História After Meeting You - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Justice_

Postado
Categorias 24K, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Cory, Hui, J-hope, Jimin, Kisu, V
Tags 24k, Ação, Bts, Cory, Drama, Festa, Ficção, Gay, Hot, Hui, J-hope, Jimin, Kisu, K-pop, Luta, Mistério, Revelaçoes, Romance, Suspense, Taeyhung, Violencia
Visualizações 13
Palavras 3.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey!

Como prometido/dito aqui esta o capítulo com mais palavras.

Muito obrigado a todos que estão acompanhando e dando favorito a fic, sou muito grata a vocês.

Bom esse capítulo está bem quente (se é que vocês me entende ( ͡° ͜ʖ ͡°) ksjk), esse é o meu primeiro hot então me perdoem se tiver algum erro ou algo que não faça sentindo.

Se tiver algum erro de caligráfica relevem, porque mesmo lendo várias vezes posso ter deixando alguma coisinha escapar.


Bye ♡

~RubberDuck

Capítulo 3 - A mais pura ilusão


P.O.V HUI 

Três semanas se passaram depois daquela festa completamente conturbada.

Não cheguei a falar com meu pai sobre a sua traição, não achei necessário para aquele momento, pois estava com aquele problema, para saber o quem tinha colocado o tal veneno em sua taça. Isso seria um sacrifício, porque no mesmo dia todas as câmeras do edifício não haviam registrado nenhuma atividade suspeita, eram apenas garçons passando.

Depois do corrido naquela festa, fiquei sendo o responsável pela joalheria. Foi bem complicado nos primeiros dias.

Minha mãe passava todas as noites com meu pai no hospital, então Lee vinha dormir comigo praticamente todos os dias. O único problema é que estamos em uma situação, na qual os dois se gostam porém não temos o interesse de propor algo sério. E não é por simples covardia de ambas partes, e sim pelo simples fato da gente ter se distanciado nesses últimos dias.

Acordo com os primeiros raios solares em meu rosto. Me viro contra a jenela dando de cara com o rosto delicado de Lee, se depende - se de mim veria aquele rosto magnífico até meu último dia de vida. Seus pequenos olhos se abrem e logo seu sorriso aparece em seu rosto.

- A quanto tempo você está acordado? - Passo a fazer carinho em seus cabelos.

- Tempo suficiente para te ver acordar. - Dou um selar em sua testa e me levanto.- Sabe que dia é hoje? - A olho e a vejo negar. - Como não se lembra? Hoje é o dia do seu aniversário.

- Verdade, esqueci completamente disso.

- Irei lhe fazer uma pequena surpresa quando chegar do trabalho, então esteja pronta quando eu voltar.

Adentro no banheiro e faço minha higiene matinal, me arrumo para ir para a joalheria.

- Quando eu voltar gostaria de lhe ver pronta. Bom agora eu preciso ir. - Volto a repetir as palavras para que a mesma não se esqueça. Ela me puxa contra a si, abraçando minha cintura.

- Me desculpa, eu não queria ter feito aquilo. - lágrimas escorria pela sua face. Mesmo não entendo, concordei com ela. - Você é um homem bom, perfeito de mais para mim.

- Ei, não fale isso. Ninguém é perfeito querida. - levanto seu rosto para que poça olhar em seus olhos e dou um selar demorado em seus lábios. - Eu te amo. - nunca pensei que falaria aquelas três palavras tão cedo, mas foi inevitável.

- Eu também te amo.- vejo suas bochechas ficar levemente rosadas.

- Não querendo ser indelicado, mas eu preciso ir agora. - ela balança a cabeça em concordância. - te vejo a noite.

《•》

A caminho da joalheria eu pensei em várias coisas, por exemplo; encurralar meu pai, contar o que aconteceu para a minha mãe e o principal de tudo! Será que eu estava cego de mais e estava deixando alguma coisa passar - em relação a grande festa- ? Bom, acredito que não.

