História After you - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Haikyuu!!
Personagens Asahi Azumane, Daichi Sawamura, Hajime Iwaizumi, Kei Tsukishima, Koushi Sugawara, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tobio Kageyama, Tooru Oikawa, Yuu Nishinoya
Tags Anjo Caído, Iwaoi, Kagehina, Rei
Visualizações 243
Palavras 2.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ENTON
EU TO SHORANDO ENQUANTO TO POSTANDO ISSO PQ FOI UM SOFRIMENTO PRA ESCREVER, CES N TEM IDEIAAAAAAAA
FIQUEI UNS TRES DIAS EMPACADA NUMA PARTE SÓ
AAAAAA
MAS TA AE
O OIKAWA E O IWA-CHAN SÓ SOFREM, MAS NÃO TAQUEM PEDRAS EM MIM, ISSO TA ACONTECENDO POR UM MOTIVO, E TMB PRA TER UM DESENVOLVIMENTO LEGAL PRAS IDEIA QUE EU TIVE PROS PRÓXIMOS CAPS.
ESPERO Q GOXTEM E É NOIS.

Capítulo 8 - Darkness


Fanfic / Fanfiction After you - Capítulo 8 - Darkness


 

  Oikawa olhou para cima pela milésima vez em quatro dias, cantando novamente a melodia suave, na esperança de que ela pudesse trazer alguma paz para seu corpo e mente perturbados. Sua barriga se encolhia contra si mesma, roncando, implorando por alguma comida, enquanto sua pele incrivelmente suja coçava cada vez mais. O som de sua voz misturou-se com os lamentos, choros e gritos de outros presos, despertando cada vez mais seu lado sombrio e insano.

 O escuro seria total se não fosse pelos feixes azulados de luz lunar que penetravam, brincalhões por entre a única janela do local, no teto. Tooru olhou em volta, procurando a única pessoa em quem poderia se apoiar, a única pessoa que lhe impedia de ficar louco de vez.

 -Iwa-chan? - sua voz ecoou por entre as paredes pegajosas, e seu coração começou a bater rápido, em desespero, por conta da demora da resposta. Hajime estava estranho nos últimos dias, isolando-se sempre em seu canto, não pronunciando uma palavra sequer e isso já começava a preocupar Tooru. Não queria ficar sozinho, não ali, naquele lugar… - I-Iwa chan?!

 -O que você quer, Kusokawa? - A voz sonolenta de Iwaizumi ecoou num sussurro, tranquilizando Tooru, que começou a se aproximar, indo na direção do som.

 -Eu não consigo… Dormir. - Projetou seu corpo para frente, raspando os joelhos dolorosamente no chão. Parou por um segundo, para retomar o fôlego, deixando que a luz da lua o banhasse. Contorceu os pulsos algemados, tentando impedí-los de ficarem dormentes, o que não adiantou muito. Estava prestes a continuar seu caminho, quando o som de chaves o fez estremecer. A cela abriu-se com um rangido, e duas pessoas entraram, os rostos encobertos pelo enorme mar preto de escuridão.

 -Você está pior do que eu pensei. - A voz familiar ecoou pelo aposento, fazendo Tooru recuar desajeitadamente. A figura avançou, até estar sob a luz, e Iwaizumi arregalou os olhos. - Está parecendo uma vadia, pior do que a sua mãe.

 Oikawa cerrou os dentes.

 -Como você ousa… - sussurrou, apoiando o ombro na parede, levantando-se com dificuldade. - COMO VOCÊ OUSA FALAR ASSIM DELA? - gritou, dando um chute certeiro no rosto de Jude, que cambaleou para trás. - A ÚNICA VADIA AQUI É VOCÊ! - Outro chute e mais uma vez o velhote cambaleou para trás. - MACHUCANDO OS OUTROS APENAS PARA ESCONDER SUA FRAQUEZA E PRÓPRIO EGO. - Oikawa avançou, colocando dolorosamente seu pé sobre o estômago de seu pai, encurralando-o contra a parede da cela. Cuspiu em seu rosto, completamente tomado pela raiva, enquanto Iwaizumi assistia tudo de camarote, orgulhoso por ver Tooru dar uma porrada no idiota de seu sogro. Tooru forçou o pé, fazendo Jude engasgar. - Você não passa de um garotinho medroso.

 O silêncio começou a se estender sob a ameaça, sendo quebrado por um riso um tanto quanto diabólico.

