História After A Chance - Capítulo 2


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Categorias Austin Abrams, Dylan O'Brien, Dylan Sprayberry, Molly Quinn, Taissa Farmiga
Personagens Austin Abrams, Dylan O'Brien, Molly Quinn, Personagens Originais, Taissa Farmiga
Tags Acidente, Austin Abrams, Drama, Dylan O'brien, Molly Quinn, Morte, Romance, Taissa Farmiga, Tragedia
Visualizações 4
Palavras 1.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ESTOU AQUI MAIS UM VEZ, E APENAS ME PERGUNTANDO QUAL O MOTIVO.

BEIJINHOS <333

Capítulo 2 - Just say you won't let go


Fanfic / Fanfiction After A Chance - Capítulo 2 - Just say you won't let go

Remember last year when you told me

to always stay here never leave me?

The light from your eyes

made it feel like

we were dancing in the moonlight

Molly Quinn

Eu já gostava do Dylan havia alguns meses, e estava completamente disposta a contar para ele no dia do baile de formatura, falei para mim mesma que seria naquele dia ou não iria ser nunca mais.

Então meia hora se passou depois que eu cheguei, normal, pessoas chegavam bem próximo a uma hora do começo do baile e a cada minuto o salão parecia mais cheio. Se passou uma hora, quando eu decidir que devia ligar para a Sra. Green e ela me informou que Dylan, Chris e Austin já tinham saído de lá há algum tempo. Quase duas horas depois, meu coração estava quase saindo pela boca de tanto nervosismo, liguei para Taissa, ela era mais próxima de Austin do que eu e até o momento nenhum dos três tinha atendido minhas ligações, Taissa podia saber de algo.

A Sra. Abrams ou melhor, Lori já estava suando frio com o medo de que algo pudesse ter acontecido com um de seus filhos, ou até pior, com os dois. Eu queria me controlar para não deixa-la mais nervosa caso informasse que pensava na mesma coisa, sentia-me culpada em imaginar tudo de ruim que poderia ter acontecido, nunca fui alguém negativa, mas parecia ser a única possibilidade com um mínimo sentido. A sensação de aperto piorou ao ver os olhos dela enchendo-se de lágrimas a cada minuto que se passava e nenhum dos três dava noticia, tentei ser positiva e pensei que eles poderiam estar tentando pregar uma peça em nós ou pego um trânsito horrível no caminho.

Sei que devia ter ido embora do baile, mas ainda acreditava na mera possibilidade que era apenas um engarrafamento e logo eles iam chegar, ver todos dançando tão felizes me transmitia um pouco me paz. Talvez fossem por esses motivos que eu passei três horas ao lado de Lori, ela era a única naquele momento que entendia o que eu sentia, ou talvez eu apenas sentisse um rascunho de dor.

Eu tinha medo que algo tivesse acontecido a eles, mas para Lori seria bem diferente. Seus filhos eram parte dela, e nas palavras da mesma, perder um deles seria como ter um pedaço dela mesmo arrancado com uma faca bem afiada, mas a dor demoraria bem mais a passar.

Pude ver Lori quebrar e cada um de seus cacos voar para uma direção diferente quando Taissa ligou-me e falou que o pai de Chris tinha achado o carro destroçado. Ela chorou na entrada da escola, chorou como se eu não estivesse ali e mesmo que soubesse da minha presença, Lori chorou como se não ligasse, e eu entendi que minha presença não fazia mesmo diferença, a dor continuava a mesma e ela era a única ali que sabia descrever como era.

Talvez nem ela soubesse descrever, apenas sentir.

Minha mãe deu uma carona para a Sra. Abrams, mas me obrigou a ir para casa e descansar, disse-me que eu iria ao hospital no próximo dia, que já estava tarde demais para nos enfiarmos naqueles corredores brancos e frios. Fui para casa com o objetivo de descansar bem para poder sair pela manhã, mas tudo deu errado já que eu nem ao menos consegui fechar os olhos sem me sentir mal por estar ali deitada enquanto os meus colegas estavam em um hospital e seus pais estavam sofrendo.

Pensei em Dylan que fazia parte do time de futebol da escola, e em Chris que eu não me recordo de ter pego nenhuma gripe nos últimos dois anos, qualquer coisa que tivesse acontecido a eles não deveria ser tão ruim assim. Eu chegaria no dia seguinte e então, os ouviria dizendo que os médicos disseram que ficaram surpresos com sua falta de machucados graves e eles já sairiam do hospital. Nesse momento, fiquei feliz com meu pensamento. Depois me lembrei de Austin, ele parecia o mais frágil dos três, e minha preocupação com o estado dele comparado aos outros apenas aumentou, Lori falou tanto de como estava preocupada com seus filhos e Chris que me deixou com medo de que algo maior tivesse acontecido a algum deles, mas claro que não, todos estariam felizes e sem machucados, eles tinham que estar assim.

Me senti triste novamente, Taissa era minha meia-irmã e um ano mais nova do que eu, ela também não tinha nenhuma notícia sobre eles. Pude ouvir ela se revirando na cama a madrugada inteira, e me senti uma pessoa horrível por não me levantar e ir ver como ela estava, mas melhorei um pouco ao notar que tudo que faria se fosse lá seria falar que eles estavam bem e nada tinha acontecido, e depois eu notaria que não acreditava em nenhuma das palavras que estava dizendo para ela. Decidi ficar ali mesmo, sem dormir, com os sons do quarto ao lado e das folhas batendo na janela como trilha sonora da minha longa madrugada.

― Não chore, Molly, chorar só vai fazer com que você demonstre que não acredita em nada do que está pensando de bom ― Foi o que eu disse a mim mesma durante a madrugada.

Acho que consegui tirar um cochilo de meia hora, porque não vi quando minha mãe adentrou meu quarto e começou a arrumar compulsivamente meu guarda-roupa, ela parecia com toda a certeza, mais nervosa e preocupada do que a noite anterior. Abriu e fechou a boca algumas vezes, sem emitir nenhuma palavra e continuou pensando em algo para dizer para mim, por mais que provavelmente eu não conseguisse distinguir nenhuma das palavras que ela pronunciasse enquanto continuasse a me encarar daquele modo.

Cocei meu olho com um de meus pulsos como uma tentativa de vencer o sono que me consumia naquele momento, e quando finalmente consegui entender o que minha mãe balbuciava, notei Taissa parada em frente a porta de meu quarto, com um pé descalço e o outro com uma pantufa de coelhinho. Seus olhos estavam um pouco inchados, indicando que ela também havia chorado pelo menos um pouco de madrugada, aquela cena era quase tão angustiante quanto a imagem de Lori chorando que também veio à minha cabeça naquele momento, tudo pareceu se juntar em um pesadelo daqueles que toda a sua família morre e você está sozinha e abandonada.

Naquele momento, minha vontade era voltar a dormir e esperar aquele pesadelo acabar, porque depois eu acordaria e minha mãe me acalmaria dizendo que era tudo um sonho e nada daquilo era real.

 

 

 


Notas Finais


BOM, ATÉÉ.


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