História After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Asriel Dreemurr, Flowey, Frisk, Gerson, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Echotale, Felicidade, G!sans, Indecisão, Romance, Sans, Segredos, Segunda Temporada, Sonhos, Undertale
Exibições 134
Palavras 3.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLAAAA PESSOAS!

Sim escrevi tudo isso hoje!
Espero que vocês gostem!

BOA LEITURA!

Capítulo 7 - Apenas um passo do tormento.


Fanfic / Fanfiction After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 7 - Apenas um passo do tormento.

Narrador:

- Atenção vocês, preciso que prestem atenção em mim. – Aplhys dizia, sem em nenhum momento gaguejar. Chamando a atenção de todos, especialmente de Undyne. – Asriel tem três personalidades misturadas: A misericórdia, a bravura e a justiça. Todos são personalidades que pertencem a vocês três; mesmo ele ainda mantendo o seu conceito natural, a personalidade que ele mesmo tinha foi misturada a suas almas. E agora ele também vai ter não só a personalidade, mas até uma parte da aparência física de vocês, às vezes até o modo de falar. – Ela dizia olhando especialmente para G! – E-espero ter ajudado.

Alphys saiu da sala, deixando os quatro sozinhos no lugar. Eles se entreolhavam sem saber puxar assunto.

- Está se sentindo bem, Asriel? – Frisk olhou fixamente para ele, com um sorriso doce e paciente nos lábios.

- Um pouco estranho, mas está tudo ótimo. – Ele dizia sorrindo também. Ele andou até Frisk e segurou sua mão, levantando-a e a puxou para um abraço. – Obrigado por convencer meu lado flor e fazer com que eu voltasse. Isso não vai ajudar apenas vocês, vai me ajudar também. – G! Observava a cena fervendo de cíumes e revirando os olhos, mas guardava para si, queria evitar conflitos.

- Que isso. Você tem que agradecer aos dois aqui também. – Ela dizia se soltando do abraço e sorrindo novamente. Deixando Asriel paralisado; ela sabia dos sentimentos de G! Mas sua nova personalidade queria brincar com isso, não sabia o porquê, mas queria.

- É! Afinal eu dei um pouco da minha alma pra você também! E graças a mim vai ser um fortão! – Undyne dizia abraçando Asriel que a abraçava fortemente também.

- Obrigado Undyne! Agradeço pela ajuda, senti saudades desse seu jeito. – Ele se soltou do abraço e encarou G! – Obrigado. – Ele sorriu. G! concordou com a cabeça.

- Tanto faz. – Soltou as palavras sem pensar e olhou para outro lado.

Frisk sentiu a tensão pairar no ar. Sabia que G! Estava irritado pela atitude de Asriel.

- A-ah... Então, vamos gente. – Ela encarou Asriel. – Tenho que contar de você para os monstros.  – Frisk dizia pegando a mão de G! eu estava sentado no chão.

Asriel sentiu uma vontade de rir pelo cíumes que G! Estava. Undyne passou seu braço pelo ombro de Asriel, eles conversavam divertidamente, pareciam se entender.

- O que você acha dessa personalidade de adolescente rebelde dele? – Frisk dizia olhando para G! E sorrindo.

- É você versão masculina. – G! Dizia sem se importar. – E além do mais, não me agrada nada ajudar uma pessoa que fica de abraços com você. – G! Revirou os olhos, levemente irritado.

- Ai meu Deus. – Frisk sorriu e disse com uma voz fofa em quanto beijava a bochecha do esqueleto. Aos poucos ele esquecia o motivo de estar zangado. A companhia da morena fazia com que ele se esquecesse de tudo.

Os quatro andavam pelas ruas. Os monstros ficavam assustados com a figura de Asriel, sabiam da história dele. Frisk contava tudo detalhadamente, alguns monstros eram rudes e não acreditavam. Os outros eram totalmente simpáticos e faziam algumas perguntas, acreditando no que a menor que os libertou dizia.

