História After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Asriel Dreemurr, Flowey, Frisk, Gerson, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Echotale, Felicidade, G!sans, Indecisão, Romance, Sans, Segredos, Segunda Temporada, Sonhos, Undertale
Exibições 172
Palavras 4.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLAAAAAAAAAA.

Gente eu não fiquei tão satisfeita com esse cap...
Mas tentei o meu melhor, é sério. Eu fico magoada de demorar para postar capítulo...
SORRY :(

Leiam as notas finais, por favor.

Boa leitura.

Capítulo 5 - Uma História Para Se Guardar.


Fanfic / Fanfiction After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 5 - Uma História Para Se Guardar.

Narrador:

G! E Frisk ainda estavam deitados naquele lugar. Matando a saudade, como se não se vissem há anos (Mesmo parecendo para os dois).

Após muito choro e abraços, se olharam e limparam as lágrimas. G! Colocou sua blusa em volta do ombro da menor, que já não sabia aonde tinha colocado a coberta que estava enrolada há alguns minutos.

- Não sei descrever o que estou sentindo agora. Como foi que aconteceu isso? – Frisk dizia sorrindo, deixando as lágrimas rolarem ainda. Era muita emoção, de fato.

- Eu não sei. – G! Disse com sua voz rouca. – Eu sei que depois do reset eu era nada, mas mesmo sendo nada eu sentia que eu vagando por ai, e eu sentia sua presença. E nessa noite foi diferente, eu me sentia sendo puxado novamente. Então, acordei aqui. – Ele dizia sorrindo.

- Ah eu estou tão feliz G! Meu coração está acelerado. – A menina dizia colocando a mão no peito. – Como farei para te apresentar para os outros? Eles vão querer saber como nos conhecemos ou ao mesmo quem é. – Frisk dizia meio desesperada.

- Calma, a gente vai arrumar uma solução. Eu sinto que eles já me viram, eu não sei. – Ele dizia confuso.

- Todos eles sonharam com você, eu também sonhei. – Sorriu para ele.

- Então será um pouco mais complicado. Por que não conta a verdade? – G! Dizia levando seus dedos ao queixo da morena.

- Eles não acreditariam... E você sabe, tem o... Genocídio. – Ela respirou fundo. – Não quero que eles saibam que um dia eu...

- Um dia eles vão ficar sabendo, você está ciente disso não? – Ele dizia se lembrando de mais outra coisa, em quanto à morena balançava a cabeça positivamente. – Deixa eu te contar uma coisa.
Quando eu estava vagando por ai sendo absolutamente uma alma sozinha, eu sentia outra presença nada boa. E essa presença andava perto de mim. E quando eu fui sugado pela realidade, eu vi essa coisa sendo sugada também. Você... Deve saber do que se trata. – G! Dizia seriamente.

- Eu temia que isso acontecesse. – A morena abaixou a cabeça. – Teremos que nos proteger. Ela pode tentar tomar meu corpo de novo... Ela ainda tem acesso a ele, você sabe. Os resets não apagam exatamente tudo. – Ela dizia passando a mão nos cabelos achocolatados, agora levemente secos.

- Eu sei bem disso... – Ele dizia olhando para si mesmo. – Afinal sou uma prova. – Ele sorri.

- Tenho medo de um dia aquelas timelines se encontrarem, e o Genocídio voltar à tona. Ou até mesmo que a realidade fique falhada e destrua tudo que somos e o que construímos...

- Não pense nisso.  – Ele passava o braço pelo ombro dela. – Nada vai destruir o que construímos. As memórias sempre valem a pena

- Inevitável não pensar... Mesmo vendo por esse lado – Ela dava um sorriso fraco, quase morto. – Eu estou com medo de te levar pra casa e Toriel acordar comigo e uma criatura desconhecida. – Ela ria.

- Você tá indo na escola? – Ele perguntou.

