História After you - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Haikyuu!!
Personagens Asahi Azumane, Daichi Sawamura, Hajime Iwaizumi, Kei Tsukishima, Koushi Sugawara, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tobio Kageyama, Tooru Oikawa, Yuu Nishinoya
Tags Anjo Caído, Iwaoi, Kagehina, Rei
Visualizações 104
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O CIRCO TA COMEÇANDO A PEGAR FOGO GNWAORGNAWÇINGAIWNORGA
A TRETA MALIGNA TA VINDO FILHON AAAAAAAAAAAAAAA
NGOAWNGOINRG
O nome do capítulo se refere á mulher que aparece no começo
E a imagem se refere a quando o Kageyama acordou, com o Hinata abraçado nele
BOA LEITURAN XD

Capítulo 9 - Danger


Fanfic / Fanfiction After you - Capítulo 9 - Danger

 

 “-Você nos traiu. - disse a voz surpresa do homem, puxando com violência os cabelos longos e negros para trás. O rosto da mulher contorceu-se de dor, mas seus olhos marrons ainda queimavam com um instinto animal, que fazia todos os pelos do corpo do homem se eriçarem de medo. Ele queria correr para longe, queria fugir, pois sabia que o que aguardava era perigo…

 Ela era o perigo.

 Com um sorriso cínico, a mulher puxou uma adaga de dentro de sua blusa, e passou sua lâmina pelos seus cabelos esticados. O homem tombou para trás por conta da surpresa, enquanto segurava um maço de cabelo na mão, grande parte dos fios estavam no chão. A mulher olhou-o, como se fosse sua presa, e ele congelou onde estava, mal conseguindo respirar. Seus olhos queimavam, e o cabelo cortado desigualmente lhe dava um ar ainda mais perigoso.

 Foi quando ela virou-se, e saiu correndo pelos corredores, derrubando todos os guardas que tinham a coragem de entrar em seu caminho. Precisava fugir, pois sabia que estava em desvantagem. Tinha acabado de subir no parapeito da janela, quando um choro familiar chegou a seus ouvidos.

 Jude estava do outro lado do corredor, com uma faca apontada para o pescoço do pequeno Oikawa, que chorava de medo. A mulher sentiu um aperto enorme no coração, fervendo de ódio.

 -Ajoelhe-se. - Jude falou, sorrindo, sabendo que a vitória era sua.

 E então, sem ter escolha, ela se ajoelhou.”


 



 

 Era noite quando Kageyama abriu os olhos. O som do ronco suave de Hinata preenchia o ambiente, enquanto ele se encolhia como um filhote contra seu peito, resmungando algo parecido com “batata”. O moreno respirou fundo, encarando o rosto adormecido do baixinho, passou os dedos por entre suas madeixas laranjas, se permitindo demorar a mão entre os fios macios com aroma de shampoo. Respirou fundo, uma, duas vezes, o coração já doendo por conta da ação que tomaria aquela noite.

 Partiria, e deixaria Hinata para trás. Desejava ficar perto dele, desfrutar de sua companhia calmante e alegre, que o contagiava também, mas acima de tudo prezava por sua segurança. Ele já se arriscara muito por ele, e chegou a hora de retribuir o favor.

 Kageyama iria fazê-lo mantendo-o longe do desastre que era.

 E então, com um longo suspiro de derrota, o moreno empurrou gentilmente Hinata, que tombou para o outro lado da cama.

 -Bakayama… - sussurrou, adormecido, abraçando o travesseiro. Dormia tão pesado que uma trilha de baba saia do canto de sua boca.

 Tobio afastou o cobertor, e colocou os pés para fora da cama, um por um. A ponta de seus dedos tocou o chão gelado com delicadeza, tomando cuidado para não fazer barulho. Levantou-se, trocou de roupa, e jogou a mochila por cima dos ombros. Depositou um beijo demorado na testa de Hinata, zelando por sua segurança e com dor, saiu do quarto.

 A casa estava vazia e incrivelmente silenciosa. Tão silenciosa que Kageyama era capaz de escutar a própria respiração. Subiu as escadas, pisando com cuidado, e ao chegar ao andar de cima, atravessou o chão de madeira, que rangeu um pouco. Abriu a porta, deu uma última olhada naquela pequena cabana, que se tornara sua casa nos últimos dias, sussurrou um obrigado e saiu.

 Jack estava comendo feno, completamente tranquilo naquela noite estrelada. Levantou o olhar ao ver seu dono se aproximar e descansou a cabeça sobre sua mão, quando ele a ergueu em sua direção.

 Kageyama encarou o cavalo, acariciando seu pelo, enquanto a dor em seu peito o deixava cada vez mais agoniado. Pensou em como Jack era incrível e leal. Pensou em como o deixou solto ao longo dessa semana, pensou em como ele sempre saía para correr pela floresta, mas sempre voltava antes do anoitecer.

 -Agora é só você e eu. - Tobio disse, subindo no cavalo. Abraçou seu torso, olhou novamente para a cabana, e por fim partiu, adentrando a floresta.

 E assim Kageyama deixou seu mundo de cabelos alaranjados para trás.


 

 

 O corpo de Iwaizumi tremia no chão, convulsionando. Seus olhos estavam revirados e Oikawa gritava internamente, enquanto encarava o frasco estilhaçado no chão, suas esperanças completamente quebradas. A risada de Jude ecoava, o que deixava Tooru cada vez mais agoniado, e talvez um pouco louco.

