História Again - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags J-suga, Sobi, Sugahope, Yoonseok
Exibições 100
Palavras 3.156
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fluffy, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acho que eu estava (estou, ainda) precisando expurgar alguns demônios interiores.
Boa leitura.

Capítulo 1 - I want it again


Havia poucas coisas na qual Min Yoongi realmente gostava no mundo: uma delas era seu vizinho do lado esquerdo, Jung Hoseok.

Yoongi não sabia dizer bem o quê era, mas havia algo em Hoseok que fez com que gostasse do garoto de imediato. Garoto, sim. Hoseok tinha nada mais que 16 primaveras completas, fato que fazia com que Yoongi se sentisse o ser mais monstruoso do Universo por desejar criatura tão pueril.

Era definitivamente um monstro por desejar Hoseok em seus lençóis.

Era algo que conseguia esconder. Não se considerava amigo dele, porque Min Yoongi sabia da sua tendência a se apegar facilmente as pessoas, e bem, não queria estragar tudo se atracando com Hoseok num belo dia em que seu instinto falasse mais alto. Eram apenas vizinhos. Colegas de comentar sobre o clima quando ambos apareciam na sacada ao anoitecer, Yoongi era como um guia que dizia a Hoseok que o Ensino Médio era ruim, mas a faculdade conseguia ser pior, Hoseok era um garoto sorridente que chegaria numa tarde de Domingo e pediria para Yoongi tomar sorvete consigo no jardim da frente do prédio.

E Yoongi se aliviaria debaixo das cobertas depois de pensar que Hoseok poderia estar chupando outra coisa.

As coisas não ficaram fáceis depois de Yoongi descobrir que Hoseok era um ômega. Não fora fácil para o garoto também, e teve certeza que iria pro Inferno por sentir que o desejava mais. O autocontrole quase lhe deixou na noite em que o cheiro de Hoseok estava tão forte que podia senti-lo de seu quarto, embora as paredes do apartamento fossem grossas o bastante. Teve a certeza de que um dia perderia a cabeça por Hoseok quando ouviu comentários maldosos dos outros jovens do condomínio a respeito do fato de Hoseok ser um ômega. E pensou que morreria no dia em que Hoseok fez com que se descontrolasse em sua presença.

Era um dia quente de Julho e Hoseok parecia determinado a tirar Yoongi do sério. Apareceu em seu apartamento e perguntou se podia ficar ali porque não queria ficar sozinho, e não queria ser vítima das brincadeiras imbecis dos jovens que estavam na piscina. Yoongi sentiu o coração apertar perante a carinha de choro que Hoseok tinha. Não negou; embora se soubesse no que aquilo iria dar teria batido a porta na cara de Hoseok assim que o viu.

Naquele dia Hoseok acomodou-se em seu sofá confortavelmente assistindo TV. Yoongi o olhava de vez em quando, quase sempre, sabendo que não conseguiria se concentrar em uma linha do desenho que fazia. E quando finalmente desistiu e se sentou no sofá numa distância segura do garoto, Hoseok não esperou nem um segundo para se aninhar em si. Yoongi queria tirá-lo, mas também queria que ficasse. Soltou a respiração que mal notou que segurava aos poucos, levando o braço direito para se apoiar na lateral do corpo do garoto esparramado ao seu lado.

Foi de repente que a voz de Hoseok ecoou baixa, rouca e próxima a seu ouvido numa pergunta que fez com que estremecesse levemente.

— Hyung, você gosta de mim?

— Por que esta perguntando isso?

— Porque sei que o hyung é um alfa... Mas você nem sequer olhou pra mim.

— Isso não tem a ver com o fato de eu ser um alfa ou não, Hoseok. Tem a ver com o fato de eu já ter quase 30 anos e você ter apenas 16.

E Min Yoongi vivia de hipérboles. Mal havia completado 25 e já se achava a velharia do pedaço.

Era absurdo, de qualquer forma.

— Então se eu fosse mais velho o hyung ficaria comigo?

Yoongi quase respondeu que sim.

— Não foi isso que eu quis dizer, Hoseok.

— Então o quê você quis dizer, hyung?