- Eu nem sei que idade eu tenho agora. Vai que alguns anos se passaram graças as Timelines, e eu tenha que ir para o ensino médio sem conhecer ninguém. – Ela dizia arrepiada. – Acho que Alphys ou Gerson podem me dar algumas aulas, ou até Asgore. Ou Toriel que quer ser professora, ela tá dando aula, falando nisso. – A morena dizia em quanto caminhava para a casa com G! Com as mãos em volta de seus ombros.

- Os humanos se acostumaram com eles? – G! Dizia observando o local à volta deles.

- Bom grande parte sim... Mas tem aquela outra parte medíocre que acha que eles são aberrações, que deveriam voltar para o subterrâneo e entre outras coisas... Você sabe, o mundo é assim, né. – Frisk dizia cabisbaixa.

- Na verdade quase não sei nada sobre humanos. Apenas parte das coisas que eu tinha quando Sans estava em mim, e Gaster também.

- E você é o que agora? – Ela dizia confusa

- Eu. Apenas com a personalidade dos dois misturados, mas não tenho mais eles dentro de mim. Eu agia por mim mesmo. Mesmo tendo eles dentro de mim. Apesar de que no começo, Sans que estava agindo e pensando sobre aquele corpo, tanto que quando nos conhecemos ‘’ eu ‘’ disse que era Sans. Mas depois dos tempos que eles ficaram fundidos, fui ‘’ nascendo ‘’ das personalidades deles. Entendeu? – G! Dizia chegando à porta da casa da menina.

- Sim. – Ela sorriu e girou a maçaneta.

Eles subiram as escadas até o quarto da morena, que ainda estava usando a blusa de G!

Eles entraram no quarto. Uma sensação de deja-vú tomou o corpo de G! Que se lembrava de algumas flores que passavam por ali, em sua memória.

O quarto ainda tinha a coloração amarelada do abajur. Ainda um pouco escuro.

Frisk se sentou na cama e fez menção para que o esqueleto se sentasse ao lado.

- A cama é de solteiro. – G! Dizia sorrindo irônico para ela.

- Eu posso dormir em cima. – Frisk dizia rindo.

- Será um prazer. – Ele se aproximou dela e pegou o seu queixo. – Eu te amo. – Se olharam sérios por um tempo, até que G! sorriu.

- Também amo você. – Ele se aproximou dela e beijou seus lábios doces novamente. (Apesar de sair muito palavrão dali).

Com muita saudade e desespero, eles se beijaram. Passando os mesmos sentimentos citados há pouco.

Frisk finalmente tinha o que queria ali, bem a sua frente.

Ele deitou o corpo da menor sobre a cama e ficou por cima. O beijo era calmo com um toque de desespero. Assim como Frisk se lembrava.

Ele desceu as suas mãos esqueléticas pela coxa da menor que arrepiou e suspirou. Isso apenas o fez rir.

E depois de alguns beijos. A morena rolou na cama e deixou que G! Ficasse em baixo e ela em cima.

- Boa noite. – Ela dizia sorrindo.

- Boa noite, princesa da boca suja. – Ele dizia em quanto levava suas mãos até o cabelo dela, fazendo o cafuné que Frisk tanto havia esperado.

Guardou as palavras e os gestos em sua mente. Quanto tempo ela não havia esperado e tendo fé que ele iria voltar?

Foi esse o último pensamento que teve antes de apagar.

...

Ao acordar de manhã, Frisk encarou G! Por baixo dela. A morena sorriu ao vê-lo ali e depositou um beijo em sua ‘’ testa ‘’.

Ela desceu as escadas lentamente e andou até a cozinha, vendo que Toriel estava ali presente. Ouvia o barulho da cafeteira perfeitamente em quanto observava a mulher de óculos lendo um livro.

- O que está fazendo? – Frisk se senta a mesa.

- Apenas lendo este livro, é sobre a matéria que passarei hoje. – Frisk sorriu. Toriel observou seus braços. – De quem é essa blusa? Tenho a impressão de já tê-la visto... – Toriel arqueou uma sobrancelha em quanto ainda observava os ombros da menor coberto pela blusa.