Agora vejo o quão tedioso e trabalhoso, é cuidar de uma marca importante. Pois tem as finanças, estatísticas, as pedras para formar em jóias, compras dos equipamentos, etc.

Entro no edifício e me dirijo diretamente a recepção.

- Olá Kumiko, os documentos que eu lhe pedi ontem já os obteve? - olho para a mulher a minha frente e vejo seus olhos marcados por olheiras, impossível de não reparar.

- Aqui está.

- Obrigado. - comecei a andar em direção ao elevador, mas a voz de Kumiko me chamava.

- Sr. Liang, tem um homem chamado Chen em sua sala. Eu insistir falando para ele que o senhor não deseja receber visitas, porém ele insistiu e disse que era de seu interesse.

- Está tudo bem, eu irei falar com ele. Só não quero que isso se repita novamente. - lhe dou as costas e adentro na caixa de metal, mas conhecida como elevador.

Um, dois, três andares já se passaram e cá estou eu no vigésimo primeiro andar. E só de pensar que tem um desconhecido em minha sala, querendo alguma coisa já me da nos nervos. Não sou o tipo de pessoa que ama receber visitas ou conversar com alguém que nunca vi, só converso quando necessário e pelo visto agora é necessário.

- Olá Senhor Chen, estou certo? - caminho até minha mesa e sento na cadeira de couro do meu pai. Vejo o Sr. Chen assentir. - e então, minha secretaria me disse que a sua vinda era por causa de assuntos importantes. Do que se trata esse assunto?

- Sobre minha filha Lee. - Lee nunca tinha me dito de seu pai, na verdade ela nunca tinha me falado de nada de sua vida. - sei que você está se relacionando com ela, por isso de suas saídas repentinas de casa.

- Não estou entendendo onde você quer chegar com esse assunto, seja breve e específico tenho que trabalhar.

- Eu quero que se afaste da minha filha, se não vocês dois irão pagar pelo preço. - me aconchego melhor na cadeira e começo a rir no mais puro deboche.

- Espera, esse era o assunto tão importante que você queria me falar? Se for pode ir embora, estou afim de pagar o preço que for necessário pela sua filha. - me levanto, ando até a porta e a abro. - espero que tenha um bom dia Senhor Chen. - ele se levanta e sai da minha sala.

P.O.V. LEE

Chego na casa de meu pai e vejo Jimin e Hoseok juntos, isso significa que vai vim muita merda daqui para frente.

- Como eu sei que Hoseok não irar perguntar de seu paradeiro eu pergunto. -disse Jimin. - Onde você estava Lee? Já faz quatro dias que nós não te encontrávamos, achei que algum policial tinha lhe pego.

- Não importa onde eu estava. Se algum dia algum policial me prender não irei falar de vocês, porém ficarei feliz se isso acontecer não comigo mas sim com vocês. - jogo minha bolsa no chão e bagunço um pouco meus cabelos, pego o copo com whisky da mão de Hoseok e dou alguns goles na bebida. - onde está o Chen?

- Saio, foi na empresa do seu novo namoradinho. - olho para Hoseok e vejo um pequeno sorriso sair de seus lábios.

- O QUE ELE FOI FAZER LÁ? - ouço a risada de Hoseok ficando cada vez mais alta a cada segundo. - como você é desprezível Hoseok, a cada dia me em nojo de ter gostado de alguém fraco como você. Agora me responda Jimin, o que meu pai foi fazer lá? - minhas mãos já estavam trêmulas, estava com tanta raiva, que já era claramente visível.

- Ele só foi mandar um recado minha querida Lee, fique calma. Porém, se seu namorado não seguir o que eu mandei ele pode sofrer as consequências.

- O QUE VOCÊ PROPÔS A ELE? - me levanto batendo a mão na massa de centro da sala.

- pergunte a ele Lee.

