História After All This Time - (Harmione) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Hermione Granger
Tags H/hr, Harmione, Harmony, Harry, Harry Potter, Hermione
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Palavras 2.732
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, Potterheads!
Como vocês estão? Tudo ótimo? Eu espero que sim :)
Ministério da Magia adverte: Deixar comentário é sempre bom e deixa a autora feliz. Aqueles que não deixarem seu comentário ganharão uma passagem só de ida à Azkaban.
Mentira KKKKKKKKKKK mas a primeira parte é verdade, então comentem e me deixem feliz :)
Boa leitura!

Capítulo 9 - Hogwarts


Na manhã do dia primeiro de setembro, Harry ainda não tinha acordado completamente quando começou a ouvir uma voz feminina ao longe. Por um segundo pensou ser Hermione, mas depois seu inconsciente lembrou que só veria a amiga no Expresso de Hogwarts naquele mesmo dia. Ouviu a voz novamente e abriu os olhos. Já tinha escutado aquela voz em algum lugar. Então ouviu uma segunda pessoa falando, e essa ele teve certeza de quem era, passou sete anos da sua vida a ouvindo. Levantou com um sorriso em tempo de ver a porta do quarto se abrindo.

- Harry!- Rony apareceu e Harry levantou dando um abraço no amigo – Sabia que você ainda estava aqui em cima dormindo.

- Ron! Que bom te ver.

- Oi, Harry. - uma garota de cabelos longos e loiros apareceu atrás do ruivo.

- Samantha. - Harry deu um abraço na garota também – O que faz aqui?

- Meu pai está fazendo parte da sua guarda.

- Estão todos lá embaixo. - Rony começou a explicar – Eu sei que é um saco, não é mesmo? Ainda ter que andar com guardas? Mas o Ministério não quer arriscar colocar você em perigo e mamãe concordou. Vem, vamos descer.

Ele realmente não gostava da ideia de ter uma guarda e passar por tudo novamente, mas estava tão feliz em ver rostos conhecidos que se esqueceu de se queixar e desceu as escadas com os dois. Quando chegou no andar de baixo, sentiu alguém pulando em seus braços em um forte abraço, e fios de cabelos ruivos voaram para o rosto de Harry, o fazendo perceber quem era e a abraçando ainda mais forte.

- Gina. - ele sussurrou ainda sem a largar.

- Harry, querido! Como você está? Andou se alimentando bem esses dias? Está tão magro. - a Sra. Weasley se apressou em dizer após abraçá-lo e o Sr. Weasley lhe deu palmadinhas nas costas quando Kingsley se aproximou.

- Harry Potter, meu rapaz. Tudo correu bem esses dias, presumo.

- Sim, Ministro. Tudo ótimo. - Harry respondeu com um sorriso para Kingsley.

- Este aqui é Pigneu Stwart, auror do Ministério. - Kingsley falou apontando para o homem no canto da sala – E este é Teodoro Turner, mas ele me contou que vocês já se conheceram. - dessa vez falou apontando para o pai da Samantha, Harry lhe lançou um sorriso e um aceno de cabeça – Todos vamos fazer parte da sua segurança e garantir que chegue bem à estação de King’s Cross. Suas coisas estão lá em cima? - Harry acenou mais uma vez cm a cabeça – Pigneu? Você me ajuda? - e os dois sumiram pela escada.

- Sr. Weasley? - Harry virou para ele – Posso falar com o senhor um minuto antes de irmos?

- Mas é claro, Harry.

Os dois foram para a sala de visitas e Harry iniciou a conversa.

- Sr. Weasley, o Ministério tem os nomes de todos os Comensais da Morte, certo?

- Exato.

- Seria possível que um jogador do time Caerphilly Catapults estivesse nessa lista?

Arthur o olhou intrigado.

- O nome dele é Jacob Sawyer. - Harry falou lembando do nome que havia lido no jornal – É o apanhador do time. Tive informações que ele poderia estar ligado à Voldemort.

- Harry, essa é uma acusação grave. Temos todos os nomes e nunca nem nada apontou se quer alguma suspeita para qualquer coisa ligada a este nome. Que informação foi essa que você teve?

- É uma história longa, mas Monstro já esteve na presença de Voldemort uma vez, e ele me contou que viu este homem lá, ao lado dele.