Eles chegaram a encontrar Mettaton, que pediu para ter uma conversa com Frisk mais tarde. Além dele não encontrou mais nenhum amigo.

Chegando a casa de Toriel. Frisk entrou e olhou direto para a cozinha, onde Asgore e a cabra estavam sentados. Parecia até um dilema preparado pelo destino. Frisk estava ansiosa, sabia que a reação dos pais seria exageradamente feliz e ansiosa.

Ela chegou sozinha perto deles, deixando que G! e Undyne escondessem Asriel.

- Mãe. Pai. – A menina sorriu para Asgore. Toriel apenas revirou os olhos com o apelido de Asgore. – Eu tenho uma surpresa para vocês. – Frisk sorriu gentilmente, fazendo com que os dois ficassem curiosos.

- O que foi minha pequena? – Toriel encarava a menina.

- Pode vir até aqui! – Frisk gritou.

Aos poucos, pequenos passos eram ouvidos. A sala era bem próxima a cozinha, quase dava para ver o que estava acontecendo. E eles viam, só não acreditava.

Toriel encarou o seu filho que se aproximava dela, com um sorriso no rosto. Eles pareciam não acreditar no que viam.

Toriel tinha lágrimas nos olhos, e abraçou aquele que tanto esperou bem apertado, deixando que a emoção tomasse conta do momento.

Asgore se juntou no abraço também, deixando uma verdadeira cena de novela. Frisk e Undyne choravam; G! Mantinha-se frio e calculista, apenas observando a cena, mas achava tudo muito bonito também.

As duas não aguentaram e pularam em meio ao abraço também, puxando G! Junto a elas.

E assim ficaram, abraçados na cozinha, sem querer em nenhum momento soltar.

...

(Um pouco mais tarde)

- Aonde você vai? – G! Dizia vendo Frisk pentear os cabelos molhados na altura de seu ombro.

- Mettaton quer conversar comigo, se lembra? – Ela dizia voltando a atenção a G! E calçando suas botas inseparáveis.

- Sozinha não te deixarei ir, exijo ir junto. – G! Dizia cruzando os braços. – E não adianta insistir.

- Ai meu amor. – Frisk dizia abraçando o maior. – Eu sei que você se preocupa, mas é uma conversa apenas nossa, e ficaria constrangedor você ficar sozinho em um canto apenas olhando. Vamos, eu prometo que se algo acontecer eu ligo para o telefone daqui de casa. – Ela dizia manhosa.

G! Suspirou e revirou os olhos.

- Tá. Mas pelo amor de Deus, tenha todo o cuidado do mundo. Se possível chame alguém para vir com você. Se algo acontecer eu nunca vou poder me perdoar. – Ele dizia fechando os olhos.

- Calma. – Ela afundou mais o abraço. – Você pode me levar até lá então? Apenas. – Encarou o esqueleto e sorriu paciente. Fazendo o corpo do mesmo amolecer.

- Claro, por você faço tudo, Friskurentinha. – Eles sorriram e ele a beijou.

Ficaram a alguns minutos trocando os beijos doces que sempre amavam. Apaixonando-se ainda mais um pelo outro. Até que o ar faltou, e eles tiveram que se separar.

- Vamos. – Ele dizia pegando a mão da menor e descendo as escadas.

Asriel estava sentado na sala, e observou o casal de mãos dadas descendo as escadas.

- Aonde vai, Frisk? – Ele dizia ignorando a presença de G!

- Ah, vou visitar Mettaton, ele queria falar comigo. Lembra? – Disse chegando a porta.

- Lembro. Querem acompanhamento?  – Ele disse sorrindo desafiador para G! Que o encarou por uns momentos.

- Hãm... Talvez da próxima, ok? Boa noite. – Frisk  girou a maçaneta.

- Cuidado. – Asriel disse abanando a mão.

- Ele é um idiota! – G! Disse soltando a raiva, caminhando com a menor casa a fora. Frisk riu.

- Você e seus ciúmes. – Ela encarou o nada. Andando lentamente com aquele que tanto gostava.

