História After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Asriel Dreemurr, Flowey, Frisk, Gerson, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Echotale, Felicidade, G!sans, Indecisão, Romance, Sans, Segredos, Segunda Temporada, Sonhos, Undertale
Exibições 68
Palavras 4.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI GENTE!

Desculpem de novo pelo desastre do capítulo. Mas precisava de um Hentai antes da treta
realmente começar.

Espero que gostem.

Capítulo 6 - Muita Coisa em Apenas Algumas Horas.


Fanfic / Fanfiction After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 6 - Muita Coisa em Apenas Algumas Horas.

(Sonho) Frisk:

- Onde estamos? – Eu olhava para os lados. Claramente assustada.

- Na parte vazia da sua mente. Aquela que uma vez eu ocupei. – Ela dizia.

- Quer dizer que... – Olhei com os olhos cheios de lágrimas e corpo trêmulo para ela.

- O que foi, está com medo? – Ela se aproximava de mim, sorrindo macabramente. Eu estava assustada. – Eu ainda não ocupei o seu corpo, algo em você não me deixa entrar. Mas para sua infelicidade, isso não vai durar, eu vou vencer dessa vez. Farei da sua vida um inferno. Criatura nojenta, você caiu naquele maldito buraco para atormentar o meu espírito. Mas eu ainda vou formar o meu corpo de novo. Eu absorverei aquela linha do tempo, sendo forte de corpo e alma. – Ela dizia fazendo-me lembrar de Flowey.

Espera; Flowey! Como pude me esquecer!

- Você não vai conseguir. – Mesmo com medo. Eu mantive a determinação. – Eu sei como te deter. Eu não estou sozinha, eu tenho eles. E vou ter mais um ao meu lado. Você é fraca Chara, fraca! Você não nos vencerá, eu tenho certeza disso!

Ela riu. Riu horrivelmente. Como aquelas risadas de bruxa nos filmes mais assustadores que se pode imaginar. E eu presenciava, ao vivo. Trêmula da cabeça aos pés, me sentia pálida e sem chão, o medo tomava conta de meu corpo.

E, mesmo eu falando aquelas coisas, sabia que Chara não era tão fraca assim, ela seria capaz de tomar meu corpo a qualquer momento, como da outra vez.

- Cuidado com o que diz. – Ela tinha sangue nos olhos, e ‘’ entrou ‘’ dentro de mim. Mesmo eu sabendo que era só para que eu acordasse.

Frisk:

Acordei bem suada, com G! Sentado no final da cama, olhando para o meu rosto, provavelmente preocupado.

- Tudo bem? – Ele perguntou. Instantaneamente lembrei-me do que deveria fazer.

- Droga; como posso ser tão tola! Merda! – Eu dizia me levantando rapidamente e pegando um suéter azul escuro de listras roxas. A nostalgia bateu.

- Frisk! Aonde você vai! Bonestrouxa! – Ele dizia correndo atrás de mim.

Sai apressada pela porta da sala, correndo para uma direção que eu conhecia bem. Monte Ebott.

G! Gritava coisas atrás de mim que eu simplesmente não ouvia. Não tinha ninguém na rua, deduzi que seria tarde.

- FRISK! DA PRA ME ESPERAR! PORRA! – Ele gritou mais alto. Mas ainda não parei.

Cheguei a montanha e a observei por alguns minutos. Momentos antes de eu cair passaram pela minha mente, me fazendo querer chorar. Os motivos pelo qual eu subi a montanha, os motivos pelo qual contei as estrelas.

Uma sensação muito forte invadiu o meu peito. G! Finalmente chegou ao meu lado.

- Se você queria relembrar era só me contar, eu não ia ficar bravo. – Ele dizia relativamente estressado. O que me fez rir um pouco.

Escalei a montanha com os pés cobertos apenas por uma meia. Doía? Sim. Eu me importava? Não.

- O QUE ESTÁ FAZENDO? - G! Gritou para que eu pudesse ouvir. A adrenalina e a nostalgia era tanta, que eu só me deixava levar pelo momento. Deixando que as lagrimas tomassem conta do meu rosto e as lembranças voltassem.

Se antes eu sentia saudades do que passamos e tristeza por um Genocídio, isso aumentou ainda mais depois que decidi escalar isso.

- APENAS VENHA. – Gritei com a voz falha. Ele certamente deveria ter percebido.