《•》

P.O.V. HUI 

Estava quase terminado meu trabalho quando ouço meu celular tocar, vejo que a chamada era de Lee e a atendo.

- Hui - ouço sua respiração ofegante.

- Oi, aconteceu alguma coisa?

- Você está bem, não sabe o quanto estou feliz. - já dava para escutar seus soluços.

- Você está bem? Precisa de alguma coisa? Onde você está? - a ouço rir soprando.

- Calma, esta tudo bem. Eu soube que meu pai foi aí, e ele não é a melhor pessoa do mundo que você possa confiar.

- Sim ele veio conversamos e logo depois ele foi embora. Estou morrendo de saudades. - confesso. - fique pronta logo, daqui a duas horas estarei aí, vou passar no hospital então se eu demorar é por causa disso.

- Também estou com saudades. tudo bem, mande um abraço para sua mãe. Tchau, preciso desligar.

Volto a fazer meus afazeres, de uma forma que eu terminasse o mais rápido possível. Quando os termino saio da sala e entro no elevador.

Não iria ver minha garota agora, iria passar no hospital onde meu pai estava enternado. Resolvi que o certo seria falar toda a verdade para minha mãe, com meu pai presente ou não.

Não seria o meu prazer acabar com a relação dos dois, apesar de tudo eu amo meu pai, só por ser meu pai. Ele ajudou minha mãe nos piores momentos de sua vida, e por isso o amo. Mesmo sabendo que ele a trai com outra, que bate nela, a machuca com palavras de pura arrogância.

《•》

Bato três vezes na porta, e minha mãe abre junto com aquele sorriso que tanto admiro. Mesmo sabendo que logo iria acabar com aquele sorriso eu iria contar, estava me sentido na obrigação de fazer isso não iria me permitir de alimentar uma ilusão desse tipo.

- Como esta minha casa? E a sua namorada, como ela está? Fala para ela que estou morrendo de saudades da companhia dela, peça para ela vim nos visitar. - a mulher me abraça com toda sua força, parece que não tinha me visto a meses.

- Não teve pedido, então não estamos namorado. Sua casa esta bem, assim como ela. Lee mandou um abraço para você. Eu vim aqui para visitar meu pai e falar com você, é algo extremamente importante. - entro e sento na maca onde meu pai se encontra.

Que pela primeira vez sentia orgulho de mim, não por estar cuidando da empresa e sim por estar mostrando algo que ele sempre desejou de mim minha "masculinidade". Dei para ele tudo o que não desejava dar, o mostrei que eu era igual a ele. E como tudo isso aconteceu? Pelo o simples motivo de ter brigado com Hoseok, e no mesmo dia ele descobriu do meu caso com Lee - mesmo que nunca a tinha visto -.

- Como você está? - pergunto ao meu pai.

- Estou bem meu filho, na medida do possível para ser mais exato. Como que vai às coisa da joalheria?

- Me pergunto como você conseguiu fazer tanta dívida já paguei todas elas, então não se preocupe está tudo bem. - o vejo sorriso satisfatório aflorar em seu rosto. Essa era a primeira vez que ele sorri assim principalmente para mim, nunca entendi o verdadeiro muito dele me odiar tanto.

- Vejo que está indo bem. - balanço a cabeça várias vezes em afirmação.

- Eu não sei como começar o assunto no qual eu estou me sufocando a muito tempo...

- Fale logo meu filho! - Minha mãe exige, apenas balanço a a cabeça em concordância.

- Tudo bem... - olho para o meu pai ao meu lado e o observo tão sereno, como se nada o fosse atingir. - Meu pai está te traindo! É isso, ele está te traindo com a puta da secretaria dele. Vi os dois aos beijos, ela estava semi-nua no colo do homem que você chama de marido.