 -Você é horrível… - Disse erguendo os olhos marejados para encarar o pai. - VOCÊ DEVERIA TER MORRIDO NO LUGAR DA MAMÃE! - gritou, levantando-se e avançando com o punho fechado, na intenção de socá-lo até descontar todo o ódio que sentia.

 Jude porém, deslocou-se para o lado, segurou o pulso do filho e empurrou-o novamente para o chão, colocando um pé sobre sua cabeça. Tudo isso em uma fração de segundo. Oikawa contorceu-se, na intenção de se levantar novamente, mas Jude forçou violentamente o pé para baixo, e o ex rei bateu o rosto no chão.

 -Mas não morri. - O novo rei disse, com um sorriso cruel. -Por que não se junta a mim, Oikawa? Podemos construir um verdadeiro reino juntos…

 -Não fode. - Tooru cuspiu as palavras sem qualquer hesitação. - Preferia ser jogado ás cobras do que me juntar á você.

 Jude riu.

 -Você acabou de decidir a forma como vai morrer. - Ergueu o pé que estava sobre a cabeça do filho, para enterrá-lo logo depois em seu pulso que estava esticado sobre o chão. Ouviu-se um creck agoniante, seguido de um grito, e o rei virou-se para a porta. - Nos vemos no dia da execução, Oikawa. - Jude saiu, e antes de seguir pelo corredor de volta a seus aposentos, se virou para seu servo, que aguardava em um canto escuro da cela, sussurrou algo, que Tooru entendeu como “Dê um jeito nele” e se foi.

 O homem avançou até Iwaizumi, com um ar determinado, se ajoelhando á sua frente. Ao se mexer para pegar algo em seu bolso, a luz fraca da cela focou-se em seu rosto e Oikawa reconheceu Takeda, o servo de seu pai.

 -Takeda... O que você vai fazer com ele? - Tooru disse com a voz afetada por conta da dor e choro, levantando-se de forma tão desajeitada, que acabou caindo novamente no chão, batendo o pulso quebrado. Sem ter tempo para se lamentar da dor, forçou-se a ir até Takeda e Iwa-chan, que ainda convulsionava, tomado pela preocupação e pelo pânico ao pensar nos destinos horríveis que talvez esperavam seu parceiro.

 -Sei que é difícil, mas peço que confie em mim. - Takeda falou com calma, chacoalhando um frasco idêntico ao que Jude destruiu. - Eu sou subordinado da sua mãe.

 -O que quer dizer com isso? - Oikawa perguntou, vendo o servo despejar o líquido transparente pela boca entreaberta de Hajime, que engoliu e tossiu logo depois. Seu corpo convulsionou com força três vezes antes de começar a se acalmar, o peito subindo e descendo numa respiração entrecortada. Tooru se aproximou, apoiando a cabeça desacordada de Iwaizumi em seu colo. - O que fez com ele? - Perguntou, apesar de no fundo, já saber a resposta.

 -Antídoto. - Takeda respondeu, confirmando as expectativas de Oikawa. Você talvez esteja se perguntando o porquê dele não ter impedido o servo de despejar o líquido na boca de Hajime. Poderia muito bem ser mais veneno não? Pois bem… A menção ao nome de sua mãe tomara o coração do ex rei de confusão, dúvida e acima de tudo, de curiosidade.

 Não conhecia nada de sua mãe além da face sorridente e carinhosa que ela sempre lhe mostrava, não importava se ela estivesse com algum problema pessoal, sempre exibia um sorriso gentil. Mesmo após 3 anos de seu falecimento,Tooru ainda se perguntava o que havia acontecido naquela noite chuvosa, o que ela havia feito para ser condenada á morte…

 Takeda segurou forte em sua mão boa, tirando-o de seus devaneios. Oikawa ergueu o rosto para olhá-lo, sentindo um arrepio percorrer-lhe a espinha ao ver a expressão determinada na face do servo.

 -Daqui a dois dias, você será executado. - disse, e Tooru sentiu um soco no estômago. - Vou tirá-lo daqui antes disso.

 E então, Takeda tomou o corpo inconsciente de Iwaizumi nos braços e saiu da cela, levando-o para onde quer que fosse.

 Oikawa estava sozinho no escuro.

 Rastejou até um canto da cela, segurando o pulso quebrado e dolorido, com o coração tomado de dúvida, mas também de esperança. Queria confiar em Takeda, queria descobrir o mistério por trás de sua mãe, e acreditava que o servo teria as respostas. Começou a se perguntar por que o seguidor leal e mais próximo de Jude o estava ajudando.

 Chegou a conclusão de que não sabia nada, e a falta de conhecimento o consumia, como o fogo consumia o papel.

 E foi com pensamentos assim que Tooru adormeceu, exausto, tanto mental, quanto fisicamente.

Continua...


Notas Finais


É ISSO GJAWOGIARNG
ESPERO Q TENHAM GOSTADO
EU TO MUITO ANSIOSA PRA POSTAR OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS, A COISA TA COMEÇANDO A FICAR TENSAAAAAAAAA
Vocês tem alguma teoria sobre o Takeda sensei? Sobre como ele conhece a mãe do Oikawa? E sobre quem é a mãe do Oikawa? gnoawngawnrg
Se alguém acertar ou chegar perto eu dou uma amoeba ngoawngowg

XAU :D


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