História After You - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Eddie Thawne, Eobard Thawne / Flash Reverso, Felicity Smoak, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Wally West (Kid Flash)
Tags Barry Allen, Caitlin Snow, Lily Snow, Snowallen, Snowbarry, The Flash
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Palavras 2.777
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então... como eu já tinha postado os capítulos anteriormente e já tenho eles escritos, decidir pôr um outro hoje.
Ah, e não posso me esquecer de agradecer pelos comentários. Eu ainda não respondi, mas juro que logo logo respondo todos ele, okay? Você são fofxs demais <3

Capítulo 4 - Capítulo IV - O Beijo


CAPÍTULO IV - O BEIJO

​Barry

Barry não podia negar, estava irritado com Cisco e com Caitlin, principalmente com a última, que praticamente o excluiu de sua nova vida em Nova Iorque, que nunca se comunicou com ele durante todos esses anos. Algo que o irritava bastante era Caitlin ter se relacionado com um homem a ponto de ter uma filha durante essa relação — homem esse que as abandonou, segundo Lily.  

Ele iria seguir os concelhos de Cisco, dessa vez. Talvez devesse mesmo conversar com Caitlin, tentar descobrir o porque de tanto sem contato.  

Barry não entendia o motivo, mas algo queimava dentro dele. Poderia ser raiva, mas ele sentia era algo mais forte que simplesmente raiva. Sim, era muito mais forte, avassalador, aquilo estava destroçando-o por dentro, deixando-o despedaçado. Não, definitivamente o que sentia não era raiva. Ele tinha que aceitar, estava com ciúmes de Caitlin.  

— Por onde quer começar, Barry? — perguntou Caitlin, sentando-se no sofá e fazendo um gesto para que ele fizesse o mesmo.  

— Do começo, Cait. — ele olhou-a fundo nos olhos. — Por que você foi para longe? Por que nos deixou? Foi... foi porquê eu iria me casar com a Íris? Foi isso?  

— Então acha que eu fui embora porque não suportaria vê-lo casado? Se acha tão importante a ponto de eu fazer minha vida mudar por sua causa? Acha que eu mudei a minha vida inteira em uma questão de semanas por sua causa? Olha, Barry, você está completamente errado. Eu tive os meus motivos, e isso só diz respeito a mim.  

— Então por que você não se comunicou por esse tempo comigo? — Barry não entendia Caitlin, tentava ao máximo, mas não conseguia. — Eu gostaria de ter estado com você quando a Lily nasceu, ter acompanhado o crescimento dela, como um verdadeiro tio, assim como o Cisco.  

— Entenda, Barry — Caitlin parecia estar tentando se controlar, porém, pelo olhar, Barry percebeu, ela era capaz de quebrar qualquer objeto de vidro para extravasar a sua raiva. —, eu tive os meus motivos, já te disse. Agora, eu não consigo entender, você está com a Íris, por que se importa tanto com o que eu faço, deixo de fazer ou fiz?  

— Porque... porque... — porque te amo, pensou Barry. Foi então que se pegou, ele estava apaixonado por Caitlin? Era isso, era esse sentimento. — Porque somos amigos, Caitlin. Eu me preocupo com você, me preocupo com a Lily, apesar de conhecer a Speedy a tão pouco tempo. Não posso negar acho que já me apeguei a pequena, ela é incrível. Eu gostaria de entender seus motivos, Cait.  

— Barry... — Caitlin não sabia o que dizer, e estava a ponto de fazer uma bobagem quando foi salva por Lily, já com roupa de dormir.  

— Mamãe, pode me colocar para dormir? — perguntou sonolenta — Tio Barry? Ainda está aqui?  

— Estou conversando com a sua mãe, Speedy. — sorriu para ela.  

— Vou coloca-la para dormir. — falou Caitlin.  

— Boa noite, Barry! — Lily correu até ele e deu-lhe um abraço apertado. Barry sentiu se tão bem com esse abraço, que gostaria que tivesse sido mais demorado.  