- Ele faz essas palhaçadas para me provocar! Frisk é sério, se você não me controlar, ossos vão rolar naquela casa. – Ele suspira. A morena riu novamente.

- Ai como eu amo você. – Ela depositou um beijo em sua bochecha.

- Também amo você. – Ele sorriu, olhando para as estelas. As estrelas que lembravam o sorriso dela.

...

Após Frisk chegar à casa de Mettaton – que era bem arrumada por sinal – A mesma disse para Shyrena e Napstablook darem um passeio, queria conversar com a morena a sós.

- Então Friskerida. – Mettaton dizia cruzando as belas pernas, com seu jeito costumeiro. Frisk não parava de sorrir. – Quer uma xícara de chá? – Ela dizia apontando para a mesa. A menor fez que não com a cabeça. – Então... Tenho dois assuntos para retratar com você, um bom e outro... Nem tão bom assim. Escolha qual quer ouvir primeiro.

- O bom. – Frisk dizia ajeitando sua postura no sofá.

- Bom... É que o assunto bom não é tão bom assim pra mim, chega a ser estranho. – Mettaton faz bico. – Papyrus sempre foi meu amigo, ele gostava dos meus shows e nos conhecemos em um deles. Mas atualmente eu venho sentindo coisas estranhas e confusas quando estou perto dele... E-eu não sei... – Frisk abriu um sorriso. – Olha, até tentamos algo. Ou melhor, eu tentei. Tentei roubar um beijo dele, mas os lábios e línguas de um robô são metálicos. Pedi para que Alphys concertasse esse problema. Mas ela me disse que não sabia como faria, então acabou esquecendo, e eu não disse mais nada. E também acho que Papyrus é inocente de mais para isso... Acho que ele nem deve saber ou ter alguma experiência sobre beijos... Pelo menos é o que aparenta ser. – Mettaton terminava o discurso. Claramente magoado. – Não sei o que faço quanto a isso, não tenho coragem de expor sentimentos assim, na cara dura. Nem ao menos sei como ele se sente. O que você acha Frisk?

- Acho que você deve se confessar. Pois se não fizer isso, não vai saber o que ele sente. E vendo que vocês são bem próximos e ele fala de você até mesmo para os amigos, deve sentir algo, e não é a toa. Acho que você tem que quebrar o tabu entre vocês dois e se abrir realmente, conversar sobre beijos e isso e aquilo, Papyrus é inocente e se envergonha fácil, mas acho que ele vai compreender você, ele é gentil e tem um ótimo coração. Ele gosta bastante de nós. – Frisk dizia sorrindo e com os olhos marejados. Lembrando-se de todas as vezes que o menor havia a feito sorrir.

- Obrigado, minha amiga. – Mettaton abraçou Frisk. – Vou seguir seus conselhos. Realmente precisava de alguém para desabafar, e como você é jovem e tem namorado, sabia que você seria uma ótima conselheira. – Mettaton suspirou. – Agora... A coisa ruim... – Frisk temia as palavras que sairiam do robô. Sentia que era relacionado a Chara. – Bem, depois do teatro andei tendo umas visões estranhas. Sonhos, para ser mais especifica. Uma garota e você batalhavam e eu tentava impedir, mas não conseguia. E ela fazia algo que engolia tudo, não sei explicar. Era estranho, eu sentia que você tinha feito algo... E que ela havia feito algo... Sinto que ela vai fazer... Não sei, é alguma coisa estranha, eu precisava te contar. Senti que você sabia o que se passava. Não precisa nem me contar o que sabe, apenas... É isso, queria te dar a alerta... Não sei, desculpe estar falando isso. – Frisk estava arrepiada da cabeça aos pés.

- Não Mettaton, foi muito útil, gostei desse curto tempo com você. Talvez mais pra frente pudéssemos nos encontrar mais. – Frisk segurou a mão do robô a sua frente. Mettaton sorriu em resposta.

- Eu que agradeço novamente pelo apoio, isso significa muito mesmo pra mim. Quer ir embora? Ou quer fazer mais algo?