 -Oikawa... - A maldita voz de Jude ecoou, e no instante seguinte, sangue jorrou para fora dos lábios de Iwaizumi, que cuspiu no chão sob a luz. Seu peito subia e descia, deixando á mostra sua dificuldade em respirar. Haviam olheiras profundas e amarelas abaixo de seus olhos, e ele estava completamente pálido, suando frio. Oikawa virou novamente seu olhar para Jude, para ameaçá-lo e descobrir o que fizera com Hajime, quando seus olhos foram atraídos por uma pequena coisa brilhante que rodava entre os dedos compridos e malignos.

 O vidrinho com o antídoto brilhava com a pouca luz, e Tooru tentou pegá-lo, falhando miseravelmente, recebendo um soco no estômago em troca. Cambaleou alguns passos para trás, e seus olhos se arregalaram quando Jude jogou o frasco para o alto, pegando-o no ar poucos segundos antes de cair no chão.

 Oikawa cerrou os dentes.

 Ele estava provocando-o.

 -Nunca te ensinaram que você deve se curvar diante do rei? - Jude falou, com um sorriso satisfeito no rosto, jogando novamente o frasco para cima.

 Tooru encarou Iwa-chan, e olhou novamente para o monstro humano á sua frente, se perguntando porquê as coisas sempre acabavam assim, o porquê de Jude gostar tanto de vê-lo sofrer. Cogitou a idéia de lutar, mas descartou-a rapidamente ao analisar as possibilidades. O frasco era minúsculo e qualquer descuido poderia resultar nele estilhaçado no chão.

  Por fim, com uma cara enorme de desgosto, Oikawa se ajoelhou.

 Jude sorriu.

 -Bom garoto. - disse soltando o frasco no chão,  que quebrou-se em mil pedaços, o liquido transparente perdendo-se no chão sujo da cela. Jude riu alto,completamente satisfeito. 

 Afinal, conseguira o que queria.

 

 

 ♛

 

   -Nós estamos ferrados. - Hinata sussurrou olhando com cuidado o corredor. As vozes firmes dos soldados ecoavam no andar de cima, misturadas com os timbres tranquilizantes de Suga e Daichi. - Kageyama! O que você ta fazendo ai parado me olhando com essa cara de bunda?! Vai se esconder! - O baixinho teria gritado, se não fosse pela situação delicada em que se encontravam.

 -Onde? - Tobio sussurrou de volta, analisando o aposento, procurando desesperadamente um local para se esconder. Não queria ser pego, pois sabia que o que o esperaria seria algo pior do que a morte.

 -Se esconde embaixo da cama. - Hinata sussurrou.

 -Mas embaixo da cama é um lugar muito óbvio!

 -Então dá uma de Clark Kent e coloca um disfarce! Óculos, sei lá.

 -E aonde eu vou arranjar essa merda, seu imbecil?

 Fazendo biquinho por conta da irritação, Hinata olhou em volta, á procura de algo que pudesse salvar a bunda do moreno. Fechou a porta, e se aproximou do guarda roupa, vasculhando rudemente seu interior.

 -Toma, coloca isso na cabeça e finge que tu tem doença. - Disse entregando uma cueca para Kageyama.

 -Hinata boke… - sussurrou tomando-o pelo colarinho. - Eu juro que eu vou-

 Estavam prestes a sair aos tapas e socos quando um som vindo do corredor os fez congelar onde estavam. A porta abriu com um rangido, e pés se projetaram para frente, adentrando o aposento.

 -Hinata, onde está o Kageyama? - Suga sussurrou, fechando a porta atrás de si. - Vocês estavam machucados quando chegaram aqui, então talvez pensei que teriam se envolvido em alguma briga… - Aproximou-se com passos largos, parando bem na frente do baixinho, deixando aparente a diferença entre suas alturas. - Tudo bem encontrar com os soldados?

 -Meu Deus Suga! Você é um anjo! - Hinata suspirou pesadamente, soltando todo o alívio que preenchia seu corpo. - Kageyama, pode sair. É só o Suga-san.

 Tobio projetou a cabeça para fora do guarda roupa, e olhou em volta, para ter certeza de que era seguro sair. Ao ver que apenas os três se encontravam no aposento, botou um pé para fora, e logo em seguida o outro, até sair por completo, o cabelo um pouco bagunçado por se esconder entre as roupas.

 -Vai ser ruim encontrar com os soldados. - Disse, calmo e direto, sem dar muitas explicações. - Pode nos ajudar?

 Suga parou um momento para refletir, pensando nos prós e nos contras. Por fim, fechou os olhos, suspirou, relaxando os ombros e falou:

 -No meu quarto, tem uma portinhola debaixo da cama, que leva a um armazém subterrâneo. Se escondam lá. - Suga disse, se dirigindo á porta, abrindo-a. - Corram ao meu sinal. - o acinzentado olhou o lado de fora, e ao ver que se encontrava vazio, fez um sinal de joinha com a mão.