— Quis dizer que... quis dizer que... ah, Hoseok! Desgrude de mim, okay? Está calor.

Min Yoongi era péssimo em desconversar. Afastou-se do corpo menor que o seu, fazendo com que Hoseok se esparramasse mais no sofá. Respirou fundo e quis socar a si mesmo quando se deu conta de que realmente não sabia o quê estava tentando dizer. Havia ficado tão desnorteado pela aproximação repentina que também não notou quando Hoseok estava de pé a sua frente lhe olhando com os olhos brilhando.

— Mas eu gosto tanto de você, hyung. Por que você não gosta de mim?

— Eu não disse isso, Hoseok.

— Então o que é? Você não me acha bonito, hyung?

Yoongi arregalou os olhos. Entreabriu os lábios para falar mas foi impedido pelo abrupto acelerar de coração quando Hoseok se acomodou em seu colo e passou os braços por seus ombros.

— Você não... me quer?

— Hoseok. Saia do meu colo. Você não sabe o que está fazendo e nem o que está dizendo, garoto.

— Eu sei sim, hyung! Por que você não acredita em mim?

E naquele momento Hoseok fechou os olhos e encostou seus lábios aos de Yoongi. Não os mexeu, porém, e Yoongi teve certeza de sua inexperiência quando sentiu-os tremer de encontro ao seu. Não soube explicar o quê aconteceu a seguir, e culpou os instintos quando sentiu um fogo se alastrar por todo seu corpo ao ter os lábios junto aos do Jung. Ergueu-se do sofá com ele em seu colo e o apertou contra a primeira parede que viu. Encaixou a pélvis entre as pernas do garoto e segurava seus pulsos no alto da cabeça. Forçou-se mais contra ele, ouvindo-o gemer sôfrego.

— Está machucando, hyung.

Era quase como se não ouvisse. Os lábios desceram pelo maxilar de Hoseok até alcançar o pescoço, os dentes pareciam coçar para que deixasse sua marca ali. Não foi como se conseguisse segurar a vontade, então sua língua passou por sobre a pele suada do garoto. E quando ergueu o olhar foi como se acordasse daquele estado em que era governado pelo instinto animal.

Hoseok estava aterrorizado.

Soltou-o rapidamente e sem cuidado, fazendo com que Hoseok fosse ao chão. Afastou-se dele com pressa, e de costas para ele, disse:

— Você entende, Hoseok? Isso é doentio. Não podemos, não importa se você é um ômega e eu alfa. Você é só uma criança.

E completou em pensamento:

“e eu não quero me sentir mais monstruoso do que já sinto que sou.”

Depois daquilo Yoongi fugia de Hoseok loucamente, como se estivesse lhe devendo. Talvez estivesse. Não se desculpara com o garoto, e aquilo fazia com que se sentisse pior. Num dia encontrou a Sra. Jung no elevador e esta disse que Hoseok estava triste demais ultimamente, quase não saía do quarto e inventava desculpas para faltar a escola.

Yoongi definitivamente se sentiu pior naquele dia.

Numa noite de Sábado Yoongi despertou de seu sono – o quê era algo bem difícil – quando escutou gemidos doídos vindo do quarto ao lado. Sabia que a parede de seu quarto era a mesma de Hoseok, e aquilo não ajudava nas noites que o tesão falava mais alto. Mas daquela vez não se excitou, e sim se entristeceu.

Hoseok estava sofrendo com o cio.

Pensou imediatamente que tê-lo rejeitado talvez fora pior.  Sendo ele, poderia ajudá-lo a livrar-se daquele cio, e ainda poderia instruí-lo a tomar cuidado com alguns alfas por aí. Pensou que Hoseok corria perigo, por ser tão absurdamente ingênuo e ver bondade em todo mundo. Pensou que Hoseok corria perigo consigo também.

Era um animal, no fim das contas.

Não conseguiu dormir o resto da noite e pouco antes do amanhecer se ergueu e se sentou na sacada, de costas para a visão da rua, encostado na grade e olhando fixamente para seu quarto. A voz fraca de Hoseok fez com que virasse a cabeça na direção dele imediatamente.