— Boa noite, Speedy. Bons sonhos, princesa.  

— Eu já volto. — disse Caitlin.  

×××  

Caitlin estava demorando, então Barry decidiu procura-la pela casa, por medo de algo ruim ter acontecido. Podia parecer besteira, pois ela só havia ido colocar Lily para dormir, mas, talvez, ele também quisesse ouvir o que as duas estavam conversando. Ele seguiu por um corredor até encontrar uma porta rosa cheia de florzinha entreaberta. Ele se esgueirou na porta, tentando observar Caitlin e Lily escondido.  

Foi então que pegou-se pensando que, se ele não tivesse sido tão bobo, os dois poderiam estar juntos agora. Ele poderia estar colocando Lily para dormir agora, ela poderia ser sua filha, poderiam ter vários outros filhos. Ele poderia ser feliz com Caitlin, bem mais do que é com Íris.  

— Mamãe — chamou Lily — e se eu tiver aquele pesadelo de novo?  

— Não se preocupe com isso, Lily. — ela sorriu, passando segurança. — Eu vou estar sempre aqui, o.k? Sempre que precisar, minha cama é aqui ao lado.  

— Você ainda vai conversar com o Barry?  

— Sim, vou.  

— Ele é legal. Eu gosto do tio Barry.  

— O Barry é muito legal mesmo. — Barry não pôde deixar de se animar quando viu brilho nos olhos de Caitlin, quando ela falou dele. — Ele é muito simpático, não é? O Barry é único, nesse mundo. Ele é, praticamente, o impossível.  

— O impossível? — Lily arregalou os olhos. — Como se torna o impossível?  

— Acreditando nele. Você acredita?  

— Acredito!  

×××  

Barry correu, literalmente, para a sala quando Caitlin saiu do quarto. Ele estava muito feliz, por ter ouvido Caitlin falar tão bem dele. Agora mesmo que ele não podia negar, estava completamente apaixonado, estava amando Caitlin.  

— Cait, você não já se pegou pensando se... se nós poderíamos ter dado certo? — perguntou ele, incerto.  

— Por que está me perguntando isso? O que está pensando?  

— Que, se eu não tivesse sido tão bobo, tão idiota, nós poderíamos estar juntos. — falou se aproximando. Por um momento, Caitlin tentou se esquivar dele, dando alguns passos para trás. — O que acha de nós juntos, Caitlin?  

— Onde você quer chegar? Você está com Íris.  

— Sim, eu estou com a Íris, mas nossa relação está muito desgastada. Eu não... não sinto mais algo pela Íris, pelo menos não como antes. Caitlin, desde que chegou você é a dona dos meus pensamentos. É você que está em cada um dele, em cada memória. Eu gostaria de voltar no tempo só para poder viver cada momento com você. Caitlin, eu acho que... eu acho que te amo.  

— Eu sei. — foi a única coisa que Caitlin conseguiu dizer.  

— Sabe?  

— Para falar a verdade, não. — respondeu ela, o observando — Eu... Céus, Barry! Eu não sei o que dizer! Por que você faz isso?  

— Você é importante para mim e, aos poucos, a preocupação que sinto por você, tornou-se amor. E é esse amor que me faz estar aqui, em pé. Eu fui um idiota de não ter percebido isso antes, mas você é a coisa mais importante na minha vida.  

Ele não deixou Caitlin responder; nada de argumentos, só atos. Barry beijou-a com todo o seu amor e, ao contrário do que ele pensava, Caitlin não revidou de forma negativa. Ela também o beijou, e Barry pode sentir, ali havia amor. Ela também o amava.  

— Vai embora, Barry! — gritou Caitlin, exasperada, quando se soltaram do beijo.  

— Tem certeza?  