O sr. Weasley o fitou por um momento.

- Vou colocar o nome nas investigações, Harry, mas não acho que vamos achar alguma coisa. Monstro já é um elfo bastante velho, pode ter se confundido.

- Não acho que se confundiu.

- De qualquer forma, deixe que o Ministério cuidará disso. Passarei as informações, não se preocupe, está bem?

O garoto assentiu e eles voltaram a sala de estar onde todos os esperavam, e seu malão e a gaiola com Leonard já estavam perto da porta.

- Todos prontos? - Kingsley perguntou.

- Como iremos? - Harry pensou na pergunta pela primeira vez.

- Carros do Ministério. - o Sr. Turner respondeu abrindo a porta e dois carros pretos se encontravam parados na rua.

Todos se dividiram em dois grupos e quando Harry passou pela porta do carro, sua boca se entreabriu, não importa quanto tempo passasse, a magia sempre o surpreendia. Havia espaço suficiente para um Fofo, o cão de três cabeças, entrar ali. O caminho se passou tranquilamente, os carros andavam lado a lado e Harry via pela janela que de vez em quando postes e lixeiras na rua se afastavam para eles passarem, mas nenhum trouxe percebia nada.

Logo a Estação King’s Cross foi avistada e eles desceram do carro levando malões e gaiolas até a parede entre a plataforma nove e dez.

- É essa parede que temos que atravessar? Legal! - Samantha perguntou com sorriso entusiasmado.

- É sim, querida. Se estiver nervosa, o meu filho Rony pode ir primeiro para… - mas não deu tempo da Sra. Weasley terminar e a garota já havia corrido e atravessado a parede.

- Eu posso ser o próximo. - Harry falou e, segurando seu malão e Leonard na gaiola, ele correu em direção a parede aparentemente sólida. Antes que desse conta já estava expirando o vapor que saia do grande trem vermelho, e o barulho das pessoas conversando e das corujas piando ao redor só aumentou quando começaram a perceber a sua presença e cochichar uns para os outros que Harry Potter acabava de chegar à Plataforma nove três quartos.

Ele se aproximou de onde Samantha olhava tudo.

- Uau! - ela exclamou e sorriu – Vejo você por aí, Harry. - então se despediu e saiu empurrando seu carrinho com o malão e uma coruja preta.

Quando a loira de afastou, Harry pôde ver quem estava bem diante dele, a poucos metros de distância conversando com Neville. Ele andou rapidamente em direção a ela, que se virou olhando para o amigo e dando um grande sorriso quando se abraçaram.

- Hermione! Neville! - deu um abraço no amigo também – Como vocês estão? - Harry falava com um grande sorriso no rosto.

- Ótimos! Muito bom ver você, Harry. - Neville falava vibrante de alegria.

- Hermione! Neville! - Rony e Gina se aproximaram também abraçando os dois.

- Meninos, o trem vai partir em cinco minutos, se apressem, se apressem. - a Sra. Weasley falou quando se aproximou.

- Não esqueçam de mandar cartas, crianças. - O Sr. Weasley completou – E Harry, qualquer coisa, eu mando notícias também. - ele piscou o olho e Harry assentiu.

Antes de entrarem no trem, um grupo de amigas da Gina do sexto ano a chamaram, e meio contrariada, ela as acompanhou, Rony e Neville foram para o vagão dos monitores. Após Hermione enviar uma carta à Escola, como disse que faria, dizendo que não queria mais o cargo, Neville foi chamado para ficar no lugar dela.

- Quando terminarmos de fazer nosso trabalho iremos procurar vocês nas cabines do trem. - Rony falou acenando quando ele e Neville se afastaram.

Hermione e Harry entraram no trem e mal tinham avançado alguns passos quando Harry parou abruptamente fazendo Hermione, que estava distraída, colidir com ele, e a pessoa a sua frente parou bruscamente também. Harry encarou os olhos assustados de Draco Malfoy, que por um momento agiu como se não soubesse o que fazer, depois desviou o olhar rapidamente, e entrou na cabine ao lado.

Harry olhou para Hermione e os dois continuaram seu caminho em busca de uma cabine vazia enquanto várias cabeças apareciam nas portas para dar uma espiada no garoto, e vários “Oi, Harry” foram ouvidos, principalmente de garotas.

