História After the Cataclysm - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~principebombado

Exibições 45
Palavras 3.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Depois arrumo a imagem de capa. Enrolei uma semana? Sim. Mas está de qualidade e bem engraçado. Tem 5000 palavras? Não, mas ta bem feito. Terminei há duas horas na real, mas decidi postar as três da matina porque é um horário que sempre da merd@. Malz ai pelo palavreado. Amo vcs S2.
P.S. Mas por favor, não pesquisem o que é netorare no google. É uma referência só pra quem sabe...

Capítulo 4 - Gatos. Muitos gatos.


 Sophie estremeceu enternecidamente e se virou para o lado. Estava envolta por uma camada grossa de cobertas aconchegantes, e, acariciada pelo som exercido pela queima da lenha na fogueira no centro do quarto, dormia tranquilamente.  

 Ela dormia desde que entrara naquele caminhão, e fora carregada para o quarto por John. Um modesto quarto de um apartamento, que John pensou que poderiam usar de refúgio. Em um prédio abandonado, no meio do nada, aquele era o único quarto que havia permanecido inteiro. Outras duas camas foram improvisadas por Noemi e Laurie, que também dormiam no quarto, todas em volta da fogueira.  

 Subitamente, ela acordou de seu sono profundo. Esfregou os olhos, até eles se adaptarem a fraca luz da lenha. Ela se sentou na cama e espreguiçou os braços. Piscou os olhos por mais alguns segundos e enfim, olhou o seu redor. O quarto estava arrumado, dando a impressão que ela estava e um mundo normal, sem criaturas que tentavam arrancar o seu couro, e sensações térmicas abaixo de zero. Sophie se levantou e, ainda abraçada às cobertas, andou em direção à porta. Assim que saiu, a fechou da forma mais suave possível, evitando acordar as outras. Andando pelo apartamento, observou molduras e desenhos colados nas paredes, de uma família que, como muitas, já não moravam mais lá.  

 Assim que chegou à sala, avistou John sentado na varanda, tomando algo em uma xícara. Ele a percebeu e acenou. 

-Bom dia, dorminhoca - Disse ele, tomando outro gole. 

-Q-que horas são? - Sophie perguntou, ainda meio sonolenta. 

-Não sei. Algo perto das dez, quem sabe. Quer um gole? - John estendeu o braço e ofereceu a caneca a Sophie que aceitou e deu um gole, cuspindo de volta na caneca. 

-O QUE DIABOS É ISSO? CACHAÇA? 

-Quem me vendeu garantiu que era. Se você diz que é, então é. 

-FALE ALGUMA COISA COM SENTIDO HOMEM! POR QUE VOCÊ ESTÁ TOMANDO ISSO? E AINDA ESSA HORA? 

 John suspirou e deu o gole final na caneca. 

-Sabe, o "eu" sóbrio é meio chato, sem graça. Ai eu fico bebendo o tempo todo. Sério, você não gostaria de conhecer o "eu" sóbrio. Entendeu?  

 Digamos que, nessa hora, a mente de Sophie bugou "hardmente".  

-Então você é um bêbado? 

-O termo certo seria alcoólatra por opção, mas bêbado serve. Porque? Não parece? 

-Não... É uma baita surpresa... 

 Ele se levanta da cadeira e bate as palmas. 

-Bom! Aproveitando que você acordou, vou sair e procurar algo para comermos, que tal? 

-Espera, se você vai procurar comida agora, o que vocês comeram ontem? 

-Uns enlatados e essas coisas. Deu pro gasto, mas você, deve estar faminta. Aliais, você poderia me ajudar. Sabe se o seu poder funciona em animais? 

-Talvez...? 

-Esse talvez serve! Arrume suas coisas, não temos muito tempo a perder! 

-Então, aonde estamos indo? – perguntou Sophie.  

 

 Ambos estavam andando no meio do mato, a procura de alimento, no mínimo a três minutos, e ela já estava entediada.  

-Não sei. O termo “procurar” não afirma que se sabe o lugar para aonde se esta indo. 

 Durante a noite nevou na maior parte da região, então a floresta estava coberta por uma camada de neve, até nas folhas das árvores. 

-Sinceramente, acho que isso não vai levar a nada - Sophie já estava mergulhada em uma banheira de tédio. 

-Sophi, tenha fé. A gente vai achar alguma coisa.

- Claro, claro. E NÃO ME CHAME DE SOPHI! 

-Hehe. Pare. Tem alguma coisa ali na frente. 

-Tipo o que? VOCÊ ME IRRITANDO MAIS?! 

