História After - (MITW) - Capítulo 68


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft, Thiago Elias "Calango", Zelune
Personagens Alan Ferreira, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Matheus Neves, Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Thiago Elias "Calango", Zelune
Tags After, Mike, Mikethelink, Mikhael, Mitw, Pac, Pactw, Tarik
Visualizações 262
Palavras 1.646
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 68 - 68


Por fim, paramos de nos beijar e eu me sento aos pés da cama. Mikhael me segue e se senta perto da cabeceira.

"Certo, agora pode me dizer com quem brigou. Foi com Jv?", pergunto, com medo da resposta.

"Não. Foi com uns caras aí." Fico aliviado por não ter sido Jv, mas então penso no que ele disse.

"Espere. Uns? Quantos?"

"Três… ou quatro. Não sei ao certo." Ele ri.

"Não tem graça… E por que vocês brigaram?"

"Não sei…" Ele dá de ombros. 

"Eu estava bravo por você ter saído com Jv e me pareceu uma boa ideia na hora."

"Bom, não foi uma boa ideia. Você ficou todo arrebentado." Faço uma cara
feia e ele inclina a cabeça para o lado. 

"O que foi?"

"Nada… vem aqui", Mikhael diz e abre os braços para mim. Eu me movimento pela cama e me recosto nele, entre suas pernas.

"Desculpa pelo jeito como tratei… bem, como trato você", ele diz baixinho em meu ouvido. Sinto um arrepio pelo corpo devido à respiração em meu ouvido e ao pedido de desculpa. 

"Tudo bem. Bom, não está tudo bem. Mas você tem mais uma chance." Espero que ele não faça com que eu me arrependa. Acho que não consigo mais lidar com o Mike frio.

"Obrigado. Sei que não mereço, mas sou egoísta o bastante para aceitar"ele diz, com os lábios encostados em meus cabelos. Mikhael me abraça, e ficar com ele desse jeito é estranho e nostálgico ao mesmo tempo. Permaneço em silêncio e ele vira meus ombros levemente para que eu o olhe. 

"O que foi?", Mikhael pergunta.

"Nada. Só estou com medo de você mudar de ideia de novo" , digo. 

"Quero mergulhar de cabeça nisso, mas posso me machucar."

"Nunca vou mudar de ideia. Tenho lutado contra o que sinto por você. Sei que não pode confiar no que digo, mas quero reconquistar sua confiança. Não vou machucar você de novo" , ele promete e encosta a cabeça na minha.

"Por favor, não me machuca", imploro. Não me importa se estou sendo ridículo.

"Eu te amo, Pac", ele diz, e meu coração quase pula do peito. As palavras parecem perfeitas vindas de seus lábios, e eu faria qualquer coisa para poder ouvi-las de novo.

"Também te amo, Mike." É a primeira vez que dizemos isso direito, e eu luto com o pânico que ameaça tomar conta de mim, de que ele volte atrás. Mas, mesmo que isso aconteça, sempre terei a lembrança de como foi ouvir as palavras, como fizeram com que eu me sentisse.

"Diz de novo", Mikhael sussurra, e me vira para olhar para ele. Vejo mais vulnerabilidade em seus olhos do que pensei que veria. Fico de joelhos e seguro o rosto dele com as mãos, passando os polegares pela barba rala em seu rosto perfeito. Percebo, em seu rosto, que ele precisa que eu diga, muitas e muitas vezes. Direi quantas forem necessárias, até ele acreditar que é digno de amor.

"Eu te amo", repito e o beijo. Ele murmura ao passar a língua delicadamente na minha. Beijar Mikhael é sempre novo e diferente, e ele parece uma droga da qual não me canso. Segura minha nuca, unindo nossos peitos. Minha mente pede que eu vá devagar, que o beije lentamente e aproveite cada segundo dessa calma entre nós. Mas meu corpo pede para eu segurar os cabelos dele com força e tirar sua camiseta. Mikhael desce os lábios pela minha mandíbula e eles param em meu pescoço. É o que basta para eu perder o controle. Assim somos nós: raiva, intensidade e agora amor. Um gemido involuntário escapa de meus lábios e ele geme contra meu pescoço, segura minha cintura e nos vira, ficando sobre mim.

"Eu… senti muito… sua falta", ele diz enquanto beija meu pescoço. Não consigo manter os olhos abertos. É tão bom. Ele abre minha jaqueta e olha para meu corpo com olhos famintos. Sem pedir permissão, ele tira minha blusa e respira fundo quando arqueio as costas com o toque.

"Senti saudade do seu corpo… de como você se encaixa perfeitamente na
minha mão", Mike geme ao segurar minha bunda. Volto a gemer e ele pressiona a parte inferior do corpo contra o meu, e consigo sentir sua ereção em minha barriga. Nossa respiração está rápida e descontrolada, e nunca desejei tanto. Parece que o fato de admitirmos nossos sentimentos não diminuiu a intensidade entre nós. Que bom. Ele desce a mão pela minha barriga nua e abre o botão do meu jeans. Ao descer os dedos para dentro da cueca, Mikhael diz, ainda me beijando: 

"Estava com saudade de sentir você todo molhado para mim". As palavras dele mexem comigo, e eu levanto o quadril de novo, implorando por contato.

"O que você quer, Pac?" Ele respira forte contra meu pescoço.

