História After midnight - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Personagens G-Dragon, T.O.P
Tags Bigbang, Choi Seung Hyun, Gtop, Kwon Ji Yong, Top
Exibições 132
Palavras 545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos continuar a história como de costume <3 Obrigada por responderem!

Capítulo 13 - Ninho


Fanfic / Fanfiction After midnight - Capítulo 13 - Ninho

— O senhor pegou pesado. — disse-me uma de minhas empregadas, logo depois de eu tê-la questionado à respeito do ocorrido com Kwon, mesmo sabendo que ela já sabia de tudo. Olhei-o pela janela, mexendo minimamente na cortina, ele ainda parado no ponto de ônibus esperando por um transporte público que estava demorando anos para passar. Virei-me de frente para ela e então assisti-a fingir que não tinha me falado nada que eu não queria ouvir, continuou a limpar a mesa de centro. 

Eu bufei, sentindo uma pitada minúscula de remorso. Algo, bem lá no fundo do intitulado "coração de gelo seco" pela minha família, sentia que eu havia realmente pego pesado demais. Sentei-me no sofá, respirei fundo e quando finalmente decidi levantar-me para chama-lo novamente para entrar, uma vez que aparentava começar a nevar ele já não estava mais lá. "Mantenha-se no nível", pensei xingando-o mentalmente. 

No dia seguinte, mesmo estando exausto e não estando acostumado a levantar aquele horário, decidi chegar bem mais cedo na MK, onde esperei por Kwon, sentado em sua mesa, olhando seu papeis sem envergonhar-me daquilo. Esperei-o, por um grande tempo, mas ele não chegou, todavia, ainda tinha na cabeça que ele poderia ter se atrasado. Quando passou das nove, eu já tinha um sermão pré-montado para dar-lhe. Às dez e quarenta, questionei à secretaria do primeiro andar que ele havia aparecido ou se aproximado do prédio. Nada. Depois das onze, dei por mim que eu havia passado dos limites. 

Deixei então o prédio com o endereço de Kwon em minhas mãos. Mesmo não gostando disso, eu tinha que ir pedir-lhe desculpas pela brincadeira sem-graça. Entrei no carro, então segui o que estava escrito na horrível letra da secretária. Achei então a casa, velha, obviamente dava vergonha, mas respirando fundo, sai do automóvel e toquei a campainha. Ele atendeu. 

— ...O que você quer?

— Por que faltou ao trabalho? — eu disparei tentando usar aquela pergunta como desculpa para vê-lo e ele pegou em minha mão, colocando-a em sua testa. Ele estava quente. 

— Estou doente... E por causa de ontem, piorei. Se não sumir da minha frente eu vou te passar gripe. — ele começou a fechar a porta, mas eu coloquei o pé na frente para que ele não fizesse isso. 

Eu suspirei. 

— Você piorou, não foi? Desculpe por te fazer ir lá, Kwon, eu achei que seria engraçado... — admiti em baixo tom. 

— Desculpe-me... Não ouvi direito... Desc... Oque...? — estava estampado no seu rosto que ele fazia aquilo de propósito. Eu revirei os olhos. 

— Você ouviu. — resmunguei. 

— ...Não, não escutei. — ele parecia sínico. 

— Desculpe, Kwon. — eu murmurei em um profundo suspiro. 

Olhou-me por um tempo, abriu então a porta para que eu entrasse. 

— Desculpas aceitas. — ele disse e eu acabei dando um sorriso de canto. Entrei, tentando fazer o possível para não reparar em nossas classes sociais distintas. 

— Então... — eu não aguentei, olhava tudo. — ...Você mora aqui...?

— Sim, é pequeno, mas confortável. 

— Legal... — eu não tinha assunto.

— Desculpe por faltar hoje... — ele começou a dizer. — Eu estava bravo com você... — se sentou no sofá e embrulhou-se e então apontou para um bolinho de papel sobre a mesa. — Mas fiz todos os meus trabalhos. 

Eu franzi o cenho. 

— Certo. — ele não se cansava? 

— O que foi...? — questionou-me. 

— Como vive nesse ninho de rato? — perguntei. 

 



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