Ele poderia usar seus poderes para me fazer ficar ao topo da montanha. Mas ele deveria saber – e muito – o que estava se passando no meu interior naquela hora. Então ele apenas ficou calado e ouvi suas botas escalarem a montanha.

Chegamos ao topo. Fiquei encarando o buraco a minha frente. Relativamente grande. Junto ao galho que cai.

- O que você veio fazer aqui essa hora? E de meia? – Ele me olhava confuso, mas sem querer julgar.

- Preciso de uma coisa importante que está aqui. Que fui ingrata e deixei ficar. – Eu encarei o rosto de G!

- Flowey. – Ele chegou perto de mim.

- Flowey. – Repeti o que ele disse. – Mas como vamos pega-lo?

- Meus. Poderes. – Ele dizia fazendo pausa entre as palavras. – Você desce e eu te trago com ele quando gritar. – Ele diz.

Eu apenas assenti com a cabeça e estranhei o motivo de G! Não me perguntar essa mudança de decisão repentina que eu tive.

Sentei na ponta do buraco, pronta para pular. E assim o fiz.

Cai lentamente, e novamente a sensação de nostalgia tomou minha mente, invadindo tudo.

Lembro-me de quando cai. Eu apenas pensei ‘’ acabou o sofrimento ‘’. E aí, eu ‘’ pousei ‘’ nas flores; onde eu estava naquele momento.

O engraçado era que: Não precisei andar como da primeira vez para encontrar Flowey, ele já estava bem a minha frente.

- O que você faz aqui? – Ele dizia olhando para mim, surpreso.

- Eu vim te levar pra superfície. – Eu dizia determinada a pensar que ele aceitaria.

- O que te faz pensar que eu quero? – Ele cruzava as duas folhas que tinha. – Eu fui bom como Asriel, mas não sei as coisas que posso fazer como Flowey. – Ele olhava de soslaio para o lado.

- Eu sei que existe algo bom em você, eu sei que você não é mais aquilo que todos pensam. Além do mais não posso deixar você sozinho aqui. – Eu dizia mantendo a determinação.

- Frisk. Eu sei que não foi só isso que te trouxe aqui, sei que tem mais algo. Sei da sua viagem, afinal eu estava lá. – Ele dizia me fazendo arrepiar.

- C-como? – Eu arregalei meus olhos, mostrando para a flor que encarou os mesmos por alguns segundos.

- Você me carregou no bolso e esqueceu-se de mim nos outros dias. Mas eu era aquela flor que grudou no topo da caverna que você estava com aquele esqueleto. As realidades estavam se chocando, e meu corpo se chocou com aquele, não sei como, mas foi isso que aconteceu. E agora um dos motivos pelo qual você está aqui tem a ver com um desses. O que você quer? Fale de uma vez, por favor, Frisk. – Ele dizia encarando o chão.

- Chara. – Ele voltou seus olhos pra mim imediatamente. – Ela está tentando fazer a minha vida um tormento de novo. Ela quer apagar tudo de novo. Ou quer fazer um inferno particular com a gente. E eu vim pedir a sua ajuda, eu vim recuperar seu corpo de Asriel. – Eu dizia firmemente.

- C-como? – Ele pareceu assustado. – E-eu não quero minhas memórias apagadas... Não quero ser... A-aquilo... – Ele dizia descruzando os braços.

- Achei que você se lembrasse das coisas. – Eu dizia arqueando as sobrancelhas. – Lembro-me do que você me disse no Genocídio.

- Eu havia esquecido sim. Mas quando vi Chara, eu soube o que estava acontecendo por causa do seu HP em baixo da alma corrompida dela. Ela tinha a alma quebrada quando morreu. E mesmo que fosse um espirito continuaria assim. – Ele faz uma cara de confusão. – Depois que você resetou pela terceira vez, eu não me lembrava de nada mesmo. Mas quando você estava naquela realidade e meu corpo se chocou contra aquela flor eu me lembrei de algumas coisas. E depois que foi para o subsolo me lembrei de tudo.

- Então a minha pergunta é: Você vem comigo ou não? – Eu o encaro.

- Não sei; Frisk. Eu não quero voltar a vê-los e ser um genocida de novo. E eu nem sei como minha parte Asriel vai reagir, ele pode não querer vê-los outra vez... Eu já disse, fiz coisas horríveis como Flowey. E mesmo que não estivesse com vontade de fazê-las, posso tornar a fazer. – Ele encara novamente o chão. – E aliás, como farão para recuperar meu corpo de Asriel de volta? Eu precisava de muitas almas para sustentar aquela forma física.