— Boa noite, hyung.

— Boa noite, Hoseok.

O silêncio era incômodo.

— Como está?

— Bem, eu acho. E você?

Hoseok não respondeu. Tinha um sorriso triste nos lábios.

— Está sendo um cio difícil, não?

Hoseok assentiu. Yoongi pensou que fosse hora de se desculpar.

— Olha, Hoseok, desculpe por aquele dia, okay? Eu não queria ter feito aquilo para acabar machucando você. Você pode me desculpar?

Hoseok apoiou a cabeça na grade, inclinando-a para trás e fechando os olhos. Yoongi poderia estar enganado mas viu poucas lágrimas rolando pela face do garoto.

— Está tudo bem, hyung.

E Yoongi sentia que não estava.

 

As coisas pareceram se normalizar depois do singelo pedido de desculpas. Pelo menos Hoseok voltou a sorrir. Era como se tivesse aceitado que seu hyung estava certo. Era doentio demais. Mas como, se o desejava também? Mas como se o quê mais queria é que fosse Yoongi a primeira pessoa a lhe tocar, a lhe dar prazer, a lhe ensinar tudo o que sabia? Tentava não pensar naquilo e num dia, para ter a certeza de que as coisas estavam realmente normais entre ele e o mais velho, chamou-o para tomar sorvete. Yoongi aceitou de bom grado, sorrindo um tanto, mas assim que caminhavam para fora do prédio, uma chuva forte começou a cair.

Os planos de tomar sorvete no jardim da frente foram por água a abaixo.

Yoongi tentou não se comover com a face desolada de Hoseok. Então fez o impensado.

— Quer tomar sorvete na minha casa, Hoseok?

Hoseok fez que sim sem pensar também e juntos tornaram a subir para o apartamento de Yoongi. Os sorvetes já estavam quase derretendo nas mãos, mas era só um detalhe. Yoongi não fez questão de fechar a janela da sala, pois detestava quando o ambiente ficava abafado. Hoseok se acomodou no sofá e Yoongi ao seu lado e passaram a comer em silêncio.

Yoongi terminou sua sobremesa primeiro e então – o quê ele achou ser discretamente – passou a observar Hoseok.

Ele ainda tinha aquela aura inexplicável que fez com que gostasse dele prontamente.

— O quê está olhando, hyung?

Hoseok virou-se para si após terminar seu sorvete também, lhe olhando com os olhos brilhantes e um sorriso doce nos lábios. Passou a língua por eles quando sentiu que havia algum restante de sorvete ali e Yoongi engoliu em seco.

Quis beijá-lo.

— Você está cada dia mais bonito, Hoseok.

E já nem sabia o quê dizia. Viu Hoseok corar, abaixando a cabeça com um sorriso tímido desenhado nos lábios. Ele agradeceu num sussurro, e quando Yoongi achou que aquela saia justa tinha passado, Hoseok toca em sua mão, fazendo com que olhasse para ele.

— Hyung... eu posso pedir uma coisa?

— O quê, Hoseok?

E Yoongi teve medo do que viria. E mais medo ainda quando Hoseok se ergueu e parou em pé a sua frente. Da última vez isso não terminara em boa coisa. Mas esperou nada pacientemente, um sentimento estranho lhe revirando de dentro pra fora.

— Eu posso... beijar você?

Yoongi arregalou os olhos, sentindo como se tivesse sido derrotado. Deus, onde havia errado? Talvez não tivesse deixado às coisas claras a Hoseok. Mas não queria.

Ainda o desejava insanamente.

— Hoseok, você sabe o quê eu acho disso.

— Eu não me importo! Por favor, hyung. É só um beijo.

Mas não era só um beijo.

Hoseok fez como da outra vez, acomodando-se no colo do mais velho e Yoongi respirou fundo, nada surpreso. Por um instante pensou em mandar tudo para a puta que o pariu e beijá-lo de uma vez. Hoseok queria, certo? Então não estaria fazendo nada abusivo. Mas não deixava de se sentir um escroto imundo. Mas não resistiu. Não resistiu ao ter o corpo pequeno colado ao seu, ao sentir o cheiro de Hoseok tão forte e tão perto. Passou a língua pelos lábios, olhando o garoto nos olhos e finalmente levando as mãos até rodear a cintura mesmo.