-NÃO SUA TONTA! UMA CONSTRUÇÃO OU ALGO DO TIPO. CONSEGUE VER?-ele aponta para frente, onde realmente havia algo parecido com uma cabana- E pare de falar gritando, pode atrair algum zumbi. 

-Agora estou vendo. Pera, zumbi não é um termo pejorativo demais? 

-Nem tanto Sophi, nem tanto. 

-CARALHO, PARE DE ME CHAMAR DE SOPHI! 

-Não. Essa sua reação é muito boa, hehehe. 

~Pensamento da Sophi~ 

 "Por que eu estou me importando com o que ele esta dizendo? Vou só esperar as coisas se normalizarem... Ai eu vou embora. Eles não precisam de mim mesmo. E eu não preciso deles..." 

~Pensamento Off~ 

 Os dois andaram até perto da construção, que se revelou sendo uma cabana mesmo. Seu exterior era simpático, com um pequeno jardim ao lado da porta de entrada. Se posicionaram ante a porta e a abriram. 

 Dentro da cabana, era como se fosse um cenário saído de um filme de terror. A primeira visão que se tinha de dentro do lugar era uma cama de casal. Uma mulher, jovem aparentemente, estava deitada nela, e acompanhada de uma faca cravada em sua barriga. O sangue escorreu do ferimento e tingiu todo o lençol de vermelho. A pele do corpo estava pálida, e já não expressava mais vida. A moça, outrora tinha cabelos castanhos, agora vermelhos sangue. Sua expressão estava serena, como se não temesse a morte. 

 Sophie ficou um pouco perturbada, enquanto John fez cara de indiferente. Ele olhou ao redor do estabelecimento e começou a procurar por comida. 

-Vou esperar aqui fora – disse ela. 

-Fique a vontade. 

----- 

 Alguns minutos depois, John voltou uma mochila, aparentemente cheia, e trazendo outra na mão. 

-Sabe, Sophi, tiramos a sorte grande. Tinha muita comida aqui e talz. Ta tudo bem? Você ta parecendo meio deprê. 

-John, como é a sua família? 

-Bem... - John se sentiu meio confuso. Ela falar assim do nada de um assunto tão delicado - Não lembro direito. Eu era muito novo quando minha casa pegou fogo. Acho que foi isso. Agora não consigo lembrar se tinha algum irmão. Bem, eu não me importo mais. 

-Ta melhor do que eu... 

-Que? 

-Nada. Podemos partir? Deve estar quase na hora do almoço, e elas já devem ter acordado. 

-Claro, vou só buscar uma coisa que eu esqueci lá dentro – ele sorriu e voltou para a casa. 

 Sophie se levantou e colocou a mochila que John trouxera para ela nas costas. Antes que pudesse falar algo, avistou uma criatura se mexendo entre as árvores. A criatura, ao sair das folhas, revelou-se como um infectado, ou melhor dizendo, os famosos zumbis. 

 -Hmm... John... Tem um  infectado aqui... 

-Um o que? 

-Infectado... 

-Só um instante, já to indo ai. 

 John saiu da cabana carregando um machado entre as mãos. Ele se dirigiu até o infectado, ergueu o machado e deferiu um golpe no meio da cabeça da criatura. O machado ficou bem cravado no crânio, mas John não teve dificuldades para retira-lo. 

-Era esse o zumbi que você tinha falado? 

-E-era (o termo certo é infectado, mas tudo bem ) 

-Agora que terminamos, podemos voltar para— 

 

*RUGIDO INSANO* 

 Sophie olhou para a parte da floresta de onde o zumbi havia surgido, e John seguiu seu olhar. Ambos viram a enorme criatura. O famoso caso de um der humano, que é infectado enquanto usa uma Arma. O ser era semelhante a um ciclope, com um único olho, dispunha de três metros de altura, e músculos gigantes, e, para piorar, um exo esqueleto. 

-Olha, vamos fazer o seguinte – John entregou sua mochila para Sophie – Você leva isso também, e eu dou um jeito nessa coisa. 

-John, você não tem chance! Olha o tamanho daquela coisa! 

-Pffff, já derrubei maiores (Nota: ele disse derrubou, não matou) 

-T-tá. Vou tentar confiar em você. Não morra... - ela disse isso e começou a correr pela floresta, de onde vieram. 

-Então cara, somo só eu e você - disse John, erguendo o machado. 

--- 

~Pensamento da Sophi~ 

"Por que diabos eu mandei ele não morrer? Não é como se eu gostasse dele ou algo assim... Bem, não importa, o prédio está logo ali. Espera... Aquilo são infectados?" 