Parei de falar ao ouvir o aparelho que conta os batimentos cardíacos apitar feito louco, olho para o mesmo e vejo que os batimentos dele estão caindo. Aos poucos vejo a sala encher de médicos e de enfermeiros, e eles traziam com sigo o desfribilador. Um dos médicos pediu para que nós nos retirassimos

- Sobre o seu pai ter uma amante eu já sabia... Era por isso que ele sempre me batia, eu sempre disse que pediria o divórcio caso um dia você descobris - se e agora você descobriu. - Minha mãe começa mas é interrompida pelos seus soluços, seu rosto já estava coberto por lágrimas.

- Isso não faz sentido algum, por que raios ele te trairia?

- Querido não seja tolo, metade daquela empresa é minha. Se seu pai se separar de mim eu ficaria com metade das ações da impresa, ainda mais quando trinta e cinco por cento é sua, e o que sobra para ele é quinze por cento. Ele só não se separou por ambição, e eu não me separei dele por sua causa. Mas agora será diferente, irei fazer o que sempre prometi.

Meu mundo era uma farsa, minha vida foi uma completa ilusão. Onde as duas pessoas que mais amo, são idiotas. Uma completamente cega pelo amor e outro pela ambição.

Uma das médicas que estava auxiliando meu pai nos interrompe.

- Desculpe o incomodo, mas seu marido Sra. Yang já está bem. A pressão dele estava muito alta e isso consistiu na parada cardíaca, ele vai ficar alguns dias em observação até apresentar melhoras. - sinto o alívio de minha mãe correndo por um logo suspiro.

- Já posso ver meu marido? - Claro, mas antes ele disse que gostaria de falar com seu filho primeiro e a sos. - esta bem, vá lá Hui.

Entro na sala e olho meu pai, com a expressão mais rabugenta possível.

- Você já deveria saber que não tenho medo de você, se esforce mais da próxima vez. Agora diga, o que você quer? Não tenho tempo para seus caprichos. - o vejo bufar de raiva.

- Eu quero que vá para a Coréia do Sul, cuidar da nova loja afiliada que vou abrir lá.

- Saiba que eu não irei. - Digo entredentes.

- Não perguntei sua opinião você vai e pronto, vivo ou morto. Saiba que eu nunca fiz questão da sua existência, e agora farei muito menos.

Saio da sala assim como do maldito hospital, ignorando a ordem de meu pai e perguntas irritantes de minha mãe. Felizmente eu irei ir para a Coréia não porque meu pai mandou, e sim porque me sinto na obrigação de fugir desse mar de desordem que me encontro.

Entro em meu carro e dirijo o mais rápido possível nas extensa avenidas, numa maneira de descontar minha raiva. Talvez da forma mais infantil possível? Talvez.

Ouço meu celular tocar e vejo que é minha mãe me ligando, ignoro completamente a lição. Pois não estou afim de ouvir perguntas irritantes do tipo, " por que saiu daquela maneira?", " o que seu pai te disse?", "você vai para onde com toda essa pressa".

Preciso fugir dos meus problemas, nem que seja por simples cinco minutos. Meu "sogro" e meu pai, mas alguém que deseja me matar? Vamos, estou aceitando mais ameaças!

O barulho da sirene de um policial me persegue, vou reduzindo a velocidades e paro o carro no meio fio.

- Sabe por que eu te parei garoto?

Era algo óbvio, estava dirigindo em alta velocidade até um cego perceberia isto.

- Sim, eu sei. Agora eu poderia inventar alguma desculpa para não receber multa, mas quer saber! Pode me multar, não me importo. Aqui estão o documento do carro e minha carteira de habilitação, sei que vai pedir por isto. - digo entregado meus documentos ao agente polícia.

- Está liberado, vá logo antes que eu mude de idéia e te prenda por desacato.

Ligo meu carro e volto a fazer meu trajeto. Me perco por pensamentos e pela bela paisagem de prédios, edifícios, arranha - céu iluminados pela que lás luzes artificiais. Vejo também o quão as ruas e avenidas são tão cinzas. Árvores são poucas, com suas copas verdes ou muitas vezes coloridas com o pouco de flores que o restam por causa do rígido outono. por isso gosto de andar de a pé apreciar as paisagens ver cada detalhe das ruas, pena que hoje não foi o caso.