 Hinata e Kageyama saíram correndo para fora do quarto, quase tropeçando nos próprios pés. Adentraram o quarto de Suga com uma velocidade absurda, fechando a porta logo depois.

 Ambos pararam e encararam a enorme cama de casal.

 -Como vamos mexer esse troço? - Hinata foi o primeiro a perguntar, analisando o móvel. - É gigante!

 -Tirou as palavras da minha boca. - Tobio respondeu, aproximando-se. - Vou empurrar para fora do caminho, e você abre a portinhola. - Kageyama posicionou suas duas mãos na madeira, próxima ao colchão. - Deixa ela aberta. Assim que eu colocar a cama no lugar eu entro.

  -Certo.

  -1,2, 3… - O moreno forçou o móvel para frente, empurrando-o até que foram capazes de ver a pequena portinhola de ferro no chão já desgastado, quase invisível. Hinata se apressou, e abriu-a, pulando dentro logo depois. Ouviu-se um estrondo de algo caindo pesadamente no chão, e um resmungo contrariado.

 -Oe, você tá bem, idiota? - Kageyama perguntou encarando a escuridão dentro do buraco retangular, enquanto puxava a cama de volta.

 -Aqui é muito escuro, eu não vejo nada! - A voz abafada de Hinata ecoou de dentro do local, seguida por algumas tosses. - Você precisa de ajuda pra puxar a cama?

 -Não, eu consigo dar conta. - Tobio respondeu, terminando de por a cama em seu lugar. Esgueirou-se por debaixo do móvel, e jogou seu corpo para dentro do pequeno buraco, caindo dolorosamente no chão.

 Levantou-se, tateando o ar às cegas.

 -Hinata? - perguntou, vendo apenas um grande mar preto á sua frente. Olhou em volta, procurando pelo laranja vivo de seus cabelos… Pelo marrom de seus olhos...

 -Eu estou aqui. - A voz melodiosa do baixinho soou como um tranquilizante e uma mão tocou o peito de Kageyama, que sentiu o rosto ficar vermelho.

 Agradeceu mentalmente por estar escuro.

 -Temos que fechar a portinhola. - Disse, numa tentativa de abafar a vergonha que sentia, encarando o pequeno retângulo no teto, que irradiava pouca luz, não sendo o suficiente para iluminar o ambiente. - Eu vou te levantar. - Tateou o escuro á procura dos ombros do baixinho. A ponta de seus dedos roçaram em algo quente, por debaixo de um tecido, e ele sentiu um choque lhe percorrer o corpo, afastando a mão.

 Hinata por sua vez, se aproximou, envolvendo o pescoço do mais alto com seus braços finos, porém fortes.

 -Estou esperando. - Kageyama escutou a voz aos pés de seu ouvido, sentindo o ar da respiração quente de Hinata batendo contra seu pescoço. Sem querer prolongar mais ainda a situação e seu nervosismo, juntou os braços, fazendo um banco improvisado, para que o alaranjado pudesse sentar e quando ele o fez, levantou-o o máximo que pôde, se surpreendendo ao perceber o quanto era leve…

 A portinhola foi fechada e Kageyama e Hinata se viram no escuro total, ainda abraçados. Não queriam experimentar o sufoco que seria estar sozinho naquele mar de escuridão, com os soldados no andar de cima, que podiam encontrá-los a qualquer instante. Sentir o corpo e o calor um do outro passava uma sensação de alívio, segurança…

 Mas acima de tudo, a sensação incontrolável do desejo.

 Hesitaram, as batidas rápidas de seus corações tornando-se uma só, enquanto pensavam no perigo que os esperava fora daquele armazém, enquanto pensavam naquela noite de luar... a noite em que deram o primeiro beijo... Não haviam prometido nunca mais fazer algo desse tipo? Não haviam prometido não desenvolver sentimentos assim um pelo outro?

 -Kageyama… - O sussurro escapou por entre os lábios de Hinata, como se pudesse se livrar da confusão interna que sentia naquele momento. Tobio apertou sua cintura com força, e colocou um dedo sobre a boca do baixinho

 -Eu sei… - sussurrou de volta, aproximando-se. - Só cala a boca… - Aproximou-se mais ainda, estavam tão perto que seus lábios roçavam uns nos outros. - Imbecil…  

 Hinata sorriu, e mordeu com vigor o lábio inferior do moreno, que envolveu a nádega do baixinho com uma mão, apertando-a com força. O alaranjado soltou um suspiro, enquanto Tobio avançava ferozmente contra seu pescoço, marcando a pele branca e macia com mordidas e chupões.