- Acho melhor eu ir. G! Pode ficar preocupado e tem a Toriel também. Amanhã se conseguir volto. – Frisk dizia se levantando. Mettaton a acompanhou até a porta. – Boa noite Mettaton! – Ela dizia sorrindo.

- Boa noite! Desculpe de novo. Eu poderia ter falado por mensagens, mas senti que um encontro cara a cara era necessário.

- Que nada, é sempre um prazer. – Frisk dizia acenando e partindo dali.

Após se distanciar um pouco, sentiu o vento frio da noite, ele batia suavemente pelos seus ombros; mas deixando uma sensação bem forte de congelamento interno.

Frisk andava trêmula de frio. Sentiu seus dentes batendo um ao outro. Quando saiu não estava frio assim: ‘’ o que será que é isso ‘’ ela pensava.

Sentiu seu corpo indo de encontro ao chão e algo entrar sobre a mesma. Uma voz no subconsciente dela repetia a frase: ‘’ Só mais um passo ‘’. E a garota de cabelos achocolatados queria apenas se livrar daquilo.

Sua face ia de encontro ao chão, quando sentiu mãos envolverem sua cintura e sua cabeça encostar-se a algo.

- Frisk? O que foi? Está tudo bem? – Sans dizia passando a mão pela testa suada da menor.

- Fri... Frio. – Ela dizia se encolhendo.

Sem pensar duas vezes, Sans tirou sua bluza azul inseparável e envolveu no corpo da menor, deixando ele apenas com uma camisa branca.

- Vamos, vou te tirar daqui. – Ele pegou a morena nos dois braços e levou em outra direção. Ela supôs ser a casa do mesmo. Ele ligaria para Toriel depois.

Após chegaram, Sans deitou a menina ainda trêmula em seu sofá. Papyrus observava a cena com cara de cachorrinho perdido da mudança.

- Papyrus, faça um chá para ela, por favor. – Sans dizia, olhando para a menor com preocupação.

Ele se sentou no sofá onde Frisk estava. Ela continha uma pele pálida e tremia. Os lábios bem desenhados agora estavam roxos. E mesmo nessa situação, Sans conseguia sentir atração por ela.

- Calma, vai ficar tudo bem Frisk. Mantenha determinação. – Ele dizia beijando a testa da menor. Ele se sentia mal vendo ela naquele estado.

Ela segurou a mão de Sans, sentia que ele iria a proteger. E se qualquer coisa acontecesse ali, ele saberia.

Um pouco depois, Papyrus entregou a xícara de chá na mão de Sans, olhando para a garota ainda trêmula no sofá.

Ela se sentou no mesmo com a ajuda de Sans. Não aguentava o próprio corpo, tomou um gole de chá morno e deixou que percorresse seu intestino.

- Calma. – Sans passou o braço pelos ombros da menor. – Pode descansar, eu peço para ele vir te buscar. – Ele dizia deitando a cabeça da menor em seu peito.

Ela fechou os olhos, se sentindo confortável e protegida. O frio de seu corpo era intenso mesmo depois de beber o chá, que foi fazendo efeito, adormecendo o corpo da menor aos poucos.

(‘’SONHO'') Frisk:

- Você disse que eu não conseguiria né! – Chara dizia com a voz grossa. – Pois bem, apenas mais um pouco e eu absorverei totalmente o Genocídio que você praticou. E eles estarão mortos. – Ela se aproximava de mim, que ainda tinha o corpo frio e indefeso no chão. Juntamente aos olhos pesados e sem força. – Tudo graças a você! Obrigada Frisk! Você é o próprio tormento deles! É tudo por sua culpa, sua ingrata. – Ela ria descontroladamente. – E depois de eu completar o meu trabalho, eu vou entrar totalmente em você, para pegar a pouca determinação que lhe resta e acabar com esse mundo podre. Jogando você e aquela fusão em um buraco de tormento! – Ela riu mais alto. – Você não vê? Nem conseguirá falar direito, de tão fraca! E quando eles me virem, aprisionarão você! Ficará presa em correntes em quanto eu tomo conta desse mundo! E você e nem ninguém poderão fazer nada. Por que vocês são fracos! Por que são inúteis! Você achou que poderia me vencer? Pois bem, estava enganada até o ultimo minuto. Vocês todos pagarão! E eu não terei um pingo de misericórdia. – Ela dizia sumindo, me deixando no chão, perdendo as forças.