"Você", respondo antes que minha mente consiga processar a resposta. Mas sei que é verdade: quero Mikhael do modo mais selvagem e profundo que há. Seus dedos me penetram com facilidade e jogo a cabeça para trás enquanto ele entra e sai.

"Adoro observar você, ver como te dou prazer", ele diz, e eu solto um gemido em resposta. Puxo a camiseta dele pelas costas. Mikhael está com roupas demais, mas não consigo formar uma frase coerente pedindo que as tire. Como passamos de "Odeio você" para "Eu te amo" e agora isso? Não me importo, só quero saber do que ele me faz sentir, como sempre me faz sentir. Seu corpo desliza pelo meu e ele tira a mão de dentro da minha cueca. Protesto contra a falta de contato e ele sorri. Quando desce minha calça e minha cueca, faço um gesto para seu corpo todo vestido. 

"Tire a roupa", eu digo, e ele ri.

"Sim, senhor." Mike ri de novo e tira a camiseta, revelando a pele tatuada. Quero passar a língua pelo contorno de cada tatuagem. Adoro ver que o símbolo do infinito acima de seu punho não combina com as chamas desenhadas embaixo.

"Por que você fez essa tatuagem?", pergunto, passando o dedo indicador sobre o desenho.

"O quê?" Ele está distraído, com os olhos e as mãos voltados para meu corpo.

"Esta tatuagem. Ela é tão diferente das outras. Mais suave e meio… feminina?" Ele passa os dedos pelos meu tronco e se inclina para a frente, pressionando o pênis contra minha perna. 

"Feminina, é?" Ele sorri e passa os lábios pelos meus, então se afasta e ergue uma sobrancelha. Não me interesso mais por sua tatuagem ou pelo motivo que o levou a fazê-la. Só quero tocá-lo, sentir sua boca na minha. Antes que arruinemos o momento com mais palavras, seguro seus cabelos e puxo seu rosto para perto do meu. Eu o beijo levemente na boca e passo para o pescoço. Em minha experiência muito detalhista, embora limitada, em dar prazer a ele, aprendi que o ponto em seu pescoço logo acima da clavícula o deixa maluco. Dou beijos quentes e úmidos ali, sentindo seu corpo estremecer e ficar tenso enquanto levanto o quadril para ele mais uma vez. É delicioso sentir o corpo nu de Mike sobre o meu. Nossa pele já começa a brilhar um pouco com a transpiração. Se um pequeno movimento for feito, estaremos em outro nível. Um nível para o qual eu não estivera preparado antes. Sentir os músculos tensos dele enquanto se esfrega lentamente no meu corpo, gemendo, é demais para mim.

"Mike…", digo enquanto ele continua se esfregando em mim.

"Sim, lindo?" Ele para de se mexer. Encosto os pés em suas pernas e o forço a se mexer de novo. Mike fecha os olhos. 

"Porra", ele continua gemendo.

"Eu quero", digo.

"Quer o quê?" Sua respiração está quente e pesada contra minha pele suada.

"Eu quero… você sabe", digo, percebendo de repente que tenho vergonha de dizer, apesar da situação.

"Ah", ele diz, então para de se mexer de novo e olha em meus olhos. Parece estar travando uma batalha interna consigo mesmo. 

"Eu… não sei se é uma boa ideia…" O quê? 

"Por quê?" Eu o empurro. Lá vamos nós de novo.

"Não… não, lindo. Estou falando de hoje." Mikhael me abraça e me coloca de lado, deitando-se ao meu lado. Não consigo olhar para ele, estou me sentindo humilhado.

"Escuta o que vou dizer" , ele diz, erguendo minha cabeça com a mão em meu queixo. 

"Eu quero. Porra, como eu quero. Mais do que qualquer coisa, pode acreditar. Quero sentir você desde que te vi, mas eu… acho que depois de tudo hoje… quero que você esteja pronto. Quer dizer, pronto de verdade, porque, quando fizermos isso, não tem como voltar. Já era." Minha humilhação diminui e olho para ele. Sei que está certo. Sei que preciso pensar melhor, mas tenho dificuldade em acreditar que minha resposta será diferente amanhã. Devo pensar nisso quando não estiver sob a influência do corpo nu dele se esfregando no meu. Mike é pior do que álcool correndo pelas minhas veias.

"Não fica chateado comigo, por favor, só pensa um pouco sobre isso. Se tiver certeza de que é o que quer fazer, vou te comer com gosto. Sem parar, onde e quando você quiser. Eu quero…"

"Está bem, está bem!" Levo a mão à boca dele para que se cale. Mike ri e dá de ombros, como se dissesse "Só estou falando". Quando tiro a mão de sua boca, ele morde a palma de brincadeira e me puxa para si. 

"Acho melhor vestir uma roupa para você não ficar com tanta vontade" , ele brinca, e eu fico corado. Não consigo decidir qual aspecto disso tudo é mais surpreendente: o fato de eu ter acabado de sugerir sexo, ou o fato de ele ter me respeitado o suficiente para dizer não.

"Mas, primeiro, vou fazer você se sentir bem", ele diz, e me deita de barriga para cima rapidamente. Posiciona a boca entre minhas pernas e, poucos minutos depois, elas começam a tremer e eu tampo a boca com a mão para não começar a gritar o nome dele para todo mundo ouvir.


Notas Finais


Bjusss


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