- A-Ah... Bom... – Frisk colocou uma mexa do cabelo para trás. Em quanto sorria nervosa. – Eu preciso conversar com a senhora mais tarde, ok? Reúna nossos amigos aqui na sala que explicarei. – Toriel assentiu; um pouco curiosa. – Ah, e você pode fazer um favor para mim? Trazer alguns deveres da sua escola para cá, apenas para eu poder testar minha inteligência. – Frisk piscou.

Toriel achou divertido o comentário da menina, assentiu com a cabeça e se levantou da mesa.

Tirou o pequeno bule de vidro da cafeteira e colocou em duas canecas. Como sabia que Frisk não gostava muito de café puro, acrescentou o leite na caneca e colocou o potinho de açúcar a sua frente.

A menor bebia o liquido junto à mãe. Elas conversavam entre si e davam algumas risadas.

A menor até cogitou sobre uma possível volta d Asgore e Toriel. ‘’ Iria adorar ter um papai bode ‘’. Toriel achou o comentário meio repugnante, mas engraçado.

Após a mulher se despedir e sair da casa, indo em direção a escola que trabalhava; Frisk subiu as escadas e adentrou o quarto novamente.

G! Ainda dormia profundamente, apesar de ter mudado de posição.

Frisk achou engraçado e observou a cena. Pensando no que falaria para os monstros mais tarde, sabendo que contaria verdadeiramente as coisas para Alphys, que poderia lhe ajudar com Chara.

Já sabia a melhor forma de contar para os amigos o que havia acontecido, sempre funciona.

G! Moveu-se bruscamente na cama. Ele clareou suas órbitas e encarou a menor sentada na cadeira giratória. Ela ainda parecia perdida nos pensamentos, ele apenas sorriu, admirando a beleza da menor.

‘’ Como eu sou sortudo ‘’ Pensou. E logo depois pensou que o tal Sans fosse um problema no relacionamento deles. Pois sabia dos sentimentos do esqueleto por Frisk. Pensava que seria relativamente possível que o encontrasse mais tarde, e conversaria com o mesmo pacificamente, para esclarecer as coisas. Afinal a morena e o esqueleto eram muito amigos, e ele sabia que não deveria atrapalhar isso, mesmo sabendo o que se passava na mente de Sans.

Viu-se mergulhado nos pensamentos, assim como Frisk estava. Balançou a cabeça para que pudesse voltar para a terra e encarou a morena que estava do mesmo jeito que antes.

Ele sorriu brevemente e caminhou até ela, vendo ela se despertar do transe.

- Bom dia. – Ela sorriu olhando para G!

- Bom dia. – Ele deposita um beijo no topo de sua cabeça. – Eu estava pensando e... Bem, tem alguma possibilidade de eu ver Sans hoje? – Ele dizia em quanto se agachava para ficar do mesmo tamanho que a menor.

- Na verdade, tem. – Ela encara o maior ajoelhado em sua frente. – Eu chamei todos os meus amigos para virem aqui, para contar sobre você. – Ela dizia olhando para as pernas nuas.

- Então vai contar tudo? – Ele dizia erguendo o queixo dela para que o encarasse.

- Não! – Ela deu um gritinho. – Não... Eu vou contar de uma forma diferente, uma forma que eu não os assuste ou os deixe com raiva, eles são tudo pra mim. – Ela dizia cabisbaixa, após lembrar-se de uma coisa. – Hoje tem show do Mettatton, ai caramba, eu esqueci! E chamei todos eles para virem aqui! – Ela dizia se levantando com as mãos na cabeça. – Mettatton vai ficar bravo, muito bravo, bravo de mais! – Ela dizia com os olhos castanhos arregalados.

- Calma Frisk. – G! Dizia se levantando e segurando nos ombros da menor. – Você pode conversar com eles depois do show, se acalme. Como você os chamou? – G! Dizia acariciando o cabelo dela.

- Eu falei para Toriel chama-los. – Ela dizia segurando a mão dele calmamente.