- Determinação nunca falhará. – Eu o encaro, levantando. Sabia qual seria minha estratégia. – Obrigado Flowey. Pode ficar, mas saiba que poderia ter realmente ajudado alguém. Pessoas que te acolheram quando precisavam e você as matou. Passei isso na minha pele. – Eu estava pronta para gritar G!

- NÃO! – Ele praticamente joga seu corpo de flor em mim. Se entrelaçando em meu ombro. – Eu vou! – Ele dizia olhando para cima.

- Prometo que farei sua viagem valer a pena! – Sorri. – G!!!!!!!

Após poucos segundos, um brilho alaranjado nos levitou para cima, fazendo com que meu corpo caísse sentado.

- Prazer florzinha, eu sou...

- Eu sei quem você é. – Flowey interrompeu G! Que o olhou confuso e depois passou seu olhar para mim.

- Mais tarde. – Disse para G!

...

Novamente chegamos a casa de Toriel. Mantemos-nos calados a viajem inteira.

Coloquei Flowey em um vaso, afinal, ele não iria aguentar ficar daquele jeito por tanto tempo. Iria até Gerson e Alphys amanha cedo, contando o que aconteceu aos outros logo depois.

A flor concordou que ficaria na janela do quarto, queria sentir a brisa.

Peguei o dever de casa em cima da cômoda e me dirigi até a sala, iria acender as luzes e não queria atrapalhar o sono de Flowey. G! Havia se deitado na cama, então não o chamei. Eu não estava com sono algum.

Após minutos que desci, uma figura mais alta que eu usando uma calça levemente larga, sem nenhuma camisa cobrindo seu peito esquelético – porém muito forte – apareceu descendo as escadas e se sentando ao meu lado no chão, em frente a mesa.

- Não consegue ficar um minuto sem mim mesmo em. – Eu dizia sorrindo. Resolvendo facilmente os problemas na folha de Toriel, que eram bem explicados. (Apesar de eu já saber do que se tratava).

- Vamos ser tipo aqueles amigos que vão fazer trabalho um na casa do outro e acabam se pegando, só que de uma forma diferente? – Ele me encarava, sarcástico.

- Bobo. – Eu ria em quanto encarava as questões que faltava. Duas. Apenas duas; de matemática. Não iria fazer mal dar uns beijos agora, não é mesmo?

Encarei G! Com um sorriso, mostrando meus dentes para que ele entendesse o recado. E ele pareceu entender.

(N/A: Praa quem não gosta muito de Hentai, recomendo pular essa parte)

Ele me beijava intensamente como sempre. Só que parecia mais desesperado que o normal.

Ele segurou em baixo da minha bunda e se levantou comigo no colo, se sentando no sofá, me fazendo ficar sentada por cima.

Eu sabia como provocar G! E era isso que faria, mesmo não querendo passar dos limites no sofá da sala.

Eu rebolava loucamente em seu membro, que já sentia roçando na minha intimidade. Gemia baixinho entre os beijos, apenas para provoca-lo ainda mais. E parecia dar certo.

Sua mão ainda estava localizada em minha bunda.

Ele descia beijos e chupadas pelo meu pescoço, e eu tinha certeza que haviam ficado marcas.

Em cerca de minutos ele tirou o suéter que estava em meu corpo e o jogou para longe.

- Não vou resistir assim com você. – Ele me dizia com uma cara de pervertido. Tenho que admitir que isso era sexy.

- Será que não podemos usar o quarto de hospedes? – Eu dizia depois de lembrar-me da noite que Asgore dormiu naquele quarto.

- Agora mesmo. – G! Dizia me levantando com ele no colo.

Eu ainda sentia sua intimidade na minha. Não paramos de trocar beijos nem subindo a escada.

Ele entrou no quarto comigo e fechou a porta com suas costas. Ainda me beijando ele se deitou na cama, comigo por cima dele.

Eu voltei a rebolar no seu intimo e sua mão escorregou novamente para minha bunda. Dando um aperto no local, me fazendo ficar mais louca.

Ele tirou a blusa preta que eu tinha colocado para dormir e a jogou para longe. E como eu costumava dormir sem sutiã, meus peitos ficaram ao ar livre.

- Você é perfeita. – Ele sorriu e voltou a me beijar.