~Pensamento Off~ 

 Vários infectados estavam ao redor do prédio, tentando arrancar um pedaço de Laurie e Noemi, que estavam se dirigindo ao caminhão. Quando avistaram Sophie, logo a chamaram. 

-Sophie! Venha até nós! Tem muitos deles aqui, não temos como lutar! 

 Sophie começou a correr na direção delas, mas foi barrada por um infectado. Ela, em um movimento rápido, pegou a segunda mochila e a jogou no infectado, derrubando-o. Em uma corrida rápida, ela se juntou com a outras duas, e ambas entraram na cabine do caminhão. Laurie deu a partida, e acelerou para de volta da estrada.  

-E o John? Ele esta bem? - perguntou Noemi 

-Tomara. Eu também não sei ao certo... – respondeu Sophie 

-Sabem que ele esqueceu a espada aqui, né? - disse Laurie 

-COMO ASSIM!?! - gritaram as duas 

-Ela está aqui do lado da porta do motorista. Mas ele se vira né? 

--- 

 

 O trio não chegou a passar muito tempo na estrada. Sua gasolina acabou, e elas tiveram que começar a andar. No meio do nada... Em um ligar frio...  

-Gente, quando vamos achar civilização? – perguntou Noemi 

-Algum dia... – disse Sophie, já extremamente cansada 

 Mesmo com a luz do dia iluminando o lugar, e na teoria as "aquecendo", o frio ainda era insuportável. Suas roupas as protegiam, em parte. Uma vez ou outra, davam de cara com um infectado, enquanto tentavam ver se algum dos carros largados na estrada ainda funcionava. Após horas de caminhadas, elas desistiram e decidiram descansar. 

-Nunca vamos chegar em algum lugar... - disse Laurie 

-"Se eu estivesse sozinha talvez já estaria longe" - pensou Sophie 

-Pelo menos temos o que comer – retrucou Noemi 

-Infelizmente, nossa paz não vai durar muito – Laurie apontou para a estrada, e o grupo avistou um bando de motoqueiros vindo em sua direção. Eles usavam jaquetas de couro surradas e, ao avistarem as garotas, foram direto na direção delas. 

-Vejamos o que temos aqui... Três belas garotas rapazes! - disse o homem que aparentava ser o líder – Elas podem gerar uma bela diversão! 

-Nem morta eu deixo você entrar no meu corpo! - Noemi não concordava nem um pouco com aquilo, também, quem concordaria (personagens de netorare concordariam). 

-Quem disse que você tem opção? - falou um dos caras do grupo, o que deixou todos empolgados. A coisa que motoqueiros mais gostam de fazer (pelo menos esse tipo de motoqueiro) é estuprar mulheres indefesas. 

 As três se afastaram dos motoqueiros até serem paradas pelo meio fio. Os homens (cerca de cinco) desceram das motos e começaram a avançar nelas. Pararam ao ouvir um som, familiar para eles, e desconhecido para as garotas. Um ronco. Um profundo ronco de uma motocicleta. Era bem raro, já que a Harley-Davidson não fabricava motos no Brasil. Em especial aquele modelo. Conforme o som se aproximava, o bando se apavorava e voltava para as suas motos, pegando canos velhos e tábuas com pregos. O ronco parou, e todos se voltaram para a mesma parte da estrada. 

 Da motocicleta, desceu uma moça. Ela usava uma calça jeans flare, com uma bota preta de couro (por baixo da calça). Uma jaqueta de couro preta, blusa branca. Em sua cabeça repousava aqueles capacetes americanos, que deixa o rosto exposto. Seu óculos ray ban com uma lente vermelha escura ocultavam seus olhos. Seu nariz tinha um tamanho normal, e seus lábios estavam maquiados com um batom bordo. Ao tirar o capacete, seus cabelos se tornaram visíveis. Eram azuis escuros na raiz, dai mudavam de cor para rosa, e então voltavam para azul claro. Era um corte curto, porem selvagem. Sua aparência era de uma jovem de 25 anos. 

-Vejamos o que o vento trouxe para a cidade hoje – disse ela, sem sair do lado da moto – Deixem elas comigo – sua voz era firme, porem sensual 

-Hmm, sem essa. Nós as achamos primeiro. Elas não são sua prioridade – disse o líder 

-E na teoria, nem de vocês. Mas – ela apontou para a espada de John, que estava sendo carregada por Sophie – eu preciso saber o que aconteceu com o dono daquela espada. Se não se importar, elas vem comigo.  Só chora. ~~nya 

-Ela disse nya? - perguntou Sophie 

-Disse – respondeu Noemi 

-Deus, o que diabos está acontecendo??? - falou Laurie 

-Não vamos dalas de graça. Vamos lutar por elas! - gritou um dos capangas 

-Pena pra vocês. Nos encontramos no inferno. 

