História After the storm - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~KimYeTeuk

Postado
Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Oliver Queen (Arqueiro Verde)
Tags Barry Allen, Flarrow, Gay, Olivarry, Oliver Queen, Sexo
Exibições 264
Palavras 2.160
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Killerz: Não é universo alternativo, porém também não foca nos poderes. Não tem foco na terceira temporada de The Flash, só uma leve menção do que o Barry fez (tudo bem modificado); Na verdade é uma tentativa de escrever algo do universo DC.

Comecei a escrever sozinha, mas quando eu vi já tinha intimado a Raquel pra me ajudar.

Temos um plot Barrison, então, talvez seja nossa próxima fanfic em parceria. Quem sabe? Haha.

Espero que gostem ;*


Raquel: Oi gnt eu devia ta fznd meus trabalhos ou escrevendo uma das minhas fics em hiatus mas eu fui (obrigada) convidada a escrever essa fic
AMO A KILLOR ESSA GOSTOSA E AMO VCS TBM
Ela claramente fudeu minha vida com barrison e olivarry

Vão ler meus anjos. <3

Capítulo 1 - Before. After.


"E há uma tempestade que você está começando"

 

 

Barry acordou sentindo-se estranho, ele olhou ao redor para ter certeza do que estava acontecendo. Sim, mais uma vez ele tinha feito aquilo. Allen não entendia como conseguia ser estúpido todas as vezes, mas ele era e já estava quase conformado com isso. Na noite anterior ele e Oliver tinham brigado, mais uma daquelas brigas intermináveis em que Oliver o acusava de ainda gostar de Íris, o que não fazia sentido nenhum. Sim, Barry tinha amado a quase irmã, era um amor forte e ele teve certeza que estava destinado a ficar com ela quando conheceu seu doppelganger e descobriu que ele era casado com a Íris da Terra-2. Ele pensou várias coisas, voltou no tempo, e modificou tanto que nem ele mesmo sabia se era seu destino ou ele queria que fosse.

 

No meio disso tudo, apareceu Oliver. Novamente, ele. O arqueiro verde, seu amigo, uma das pessoas que mais considerava. Quando Barry ficou confuso, ele pensou em correr para seus amigos próximos, porém ele tinha a impressão de que nenhum deles entenderia aquilo, então ele lembrou de Oliver. Queen tinha passado por muitas coisas na vida e, talvez, ele pudesse lhe ajudar. E foi assim que começou o martírio. Antes que percebessem, estavam próximos demais para o próprio bem. Barry continuava salvando Central City, mas passava várias de suas noites na sala de estar da casa de Oliver. Às vezes eles conversavam, mas, na maior parte do tempo, eles apenas ficavam sentados, Barry degustando algum vinho que ele não sabia a safra e Oliver com seu copo de Whiskey. Tinha vezes, quando Oliver estava em missão, que Barry o ajudava, mas também Queen conseguia ser extremamente autoritário então, quase sempre, Barry ficava sozinho na casa do arqueiro verde, enquanto o homem estava lutando em alguma rua qualquer de Star City.

 

Foi em uma dessas noites que Barry começou a perceber que algo estava acontecendo. Não com Oliver, mas com ele. Alguma coisa estava sendo modificada e ele estranhamente gostava disso. Barry já não pensava em Íris com tanta frequência e, com o tempo, já não se sentia nervoso perto dela. Aos poucos seu coração começou a aceitar e perceber que Íris o amava, mas como um irmão. Mesmo que ela tivesse ficado surpresa quando descobriu os sentimentos de Barry, mesmo que ela tenha beijado o velocista, ela sempre amaria Eddie. Barry sempre foi seu irmão, e o rapaz finalmente aceitava isso. Claro que essas constatações vieram com outras, ele tinha se apegado a Oliver. Eram amigos há tempos, mas agora ele estava sentindo coisas diferentes. Barry sentia-se ansioso cada vez que Queen saia para resolver algum assunto, mas tudo passava quando o arqueiro voltava sã e salvo. Ele também começou a sentir uma necessidade de toque que antes não existia. As trocas de olhares começaram por causa de Barry, mas, com o passar do tempo, ele percebeu que Oliver também procurava seu olhar.

 

Sim, eles ficaram meses nisso. Em todo esse esquema de conversas, trocas de olhares e toques breves. Com o tempo, os desabafos de Barry pararam, ele ia até a casa do arqueiro apenas para conversarem sobre como andavam as coisas em suas cidades e para ficarem parados em silêncio na frente da lareira. E foi em uma dessas noites de total silêncio que Oliver aproveitou a forma como Barry estava distraído e aproximou-se dele. Barry ainda lembrava da surpresa ao sentir os lábios macios contra os seus, era um selar leve e quando Oliver fez menção de se afastar, Allen segurou em sua nuca, movendo os lábios levemente sobre os do arqueiro. Queen entendeu aquilo, e invadiu a boca alheia com a língua, iniciando um beijo calmo que transformou toda a atmosfera em volta deles. Barry sentiu-se livre para tocar o arqueiro assim que as mãos fortes o puxaram pela cintura. Seus braços envolveram o pescoço do homem, ao que o corpo do arqueiro ficava sobre o seu. Naquela noite, mesmo que não tivessem passado dos beijos, Barry entendeu porque Oliver era tão disputado.

