História Against All Odds - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens Anna, Elsa, Flynn Rider, Hans, Jack Frost, Mérida, Personagens Originais, Rapunzel, Soluço
Tags Elsa, Frozen, Jack, Jelsa, Kristanna, Universo Alternativo
Exibições 151
Palavras 2.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


oi oi, a minha semana foi corridíssima e a de vcs? quase não deu pra vir aqui hoje ahsuhauh
masss como o último capítulo deixou geral curioso pra saber oq vai acontecer nesse desenrolar da fic, aqui estou eu. esse capítulo tá foda, acho que vocês vão gostar.
boa leitura, leiam as notas, xoxo

Capítulo 21 - Afraid


Fanfic / Fanfiction Against All Odds - Capítulo 21 - Afraid

                                                   I'm America's sweetheart, tryin' to get away.

 

[Pov Elsa]

 

Essa semana tem sido mais difícil que o normal. Fiquei em casa quase todos os dias e, quando fui para a faculdade, tive que me esquivar das milhares de perguntas que me faziam sobre o meu pai, umas trocentas vezes. O pior — e tragicamente engraçado — era que as pessoas achavam que eu também podia estar envolvida nisso. Claro, sou a maior narcotraficante do país, não sabiam? Super normal. O lado bom era que o final do semestre havia finalmente chegado, e eu estava livre disso tudo.

Anna tem estado mal por causa de tudo isso. Quer dizer, claro, é um choque muito grande você descobrir que seu pai financia o tráfico. Sorte era que Kristoff estava lá para cuidar dela, porque ultimamente não consigo carregar nem a mim mesma.

Depois daquele dia, não visitei mais meu pai. Na verdade, eu estava morrendo de medo. Estava fugindo da verdade, do fato de que Jack certamente tinha alguma coisa a ver com isso tudo. Se não, porque meu pai o mencionaria?

Eu estava morrendo de medo.

Falando em Jack, ele estava super estranho, o que só aumentava minhas suspeitas. Estava afastado demais, diferente, apesar de eu ver que ele tentava manter algum contato comigo. Eu também não me importava, já que estava começando a questionar sua confiança. Só não tinha coragem de perguntar a ele, ainda.

Eu estava em casa quando a campainha tocou.

— Abre aí, Punzie! — gritei do sofá, enquanto mexia no celular, achando ser uma das meninas. Só Punzie e eu, que havíamos saído mais cedo da faculdade, estavávamos em casa. Ela estava lá na cozinha e eu deitada no sofá, mas eu não estava a fim de me levantar, não.

A campainha tocou outra vez, e Punzie apareceu na sala, resmungando irritada:

— Caralho hein, Elsa, a preguiça da Meri eu já me acostumei, mas tu não começa com essas palhaçadas não que... — parou, ao abrir a porta, olhando surpresa para quem estava do lado de fora.

— Quê foi? — perguntei, levantando-me do sofá.

— Ah, Elsa... acho que é pra você. — respondeu, abrindo mais a porta e deixando Jack passar. — Acho que vou deixar vocês a sós — falou Punzie, retirando-se dali. Mentirosa, pensei, vai é escutar tudo escondida que eu sei.

Estranhei ele ter vindo aqui.

— Olá, baby. — disse Jack, aproximando-se. — Como você está? — perguntou Jack.

(Ultimamente, têm se tornado normal que Jack me ligasse perguntando como eu estava. Apesar de estar mais afastado, eu via que ele ainda se preocupava comigo. Andávamos falando mais por telefone que nos encontrando pessoalmente, desde que o meu pai... é. Desde que meu pai foi preso. Por isso estranhei que ele veio até aqui).

— Estou... como sempre. — respondi, suspirando — Na medida do possível.

— Visitou seu pai alguma vez mais depois daquele dia? — perguntou.