 Após essa fala tenebrosa, a moça foi até a moto e pegou uma granada de fumaça, que jogou no meio do grupo. Sem que eles pudessem reagir, e, com um revolver (não me pergunte da onde ele saiu) atirou em cada um. Assim que a poeira baixou, ela foi falar diretamente com as jovens. 

-Então, vocês são amigas do John? 

-Aham- as três responderam em coro 

-Que bom que ele fez novos amigos. Ele não é de falar com qualquer um, sabiam? E porque vocês estranharam meu ~nya? 

-Sabe, não é qualquer pessoas que fala nya – disse Sophie 

-Me desculpem, é culpa das orelhas... Vou me controlar. 

 Foi ai que, as três finalmente repararam em um par de orelhas de gato que repousavam acima da cabeça dela. Sua cor seguia os padrões do cabelo, e eram 100% reais.  

-Isso... Isso são orelhas de gato...? - sussurrou Noemi 

-Eu tenho orelhas de neko, ou pelo menos era assim que o pai dele as chamava. 

-Pai de quem? 

-Do John, de quem mais seria. Na época que ele tinha a idade que o John tem hoje, ele passava as suas tardes assistindo uma coisa chamada "anime" - ela pronunciou a ultima palavra com uma entonação de suspense 

-Você conheceu o pai dele? - Sophie se lembrou da conversa que tivera outrora com John, na qual ele mencionou brevemente sua família. 

-Filha, eu passei alguns anos da minha vida com aquele fracasso. Quero dizer, é só um modo de falar, já que ele não fazia nada da vida. Essa moto aqui – ela apontou para a motocicleta que ela portava – era dele. Eu só peguei emprestada. 

-Podemos conversar depois? Logo vai escurecer - alertou Laurie 

-Certo. Vocês podem pegar a gasolina dessas motos e usa-la no caminhão. Eu conheço um belo hotel de beira de estrada ou seja lá o que aquilo for, que fica aqui perto. Eu vou na frente. Como dizia o Chapolin: sigam-me os bons! 

-Pelo menos nos fale o seu nome antes – questionou Sophie, que ao ouvir a mensão do pai de John, ficou focada na conversa 

-Inaho. Inaho Wildstar. Não, não fui eu que escolhi meu nome - (foi a porr@ do escritor, que falando nele estava de bobeira e não postou essa coisa linda aqui na sexta, ele ainda ama vocês S2) 

--- 

 Assim que o coro (coro significa grupo de anjos, mas serve nessa ocasião já que é tudo moça linda) chegou na recepção do hotel, foram logo pedir quartos para todos, porem receberam a notícia de que só haviam mais dois disponíveis, de três pessoas e de casal. As meninas ficariam  o quarto de três pessoas, e Inaho ficaria no quarto de casal. Se John chegasse, não se importaria em dormir no chão. Todas estavam com planos de repousar cedo, menos Inaho, que iria "apreciar" o álcool do local, assim como John faria. 

--- 

 Os velhos sarmentos e cachorros de bar sentados em volta do balcão estavam quietos. A jovem reluzente que estava bebendo e lhes fazendo companhia havia se retirado, e pouco tempo depois uma figura sinistra adentrou o bar. Um jovem alto de cabelos loiros, que levava consigo um machado, manchado de um líquido verde, que todos sabiam que era sangue de infectado. Ele havia pedido a bebida mais forte do local, e já havia de ter consumido cerca de quatro garrafas de uísque. Mesmo para John, cuja resistência a álcool era alta, se embebedou pra valer. 

-Emtão. Tem uma moça com orrelhas de gatinho hospedadada aqui? - perguntou John, e, ao ver que os seus companheiros de bebia sentiam receio de contar, foi se enrolando - É que nózes somos amigos, e não tem quatro sobrando... Eu sei que vou drumir no chão ou algo assim. 

-Número 305. 

-Obirigado. 

 Ele se levantou e, cambaleando um pouco, foi na direção do quarto 305. Pra se ter noção do seu nível de bêbado, ele esqueceu do machado, e só lembrou dele três dias depois. AO chegar no quarto 305, ele abriu a porta e entrou mesmo sem bater. Pode ouvir o som do chuveiro trabalhando, e , como se estivesse no automático, se jogou na cama. Depois de uns minutos, o chuveiro parou, e do banheiro saiu Inaho com uma toalha enrolada no corpo. 

-Hmm, ainda bem que você chegou. Já estava ficando preocupada – ela disse em um tom sensual 

-Tinha me esquecido que ia dormir no chão. Já saio. 