 

E foram assim nas semanas seguintes, nos momentos em que estavam em silêncio, Oliver beijava Barry e, depois de horas naquela bolha que os dois criaram, Allen voltava para Central City. Eles conversavam muito sobre o que era aquilo, mas tinham o mesmo pensamento: Era melhor deixar acontecer e depois eles dariam um jeito. Barry, que sempre foi atrapalhado com sentimentos, percebeu que o que sentia era forte quando Oliver chegou ferido de uma das missões. Barry cuidou dele, mesmo que o homem reclamasse falando que estava bem. Oliver era como uma criança teimosa, mas Barry sabia lidar com isso. Com o passar do tempo, ele aprendeu a dobrar Queen. Foram semanas para que o velocista aceitasse que estava apaixonado por Oliver e que, talvez, aquele sentimento sempre estivesse ali, apenas esperando o momento certo para que Barry descobrisse.

 

Depois do ocorrido, Oliver e Barry estavam ainda mais próximos e, quando o Flash não era visto em Star City, o arqueiro verde era visto em Central City. Com o tempo, os amigos próximos deles começaram a desconfiar e ambos resolveram abrir o jogo. Joe fora terminantemente contra, ele não gostava do modo como o arqueiro lidava com as coisas e, tampouco, confiava em Oliver Queen, mas não teve escolha, Barry estava decidido. E, foi assim, que chegaram aquele momento.

 

Na noite anterior Oliver e Barry tinham discutido, o motivo era o de sempre: Íris. Oliver tinha desenvolvido um ciúme doentio em relação a Barry e Íris, ele realmente não suportava quando seu namorado ficava perto da mulher e, mesmo depois de Allen falar com todas as letras que não pensava mais em Íris daquela forma, Oliver não queria saber. Então, as brigas começavam. Eram intermináveis, Oliver sempre vinha com o mesmo discurso de você ama Íris até agora e o velocista estava cansado de tentar mudar a visão do arqueiro. Não importava o que ele tentasse dizer, Oliver sempre encobriria sua fala e tentaria fazê-lo enxergar algo que não existia mais. Seu amor por Íris tinha sido substituído pelo amor que sentia por Oliver.

 

Barry se levantou indo até a sacada, se sentando no chão, fazendo uma careta por se sentir dolorido, e abraçando as pernas, seu queixo apoiado nos joelhos enquanto seus olhos vagavam pela cidade, aquela a qual o Arqueiro Verde estava sempre protegendo. Aquele gesto já estava virando uma rotina, ficar ali até adormecer de novo e ser levado pelo outro era comum, porque sempre que brigavam isso acontecia. Suspirou alto, fechando os punhos ao se lembrar da briga do dia anterior que havia terminado num sexo totalmente dominador por parte de Oliver e por mais que estivesse dolorido agora, não poderia negar que havia pedido por mais. Porém estando sem a adrenalina e excitação correndo em suas veias, se odiava por ter cedido a ele, mesmo sabendo que era impossível se negar ao maior, estava totalmente confuso e perdido em pensamentos que nem mesmo percebeu quando ele havia sentado ao seu lado, sentindo a mão dele acariciar de leve a perna descoberta, causando um pequeno arrepio.

 

– No que está pensando? – O Arqueiro perguntou sua voz um tanto rouca e grave dita em voz baixa perto do ouvido alheio causava espasmos no corpo do mesmo.

 

– Em jogar você daqui de cima – ele disse, fazendo o outro sorrir, mas então Queen percebeu que ele estava sério e o sorriso morreu em seu rosto – Oliver, não podemos continuar como está! Você nem mesmo acredita nos meus sentimentos. – O mais novo reclamou voltando seu olhar para o outro que fitava seus olhos com aquela cara de cachorro que caiu da mudança. Fechou os olhos para não cair na tentação que era o maior. – Você não consegue confiar em mim.

 

– Me desculpe, Barry, mas eu… Eu te amo tanto, eu me encho de ciúmes da Irís porque é a ela que você ama e...