— Na verdade, não... — falei, estranhando — Eu soube que os advogados dele já estão recorrendo. Mas, com todas aquelas provas, vai ser meio difícil ele responder em liberdade. — completei, entristecida.

— Ah... ok — falou Jack — Eu espero que você fique bem.

É o que estou tentando fazer, querido, pensei. Murmurei baixo um “é” e, quando pensava que a conversa ia morrer, ele voltou a falar:

Mas, bem, não vim aqui pra isso. — falou — Precisava realmente ver você.

— Por quê? Aconteceu algo? — perguntei, preocupada.

— Talvez... eu fique fora por algum tempo. Lembra que te disse uma vez que iria resolver umas coisas, em outro lugar? — perguntou, e assenti — Eu estava realmente indo... Antes de, bem, isso tudo acontecer. Mas, agora, eu preciso realmente ir.

— Ô, Jack, espera aí, eu não tô entendendo nada — cortei, confusa — Que droga, por que você tem que ir de novo?

— É... complicado. Você não entenderia. — respondeu ele. Aí eu me irritei. — Não revire os olhos.

— Como sabe que eu ia revirar os olhos? 

— Você sempre revira os olhos. — respondeu, chegando a poucos centímetros de mim. — Escute, Elsa...

— Porque as pessoas sempre acham que eu não vou entender nada se elas nem me explicam? — falei irritada, sentindo os olhos arderem. — Caramba, Jack! Eu já to mal o suficiente com tudo que está acontecendo e agora você também vai embora?

Jack desviou os olhos dos meus e, uns segundos depois, aproximou-se ainda mais, extinguindo a distância que existia entre nós, beijando-me — ao contrário dos habituais — calmo, terno, mas necessitado, explorando os cantos da minha boca. Afagou meus cabelos, puxou minha cintura enquanto eu tentava me aproximar mais dele puxando sua blusa para perto. Perto com ele nunca era suficiente.

Caramba, havia quase me esquecido de como beijar ele era bom.

O ar ia embora e tivemos que nos afastar, ao contrário do que queríamos. Por um segundo, um mísero segundo, eu esqueci que estava cheia de problemas e que Jack era um deles. Demônio maldito, por que tem que beijar tão bem?

— Me desculpe, baby — disse, penetrando os olhos de gelo nos meus. Aí os problemas voltaram. — Não posso te explicar.

— Ah, não, você está realmente estranho — comentei. Ele realmente está escondendo alguma coisa de mim. — Não confia em mim?

— A questão não é só você.

Suspirei, cansada. Ok, ele não ia me dizer.

— E quando vai? — falei, derrotada. Demorou uns segundos para responder, mas logo disse:

Provavelmente amanhã de manhã.

Daí o silêncio veio de novo.

— Então... tudo bem. Vai logo. — pedi, mas ele continuou parado. Eu estava tão farta de dizer “tudo bem” quando, clara e obviamente, nada estava bem. — VAI! — dessa vez, quase ordenei e, mesmo abrindo a boca pareceu ter desistido de protestar. Apenas saiu pela porta levando, claro, um pedaço de mim junto. Inferno.

Agora era a hora em que eu ia chorar bastante, mas decidi por a máscara de uma pessoa forte e fingi ar de superioridade. Era o que eu sempre fazia.

Ah, qual é, quem eu quero enganar?

Joguei-me no sofá outra vez, resistindo muito às lágrimas. Fraca. Sou muito fraca.

— Ei, Elsa, o quê o carro do Jack estava fazendo lá... — chegou Anna, colocando seu casaco no cabideiro junto com as chaves de seu carro. Havia acabado de voltar da faculdade, mas parou a fala quando viu minha precária situação. — ...fora. Você está bem?

— Não, cacete, eu não tô bem! Não estão vendo, caralho?! — falei, irritada.

— Eita porra, calma mulher — disse, hesitante, ao ver minha explosão.

— Ela tá assim porque o Jack acabou de sair. — apareceu Punzie, explicando, que pareceu ter brotado do chão.