- Oi, Harry. - Romilda Vane apareceu falando encantadoramente antes dos dois entrarem na cabine que finalmente acharam vazia.

- Olá, Romilda. - Harry falou sem dar muita importância e puxou Hermione para dentro da cabine.

Depois que colocaram suas bagagens no compartimento, os dois se sentaram e um estranho silêncio se instalou com os dois sozinhos na cabine. Harry olhava para a amiga e não sabia o que falar. Sentiu imensamente a sua falta nesses três dias em que ela estava viajando e quando ela estava ali, ele simplesmente não tinha o que falar. Desejou que Leonard começasse a piar ou algo assim para pelo aquele silêncio cortante parecesse menos constrangedor. Hermione lhe lançou um sorriso também parecendo incomodada com o silêncio e abaixou os olhos para Bichento no seu colo, e começou a alisá-lo.

- Então… - Harry começou – Como foi com os seus pais?

- Bom… - ela voltou a olhá-lo – Foi bom ver que eles estão bem. Mas… - seu olhar agora parecia triste – Teve uma vez que eles estavam no trem, e eu fingir ser uma pessoa qualquer e comecei a puxar assunto com eles. Disse que eu era de Londres e estava na Austrália visitando os meus pais. Eles disseram que também eram de Londres e que… - ela respirou fundo – e que vieram para a Austrália por que não tem nada nem ninguém que os interesse na Europa.

Harry, que estava sentado de frente para ela, se levantou e sentou-se ao seu lado.

- Não fica assim, Mione.

- Tudo bem. - ela limpou uma lágrima com a mão e sorriu – Foi essa a lembrança que eu coloquei na cabeça deles. Eu já sabia que seria assim. O importante é que eles estão bem. Mas me conta de você. - agora ela realmente sorriu – Como foram esses três dias?

- Tediosos como eu disse que seriam. - Harry riu – Mas você vai ficar orgulhoso de mim por uma coisa. Com tanto tempo sem nada pra fazer, eu li Hogwarts, Uma História.

- Depois de sete anos, você finalmente leu?

E risos e conversas não deixaram que houvesse mais nenhum momento de silêncio na cabine. Quando estavam um pouco mais da metade do caminho à Hogwarts e a paisagem já tinha mudado para florestas mais densas, Rony chegou adentrando a cabine com o rosto cansado.

- Sério, não éramos tão pequenos assim quando entramos na escola. Esses primeiranistas vão me deixar louco. - ele falou fazendo os amigos rirem e sentou-se ao lado de Hermione.

- Bom, agora que estamos só nós três, eu posso contar uma coisa pra vocês. - Harry falou e enfiou a mão no bolso do casaco tirando um pedaço de jornal com uma foto de um apanhador voando de lá para cá segurando o pomo. - Vocês conhecem esse homem?

- É claro que sim! - Rony respondeu ao mesmo tempo que Hermione disse “Não” - É o Jacob Sawyer, apanhador do Caerphilly Catapults. O cara não é tão jovem, mas é genial!

- Não sei se você vai continuar achando isso depois do que eu te contar. - Harry falou se levantando e fechando a porta da cabine.

Ele contou tudo o que Monstro havia falado para ele e no final os dois o olhavam espantados.

- Você acha que ele pode estar por trás dos ataques? - Rony perguntou.

- Não sei. Eu falei com o seu pai e ele disse que ia investigar. Mas que não se lembra de nada que possa acusar esse tal de Jacob. Ele acha que Monstro pode ter se enganado ou coisa assim.

- Bom, pode ser não é? Monstro pode estar caducando.

- Não sei não, Rony. - Hermione falou dessa vez – Você fez bem em falar com o Sr. Weasley, Harry. O ministério tem que saber se tem algum Comensal da Morte a solta e eles nem suspeitam.

- Mas isso não importa agora. - Rony voltou a falar – Estamos indo pra Hogwarts e você estará seguro lá, Harry. Não poderá ser atacado depois de toda a proteção que o Castelo voltou a receber. Nenhum de nós será atacado. - e na última frase ele segurou a mão de Hermione. Harry olhou para as mãos dos dois amigos entrelaçadas e sentiu a sensação que ele já conhecia do estômago despencar. Sentia como se tivesse um peso em sua barriga o afundando cada vez mais, mas foi salvo quando a porta se abriu e três rostos conhecidos entraram.