— Me deixa só, Barry! Eu preciso pensar. — ela abriu a porta, irritada, fazendo sinal para que Barry saísse. Só para irrita-la mais, Barry foi rápido o suficiente para dar-lhe um selinho.  

Ele foi expulso da casa de Caitlin, mas foi feliz. Barry havia beijado Caitlin, após tanto tempo! Ele não poderia estar mais feliz, nada iria estragar o resto de sua noite... bom, isso até Cisco avisa-lo sobre algum meta-humano que ameaçava a paz de Central City.  

Ele havia beijado Caitlin, ele estava feliz por isso. 

×××  

​Caitlin

Naquela manhã, Caitlin acordou logo cedo, radiante como nunca. Seu sorriso estava mais aberto que nunca, e seus olhos tinham um brilho especial, brilho esse que não se via já há muito tempo, mas sempre que aparecia em seu rosto possuía o mesmo motivo: Barry Allen. Ela não podia evitar sorrir, ele havia roubado um beijo seu, na noite passada. Um beijo roubado, um dos melhores beijos de sua vida.  

Ela estava irritada, é verdade. Barry não tinha direito de beija-la sem que ela desse autorização alguma. Porém, já não se importava mais com isso. Estava feliz, se sentia completa, mesmo sabendo que Barry estava com Íris, mesmo sabendo que o velocista não poderia ser seu.  

Ela levantou sonolenta da cama, olhando o sol pela janela. O dia estava realmente lindo, sem nuvem alguma. Foi então que teve a ideia de acordar Lily e irem juntas fazer um piquenique. Com certeza, a sua filha iria amar a ideia.  

Entrou silenciosamente no quarto da filha, e teve um susto quando não a viu na cama. Procurou pelo apartamento inteiro e nada da filha, nem um sinal da menina. Começou a entrar em desespero, já estava quase chorando quando a ruiva entrou pela porta da sala, vestindo seu pijama de unicórnio e com o cabelo todo bagunçado em um rabo de cavalo mal feito.  

— Lily Nora Snow! — gritou, zangada. — Onde estava, filha? Quase que tive um ataque do coração! Eu já ia ligar para a polícia.  

— Calma, mamãe. — pediu ela, tentando explicar-se, um pouco afobada. — Eu não achei que fosse acordar tão cedo em pleno sábado, por isso saí sem avisar. Eu fui conhecer o prédio, sabe? Já faz uns dias que chegamos e ainda nem conheço todos os andares. É que estava muito inquieta, não sei o motivo, mas mal conseguia ficar parada. Era como se... como se uma carga muito forte de energia dominasse o meu corpo e eu simplesmente não conseguisse parar.

— Estava inquieta? — perguntou, assustada, após assimilar tudo o que a mais nova falou rapidamente. — Sente-se bem, Lily? Digo, é só inquietação?  

— Sim, como você já sabe, deve ter sido apenas uma crise de hiperatividade. — falou indo em direção a cozinha. — Estou com fome. O que tem para o café?  

— Ainda não tive tempo de fazer o café, porque uma certa ruivinha me fez ficar desesperada logo pela manhã...  

— Prometo que nunca mais faço isso, mamãe! Nunca mais vou te assustar, o.k? Me perdoa?  

— Hum... deixa eu ver, eu só te perdôo se ganhar um beijinho aqui na bochecha.  

As duas se abraçaram e Caitlin sentiu se mais feliz ainda.  

— Mamãe, o tio Barry ainda ficou aqui ontem? — perguntou Lily.  

— Por que a pergunta?  

— Só para saber... mãe, você gosta do tio Barry? — Caitlin arregalou os olhos.  

— Cla... claro! Somos amigos, muito amigos, como o Cisco disse.  

— Mas ontem você parecia séria. Ele fez algo de errado? Ele deixou a senhora zangada?  

— Esquece isso, Lily.  

— Posso te fazer outra pergunta? — Caitlin assentiu. — Você ainda ama meu papai?  