— Ah... — murmurou Anna, franzindo a testa.

— Ah, caramba, me deixem em paz — pedi, mas Punzie parecia disposta a ficar.

— Mana, eu te conheço. Tem algo acontecendo entre você e Jack que, , obviamente está te fazendo perder a cabeça. Pode compartilhar com a gente, estamos aqui pra isso — falou, sentando-se na poltrona. Anna fizera o mesmo.

— Você não ouviu que ele vai embora, não? — falei, achando aquilo óbvio.

— Ah, essa parte eu ouvi — disse a loira, dando de ombros — Não tô falando disso. Você tem estado esquisita com ele, até mesmo no telefone. O quê foi?

— Ah, gente. Eu... não sei se devo...

— Fala logo mana, mas que caralho — interpelou Anna. Supirei.

Desistindo, resolvi pegar meu celular e mostrar logo a mensagem que estava me atormentando a semana inteira.

— É isso. — falei, mostrando o celular à Punzie, que a leu:

“Ele não é quem você pensa que é.” Número desconhecido. Credo, Elsa, que neura hein — comentou ela, sem entender.

— Cê tá achando que essa mensagem é sobre o Jack? — presumiu Anna. Suspirei.

— Sobre quem mais pode ser? — perguntei.

— Mas quem é o número desconhecido? — Anna perguntou.

— Se ela soubesse, não estaria escrito número desconhecido aí né — respondeu a loira, o que fez Anna mostrar a língua.

— Tá, tá, não importa — falei, antes que começassem uma discussão — Mas eu acho que é sim sobre ele. Não sei, o Jack tá estranho demais. E além do fato de que meu pai mencionou o nome dele quando eu o visitei na cadeia.

— Eita. É sério? — perguntou Punzie, mais séria. Concordei com a cabeça. Anna suspirou.

— Ok... então isso é realmente sério. Você tem que descobrir o que está acontecendo.

— É o que eu quero! — falei. — Mas não tenho ideia de como vou fazer isso ainda.

— Ele disse que ia embora amanhã? — perguntou Punzie. Assenti outra vez. — Então... acho que só tem um meio para descobrir isso.

— Como? — perguntei.

— ...perguntando a ele a verdade? — torceu Anna, mas Punzie descartou.

Pff, claro que não — debochou — Estou falando de segui-lo. Escuta, os meninos sempre disseram que Jack passava a maior parte do tempo fora do apartamento, não é?

— É, mas... — comecei.

— E você nunca se perguntou aonde ele ia, não? — perguntou a loira.

— Eu não acho que ele iria realmente me dizer. Ele nunca me diz nada. — respondi sem ânimo.

— Tá, então acho que uma pista boa é seguir ele até sabe-se-lá aonde o Jack tem ido durante todo esse tempo. Você segue ele, e bam! Descobre o que está acontecendo.

— Mas como ela vai seguir ele, garota? Jack disse que ia embora amanhã, e não disse pra onde — falou Anna, lendo meus pensamentos.

— Caralho, cês não pensam não hein gente? — disse a loira.

— Nem todo mundo aqui é uma stalker louca — rebateu a ruiva.

— Tá, tá — ignorou — Faz assim: acho que muito provavelmente ele vai sair do apartamento dos meninos amanhã, já que vai embora e tal. Lá não é muito longe daqui. Pega seu carrinho e fica na espreita, quando ele sair, você o segue. Tudo bem que não temos muita certeza de que ele vai fazer isso mesmo, mas é sua última chance. Ele não vai te contar, com certeza veio aqui pra se despedir.

— Eu... ah, não, eu não sei... — falei, hesitando.

— Isso é loucura. — repreendeu Anna.

— Vocês tem ideia melhor? — rebateu a loira. Silêncio.

— Eu realmente quero descobrir o quê ele está fazendo — falei, cedendo — Acho... que não tem jeito mesmo.