Lembro que estou atrasado para pegar Lee e me dirijo em direção a minha residência.

Chego em casa abro a porta e encontro tudo escuro, somente com algumas velas no chão - provavelmente postas por Lee - que forma um caminho até meu quarto. Sigo o caminho guiado pelas velas, abro a porta do meu quarto e a vejo deslumbrante com sua lingerie preta e dourada.

- Você está linda. - suas bochechas cora rapidamente.

P.O.V. LEE

- Fico feliz por ter gostado...

O mesmo caminha em minha direção e da início a nosso beijo calmo e lento, retribui colocando minha mão em sua nuca e a outra em seu pescoço fazendo leves carícias. Separo o beijo sorrindo assim como ele.

O ajudo a tirar seu palito e a gravata, jogando as peças no chão. As mãos firmes e grandes do garoto passeia pela minha cintura descendo até minhas coxas, tomo um impulso e o mesmo me pega em seu colo, envolvo minhas pernas na cintura do rapaz.

Nossos beijos iam ficando cada vez mais quente. Ele caminhou comigo em seu colo até sua cama, me colocando delicadamente nela. O observo tirar sua camisa deixando amostra seu abdômen, o mesmo volta para cima de mim usando somente seus cotovelos como apoio.

O garoto começa a mordiscar meu pescoço deixando leves marquinhas no local, sua língua sai descendo em direção a minha clavícula deixando alguns chupões no local.

Empurro o garoto de cima de mim e tiro o cinto do mesmo assim como sua calça, jogo suas roupas em qualquerlugar daquele cômodo. reparo no volume que seu membro já apresenta por cima de sua cueca, passo a mão e aperto um pouco seu pênis numa forma de tortura, logo o ouço arfar.

- Lee... Me chupá. - diz todo manhoso.

Com a ajuda de Hui retiro sua cueca. E começo a masturba - lo em movimento de vai e vem, vou reduzindo a velocidade e passo meu dedo propositadamente em sua glândula completamente inchada e molhada por pré gozo, ouço seu gemido ecoar pelo quarto. Coloco seu membro por completo em minha boca, o vejo jogando a cabeça para trás como resposta. Meus movimento vão ficando cada vez mais rápidos e intenso, meu dente bate em sua glândula e outro gemido escapa de sua boca.

Minha boca foi preenchida pelo seu jato de esperma, engulo todo seu líquido, seu sorriso de alívio e satisfação permanecia em seu rosto. O garoto me puxa e caiu em cima de seu abdômen retiro meu sutiã e dou início a um beijo intenso e cheio de luxúria, Hui separa o beijo mordendo de leve meu lábio inferior. Tiro minha calcinha e me posiciono em cima de seu membro, busco o apoio de seus ombos e começo a calvagar no mesmo, suas mãos descia até minha cintura dando a ele o controle de manuseá - lás. Gemidos escapava de ambas bocas, uma gota de suor escorria por sua testa.

O rapaz leva sua boca para um dos meus mamilos, mordiscando e chupando. Liang me tira de cima de seu membro me jogando contra os travisseiros me fazendo arfra. O mesmo pincela minha intimidade com seu membro completamente teso, quando penetro mordi meu lábio inferior para que não saísse grito algum. Suas estocadas fortes e profundas me fazia ir ao céu e inferno ao mesmo tempo, de uma maneira extremamente surpreendente. Sinto meu interior sendo preenchido pelo seu líquido quente.

Hui separa minhas pernas e começa a me beijar ferozmente, sua língua vai descendo até minha verilha dando selares nas minhas coxas.

- A-ande... logo com isso. - digo entre gemidos, um sorriso malicioso surge de seus lábios.