Minha determinação falhava a cada minuto mais. Meu corpo frágil estava sendo levado ao chão. Será que realmente eu tinha importância? Ou seria um pedaço de nada largado no universo?

Eu pensava em quanto meu corpo estava frágil, caído no chão.

Narrador:

Havia um tempo que Frisk estava desacordada. Sans pensou que ela estivesse desmaiada.

Ele ligou para G! Para que ela a buscasse. Ele disse que iria o mais rápido possível.

Papyrus havia subido para tomar o seu banho. E Sans estava sozinho na sala, preocupado com a morena deitada em seu peito, com o coração a mil.

Ele passou seus dedos pelo rosto da menor que estava soada e dormindo profundamente, com a respiração quase nula.

Não resistiu ao encantador rosto que ela possuía e os lábios rosados que chamavam a sua atenção (que agora estavam levemente roxos). Sabia que isso seria impróprio, mas deu um selinho longo nela mesmo assim. Eles eram macios como ele imaginava. Separou-se dela rapidamente, com um cansaço no corpo, de tanta magoa que havia coletado naquela semana.

Sans, porque simplesmente não desiste?

Ou porque simplesmente não tenta conquista-lá?

Você guarda e guarda a magoa. Você quase sempre chora, mesmo não demonstrando. Ela realmente havia roubado o seu coração. E ele sabia perfeitamente disso.

A respiração descompassada quando estava com ela. A sensação de ver cada brilho de seus olhos castanhos e cada sorriso verdadeiro que ele arrancava dela. A sensação de estar vivo de verdade. Era assim que ele se sentia perto dela.

E agora lá estava ela, desacordada em seus braços. Ele via o quanto ela era frágil através disso. Apesar de sempre se encher da determinação e enfrentar o que vem a sua frente. Agora ela parecia tão frágil quanto uma pena. Mas ainda tão linda quanto um diamante, e ele achava que era ainda mais.

Era como se o tempo tivesse parado diante de como eles estavam. Sans sentiu vontade de abraça-la e beija-la como se não ouvesse o amanhã. Deveria ter se confessado em quanto ela ainda sentia algo por ele. Mas aquela fusão chegou, e não havia mais tempo para nada.

E ele se sentiu péssimo ao ver que ela já tinha seu coração com outro, por que seu coração ainda estava com ela.

Sempre que estava com ela sentia sua alma pulsar dentro de seu peito. Não de excitação, mas de amor puro. O brilho azul era notável, mas sempre escondia. Pensava que se talvez não tivesse tanto medo e se escondesse, o brilho de sua alma vermelha pertenceria a ele agora.

E agora reconhece o ditado: Quem vive de orgulho morre de saudade. E ele morria aos poucos toda vez que reconhecia: A felicidade dela não era ele.

E depois de um tempo, G! Chegou abrindo a porta rapidamente. Voltando sua visão para Frisk no sofá.

Os dois trocaram olhares. G! Estava visivelmente preocupado, o ciúmes não ocupava nenhum lugar em seu corpo. Ele via a sua amada tão branca quanto a neve, com os lábios tão roxo quanto sua alma que pulsava mais forte agora. Deixando visível até para Sans.

- O que houve? – G! Dizia olhando fixamente para ela. Ele se sentou na mesinha de frente para o sofá, olhando para Frisk.