Já estava na chuva, por que não se molhar?

Aproximou o rosto do dele devagar, lembrando-se da inexperiência do mais novo. Viu Hoseok fechar os olhos e sorriu. Era como se pudesse sentir a ansiedade dele, e não tinha certeza se estava conseguindo esconder a sua. Esperara tanto por aquilo. Encostou os lábios aos dele e sentiu Hoseok estremecer, mas daquela vez não se afastaram.

Entreabriu um pouco os próprios lábios, encaixando-os aos de Hoseok. Inclinou a cabeça para que pudesse tirar melhor proveito, e suspirou satisfeito quando Hoseok também entreabriu sua boca. Foi devagar, movendo seus lábios contra os dele, para que Hoseok pudesse entender como o fazer. E sem se segurar, invadiu aos poucos a boca do menor com sua língua, acariciando a dele com a sua própria. Naquele instante Hoseok gemeu contra sua boca, movendo-se minimamente em seu colo. Engoliu em seco, afastando-se enfim e o olhando nos olhos.

— Quero de novo.

E Min Yoongi não era louco de negar mais um beijo a Jung Hoseok.

Yoongi não sentiu o tempo passar. Nem sabia dizer se a chuva havia parado lá fora. Na sua cabeça só havia Hoseok e o gosto do beijo dele. Nada mais importava. Beijaram-se tantas vezes que sentia seus lábios doloridos. E não importava. Não importava porque a cena que se desenvolvia agora era interessante demais para que deixasse seu raciocínio tomar conta. Ainda estava controlado. Não fizera nada além do que Hoseok queria. Não o machucou, e tinha a certeza de que ele gostava quando ele gemia tão manhoso em seu colo.

Os beijos já não eram castos como antes. Hoseok agora entreabria sua boca livremente para que Yoongi fizesse o quê bem entendesse com sua língua, trocando beijos que aconteciam mais fora do que dentro das bocas. Era insano, era luxurioso e extremamente delicioso. Tão delicioso que as mãos de Yoongi já passeavam inquietas pelo corpo do garoto e Hoseok tentava colar mais ainda sua pélvis a de Yoongi.

Estavam com as testas coladas, a língua de Yoongi brincando com a de Hoseok, os olhos fixos um no outro, a respirações ofegantes e os corpos suados. Foi quando Yoongi sugou a língua de Hoseok que o garoto gemeu e Yoongi sentiu algo molhado em suas coxas.

A lubrificação natural de Hoseok.

O garoto ficou constrangido, afastando-se do mais velho e olhando para baixo, como se estivesse se martirizando pelo ato. Não era sua culpa, de alguma forma, e Yoongi entendia isso. Mas aquilo lhe excitou. Excitou tanto que pensou que iria perder o controle que achava que ainda tinha.

— Desculpe por isso, hyung.

— Não se desculpe, Hoseok. Não se desculpe por estar... excitado.

Hoseok o olhou surpreso, ainda constrangido e o rosto mais avermelhado do que quando Yoongi pediu que abrisse a boca para que pudesse – nas palavras do mais velho – brincar com sua língua. Mordeu o lábio inferior e quando deu-se conta já estava com a boca colada a do mais velho de novo, e dessa vez os lábios dele deixaram os seus para que pudessem descer em direção a seu pescoço suado, com a pele quente.

Não se aguentou.

— Hyung... por favor... me toque mais.

Yoongi achou que Hoseok nunca fosse pedir.

Ainda com os lábios grudados ao pescoço dele, puxando a pele com os dentes e lambendo em seguida a marca avermelhada que se formava na tez antes imaculada, Yoongi apertou o membro rijo do menor por cima da bermuda que ele usava. O corpo de Hoseok sofreu de um espasmo, que só fez com que se apertasse mais a si e outra vez sua lubrificação escorresse e molhasse ambos. O cheiro cítrico infiltrou-se nas narinas de Yoongi e Yoongi se perguntou como é que ignorara aquilo por tanto tempo. O cheiro de Hoseok era malditamente bom.