- Então, ela vai pensar nisso. Ou ligue para ela. Eu vou ao Show? – G! Dizia preocupado.

Frisk sorriu abertamente, olhando para os olhos do esqueleto, pensando melhor no que faria.

- Você acabou de me dar uma ideia brilhante! – Frisk dizia correndo ao celular, discando o número de Toriel.

[...]

Muito tempo depois...

 

Todos já haviam chegado ao show. Estavam esperando para que Mettatton inicia-se tudo.

Sans estava sentado ao lado de Frisk, com o coração apertado. Ele estava sentindo isso desde que saiu de casa com seu irmão Papyrus, sentado ao outro lado da menor.

Os outros amigos estavam na mesma fileira, alguns tiveram que se sentar a frente. O teatro estava lotado de monstros e humanos.

Mas apenas uma pessoa chamava a atenção de Sans: Frisk.

Ela estava linda naquela noite. Simples e linda.

Usava um vestido azul escuro maior no fechamento do pescoço e menor descendo ao busto. Ele era rodado e tinha quatro dedos a cima do joelho. Usava uma sapatilha preta quase que brilhante aos pés. Usava um pouco de rímel nos olhos que estavam sempre meio fechados, mas ainda sim estava linda. Não apenas aos olhos de Sans, mas para todos que vissem aquela figura a sua frente.

Mettatton iniciou a peça. Foi uma surpresa para todos, as músicas eram calmas e serenas.

(N/A: Imaginem as músicas de Waterfall).

E contavam a história de Frisk com G! (Mesmo não sabendo quem era). As cenas eram de todas as histórias que haviam sido passada para os monstros, até os sonhos que tiveram.

A peça acabou quando Mettaton (vestido de Frisk) encontrava a sua felicidade e deitava sob as flores douradas falsas.

Todos aplaudiram. A maioria não sabia do que se tratava a peça.

- Friskerida! Pode subir ao palco por favor!

Frisk ficou extremamente vermelha. Sabia que o robô faria isso, e a partir daí colocaria seu plano em prática. Isso quem sabia era apenas ela e G!

Ela saia do fundo do teatro e ia ao palco com dificuldade – graças a vergonha e ao sapato – em quanto os olhares eram dirigidos a ela.

Ela sorria olhando para a figura que estava em cima do palco.

E quando chegou, subiu os três degraus que o levava até ele, ficando ao lado de Mettatton.

- Essa peça foi feita inspirada em você e nas coisas estranhas que aconteceram com a gente essa semana. – Ele dizia encarando a plateia e logo depois voltando a Frisk. – Bom, pelo menos aos montros. – A plateia riu. – Ontem, não apenas eu, mas alguns amigos também, sentimos uma coisa muito estranha, uma coisa crescendo em nossos corações. Imediatamente pensamos em você e em uma figura estranha que vimos também, mas em nossos pensamentos em quanto dormíamos. Até lá, a minha peça ia ser um dia de canção com Napstablook e Shyrena, mas quando nos juntamos ensaiamos a noite toda com isso. Até que vimos um clarão de luz azul e apagamos aqui no teatro mesmo. Frisk, você tem alguma coisa a nos dizer sobre isso? Quem é o homem misterioso nos seus, ou melhor: Nos nossos sonhos? Você o conhece? – Mettaton dizia dando o microfone nas mãos da menor. A plateia estava intacta, todos observavam em silêncio.

- Hãn... Bom. – Deu uma pausa. Não posso contar totalmente a história certa, pois é longa e cansativa. Eu sei que essa semana vocês ouviram muitas histórias, mas acho que uma a mais não vai fazer mal a ninguém, certo? – Frisk pausou. Olhou para a plateia que certamente queria que ela continuasse, suspirou e soltou as palavras. – Há algum tempo, uma humana foi separada da sua felicidade. Ela pedia para as flores falantes que a reencontrasse, e pedia a elas os mais bonitos sonhos para seus amigos, que eram como uma família. Ela sempre sonhava com coisas bonitas que envolviam essa felicidade. E isso ao seu ver, era um dos sonhos mais bonitos. E esse sonho foi passado para todos os amigos dela, assim como o desejo que ela tinha, que foi passado para eles também. E mesmo não sabendo o que estava acontecendo, eles desejaram algo, que fez a felicidade ressurgir. – Ela apontou para as cortinas pretas atrás do teatro, onde G! Apareceu.