— Claro que o amo, Lily. Foi desse amor que você nasceu. Saiba que ele também te ama muito, o.k? Nunca se esqueça disso.  

— Acha que ele vai voltar? — Lily sempre ficava triste quando falava do pai, apesar de gostar de ouvir sua mãe falando dele. — Acha que ele vai vir me ver algum dia?  

— Não se preocupe com isso, certo? Eu tenho certeza que ele te ama mais que tudo nesse mundo. — falou ela, sorrindo. — Agora, o que acha de um piquenique? O dia está tão lindo!  

— Vamos! Vamos!  

×××  

Caitlin andava animada ao lado de Lily, que parecia tão animada quanto. Ela estava feliz, pois a filha não estava deprimida como mais cedo, quando as duas falavam sobre o pai da garota. A mais velha levava em suas mãos uma cesta de piquenique e buscava um local bom, perto de alguma árvore, para sentar-se com a filha.  

Elas andavam tranquilamente quando Caitlin sentiu uma mão em seu ombro esquerdo. Ao virar-se, se deparou com ninguém mais ninguém menos que Barry, acompanhado de um garoto que devia ter a idade de Lily, loiro e de olhos azuis.  

— Barry! — falou ela, sorrindo. — Nossa, que coincidência te ver por aqui.  

— Digo o mesmo. — Barry possuía um brilho no olhar, tipico dele, que Caitlin não via algum tempo. — Ah, este é o Francis — apresentou o menino — Adivinha de quem ele é filho?  

— Seu...? — Caitlin não podia aceitar aquilo, o garoto não podia ser filho de Barry e de Íris. Após chutar a resposta, ela pode ver que Barry ficou mais triste, e ela não entendeu o motivo.  

— Não, não. Eu e Íris não temos filhos. Ele é filho do Oliver e da Felicity. Aliás, ela está louca para te ver, disse que quer marcar um dia só para vocês duas, acredita? Bem, Francis, essa é a Caitlin, uma grande amiga de sua mãe, e a ruivinha ali é a Lily, filha dela.  

— Tio Barry, por que você e o Francis não vem com a gente? Vamos fazer um piquenique, tenho certeza que vão gostar. — Lily ficou animada ao ver Barry, queria muito que ele passasse a manhã com ela e com a mãe, principalmente depois de terem passado a tarde juntos no dia anterior. Quem sabe até mesmo ela conseguisse fazer amizade com Francis, que parecia ser bem tímido.  

— O que acha, Cait? — perguntou ele, sorrindo. — Podemos se juntar a vocês duas?  

— Claro, claro! — respondeu ela, animada. — Digo, se você não tiver nada melhor para fazer.  

— Acredite, por hoje, nada seria melhor do que ficar com vocês duas.  

×××  

Eles logo encontraram um lugar bom para fazer o piquenique e, por incrível que pareça, Lily e Francis estavam se dando muito bem. Os dois estavam brincando, um pouco afastados, mas sempre sob o olhar atento de Caitlin.  

Barry admirava muito esse lado maternal dela. Ele nunca parou para pensar em Caitlin como mãe mas, vendo agora, ela parecia ser ótima nesse papel. Ele via o brilho nos olhos dela, e não conseguia desviar o olhar da mulher. Como estava bela, linda. Barry sentia suas mãos soarem, eles ainda não tinham falado sobre o beijo na noite anterior, mas ele não podia negar, estava louco para repetir a dose. Barry queria muito repetir o beijo com Caitlin.  

— Então, sobre ontem... — começou ele, sendo logo interrompido pela mulher.  

— Barry, olha, eu sei que nos beijamos ontem mas... mas isso ficou no passado. Você está com Íris, e, mesmo não sendo amiga dela, não posso fazer isso.  

— Eu e a Íris discutimos todos os dias, nossa relação já se desgastou faz tempo. Eu estou prestes a me divorciar dela.  

— Vai mesmo fazer isso?  