 

– Oliver, isso é passado… Ou um universo paralelo, como você queira chamar. Eu amo a Íris como uma irmã e ela é o mesmo comigo. Por mais que eu não costume demonstrar muito bem meus sentimentos ou os expressar eu amo você, Oliver Queen, seu imenso idiota. É com você que eu ocupo minha mente, me preocupando se você vai voltar inteiro ou faltando um pedaço e de qualquer uma das formas eu continuaria amando você. É apenas a você que eu me entreguei, de corpo e alma, as quais você conhece por inteiro então sabe que eu estou sendo sincero. Eu te amo, Oliver, eu realmente não quero ir…
 


O mais novo foi interrompido pelo outro que o puxou para seu colo, selando seus lábios com avidez. Oliver entreabriu os lábios, entrelaçando a sua língua na alheia, enquanto sentia Barry puxar seus cabelos, suas mãos apertavam a cintura dele, que gemia em meio ao beijo se remexendo de forma desajeitada em seu colo. Se afastaram apenas para tomar ar e voltaram a se beijar de forma calma até que encostassem sua testa uma na outra.

 

– Eu te amo, Barry, me desculpe por lhe acusar de forma indevida. Eu acho que não conseguiria mais viver sem você.

 

– Eu também. Eu não consigo viver sem mim.

 

– Você é um idiota, sabia?

 

– O sujo falando do mal lavado…

 

– Falando nisso acho que deveríamos tomar um banho não é?

 

– Mas você nem tá tão sujo assim…

 

– Você pretende me sujar mais, hm?
 


Barry ainda sentado sobre o colo alheio trajando apenas uma boxer negra que estava sendo usada pelo arqueiro antes puxou a camisa do homem, expondo o abdômen definido do mesmo. Oliver agarrou a cintura do menor, fazendo-o rebolar em seu colo. O castanho gemeu manhoso, se movendo com maior velocidade enquanto suas unhas se cravavam sobre os ombros alheios. Oliver com a pouca sanidade que tinha levantou-se com o velocista em seus braços e o levou para a cama, o deitando ali e o fazendo por sobre ele em seguida.


Os lábios deles voltaram a se encontrar, enquanto o maior havia se encaixado entre as pernas de Barry, se movendo simulando uma penetração, fazendo o mais novo delirar, arranhando suas costas. Oliver separou seus lábios dos do mais novo, deixando vários selares no pescoço do mesmo. Sussurrou um eu te amo no ouvido de Barry, vendo-o se arrepiar e seus olhos brilharem enquanto seus lábios desciam pelo corpo alheio. Apenas de sentir a pele do outro e apenas ela sobre a sua, Barry conseguia sentir uma corrente elétrica passar pelo seu corpo, portanto ao ter os lábios de Oliver em contato com os mamilos sensíveis jogou a cabeça para trás, gemendo em deleite.


Oliver tirou a cueca que o velocista usava, jogando em qualquer lugar do quarto e os lábios que antes brincavam com o umbigo alheio, agora estavam na parte interior da coxa e logo se encontrava na entrada do mais novo, enquanto sua mão masturbava o membro ereto de Barry. Lembrava-se muito bem da noite anterior, a visão da entrada de Barry transbordando seu prazer, agora o mesmo se contraia contra sua língua, fazendo-o ficar mais excitado ao pensar que logo estará lá dentro sendo comprimido de forma tão gostosa.


Preparou o menor enquanto seu membro preenchia sua boca, distraindo-o de qualquer incômodo que pudesse causar, fazendo seu canal relaxar para que pudesse entrar no mesmo. Assim que notou que Barry estava pronto, penetrou-o lentamente até estar completamente dentro, ficou parado, beijando com todo amor que podia transmitir os lábios macios e avermelhados do outro, que deveria tê-los mordido tentando reprimir os gemidos, o que foi em vão. Suas costas sofreram um pouco quando ele tentou se mover lentamente dentro de Barry. Barry apoiou a mão no abdômen alheio sentindo o membro se movimentar dentro de si e os gemidos dele se intensificarem. Mesmo que tudo entre eles acabassem em sexo, havia sentimentos envolvidos e os mesmos faziam suas peles se arrepiarem e suas mentes ficarem em branco, o único foco era o outro.


Barry rapidamente trocou as posições, sentando sobre o quadril alheio e cavalgando sobre o mais velho, que apertava sua cintura o ajudando com os movimentos. O castanho beijava o loiro desesperadamente, tomado pelo torpor do orgasmo que estava para chegar, com seu ponto fraco sendo estimulado repetidas vezes afinal o arqueiro tinha uma pontaria perfeita. Não demorou para se desmanchar no abdômen de Oliver, seu membro sendo estimulado apenas pelo roçar com o mesmo, mas não parou seus movimentos até que sentisse o líquido alheio preenchê-lo e então transbordar, caindo ofegante sobre o corpo do mais velho.


Oliver ficou a lhe fazer cafuné e acariciar suas costas até que ele adormecesse sobre o corpo do outro. O mais velho poderia não dizer em voz alta e com frequência as palavras que ele talvez quisesse ouvir, mas suas atitudes denunciavam que seu coração pertencia completamente ao velocista.

 

Mesmo que Oliver fosse como a tempestade, Barry Allen era a calmaria. E disso Oliver Queen nunca abriria mão.

 



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