Gina, Neville e Luna sentaram-se junto com os três e já estavam numa conversa animada quando a porta se abriu mais uma vez.

- Oi, Sam. Entra aí. - Gina falou abrindo espaço para a outra se sentar. - Samantha, esses são Neville e Luna. Pessoal, essa é a Samantha.

- Engraçado. - Luna falou sonhadoramente olhando para a cabeça loira de Samantha e colocando seus óculos multicoloridos – Sua cabeça está cheia de zonzóbulos. Geralmente eles não aparecem muitos em alunos da Sonserina. - ela falou por último reparando nas vestes que a outra já vestia.

Samantha olhou confusa de Luna para os outros.

- O que são...? - o restante da pergunta, que com certeza seria “Zonzóbulos”, ela não disse depois de ver o olhar de Rony com ar de riso como se dissesse “Deixa pra lá”.

- Mas é esquisito, não é? Ter alguém da Sonserina sentado com a gente numa boa? - Harry falou.

- Eu não lembro de você na Escola. - Neville disse com uma cara pensativa.

- Ela era de Ivernory.

- Ilvermorny, Rony! - Hermione e Samantha o corrigiram ao mesmo tempo na hora em que o carrinho de doces passou por eles.

- Vão querer alguma coisa?

E logo a cabine ficou lotada de doces. Eles terminaram uma caixa de Feijõezinhos de todos os sabores e Luna foi a única que não pegou nenhum sabor ruim, embora eles desconfiassem que talvez ela tenha confundido o sabor de terra com chocolate e o sabor sapo com o de limão. Rony foi o vencedor na disputa com os sapos de chocolate para ver qual o que pulava mais alto. E eles ainda estavam se recuperando das crises de risos involuntárias depois de comerem Balas Risonhas, que deixavam qualquer mal humorado à beira de um ataque de riso, quando chegaram da estação de Hogsmead.

Logo todos os alunos começaram a sair dos seus vagões e se dirigirem às carruagens guiadas por Testrálios. Harry viu Hagrid ao fundo chamando os alunos do primeiro ano, mas teria mais tempo depois para falar com o amigo com calma. Os sete se alojaram em uma carruagem e partiram em direção ao Castelo.

Ao chegarem lá, Luna se dirigiu à mesa da Corvinal e Samantha à mesa da Sonserina, enquanto os outros iam para a mesa da Grifinória em meio a cochichos de todo o Salão Principal. Em poucos minutos o Chapéu Seletor, agora ainda mais remendado, foi colocado no banquinho e cantou sua canção, e logo depois vários primeiranistas foram selecionados para as quatro casas.

O barulho das conversas entusiasmadas sobre as férias de verão foi interrompida quando Minerva McGonagall se levantou ocupando a antigo posição de Dumbledore. Todo o salão ficou em silêncio.

- Sejam bem-vindos alunos de Hogwarts. É com imenso prazer… - a diretora parou quando ouviu alguém rindo sem parar e Neville colocou a mão na boca quando viu o olhar de reprovação de McGonagall e tentou parar as risadas do efeito que ainda perdurava das Balas Risonhas, com Rony ao seu lado segurando o riso também, mas que não tinha nada a ver com as balas – É com imenso prazer que ocupo o cargo de diretora dessa Escola. - ela continuou ignorando os dois – Mas de forma alguma ocupando o lugar dos dois últimos diretores dessa escola. Alvo Dumbledore e Severo Snape sempre farão parte desse lugar. Contudo, não sendo mais a professora de Transfiguração de vocês, quero lhes apresentar o Professor Teodoro Turner, que aceitou o cargo. E para o ensino de Defesa Contra as Artes das Trevas, a professora Evie Morris, que também ocupará meu lugar como diretora da casa da Grifinória. - aplausos foram ouvidos para ambos os professores, então ela continuou – Passamos por muitas coisas, perdemos muitas pessoas queridas, mas Hogwarts sempre estará de portas abertas para aqueles que querem recomeçar. Bom apetite.

E um vasto banquete apareceu diante dos alunos que já voltaram às suas conversas e risadas para mais um ano em Hogwarts.


 


Notas Finais


Espero vocês nos comentários :)


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