História After The Storm - JeongCheol - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Tags Fluffy, Jeongcheol, Seventeen
Exibições 31
Palavras 780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yoo Sailors, tudo bem com vocês?
Bem vindos a minha nova fanfic, pois é, resolvi voltar as minhas raízes com mais uma JeongCheol.
A ideia de criar essa fanfic surgiu aleatoriamente, enquanto eu assistia The Legend Of The Blue Sea (ÁLIAS, QUE DORAMA MARAVILHOSO GENTE, SCR), e NÃO, a fanfic não vai ser sobre sereias nem nada, mas vão sim ter criaturas mitológicas nela, só que vocês vão ter que descobrir sozinhos quais são muahaha, não vou dizer mesmo.
Meu objetivo é realmente criar um clima de dorama, por isso, vão ter lágrimas, risos e muito açúcar, diferente das outras que costumo escrever, não vai ter tanto Lemon, mas não desistam de mim ksksksks.
Enfim, espero que gostem, ah, e fiquem atentos que vou postar outras fanfics sim (CHANBAEK COF COF COF COF).

~CHU

Capítulo 2 - Those Eyes...


Fanfic / Fanfiction After The Storm - JeongCheol - Capítulo 2 - Those Eyes...

Ventava tanto, fazia tanto barulho, chovia tão forte, o céu estava tomado por raios.

Droga. Ele pensou, encolhendo seus dedos no volante do carro, estava tão frio que seu corpo já não obedecia seus comandos com a mesma velocidade.

A chuva encobria com borrões de cinza tudo do lado de fora da janela, tornando quase impossível de se ver algo. O moreno engoliu em seco, o que diabos estava acontecendo? Nunca tinha visto uma tempestade tão forte, muito menos na costa sudeste do país.

- Que ótimo. – Sussurrou.

A sua sorte era que aquela viagem já estava no fim, finalmente tinha chegado a Busan, o grande problema seria chegar a seu verdadeiro destino, já que o celular não tinha sinal, como ele conseguiria se comunicar com Jihoon?. Olhou para o lado por um breve segundo e em meio a janela embaçada, avistou de longe um posto gasolina, talvez fosse uma boa ideia parar um pouco, esperar a tempestade diminuir e tomar um café na loja de conveniências. Isso. Era uma boa ideia, ele pensou. Além de tudo, talvez lá dentro, ele conseguisse falar com seu amigo.

Puxou o volante para o lado esquerdo cautelosamente,  dirigindo se ao estacionamento quase vazio do posto de gasolina, colocou seu carro virado para o lado, o mais próximo possível da entrada, de modo em que quando saísse, não precisaria correr muito. Ao parar o carro, respirou fundo, puxando seu boné do banco de trás, sem pensar duas vezes antes de encaixa-lo em sua cabeça, cobrindo seus cabelos escuros, encarou o celular, ainda sem rede, sem sinal, e prestes a descarregar. Bufou, guardou o aparelho no bolso e abriu a porta violentamente, correndo em direção a loja.

Em questão de segundos, já estava completamente encharcado, o boné tinha sido inútil, ele podia sentir a água se espalhando pelas mechas de seus cabelos e traçando um caminho pelo seu rosto, até que chegou aos seus lábios, fazendo-o para instantaneamente, curioso. Que gosto era aquele?...era tão doce, ele jamais tinha provado de um gosto assim, muito menos de uma água assim. Ele continuou lá, debaixo da tempestade, embora o mais lógico fosse continuar a correr, ele não queria, no fundo, ele sentia a necessidade de continuar parado ali, até que se virou, avistando uma senhora de cabelos escuros, ela tinha um rosto gentil, aparentava ter cerca de cinquenta anos e usava um longo vestido cinzento, totalmente encharcado.

- Medo, dor... – Ela sussurrou, levantando seus olhos para o moreno. – Não se preocupe, ele vai mudar isso, vai ficar tudo bem.

Vai ficar tudo bem...

Aquela doce voz repetiu em sua mente...e o chão tremeu.

Primeiro uma tempestade, e agora, o que era aquilo? um terremoto?

Ao se virar novamente, a senhora de cabelos escuros tinha sumido, o moreno respirou fundo, esforçando-se para se manter em pé em meio aqueles tremores, algo em seu peito se aqueceu e ele continuou a ouvir aquelas mesmas palavras, ecoando em sua mente.

Vai ficar tudo bem...Vai ficar tudo bem...Vai ficar tudo bem...

O moreno fazia de tudo para manter-se calmo, aquilo ela loucura demais para um tão curto espaço de tempo, ele encarou novamente a porta de vidro da loja, mas pela segunda vez, algo lhe manteve ali, algo mais forte, algo mais influente, olhou para frente onde a chuva estranhamente parecia cair com uma intensidade maior, e correu naquela direção. 

Poucos segundos depois, as imagens foram tomando forma, algo se mexia no chão, alguém se mexia no chão.

- Mas que diabos?... - Resmungou, e agachou-se em frente aquele corpo, aquele corpo completamente nu, aqueles cabelos dourados inteiramente encharcados, aqueles lábios rosados, que tremiam graças as gotas de água congelantes que lhe tocavam...era um garoto. Ele abraçava o próprio corpo em uma falha tentativa de se proteger do frio, como ele tinha ido para ali? sem roupas, naquele chão...

- Ei, garoto...ei! - O moreno tocou seu braço, sua pele estava surpreendentemente gelada. - Ei...

O estranho garoto de cabelos dourados abriu seus olhos sonolentamente e encarou o moreno, ele parecia ter os olhos mais brilhantes da terra.

- O quê...o quê está fazendo aqui, você vai adoecer... - Engoliu em seco, fazendo o máximo para não ser hipnotizado por aquele brilho.

O loiro não respondeu, apenas fechou seus olhos como quem se rendia. Ele não estava bem, o moreno compreendeu, e não podia ficar ali..não podia.

Tirou seu casaco e colocou por cima do corpo dele, por mais que estivesse encharcado, ao menos serviria para cobri-lo, pegou o garoto de olhos brilhantes em seus braços e correu de volta para o carro.

- Vai ficar tudo bem... - Ele sussurrou, estranhando o forte efeito que aquela frase tinha sobre si.

 



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