História After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Frisk, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Echotale, Felicidade, G!sans, Indecisão, Romance, Sans, Segredos, Segunda Temporada, Sonhos, Undertale
Exibições 40
Palavras 2.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OIEEEEEEEEEE

Bom, nada a declarar, apenas espero que gostem :)

Boa leitura! Até as notas finais :*

Capítulo 8 - The beginning of Bad time


Fanfic / Fanfiction After the last reset - (Echotale II) - Capítulo 8 - The beginning of Bad time

Narrador:

Já se faziam – se três dias que Frisk estava doente na cama. Todos os monstros estavam sabendo disso, e sabiam também que uma alma corrompida estava vagando por ai.

G! Cuidava todos os dias de Frisk, ela estava cada vez mais fraca. Todos os monstros estavam preocupados com ela, a angústia predominava em seus corpos, sentiam que nada podiam fazer para ajudar a menor.

O monstrinho, Monster Kid, chegou a visita-la, claramente bem preocupado.

Todos os monstros, aliás, iam visita-la. Shyrena cantava músicas para a menor. Ela sorria em agradecimento, mas ainda estava fraca.

E tudo isso era plano de Chara. Asriel, Sans, G! e Undyne já estavam preparados para qualquer coisa que acontecesse. Eles concordaram em unir suas forças, e com a ajuda de Gerson e Alphys – com suas sabedorias – tudo caminharia melhor.

Era de manhã, e Frisk estava sozinha no quarto. G! Estava na cozinha com Toriel, preparando o almoço.

A menor estava completamente exausta. Não aguentava mais ficar deitada naquela cama, queria se levantar e fazer sua rotina diária, conversar com os amigos e se animar. Mas não tinha forças nem para falar direito.

Porém, se levantou, com a pouca força que tinha. Sentou-se na cama e analisou o quarto. O chão de madeira clara, as paredes de um bege escuro. Sua cômoda branca com retrato dos amigos. Ao lado uma pequena portinha com espelho em cima.

Colocou seus pés descalços no chão, seu corpo fraquejou, chamando-a para a cama novamente. Mas manteve determinação e continuou.

Saiu de seu quarto, indo para o corredor de cima. Um pouco mais a frente estava à escada, desceria até ela para surpreender G! Com um beijo.

Quando chegou ao terceiro degrau, sua perna vacilou de vez, e ela caiu da escada, realmente seria engraçado, se não fosse muito trágico. O barulho foi tão alto que assustou G! Que parou o que estava fazendo para acudir a menor.

- Frisk você não pode fazer isso! Você está fraca, não quero que se machuque! – Ele pegou delicadamente a mão da menor e segurou a sua cintura, levando ela até seus braços. – Sei que é difícil ficar parada no quarto. Vou te levar para um lugar mais tarde, por favor, não me de mais esse susto. – Ele dizia levando a menor até o sofá da sala. Ela apenas assentiu com a cabeça em resposta e se deitou no sofá.

G! Voltou para a cozinha. Asriel saiu de seu novo quarto e fitou a menor deitada no sofá. Caminhou até ela e se sentou no mesmo.

- Sei que está difícil pra você. – Ele colocou a mão sob a perna dela. – Mas vamos te ajudar. – Frisk apenas sorriu e fechou os olhos, indicando que queria descanso.

Asriel se retirou do local, indo diretamente para cozinha, aonde G! E Toriel estavam.

- Não aguento mais ver ela nesse estado, ela está muito fraca. – Asriel dizia olhando para o sofá.

- Nós vemos. – Toriel olhou para Asriel. – Espero mesmo que ela melhore, o que deve ser?

G! Olhou diretamente nos olhos de Asriel. Que devolveu o olhar.

E mal eles sabiam; mal eles sabiam que tudo era um plano da menina de alma corrompida tudo planejado do inicio ao fim, ela disse que não desistiria tão fácil, e pelo jeito não é de descumprir promessas.

Frisk ainda estava deitada no sofá, e sentiu seu corpo fraquejar mais uma vez, não aguentava mais aquilo. Porém, sentia que era diferente naquela hora, algo estava acontecendo dentro de si mesma. O que faria?

Chara estava quase para absorver todo o genocídio.

E em um momento de distração, Frisk se assustou ao perceber que braços esqueléticos a envolviam em um abraço sincero.

Ele sentia o doce cheiro vindo da morena, que o abraçou de volta, sorrindo.

- Como vai seu dia? – Sans se soltou do abraço, se sentando no sofá.