Desabotoei sua calça durante o beijo e ele voltou a fazer o serviço. Ficando apenas com a sua Box.

Eu tirei o short cinza que estava usando, ficando empatada com ele.

- Minha vez de brincar com você agora. – Ele beijava desde o meu pescoço até a barra da minha calcinha, me fazendo gemer baixo seu nome.

Sentir sua língua quente tocando cada centímetro do meu corpo era relativamente bom. Mas quem brincaria era eu.

- Não se de por vencido. – Eu dizia rolando para cima novamente.

Arranhei com carinho seus ossos, sentindo ele se contrair.

Cheguei na barra da sua cueca. Tirando ela logo depois, Acho que ele sabia que eu estava excitada e não estava conseguindo controlar os movimentos que meu corpo fazia, apenas parecia que eu havia tomado uma xícara de adrenalina.

Nem parecia a garota que há alguns minutos, estava pulando a montanha que escalou para salvar uma flor. Somos extremamente loucos e despreocupados. O mundo desmoronando a nossa volta e parece que tem apenas nos dois no mundo, essa é a sensação que sinto com ele. Esqueço-me de tudo, não me importo com o que foi ou há de vir. E sei que ele sente a mesma coisa

Coloquei a minha mão direita sob o seu membro já ereto e fiz um movimento para cima e para baixo algumas vezes. Logo depois colocando a minha boca ali, fazendo os mesmos movimentos.

Ouvia G! suspirando alto, teve vezes que ele colocou a mão sob minha nuca. Mas não fez nenhum movimento com ela.

Ele soltou o meu nome um pouco rouco, e eu sabia que ele chegaria perto do ápice. Mas sabia que tinha alguma coisa logo a frente. Então subi para sua boca e o beijei novamente. E ele rolou pra cima de mim de novo, sorrindo sexy entre o beijo, me deixando mais excitada do que já estava.

Ele desceu seus beijos novamente até minha intimidade e tirou rápido minha calcinha. Jogando para algum canto distante do quarto.

Ele passava sua língua por toda a região de meu intimo. E eu via algo roxo brilhante pulsar em seu peito, talvez sua alma. Mas ele não era um monstro?

Quando eu sentia que o orgasmo estava chegando eu subi um pouco o meu corpo para cima, para que ele percebesse.

Ele voltou seus olhos pra mim, que brilhavam.

- Porque sua alma esta pulsando? – Eu dizia olhando para o seu peito. – E porque esta colorida? Almas de monstros são brancas, não são?

- A alma de Sans era azul devido a você. E como me fundi com Gaster ficou roxa. E como eu... Sou completamente apaixonado por você, ela fica colorida quando chego perto de você. E agora ela esta pulsando por que estou com... – Ele me olha com uma cara engraçada. Achei muito fofo. Ri e não resisti, voltando a beija-lo.

Senti que sua mão se mexia em meio as minhas pernas, espiei para ver o que era. Ele tentava colocar uma camisinha.

Sorri e esperei que ele colocasse. Ele parecia desesperado, seu membro estava completamente ereto.

Ele voltou a me beijar em quanto colocava seu membro dentro de mim. Meu corpo tremeu por inteiro quando aconteceu.

Rolei por cima de novo, indicando que o jogo não tinha acabado. E ele me rolou pra baixo de novo.

- Eu ganho dessa vez. – Ele dizia sorrindo.

Ele fazia movimentos de vai e vem dentro de mim. A dor estava ali ainda, eu estava suportando-a, mas ela estava bem ali, eu sentia levemente.

O prazer era maior do que da outra vez. Senti-me subindo em nuvens e voltando umas três vezes em quanto rebolava o quadril em sincronia com seus movimentos.

Rolei por cima outra vez. Não deixaria ele se dar por vencido.

Ele de repente me pegou no colo e me prensou na parede. Não conhecia esse lado dele. Sabia que ele estava brincando comigo, pois mesmo me prensando na parede parecia cuidadoso.

Ele fazia os movimentos dentro de mim ainda, e eu delirava com a sensação que sentia.

Em cima dele, derrubei o seu corpo no chão, e eu ri disso.

Ele ficou por cima de novo. É, dessa vez eu deixaria ele ganhar.

Eu passava minhas unhas pelas ‘’ costas ‘’ do esqueleto e gemia baixo o seu nome. Sentia-o ficando mais intenso de prazer, pois aumentava o ritmo dos movimentos (claro, sem me machucar).