Ele caminhou até o palco, todos o olhavam. Alguns monstros; o encaravam intactos, pois era a figura dos sonhos. Já Sans, observava a cena com uma pontada no peito, quase que para chorar.

Ele subiu ao palco junto a menor, e sorriu, logo depois olhou para baixo.

- Entenderam? Eu... Fui eu que desejei sonhos bonitos para vocês, e eu sonhava com coisas bonitas. E isso influenciou para que sonhassem com essas coisas bonitas também, assim como eu tinha o desejo vocês acabaram tendo. E bom... Esse. – Ela aponta para o maior. – É a minha felicidade, a felicidade que eu esperava. – Ela olhou para ele e sorriu.

Mettaton deixou escapar algumas lágrimas metálicas. Em quanto monstros e humanos aplaudiam para Frisk. Que recebia um abraço caloroso de G!

Alphys achou lindo, mas queria saber a história real mais tarde.

Sans também aplaudia. Estava feliz por ela e triste por si mesmo, cada batida do seu coração massacrava o seu peito. Era como se uma agulha estivesse perfurando o local.

Após o teatro. Frisk abraçou Mettaton e os seus dois ajudantes. (Dados nomes Shyrena e Napstablook).

E se retirou do teatro com G! E seus amigos.

- Então é esse seu namorado. – Toriel encarou G! Que sorriu para ela. – Deveria ter me contado antes. Sou sua mãe mocinha. – Toriel bagunçava os cabelos da menor.

- Bom... – Frisk sorria; vermelha. – Ele não tinha chegado a tempo. – Ela olhou para G!

- Escuta aqui grandalhão, se você não cuidar bem dela eu vou... NGHAAAAAAAH! – Undyne dizia invocando sua lança.

- Acho que não precisamos disso. – Frisk dizia sorrindo abaixando a lança de Undyne. – Nós vamos nos dar bem, eu prometo. – Ela deu um largo sorriso para Undyne, que fez o mesmo. – Eu acho bom mesmo.

- AGORA SÓ FALTA UNDYNE E ALPHYS SE ASSUMIREM! – Papyrus dizia.

- O-oi? – Alphys disse; corando exageradamente.

- Você nem se assumiu com Mettaton ainda. – Undyne gargalhava.

- ISSO POR QUE NÃO TEMOS NADA, UM ROBO NÃO PODE BEIJAR UM ESQUELETO! – Papyrus dizia confiante em suas palavras.

- Então quer dizer que tentou néééé? – Undyne deu uma ombreada de leve no esqueleto, que ficou sem resposta e coçou sua cabeça esquelética.

 - Falta Toriel e Asgore! – G! Dizia brincalhão. Toriel revirou os olhos.

- Escutem crianças. – Asgore dizia rígido. – Antes tarde do que nunca! – Ele fez todos caírem na gargalhada. Toriel fez cara feia no começo, mas sorriu depois.

Sans se manteve calado o caminho inteiro. E isso de fato atrapalhava Frisk.

G! Queria ter a sua conversa com ele ainda, decidiu o que faria.

Após todos chegarem as suas respectivas casas. Frisk entrou ao seu quarto com G!

- Você não conversou com Sans. – Ela dizia se sentando na cama. Retirando as sapatilhas.

- Vou fazer isso outra hora. – A brisa fria da noite entrava na janela aberta, deixando o ar mais romântico para os dois pombinhos. – Você estava linda hoje. – G! Sorria, colocando uma das mechas do cabelo da menor para trás. Logo depois, deu um beijo nela, calmo e apaixonante, como sempre.

