História After A Chance - Capítulo 1


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Categorias Austin Abrams, Dylan O'Brien, Dylan Sprayberry, Molly Quinn, Taissa Farmiga
Personagens Austin Abrams, Dylan O'Brien, Molly Quinn, Personagens Originais, Taissa Farmiga
Tags Acidente, Austin Abrams, Drama, Dylan O'brien, Molly Quinn, Morte, Romance, Taissa Farmiga, Tragedia
Visualizações 3
Palavras 655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CACETE QUE ME PARIU.
REPOSTEI, JUREI PARA MIM MESMA QUE REPOSTARIA E CÁ ESTOU EU.

APROVEITE, QUALQUER PESSOA QUE ESTIVER LENDO ESSE CAPÍTULO.
DEIXE SEU AMÉM, OBRIGADA, BEIJINHOS E BOA LEITURA.

Dylan O´Brien é Dylan Green.
Austin Abrams é Austin Abrams. (Poxa, sério?)
Dylan Sprayberry é Chris Abrams.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction After A Chance - Capítulo 1 - Prólogo

Dylan Green

 Chris já estava vinte minutos atrasado para me buscar e isso havia feito minha mãe desistir de tirar fotos de nós com o smoking, foi humilhante vê-la fotografar-me de costas e sozinho esperando sentado na calçada. A única coisa que me animava um pouco mais era a ideia de chegar ao baile de formatura e logo depois, estar FINALMENTE livre do colégio, mesmo que isso quisesse dizer que eu entraria em outro mundo de notas e tortura. Com rostos estranhos e novos, parecia mais animador e desafiante quando pensei nisso mês passado, agora era apenas um pouco deprimente.

Vi o carro azul e nada espaçoso da Sra. Abrams parar em frente à minha casa, com Austin pulando para o banco de trás e Chris com suas mãos no volante, ele não tinha me avisado que sua mãe não nos daria um carona. Chris não era alguém que podia ser descrito como um bom motorista, mas também não chegava a ser dos piores, essa é a MINHA colocação. Depois que a irritação de estar atrasado e consciente do atraso passou, foi a vez de pensar no motivo pelo qual Austin estava sentado no banco de trás e fazendo barulhos estranhos com a boca.

Os dois pareciam ter discutido antes de irem me buscar, estavam vermelhos de raiva como dois tomates bem maduros e Chris segurava o volante com força, parecia que o volante sairia voando se ele não o apertasse com as duas mãos.

― Ele vai precisar ir a um lugar, minha mãe foi ajudar com a decoração e eu tenho que entregar eles quando chegar lá ― Chris falou como se tivesse adivinhado meus pensamentos. ― Sim, entregar o carro e Austin.

― Ei, não me trate como um pacote!

― Pare de reclamar, pelo menos um pacote não faz tanto barulho quanto você.

Era quase engraçado ver Chris e Austin discutindo, se levasse em conta que nenhum dos dois já tinham brigado assim com Ashley, bom, não que eu já tivesse visto ou que soubesse. Infelizmente, era incrivelmente desinteressante quanto os dois procuravam algo para discutir de dois em dois minutos, ou seja, sempre. Eles começavam a falar que a janela estava aberta demais ou a presença do outro estava perturbando a tranquilidade.

― Eu devia ter te deixado ir andando até o colégio.

Ficar quieto no meu canto era sempre a melhor opção quando estou entre os dois, meus pensamentos quase conseguiam me distrair do que eles falavam.

Quase.

― Caralho, por que você nunca deixa de reclamar?

Passei tanto tempo olhando para as árvores pela janela, que já tinha me perdido na conversa deles, porém, parecia mais sério do que quando eu entrei no carro. Pensei bastante em pedir para que ficassem quietos depois que comecei novamente a ouvi-los.

― O que eu fiz para merecer uma pessoa tão implicante como você na minha vida?

― Quer saber? Nossos pais podiam ter usado camisinha na hora de fazer você, eles me dariam um pouco de paz!

Pesado.

Nenhuma resposta veio, o que me fez olhar discretamente virando o pescoço o máximo que podia no momento e apertando os olhos para ver melhor na escuridão ― para Austin, podendo ver as bochechas vermelhas de raiva, ele era tão pálido que até com a luz do poste dava para notar.

― Vai se foder.

Ouvi Chris dar uma batida na porta com um pouco de força, só queria que eles não continuassem brigando e chegássemos no baile felizes e sorridentes.

Eu estava prestes a apartar quando uma luz forte vinda da frente penetrou o carro, me virei para a frente e a expressão assustada do motorista no outro carro me fez entender tudo. Foi rápido, a força da batida no lado oposto me fez bater a cabeça na porta, os sons pareceram ficar cada vez mais baixos e tudo ficou escuro.

É assim que é a sensação de estar morrendo?

 

 


Notas Finais


SOCORRO, EU ESPERO QUE ALGUÉM LEIA ISSO.
OBRIGADA, CASO TENHA CHEGADO AQUI, MUITO OBRIGADA.

ATÉ!


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