O suor escorria sob minha testa, o meu cabelo inteiro estava colado.

E me surpreendi ao ver que G! Suava também. Como um esqueleto pode suar?

Eu e ele terminávamos o movimento em sincrônia. Mas quando cheguei realmente ao ápice tudo ficou branco, como da primeira vez. Parecia que eu estava no céu, meu corpo inteiro fraquejou e tremeu. Minha visão ia voltando aos poucos e eu dei um longo suspiro.

Vendo o esqueleto cair ao meu lado no chão. Ele olhou para mim e sorriu.

- Cada dia me apaixono mais por você. – Ele passou a mão pelo meu rosto e eu fechei os olhos.

- Me leve para a cama, por favor. – Eu dizia exausta. – Eu amo você saco de ossos.

Senti ele me pegar no colo e levar-me até a cama.

- Acharia melhor você mudar seu quarto para cá, a cama é de casal! – Ele dizia animado em quanto me deitava na cama de casal.

Ele me cobriu delicadamente com as cobertas brancas e finas que a cama continha.

Meu corpo estava extremamente cansado e fraco. Mas eu sentia que não era apenas por causa do sexo. Algo a mais continha, ou apenas era minha imaginação querendo que eu apagasse num sono profundo de cinco dias.

Senti o corpo esquelético se deitando ao meu lado.

Virei-me de frente para ele, que passou as mãos em volta de mim.

- Boa noite minha princesa. – Ele dizia beijando o topo da minha cabeça.

- Boa noite meu amor. – Eu sorri abraçando suas costelas quentes de mais para um esqueleto.

Apaguei com boas memórias dessa noite.

...

Faz um tempo que eu e G! Acordamos e arrumamos a bagunça.

Parecia que havia passado um furacão pelo quarto. A cama estava toda desarrumada e os objetos em cima das estantes estavam espalhados pelo chão.

Mas enfim. Avisei a Toriel sobre meus exercícios e entreguei os mesmos a ela.

Peguei Flowey e disse que ele precisaria ficar um tempo dentro da bolsa, para que não o vissem.

Eu e G! Caminhávamos livremente pela cidade. Avistando monstros conhecidos. Alguns vinham me abraçar, outros apenas ignoravam – Como IceCap –

Chegamos até a casa de Alphys. Bati a porta algumas vezes e ouvia o barulho da TV na sua casa.

- O-oi... Gente... O-o que vocês precisam? – Ela dizia me olhando.

- Já que você foi bem estudada por Gaster, precisamos da sua ajuda. Te falo o que aconteceu. – Dizia olhando para o rosto dela. Que abriu passagem para que entrássemos.

- Podem começar. – Ela dizia sem gaguejo e com vóz firme.

Me sentei no sofá roxo escuro de sua casa (que era bem arrumada por sinal). Olhei para G! Ao meu lado e depois encarei Alphys.

- O problema é a primeira alma humana que caiu no subsolo. – Alphys fez uma cara confusa.

- Que problema gente mo-morta pode fazer?

- Esse é o problema. Chara está morta, mas é um espírito que vaga por ai. Ela não é do bem, ela está procurando corpos para entrar, e esse corpo é o meu, e precisamos de sua ajuda com algo que pode nos ajudar. – Eu dizia fechando os olhos. – Por favor, Alphys nos ajude, eu não quero perder vocês.

- E-eu vou ajudar no que puder. Me conte, por que você? O-oque você fez... – Arrumou seu óculos.

- Então... – Eu olhei para G! Com receio do que contaria. – Já que você disse que conhecia as timelines, eu vou contar pra você. – Apertei a mão de G! Com medo. Muito medo. – Em uma dessas timelines, Chara tomou meu corpo. E me fez matar muita gente. – Eu dizia com os olhos fechados e coração na mão. – E eu matei meus amigos. Os amigos que fizeram tudo por mim. – Eu abri os olhos e encarei Alphys. Ela estava intacta e prestava atenção em mim. – Mas eu não queria deixar assim, então eu resetei... Para poder consertar novamente. E eu estava quase conseguindo, mas ela tomou o controle do meu corpo de novo, e Sans tentou me matar. E eu precisava alerta-lo que estava ali, então ela saiu do meu corpo e apagou aquele mundo. Foi assim que surgiu G! . E depois disso, conseguimos fazer com que tudo voltasse. Mas quando G! Ressurgiu, ela voltou também. E eu temo que ela apague tudo de novo. – Alphys levantou sua mão.