-Pra que tanta pressa, a noite é uma criança - Inaho se jogou em cima da cama e sentou sobre os quadris de John. De leve, foi tirando a toalha. John estava bêbado demais para perceber que ela também estava – Que tal nos divertimos? 

--- 

*Enquanto isso no mundo real* 

-Ae, cara – disse o escritor da parte do John, que não posta a dois meses, digo, três meses. 

-Fala bro – disse o responsável pelo Drew. 

-Terminei a parte em que o John come a guria gatinho, como você disse. Agora só falta terminar o capítulo. 

-Hehehe. Não acredito que você fez isso mesmo. 

-Ué? Porque? 

-Eu tava zuando quando disse isso. 

-Sério? 

-Seríssimo. 

-Merda... Ah, quer saber? Foda-se! Agora é assim que vai ser! 

-Cara eu tava zuando. Você sabe que isso é errado né? 

-Eu, não, ligo! 

-Ta triggered ein? 

-Tô! E se falar mais bosta te chuto na canela! 

-E eu? Como é que fico? - disse John 

-Cala a boca! Você nem tem direito de falar aqui. Não existe mais skype no seu tempo. VOCÊ COMEU ELA E PRONTO! 

-Só reze para que ela não engravide – disse o "outro cara" (lado do Drew) 

*Fim da treta que realmente aconteceu* 

--- 

 John acordou com uma put@ dor de cabeça (essa é a melhor forma de expressar isso). Ao apoiar sua mão sobre a testa, e constatou que estava com um pouco de febre. Ele se levantpu e sentou na borda da cama. 

-Que sonho estranho – diz ele baixinho – Eu sonhei com dois caras que me diziam que eu transei com a Inaho – ele olhou para o outro lado da cama, e soltou um leve grito interno. 

 John se levantou e se arrumou sem fazer o mínimo de som possível. Até saiu pela janela para deixar a porta trancada. Ele se dirigiu até a recepção e encontrou a outras três pagando pelos quartos (com o dinheiro que John roubou no capítulo anterior, que estava com elas). 

-E ai povo – cumprimentou John. 

-Nossa cara. Esse cheiro de álcool ta forte – comentou Noemi, abanando a mão na frente do nariz. 

-Dormiu no chão mesmo? - Perguntou Laurie - Você está um trapo. 

-Dormi – mentira, mas não faz mal. 

-Vamos esperar a Inaho acordar, e então ver que rumo seguimos – sugeriu Sophie, como se tivesse falado pelo grupo todo. 

 Não demorou muito até a chegada da Neko~chan (como eu queria falar isso), que já estava pronta para pegar a estrada. 

-Oi povo, demorei muito? - perguntou Inaho, seguida de um bocejo 

-Nem tanto. O que vamos fazer agora? - Sophie puxou assunto, já que foi ela que teve a ideia de esperar 

-Vocês eu não sei. Eu vou continuar rodando a estrada sozinha – retrucou Inaho – Sou melhor "jogando solo". Au revoir, mes amis. 

 Ela foi se afastando aos poucos, porem John a interceptou antes que ela desse partida na moto 

-Ei... Por acaso você não esta naqueles dias... Está? 

-Que dias? 

-Sabe... AQUELES dias... 

-Ah, isso? Porque você quer saber? Virou um pervertido agora? 

-Não é isso... Você não lembra de ontem? 

-O que aconteceu ontem? 

-Nada de mais. Pode ir tranquila, vai pelas sombras.  

-Ta né... - nisso ela deu partida na motocicleta, e voltou para a estrada. 

 John se juntou novamente com o bando e começaram apensar no que fariam. 

-Poderíamos ir para Woodgate, a maior cidade do país. É o centro desse lugar, de lá vocês podem fazer quase o que quiserem – falou John, com certa convicção que parecia até político 

-Nós topamos – disseram Noemi e Laurie (eu não esqueci que ela são prima, ok?) 

-Pra quer você quer ir lá? Para encontrar seu pai ou coisa parecida? - perguntou Sophie 

-Não, porque? 

-Inaho comentou sobre seu pai. Que eles se conheceram e talz. Talvez você ache ele lá.  

-Espera... A Inaho conheçe o meu pai? 

-E ela nunca te disse? Que bela relação de amizade – Sophie riu, e depois lamentou o desencontro de informação que John teve - Se acalme, e não perca a determinação.


Notas Finais


Esse não tem mensagem subliminar, mas ficou bem comédia. Espero que gostem :3
E se tiver erro, me avisem. Se tiverem crítica positiva tbm pode falar. Só não curto críticas negatovas...
Detalhes! Espero que tenhas gostado!


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