 Cambalearam até que as costas do menor chocaram-se contra a parede. O moreno içou-o, deixando seus rostos na mesma altura, e o mesmo envolveu o mais alto com suas pernas, enterrando seus dedos no cabelo macio e liso. Beijaram-se, de forma desesperada e quente, como se cada segundo que passavam separados fosse uma eternidade de sofrimento e tortura.

 Se esqueceram de seus próprios passados.

 Se esqueceram da dor e agonia que teimavam em perseguir seus corações feridos.

 Se esqueceram de todos os problemas.

 Tudo que importava para Kageyama naquele momento era sentir Hinata, e quão bem ele o fazia. E o mesmo valia para o baixinho.

 Aquela era de longe a melhor sensação de todas.

 O ar começou a lhes faltar, e sem que percebessem começaram a disputar para ver quem seguraria o ar por mais tempo. Hinata segurou com força a blusa de Tobio, e Tobio apertou o corpo do baixinho mais forte, colando-o contra si.

 “Eu não vou perder!” - Não era preciso palavras, pois sabiam exatamente o que o outro estava pensando.

 Por fim, seus lábios se separaram, e arfantes, encostaram as testas.

 -Foi empate. - Kageyama sussurrou.

 -Lógico que não, eu ganhei.

 -Vamos decidir isso igual homens.

 -Jokenpô? - Hinata sorriu. - Você sempre perde.

 -Você que sempre perde.

 -Vamos ver então! - Se afastaram, ficando um de frente pro outro.

 -Jo-Ken-pô! - falaram em uníssono.

 Passaram-se um, dois, três, quatro, cinco longos segundos, o silêncio começando a se instalar aos poucos. Haviam se esquecido completamente que estava escuro e que era impossível enxergar alguma coisa.

 -O que você jogou? - Hinata perguntou, contorcendo a cara de forma engraçada.

 -Eu que te pergunto.

 -Papel.

 -Joguei tesoura.

 -Você tá mentindo! - O alaranjado deu soquinhos para frente, ficando feliz ao acertar o peitoral do moreno.

 -Lógico que não! Aceita que você perdeu!

 -Eu não perdi! Você tá trapaceando, Kageyama seu idiota. - Hinata avançou, com a intenção de acertar mais soquinhos.

 -Ei, esper- Tobio começou a falar, recuando, mas foi interrompido quando seu pé se enroscou em algo e ele caiu para trás, puxando algumas caixas e Shoyo consigo.

 -Ai… - O baixinho sussurrou, esfregando seu cotovelo dolorido pela queda.

 -Eu vou te dar três segundos pra sair de cima de mim. - Kageyama disse, furioso, fazendo Hinata se arrepiar de medo. - 1…

 O menor começou a afastar as caixas e o tecido que enroscava em seu pé, desesperado para se afastar de Tobio.

 -2…

 -E-ei Kageyama, calma! - disse desesperado, e ao se ver finalmente livre, pulou para longe.  

 -3… - O moreno se levantou lentamente, e se Hinata fosse capaz de enxergar algo, certamente o julgaria como uma assombração ou um demônio. - HINATA BOKEEEEEE - Tobio avançou.

 -AAAAAAAAAAAAAAAA- Hinata gritou, rezando mentalmente um ave maria.

 -Eu tiro os olhos de vocês por um segundo e vocês já começam a brigar? - Disse a voz tranquila de Suga, vinda da portinhola no teto. A luz do armazém foi acesa e os dois encrenqueiros piscaram os olhos, acostumando-se com a luz artificial. - Podem subir, os soldados foram embora.

 Kageyama olhou para Hinata de forma intimidadora, como se dissesse “Vamos resolver isso mais tarde”, e se virou para subir as escadas, ouvindo seus próprios pensamentos.

 Seria perigoso para Suga e Daichi se ficasse ali por mais tempo, e Tobio não podia colocar mais vidas em jogo.

 Não suportaria ter que ver mais gente morrer por sua causa.

 Foi quando decidiu que partiria naquela noite, e deixaria todos para trás, inclusive Hinata.  

 De todas as pessoas no mundo, quem ele mais queria ver a salvo era ele, mesmo que isso custasse sua própria segurança.

 

Continua...


Notas Finais


Intao
Eu fiquei empacada 3 dias na mesma parte pq eu queria que eles se chumbassem ali mesmo, mas ia ser meio bugado fazer lepo lepo num armazém escuro com os soldados atrás deles no andar de cima :"'')
E acabou ficando nissae
O JUDE É UM FDP

~só pra fechar com chave de ouro


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