- Eu entendo seu lado, Frisk. – Ela dizia séria. – Eu vou te ajudar. O que preciso fazer por você?

Coloquei a mochila em cima das minhas pernas. Ela tinha um pequeno espaço aberto, para que Flowey pudesse respirar.

Abri todo o zíper e peguei o vaso com minhas duas mãos. O levantando e colocando em minha perna.

Alphys arregalou os olhos e olhou para a planta. Se levantando da cadeira que estava sentada e dando um passo para trás.

- Ti-tire isso d-daqui! – Ela dizia assustada. Flowey apenas olhou para baixo.

- Calma! Está tudo resolvido, ele está em missão de paz agora. – Eu dizia olhando para ela. – Ele não vai nos fazer mal, ele disse que contribuiria na ajuda.

- E o que te-tenho que fazer? – Olhou para a planta.

- Queremos que ele volte a ser Asriel. Mas pra isso precisamos de uma alma. E ele tem que voltar como Asriel que lutei, não em sua forma pequena. – Eu olhei para G! – E sabemos o que fazer. Só precisamos do seu experimento.

- O que vocês pretendem? M-me contem! – Ela se aproximava de nós, com uma cara de preocupada.

- Tirar alguns extratos de nossas duas almas e colocar dentro de Flowey. – Eu dizia firme.

- Não será possível. Precisamos de mais uma a-alma. – Troquei olhares assustados com G! – Sei quem é brava o suficiente para contribuir, só n-não sei se e-ela vai aceitar. – Já sabia de quem se tratava.

...

- NÃO VOU AJUDAR ESSA FLOR MALDITA! ELA TENTOU ME MATAR! – Undyne dizia com sua lança apontada para Flowey. Com Aplhys e G! Tentando para-la. Eu apenas segurava Flowey; com muita dó dele.

- Mas Undyne! É para ajuda-lo! Vamos trazer o filho de Toriel de volta! Vamos pare com isso! – Alphys dizia empurrando Undyne que olhava diabolicamente para flor.

- NÃO QUERO SABER! NÃO VOU AJUDAR! VOU MATAR ISSO! COMO VOCÊ PODE TOCAR NESSA COISA FRISK? – Undyne dizia avançando cada vez mais.

- Undyne pare com isso! Todos nós temos uma segunda chance. Isso é para o bem de todos nós! Se você nos ajudar poderemos salvar a todos. Se não vamos todos por agua a baixo. Vamos; você é a guerreira que todos sonham em ser, você tem a coragem que todos querem. Você sempre quer fazer o certo, nos ajude com isso. Não custa nada. – Eu dizia apertando o vaso de Flowey em minhas mãos.

Undyne pareceu se acalmar. Fechou os olhos e suspirou, guardando sua lança.

- Vamos logo com isso. – Ela disse.

...

Pedimos ajuda para Gerson com isso. Ele jogava algumas indiretas/diretas para mim sobre o que tinha acontecido entre mim e Chara. Ele claramente era muito sábio.

Ele disse que Alphys teria que fazer com que: Eu, G! E Undyne; déssemos nossas mãos e colocássemos Flowey no meio da roda, fazendo nossas se fundir. Cada um sabia o que deveria fazer.

Fizemos nossas almas aparecer em frente a nossos corpos. Estranhei a alma de Undyne estar colorida também. Não é quando monstros estão apaixonados?

(N/A: Burra, a Alphys. OPS SPOILER).

Nossas almas dançavam entre si em frente a nossos corpos. Uma fração de cores saia delas, fazendo essas metades se fundirem, como o planejado. Vi Undyne suando, o mesmo de G!

Assim que as três frações de poderem entraram uma adentro da outra, um choque percorreu o meu corpo. Fazendo com que eu o levasse um pouco para cima.

E, quando essa pequena coloração ia chegando até a flor. Um clarão branco invadiu a sala de Alphys, fazendo meu corpo perder o equilíbrio e se deitar para trás.

A figura alta no meio da roda se levantou, olhou para meu rosto e sorriu.

- Frisk! – Asriel gritou. Fazendo-me suspirar de alívio. Ele tinha roupas pretas e sua aparência era BadBoy como a de G! Ele mudou.


Notas Finais


EAI GOSTARAM?

Beijos de canela e caramelo :)


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