— Sim, vou. Já estava pensando em fazer isso há muito tempo, mas nunca tive coragem. Eu sempre fui apaixonado pela Íris, mas a paixão se foi, e quando é de verdade, a paixão se vai mas o amor fica. Eu acho que sempre fui apaixonado por você, só nunca me toquei disso, a paixão por você se foi, Caitlin, mas sabe o que ficou? O amor. Eu... eu nunca pensei que fosse te dizer isso, mas eu te amo, Caitlin Snow. Acho que nunca senti algo tão forte por alguém. — Barry estava colocando os seus sentimentos para fora, ele precisava fazer isso, precisava contar a Caitlin tudo o que sentia, e aquele parecia o melhor horário para isso. — Só de te imaginar com outro homem já me sinto mal.  

— Barry, eu... eu nem sei o que dizer. Eu sempre senti algo forte por você, mas, já ouviu aquele ditado? Se você ama deixe livre. Eu fiz isso, fui para Nova Iorque porque te amava, e sabia que você estaria melhor ao lado da Íris. Doeu em mim, mas não queria te machucar. Barry, eu... eu escondi algo de você. — Caitlin ficou pálida, suas mãos soavam frio. Aquela era a parte que ela mais temia, ela teria que reunir toda a coragem que possuía dentro de sí. — A Lily...  

— Caitlin, quanto tempo! — ela escutou a voz de Íris West. Barry, que estava muito próximo dela se afastou como rapidamente. — Barry, querido, não sabia que estava com ela. Aliás, onde está o Francis?  

— Íris, o que está fazendo aqui? — perguntou ele, um pouco irritado.  

— Vim atrás de você, o que mais seria? Não imaginava que fosse encontrar você com a Caitlin.  

— Quanto tempo, Íris. — disse ela, irritada. — Nos encontramos por aqui, á pouco tempo.  

— Mamãe! — Lily chegou correndo. — Eu e o Francis estamos com sede.  

— Tia Íris? — estranhou Francis. — O que está fazendo aqui?  

— Vim ver vocês dois. — disse ela, não tirando os olhos de Lily. Caitlin pode perceber, Íris estudava cada detalhe do rosto de Lily, e virou os olhos para Barry, de forma pensativa. — E quem é a sua nova amiguinha, Francis?  

— É a Lily Snow. — apresentou ele. — Lily, essa é a Íris. Aquela tia que eu disse que não gosto muito. — completou baixinho, mas foi ouvido pelos adultos, o que fez Barry e Caitlin seguirarem a risada e Íris fechar a cara.  

— Sua filha, Caitlin?  

— Sim, é minha filha.  

— Não se parece nada com você. — comentou Íris. — Deve ser idêntica ao pai, não é mesmo?  

— Idêntica, acredite.  

— Bom, Barry, temos que levar o Francis para a Felicity. — disse ela, tentando ser simpática ao pegar no braço do menino. — Mas tive uma ideia, o que acham de jantar os todos juntos? Pode ser na nossa casa, não é Barry? Ele te envia o endereço por mensagem. Tenho certeza que a Lily vai amar, e o Francis também, não é, querido?  

— É uma boa ideia — disse Barry, apesar de parecer um pouco perdido. — Você vem, Cait?  

— Certo, eu vou para esse jantar. — falou ela. — Aproveito e coloco a conversa em dia com a Felicity.  

— Nos vemos a noite. 

— Pode apostar.


Notas Finais


Gostaram? Amaram? Odiaram?  
Eu juro que tentei não fazer a Íris chatinha e tals, mas quem disse que eu me aguentei? Outra coisa, alguém shippa Oliver e Felicity? porque eu tinha que criar um amiguinho para a Lily, então me veio a ideia de um filho deles. Mais uma coisa, o que estão achando das partes do Barry e da Caitlin? É que não me julgo muito boa na parte de escrever romance.  
Beijos!  
Até o próximo capítulo! 


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