- Amo você! – Ela dizia; sorrindo.

- Amo você também. E fico muito feliz que todos sabem da gente. Que você fez isso por mim. – Ele colou suas testas.

- Eu faria tudo por você, sem nem pensar duas vezes. – Ela segurou o rosto do menor com as duas mãos e o beijou novamente. Ele envolvia as duas mãos na cintura da menor delicadamente.

Separaram-se depois para buscar ar.

- Vou me arrumar para dormir.

Frisk foi até o banheiro para tirar a maquiagem e a roupa que estava usando.

G! Sabia o que faria agora.

- Eu volto daqui a algum tempo. – Ele dizia colocando sua jaqueta de sempre. Descendo as escadas e saindo pela porta da sala logo depois.

G!Sans:

Após sair, caminhei lentamente por um lugar que me fazia lembrar Waterfall. Sabia qual era a casa do esqueleto, pois o vi entrando aqui na hora que estavamos vindo embora. Acho que ele sabia que conversaria com ele, mesmo se mantendo calado e encarando a mim e a Frisk a viagem inteira. Preciso desabafar um pouco aqui, não tenho a obrigação de ficar calado.

Cheguei até a casa que eles moravam. Era quase exatamente como a que tinham no subterrâneo, só não continha neve.

Toquei a campainha e vi a maçaneta girar. Um esqueleto grande de roupas alaranjadas estava à frente da mesma.

- AH OLA FELICIDADE. – Papyrus dizia a mim. Eu achava graça. – O QUE QUER A ESSA HORA? GOSTOU TANTO ASSIM DO GRANDE PAPYRUS? – Ele dizia sorrindo abertamente.

Eu sorri de volta.

- Sim, sim. E também gostaria bastante de conversar com o seu irmão, será que eu posso ter uma conversa de osso a osso? – Eu dizia piscando.

- CÉUS, VOCÊS SÃO UMA CÓPIA. SANS! FELICIDADE QUER CONVERSAR COM VOCÊ! – Papyrus dizia se retirando da porta.

- Ah é, onde esta a felicidade? Eu meio que a perdi. – Sans se pôs a frente da porta, sorrindo. Mas depois que me viu, seu sorriso ‘’ morreu ‘’- Mesmo ele estando sempre sorrindo, deu para perceber –

- O que quer aqui? – Sans dizia fazendo suas órbitas apagarem.

- Eu não vim brigar com você. Quero apenas conversar, de homem pra homem. – Eu o encaro, sem medo algum.

 Ele fechou a porta atrás de si e voltou as suas órbitas ao normal.

- Vamos andar por ai. - Ele disse, caminhando logo em seguida.

Eu e Sans fomos em direção a outro lugar, que também me parecia Waterfall. Decidi inicar a conversa de uma vez.

- Então, acho que você já sabe o que quero falar. – Ele concordou com a cabeça. – Olha, eu sei sobre seus sentimentos com ela. Eu tenho uma pitada de cíumes sim, mas não vou de maneira alguma impedir que vocês sejam amigos ou se falem. Só não quero você olhando pro decote dela ou em outras partes, mas você sendo amigo dela pacificamente, tudo bem eu aceito. Eu sei o quanto é difícil ver quem você gosta com outra pessoa, eu me sentiria da mesma maneira. E sei também que você me vê como um adversário, mas não quero que pense assim. Não estou pedindo um laço de melhor amigo com você. Só estou pedindo isso por ela e por nós dois, isso fará bem. – Eu dizia terminando de desabafar.

- Você nem sabe como dói. – Ele olhou para baixo. – Sei que é meio estúpido eu agir assim. Nunca fui desse jeito, mas acho que certas pessoas mexeram com o que eu era... – Ele erguia a cabeça, rígido. – Você me lembra Gaster. Ele falava dessa maneira comigo.

- Talvez porque eu seja uma mistura das suas personalidades. – Eu ria.