- Não sei ao certo. – Sans dizia olhando para ela. – Eu estava andando e a vi cair, eu a segurei. Ela me disse que estava com muito frio. Quando a coloquei aqui estava mais trêmula do que agora. Depois disso ela apagou por alguns minutos, eu acho que ela está desmaiada. Não escuto direito sua respiração e nem ao menos vi ela se mexer. Por favor, G! Cuide dela. – Ele fechava os olhos. – Não sei o que será de todos nós se algo acontecer, nosso mundo não será mais o mesmo. – Ele dizia pensando na possibilidade algo acontecer, conteve as lágrimas e segurou forte a mão da menor que ainda estava entrelaçada na sua.

- Eu espero que nada aconteça. Obrigado por você e seu irmão terem se preocupado com ela. Sei que cheguei antes de você de devem saber mais dela do que eu, eu agradeço por ela, sei que faria isso se estivesse acordada. – G! Dizia pegando a menor nos braços com cuidado. – Ligarei aqui amanhã para mais notícias. Aliás, Asriel está de volta, trouxemos ele para nos ajudar com Chara, ele se unirá a nós. Espero que nos ajude

Sans concordou com a cabeça, levemente chateado

G! Saiu com ela nos braços.

...

G! Chegou à casa de Toriel com Frisk nos braços. A cabra e seu filho estavam no mesmo quarto que ele, observando a menina com uma bolsa de agua fria em sua testa.

Ela estava menos pálida que antes, mas ainda bem branca. Não tremia, sua respiração era quase que nada. G! Mantinha a esperança, assim como Toriel e Asriel, que olhavam para a menina, preocupados.

Depois de alguns minutos apenas olhando para a mesma. Deram as mãos e desejaram juntos que ela acordasse. Sans e Papyrus faziam o mesmo em sua casa.

E depois de alguns minutos, Frisk acordou e fitou o quarto.

Sua visão era trêmula, mas sabia o que acontecia. Não tinha força em nenhuma parte do corpo, estava mole e sentia uma quentura estranha no corpo, talvez fosse febre, não sabia.

- Graças a Deus! – Toriel disse. Asriel suspirou e a abraçou a menor deitada na cama. Que apenas sorriu e passou um braço pelas costas do mesmo. G! Estava aliviado de mais para ter ciúmes de qualquer gesto no momento.

Frisk precisava contar sobre Chara, mas sentia seu corpo cada vez mais fraco, não conseguindo dizer o que queria.

Em quanto isso na casa dos esqueletos. Sans havia acabado de contar uma história a Papyrus, sobre bonecos de ações.

Papyrus apagou alguns minutos depois. Sans saiu do quarto, completamente esgotado e infeliz.

Ele se dirigiu até o seu quarto, acendeu a luz e trancou a porta, sentando-se em sua cama e encarando as estrelas sobre a janela a centímetros dali.

Ele olhava as estrelas e se lembrava do sorriso dela, o sorriso pelo qual ele havia se apaixonado. O sorriso pelo qual ele lutava.

A tristeza corroía seu corpo. Ele se achava um tolo por não ter conquistado o coração da morena. Sentia-se feliz pelo sorriso dela. Mas nem isso era capaz de preencher o vazio no seu peito, um vazio que sabia que ela preencheria, mas não seria possível.

Deixou até algumas lágrimas escaparem pelo seu rosto. Não sabia como tinha mudado por uma paixão, era realmente doloroso isso, esse negócio de amar. Nos faz tão felizes, mas se feito errado pode cortar como uma xícara de louça sendo partida sob a sua própria mão.

Sans se sentia esgotado desses sentimentos. Tentava mudar; mas sempre que via os mais belos sorrisos a sua frente, sua alma vacilava e batia descompassada em seu peito esquelético.

Tudo o que ele queria era que ela o amasse como amava a G!
Mas isso não mais seria possível.

E Chara?

Chara estava quase para cumprir a sua missão. O inferno começaria na vida de Frisk a partir dali. E acreditava que o seu mal venceria toda a misericórdia de Frisk.

Será que o destino realmente quer assim?


Notas Finais


Então, o que acharam?

Coitada da Frisk, realmente os problemas aumentam no próximo episódio...
BOM DISSE NADA, FUI *some*

beijos de canela e caramelo!


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