A morena fez um joia para baixo, indicando o quanto estava horrível. Sans riu daquilo. Não por ser engraçado, mas por ela ser uma graça até mesmo naquele momento. Ah mais como ele queria beijar aqueles lábios de novo.

- Onde estão todos? – Ele olhou em volta. A menor apontou para a cozinha. – Humm, será que eles prepararam um SANSduíche pra mim? – Sans olhou para a menor, que riu e fez que não com a cabeça. – Eu queria tanto ouvir sua voz doce agora... – Ele deixou as palavras escaparem sem querer. Analisou o rosto da menor e acariciou a bochecha da mesma.

Frisk sorriu para ele, o que ele esperava que ela não fizesse. Ela se sentou no sofá e deu outro abraço em Sans, deixando as lágrimas escaparem.

E nas lágrimas havia sofrimento. Ela não aguentava mais a dor que estava sentindo, a fraqueza em seu corpo, a mente cheia de problemas. Chara poderia fazer da sua vida um inferno em apenas alguns segudos, horas, dias, minutos. Não se sabia, mas ela sabia que ela estava por perto. E, daquele jeito, não poderia fazer nada, por que sabia que estava fraca. Sua determinação ali não se encontrava, e ela estava desabando aos poucos na enchente das próprias lágrimas.

Sans apenas envolveu suas mãos na cintura da menor, que ainda chorava. E doía a ver assim, doía como uma facada. Não só para ele; mas para todos os monstros que ali habitavam.

Saber que uma pessoa tão misericordiosa e sorridente estava passando por maus momentos.

O abraço demorou alguns longos minutos que pareciam ser horas. Pelo menos para Sans; o mundo havia parado e parecia que era apenas ele e ela. Ele com ela em seus braços, ele com a dor de suportar as lágrimas que escorriam pelo seu rosto doce.

Ela usava a roupa de sempre. E por isso a blusa curta dava acesso as costas nuas da menor, que estavam quentes.

Eles se soltaram do abraço e Frisk sentou-se no sofá com as mãos cobrindo seu rosto.

Sans a deixaria desabafar em suas próprias lágrimas, mesmo doendo. E ele se sentia um pouco culpado pelo choro da menor, pois depois que lhe disse algo, ela começou aquilo. Mas não perguntaria nada em um momento tão sensível como aquele.

G! Observava a cena um pouco de longe. Sentia-se enciumado e dolorido por ver as lágrimas da menor. Mas ele mesmo disse: Não impediria uma amizade tão sincera como aquela, pois sabia que iria doer mais para Frisk se afastar de seu melhor amigo. Retirou-se da parede de onde observava a cena e voltou sua atenção para Toriel e Asriel.

- Como vai sua relação com o sogrinho? – G! Dizia sentando-se a mesa, ironizando com Toriel. Que tirou seus olhos da revista e observou o irônico através da parte onde não continha óculos.

- Você e Frisk podem casar, sabia? – Ela fez G! sorrir e Asriel dar uma risada breve.

- Sei disso. – Ele piscou. – Mas... Em quanto a saúde dela, o que faremos? – Ele olhou para a mesa. Sentia-se um inútil em não saber o que estava acontecendo, mesmo tendo uma leve ideia que Chara estava por trás disso, não sabia o que realmente acontecia.

- Não sei, deve ser algum vírus. – Toriel virou a página da revista. – Ela tem muito amor e carinho aqui, cuidamos bem dela. Especialmente você G! Acho que ela pode melhorar, ela deve agradecer por alguém assim entrar em sua vida. – Toriel tirou o óculos e fechou a revista que estava lendo.

- Apenas temos que ficar preparados para o que der e vier. – Asriel dizia firmemente. – E eu vou lutar se algo acontecer.

- Falando assim parece que alguma tragédia grande vai acontecer. – A cabra se levantou para tirar o café da cafeteira.

- Eu realmente espero que não. – G! Colocou os braços apoiados na mesa e as mãos na cabeça.

Na sala:

- O que acha de uns amigos reunidos aqui mais tarde? – Sans perguntou a menor. Ela assentiu a cabeça, sorrindo em resposta.

Esse sorriso... Não era real como costumava ser, é um sorriso morto... Será que poderia mudar isso mais tarde?

E Frisk apenas organizava os pensamentos. Um passeio com G! E amigos reunidos na sala. Apenas queria sorrir de verdade alguma hora, não aguentava mais aquele corpo frágil.

