História After - Camren - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags After, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Lauren Jauregui
Exibições 310
Palavras 495
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - 8


A menina se vira e olha para mim. Tento mover os pés, mas estão paralisados. “Quer alguma coisa?”, ela rosna.

  Camila se senta na cama ainda debaixo dela. Seu rosto não tem nenhuma expressão — ela não parece estar nem um pouco incomodada. Provavelmente faz esse tipo de coisa o tempo todo. Deve estar acostumada a ser flagrada, em festas, quase no ato sexual com meninas que nem conhece.

  “Ah… não. Desculpe, eu… Estou procurando um banheiro, derrubaram bebida em mim”, me apresso em explicar. Que situação… A menina dá um beijo no pescoço de Camila, e eu olho para o outro lado. Os dois formam um belo par. São tatuados e mal-educados.

  “Então vai logo encontrar um banheiro.” Ela revira os olhos, e eu concordo com a cabeça e saio do quarto. Quando fecho a porta, encosto nela e respiro fundo. A faculdade não está sendo nem um pouco divertida. Não consigo entender como uma festa assim pode ser considerada diversão. Em vez de tentar achar um banheiro, decido ir até a cozinha e me limpar na pia. A última coisa que quero é abrir outra porta e encontrar estudantes cheios de hormônios montados uns sobre os outros. De novo.

   Não é muito difícil encontrar a cozinha, mas está lotada, já que a maior parte da bebida fica em baldes de gelo sobre o balcão, e há pilhas de caixas de pizza. Para pegar papel-toalha e molhar na torneira, preciso desviar de uma menina morena que vomita dentro da pia. Quando esfrego no meu vestido, fragmentos do papel branco vagabundo se soltam, deixando a sujeira ainda mais visível. Irritada, solto um grunhido e encosto no balcão.

  “Está se divertindo?”, Nate pergunta, chegando mais perto. Fico aliviada ao ver um rosto familiar por ali. Ele abre um sorriso simpático e dá um gole em sua bebida.

  “Não exatamente… quanto tempo costumam durar essas festas?”  

  “A noite toda… e metade do dia seguinte.” Ele dá risada, e eu fico de queixo caído. Quando será que Dinah pretende ir embora? Espero que logo.

  “Ei.” Começo a entrar em pânico. “Quem vai levar a gente de volta pro campus?”, pergunto, notando seus olhos vermelhos.

  “Sei lá… você pode ir com meu carro se quiser”, ele responde.

  “É muita gentileza sua, mas não posso dirigir seu carro. Se eu bater ou for parada pela polícia com menores de idade bêbados no carro, posso acabar

me dando mal.” Não consigo nem imaginar a reação da minha mãe quando souber que vai ter que me buscar na cadeia.

  “Não, não, é aqui pertinho… você devia ir com meu carro. Nem bebeu. Caso contrário, vai ter que ficar por aqui, ou eu vejo se arrumo alguém para…”

  “Não, tudo bem. Eu dou um jeito”, consigo dizer antes que aumentem a música e tudo se perca ao som do baixo e dos versos, entoados praticamente aos berros.

  Minha decisão de vir a essa festa está se revelando mais errada a cada minuto que passa.



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