Seus dedos começam a estimular meu clitóris sinto a penetração de seus dedos em minha intimidade me fazendo afrar, puxo o lençol que cobre a cama no intuito de tentar me controlar. Sua língua quente entra em contato com minha vagina, fazendo com que jogue minha cabeça para trás e um gemido escape da minha boca.

Sua língua percorre por todo meu íntimo me fazendo ir à loucura, sua saliva deixava um rastro quente e seus dedos trabalhava maravilhosamente atrás do meu orgasmo.

- O-oh... Liang tu és um anjo. - gemi jogando minha cabeça para trás, sentindo meu corpo todo contrair.

Não demorou muito para que nós chegasse ao ápice, me deito ao lado de Hui e me aconchego entre seus braços.

- Saiba que com você foi tudo mais intenso e bom. - digo procurando seus olhos e o vejo sorrir, o mesmo da um selar demorado em meu lábios. - Eu te amo loucamente Liang Hui.

- Eu também te amo meu amor. - o garoto começa a fazer pequenas carícias em meus cabelos. - Vem ainda preciso te levar para sair.

O garoto se levanta e me pega em seus braços me levando até seu banheiro, o mesmo liga o registro do chuveiro e adentra comigo no box. Ainda em seu colo sinto as gotas da água molhar minha pele e meus cabelos, o Liang me coloca no chão e arruma alguns fios de cabelo em meu rosto.

Pego a esponja com sabão e passo em toda suas costas, assim como abdômen, braços, pernas e sua nádega. É incrível observar como seu corpo é extremamente perfeito, certo o Liang não tem muitos músculos mas isso é o que mais me surpreende em seu corpo, a forma que cada gota de água escorria pelo seu corpo lentamente me deixava louca de desejo por esse homem.

O garoto faz o mesmo processo com o sabão em meu corpo, passando a esponja nas minhas costas, pernas, nádegas, barriga, seios e na minha vagina.

O jeito protetor no qual ele cuida de mim é surpreendente, ninguém nunca cuidou de mim desta forma me sinto importante ao seu lado, me sinto mulher.

Minha relação com Hoseok foi totalmente o oposto do que está sendo com Liang. Jong Hoseok era extremamente possessivo, não podia ficar ou sair com alguém que ele já dava seus chiliques amorosos. Ele convenceu a mim e meu pai entrar na maldita máfia hoje não me vejo fora dela, é uma forma de me ver protegida, sou paga para matar, sou paga para participar. Tirando tudo de ruim em Hoseok sobra a pessoa pela qual me apaixonei, a pessoa que se perdeu e eu nunca mais achei.

- Lee?

Saio de meus pensamentos ao som da voz e dos tapinhas inocentes deixando em meus braços.

- Á, oi? - o olho e vejo sua face preocupada.

- Você está bem?

- Estou sim. Só estava pensando em algumas coisas, nada de mais. - digo sorrindo em uma maneira de fazer que ele não se preocupe. O mesmo da de ombros e pega o roupão para que eu possa me vestir, o coloco e saio do banheiro

Como vamos sair para algum lugar prefiro colocar uma roupa social um vestido verde musgo longo com alguns detalhes em preto, o decote é algo que chama muita atenção no vestido. Coloco um salto alto bege e faço um coque alto em meus cabelos.

Enquanto Hui se arruma fico reparando suas tatuagens nunca parei pra perguntar o que significavam para ele, para falar a verdade nunca paramos para perguntar um do outro. Somos apenas ficantes? Somos namorados? Somos somente duas pessoas que se amam e que dormem junta... Bom eu acho.

- Você está maravilhosa. - me levando e vou até o mesmo, dou um selar rápido em seus lábios macios.

- Você também está, para onde vamos? - o garoto leva o dedo indicador até a ponta de meu nariz e fecho meus olhos com medo do impacto.

- Já, já você descobre. Agora se me permite. - o vejo estender seu braço direito para que eu possa lhe seguir.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...