- Frisk. – Sans suspirou. – Sei que está em um momento difícil, mas... Não deixe nada acabar com a determinação que você tem. Estamos todos com você, ok? Não queremos que nem um mal chegue até você. Você é nossa embaixadora e protetora... Apesar de não ter feito reuniões com Asgore. – Sans focou na menor, que prestava atenção no mesmo. – Ele sempre esquece. Mas isso não vem ao caso. Apenas queremos que você se recupere logo de tudo isso, e o que estiver acontecendo, eu vou lutar pela sua proteção. Não apenas eu, mas todos que te amam. Não importa se você fez o genocídio uma vez, não era você, era uma pessoa má. Eu amo você especialmente do jeito que você é, com essa doçura e determinação que nos salvou. Você é tudo que alguém sempre sonhou em ter. – Ele passou o dedo no queixo da menor, que continha os olhos castanhos levemente arregalados e marejados. Era a segunda confissão.

O esqueleto apenas sorriu e voltou sua atenção para frente. A menina ainda o encarava, analisando os detalhes.

Seu coração e sua mente estavam tão perdidos no momento. Ela odiava pensar que o motivo da tristeza do esqueleto era ela, odiava saber que seu melhor amigo poderia estar sofrendo por ela. Ela queria dar todo o apoio a ele. Mas nem ela mesma se dava apoio agora. E guardou as palavras do esqueleto em sua cabeça.

E por mais engraçado que parecesse, o coração dela se sentia completo, assim como o dele. Não sabia se era a presença dele ou se era as palavras que ele tinha dito a ela. Mas se sentia segura, mesmo sabendo que o sofrimento voltaria depois.

Ela se deitou levemente no sofá, deixando as pernas envolvidas por uma coberta roxa em cima do esqueleto. Ele olhou novamente para o rosto dela, se apaixonando um pouquinho mais por aquela beleza que emitia.

Ela apenas sorriu e fechou os olhos, querendo descansar.

[...]

Um pouco mais tarde, todos os seus amigos estavam ali: Papyrus, Undyne, Mettaton... Todos eles queriam animar a pequena Frisk doente.

Na mesa de centro havia pipoca e os mais diversos doces. Seria uma noite de filmes e músicas

E no final deles, apagaram as luzes e ouviam as histórias de cada um.

Undyne contou de como queria lutar desde criança, e contou a mesma coisa que havia contado a Frisk no subsolo.

Papyrus contou sobre como evoluiu seu espaguete, todos riam, especialmente Frisk.

Alphys contou de quando construiu Mettaton e como ficou triste quando ele a tratou como se fosse idéia dele. Claro, o robô se sentiu arrependido e logo pediu desculpas, contando também de seu primeiro show e de como Alphys havia tido influência em tudo aquilo.

Foi emocionante, arrepiador e engraçado o modo de como eles estavam realmente animando Frisk. E, logo depois, comemoraram ali na sala por ela ter liberto todos eles, pegando a menina no colo e jogando para cima.

E depois, todos eles conversavam e dançavam animadamente. G! Olhou para Frisk, dizendo que era a hora do passeio. Ele avisou os monstros que continuavam ali, e saíram pela porta da sala.

G! Envolveu seu braço no ombro da menor, segurando o corpo frágil da mesma para que ela não caísse.

Eles andaram até o loca, aonde Frisk fazia seus desejos antes de G! Aparecer. Uma sensação boa tomou conta da sua mente, e G! Sentiu o mesmo.

- Eu não aguento te ver assim, Frisk. – G! Abraçou a menor; que devolveu o abraço. – Isso me machuca aos poucos. E eu nem posso saber o que está acontecendo com você. Você é tão animada... Segura de si; move o coração de tantas pessoas. E te ver assim, fraquinha, me deixa como se eu fosse um inútil, que não pudesse fazer nada por quem amo...  – Ele abaixou a cabeça e fechou os olhos.

Frisk segurou o queixo dele. Como ele costumava fazer com ela quando abaixava a cabeça. Deu um beijo no esqueleto se segurou delicadamente a cintura da menor. O esqueleto sorriu.

Estranhamente, Frisk sentiu uma pontada dolorida em seu peito, sua visão ficou turva e seu corpo ia entrar em contato com o chão. Arregalou os olhos castanhos e tentou dar um grito. Nada aconteceu.

As mãos de G! Seguraram o seu braço e desceram para sua barriga.

Chara finalmente conseguiu o que queria. E a partir dali, tentaria de tudo para fazer a vida da morena um inferno.


Notas Finais


DBFDSKJFDB desculpa por eu ser má :3

*Desvia das pedras* CALMAAAAAAAA

Espero que tenham gostado! Até o próximo, beijo de canela e caramelo.


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