Não se segurou.

Levou as mãos ao cós da bermuda, tateando cegamente até encontrar o botão de pressão e o zíper. Abriu-os de uma vez, rápido, vendo uma mancha de pré-gozo na cueca do mais novo. Mordeu o lábio inferior e segurou uma das coxas de Hoseok, num pedido mudo para que ele erguesse o quadril, e Hoseok o fez ao notar o quê Yoongi queria.

Abaixou um pouco a peça do corpo dele, levando as mãos até o cós da cueca e a abaixando também. Hoseok estava tão excitado. Não pensou uma segunda vez antes de levar a destra até seu pau, passando a massageá-lo enquanto a canhota o puxou pela nuca até que os lábios voltassem a estar colados.

Hoseok entreabriu os lábios para gemer, e Yoongi aproveitou-se mais uma vez para explorar a boca do garoto com sua língua, sentindo-o se remexer inquieto em seu colo. Agora a mão mantendo um ritmo lento, massageando-o e hora o apertando, para enfim começar a masturbá-lo rapidamente. Afastou-se, as bocas conectadas por um fio de saliva e o olhou nos olhos. Hoseok estava tão sensível que parecia que gozaria imediatamente, e não era como se Yoongi fosse parar antes de ter o quê tanto queria.

Queria sentir o gosto de Hoseok.

Hoseok estava quase que rebolando em seu colo e isso só contribuía para deixá-lo mais duro. A única coisa que pensava era que queria fazê-lo gozar. Além disso, queria mais. Queria levar Hoseok até sua cama e fodê-lo, estocá-lo com força até que ele pedisse para parar. E o faria.

— Quero que goze na minha mão, Hoseok.

Continuou o masturbando, cada vez mais rápido, vez ou outra pressionando o polegar em sua glande, vendo Hoseok perder o ar e inclinar-se para frente, abraçando-o pela cabeça, mergulhado naquele prazer. Hoseok gemia. Arfava, suspirava, perdia o ar e respirava fundo, remexendo-se manhoso e lhe chamando baixinho de hyung.

Ele estava lhe enlouquecendo.

Sentiu que o garoto não aguentaria mais. Outra vez a lubrificação escorreu por entre suas pernas e ele gemeu mais alto, sobretudo quando esfregou o polegar em sua glande. Hoseok estava vindo pra si. E não perderia aquilo.

— Você pode gozar, amor. Vamos, goze pra mim, pro seu hyung, amor.

Hoseok não aguentou. Gemeu alto, os lábios entreabertos e a cabeça jogada para trás, apertando os ombros de Yoongi que olhava para seu pau escorrendo seu gozo por entre seus dedos. Os espasmos não cessavam, tal como as mãos de Yoongi que ainda se moviam em seu íntimo para prolongar aquele prazer e ter mais de si.

Quando Hoseok gemeu uma última vez, satisfeito, passando a respirar devagar para que pudesse domar a falta de ar e acomodou-se melhor em seu colo, se sentando pouco mais afastado, Yoongi levou a mão que antes pousava em seu íntimo para os próprios lábios, sorvendo todo o prazer de Hoseok, sentindo seu gosto e adorando o olhar direcionado a si por Hoseok.

Hoseok era delicioso.

Terminado seu deleite, levou as mãos à cintura do mais novo, trazendo-o para si num abraço meio desajeitado. Continuava sem saber o quê fazia, mas não era como se quisesse encerrar tudo por ali. Os minutos seguiram em silêncio, somente a respiração forte de Hoseok e os puxões de ar de Yoongi sendo ouvidos.

Pouco mais recuperados, Yoongi ainda imerso na atmosfera luxuriosa que era ter o corpo quase nu de Hoseok em cima do seu, seu colo encharcado daquele líquido que saía espontaneamente de Hoseok e seus lábios inchados e doloridos de tanto beijá-lo, pensou que fosse morrer ali mesmo quando a voz de Hoseok ecoou rouca pela sala.

— Quero de novo.


Notas Finais


Espero que eu não vá pro Inferno depois disso. Existe uma possibilidade relevante de continuação.
Obrigada a quem leu.


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