciso de mais detalhes para acalmar meus nervos, e a presença dela não ajuda em nada nesse sentido.

   “Onde é essa festa? Dá pra ir a pé?”, pergunto, tentando parecer tranquila enquanto arrumo minhas botas na prateleira.

   “É em uma das maiores fraternidades daqui.” Ela abre bem a boca enquanto passa ainda mais rímel nos cílios. “Fica fora do campus, então não dá para ir a pé, mas Nate vem buscar a gente.”

   Fico mais tranquila por não ser Camila, apesar de saber que ela vai estar lá. A ideia de andar no carro dela me parece intragável. Por que é tão grossa? No mínimo, deveria demonstrar algum respeito por mim por não julgá-la pela maneira como destruiu seu corpo com todos aqueles buracos e tatuagens. Certo, talvez eu a esteja julgando um pouquinho, mas não na cara dela. Pelo menos sei relevar nossas diferenças. Na minha casa, tatuagens e piercings não são normais. Sempre precisei andar muito bem penteada, com as sobrancelhas arrumadas e roupas limpas e bem passadas. É assim que as coisas são.

  “Você me ouviu?”, pergunta Dinah, interrompendo meus pensamentos.

  “Desculpe… O que disse?” Eu nem tinha percebido que estava distraída pensando na grosseirona.

  “Eu disse pra gente se arrumar… você pode me ajudar a escolher minha roupa.” Os vestidos que ela mostra são tão absurdos que olho ao redor em busca de uma câmera escondida ou de alguém que vá dizer que é uma pegadinha. Faço caretas e mais caretas, e ela dá risada, achando graça da minha reação.

  O vestido — não, o pedacinho de pano — que ela escolhe é preto arrastão, deixando o sutiã vermelho totalmente exposto. A única coisa que impede que seu corpo todo fique à mostra é um forro de tecido preto por baixo que esconde algumas partes. O vestido mal cobre suas coxas, e ela ainda fica puxando para cima a fim de mostrar mais as pernas, ou então para baixo, aumentando o decote. Os saltos dos sapatos têm no mínimo uns dez centímetros. Seus cabelos loiros estão presos em um coque meio solto, deixando algumas mechas caírem sobre os ombros, e nos olhos ela aplica um pouco mais de delineador azul e preto, deixando-os ainda mais produzidos do que antes.

  “Doeu para fazer essas tatuagens?”, pergunto enquanto pego meu vestido cor de vinho favorito.

  “A primeira até doeu, mas não tanto quanto você imagina. É mais ou menos como uma abelha picando um monte de vezes seguidas”, Dinah conta, dando de ombros.

  “Não parece nada bom”, respondo, e ela dá risada. Nesse momento me dou conta de que para Dinah a esquisitona sou eu. Mas o fato de sermos tão diferentes é estranhamente reconfortante.

  Ela fica boquiaberta ao ver meu vestido. “Sério que é isso que você vai usar?”

  Passo as mãos pelo tecido. É meu vestido mais bonito, meu favorito, um dos poucos que tenho, aliás. “O que tem de errado?”, pergunto, tentando não mostrar que fiquei ofendida. O tecido é macio, mas bem resistente, do tipo que se usa para fazer terninhos. O decote é fechado até o pescoço, e as mangas são três quartos, indo até um pouco abaixo dos cotovelos.

  “Nada, é que ele é tão… longo!”

  “Mal passa dos joelhos.” Não sei se ela é capaz de perceber que estou chateada, mas por alguma razão prefiro continuar tentando esconder isso.

  “É bonito, só acho um pouco formal demais pra uma festa. E se você usar um dos meus?”, ela oferece com toda a sinceridade. Não consigo nem me imaginar dentro de um daqueles vestidinhos minúsculos.

   “Obrigada, Dinah, mas estou bem assim”, respondo, ligando na tomada meu babyliss.



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