- Talvez. – Ele ainda estava rígido. – Olha... Criatura... – Ele se virava de frente para mim, me fazendo parar. – Qualquer coisa que você fizer com ela que a machuque. Eu te acerto ossos sem dó alguma. – Ele escurecia as orbitas de novo. – Eu não quero ver aquele coração de determinação se partindo. – Ele voltava ao normal, me fazendo sentir tédio.

- Falando em determinação. Você sabe o que outro coração vermelho anda fazendo, não é mesmo? – Mudei de assunto.

- Sei... Eu sabia que se você voltasse ela voltaria. Sempre tem algo que da errado, é a vida. Eu temo que ela tome o corpo de Frisk novamente.

- Sim eu também. Por isso temos que unir quantas pessoas for. Chara é capaz de tudo, e ela esta vagando por ai. E muito quieta por sinal. Ela sempre tem alguma coisa na mente. – Eu dizia sentindo olhares nos acompanharem.

Sans olhou em várias direções diversas vezes, acho que não fui o único.

Frisk:

Após G! Sair ; me arrumei digna de uma noite. Cara limpa e roupas largas. Toriel havia deixado a folha com as lições em cima da minha cômoda.

Iam fazer mais ou menos 26 minutos que ele havia saído, me deixando sem resposta alguma de onde iria. Talvez tenha ido ver Sans.

Ver ele nessa situação me dói. Ainda mais depois da declaração, depois de um quase beijo de nós dois. Sinto meu coração dividido.

Eu gosto muito de Sans, mesmo. Talvez tenha dito que tenha sentido apenas paixão por ele no passado, mas tenho certeza que era amor. Afinal eu havia resetado tudo por ele, e havia o salvo.

Sabia o que ele estava sentindo. E minha vontade era de abraça-lo loucamente e fazer com que aquela dor sumisse. Mas nem um reset iria ajudar, afinal, ele sempre se lembra de tudo.

Não queria ver meu melhor amigo e protetor daquele jeito, não mais. Faria alguma coisa para mudar o que ele estava sentindo, passaria mas algum tempo com ele, lhe dando apoio.

Sei que G! Não vai proibir nossa amizade nem nada. Mesmo ficando inseguro.

Não trairei G! Jamais. Mesmo vendo Sans naquele estado fazendo minha alma se corroer.

O que Sans está querendo que eu sinta?

Realmente ter seu coração dividido assim é complicado. Eu amo G! Mas gosto bastante de Sans.

Um é diferente do outro, porém iguais.

Depois de alguns minutos de pensamentos e preocupações com G! e Sans. Apaguei.

Sonho (Frisk):

Eu estava em algum lugar escuro. Não havia chão nem teto. Apenas um infinito quarto escuro preto, eu estava sentada.

A figura a minha frente me assustou. E eu reconhecia bem quem era.

- Nos encontramos de novo. – Chara dizia com seu sorriso diabólico, olhando tenebrosamente para mim.

Continua...

(LEIAM AS NOTAS FINAIS).


Notas Finais


Vestido da Frisk: https://goo.gl/images/qT8tqV

Oi gente... *Olha para cima e sorri*

Bom, eu estou BEM desanimada esses dias.
(Não, não é TPM)

Tem vários problemas em casa, com pais e também com a minha auto-estima.
Que já é baixa de natureza, e agora com esses problemas, piorou ainda mais.
Numa escala de 10 a 0 eu estou 11.

Sério, eu estava pensando até em excluir a fanfic, de tanto desanimo que eu estava sentindo.
Ia deixar só a primeira temporada. Não apenas por causa desses problemas,
acho que seria complicado explicar...

Mas enfim, como eu leio esses comentários que sempre me motivam a escrever mais
e sei que tem gente que realmente gosta de ler e acompanhar, eu vou continuar.

(Mesmo em um estágio pré-depressiva. Por isso o cap ta um desastre)
Espero que entendam, obrigado por tudo. Pelo apoio que me deram desde a primeira temporada até aqui, isso realmente significa muito.


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