— Elsa! — disse Anna, surpresa.

— Meus planos sempre dão certo, amore — falou a loira, jogando os cabelos pra trás.

Ok, realmente, era uma loucura. Mas também era minha última chance.

Jack está escondendo algo de mim e eu vou descobrir o quê é.

 

[Pov Jack]

 

Semaninha complicada, viu.

Não preciso nem dizer que o Breu ficou realmente louco depois que viu no jornal que o Snow tinha sido preso. Ele não fazia a menor ideia de como tais provas haviam parado nas mãos da Irmandade e, consequentemente, sido entregues à polícia. Só sei que estávamos com um problemão, agora que nosso principal financiador foi preso. 

Acho que o único lado bom dessa história era que, com o Snow fora do caminho, o foco deles não era mais matar ou sequestrar nenhuma das irmãs Snow. Eu acho.

—...tem certeza? É — Breu falava, ao telefone, enquanto entrou no meu quarto. Eu estava parado com o celular na mão pensando se ligava ou não para Elsa. — ...acho que o problema é maior que isso... Mas, sabe, acho que talvez o preço cubra... É, depois eu te aviso. — desligou e virou-se para mim.

— Outro problema? — perguntei.

— Não exatamente... estava falando com o Brooks. Ele tá com vinte quilos de produto na Colômbia. Ia despachar pra cá, mas com tudo que tem acontecido falei que não era seguro — explicou, com leve tom de raiva.

— Está pretendendo ir para lá? — perguntei, confuso, sabendo que ele não iria simplesmente ignorar esse produto.

— Nós estamos. Em alguns dias iremos nos mudar daqui. Já falei com o pessoal do cartel, faltam poucas coisas pra arrumar, só--

— Pera aí, quê? — perguntei, interrompendo-o confuso — Vamos sair daqui?

— Você fala como se isso fosse uma grande novidade. Quantas vezes já não tivemos que nos mudar, Jack? — falou, como se fosse óbvio. No entanto, tudo que eu não queria no momento era sair daqui.

— Dessa vez é... diferente. — falei.

— Realmente — concordou — É muito pior, caralho! Garoto, estamos quase com a corda no pescoço, desde que o Snow foi preso, é muito arriscado continuar em West Side. Eu entendo que seu pai sempre cuidou para que não houvessem provas contra você, mas quanto a nós... 

— Mas...

— Quê é? Não vai me dizer que é por causa daquela garota. — presumiu; apenas continuei calado. — Mas tu é burro mesmo, hein! O pai dela foi preso. Pre-so. E você tem um dedo nisso.

— Ah, pera lá, a culpa não é minha que ele resolveu se envolver com o tráfico e ainda deixar provas — defendi-me.

— Eu sei. Mas talvez ela não saiba. Olha pra vocês dois... Não dá. Não dá, cara. Para com essa nóia de querer contrariar o destino, o universo ou sei lá mais o quê — disse Breu, irritado, e suspirou — Ai, eu sabia que era um erro colocar você no curso de Astronomia, eu falei pros caras, essas coisas mexeram com tua cabeça... — comentou baixo para si e eu quase ri.

— Quê? Isso não tem nada a ver. — falei — Mas eu realmente preciso ficar aqui. Você não entende.

— Claro que eu não entendo — rebateu, impaciente — Escuta, Jack, eu não posso realmente te obrigar a ir. Mas você sabe que não vai durar nada se continuar aqui... Nosso negócio não é uma coisa que você simplesmente sai. Você sabe disso.

— Breu. Eu tenho que ficar aqui. — respondi, pausadamente, mas ele continuou insistindo.

— Caralho Jack, pode até não ter provas, mas se te pegarem nesse lugar você vai ser preso! — avisou — E, do jeito que a polícia tá, ninguém sabe quando os tiras vão invadir isso aqui. O problema agora é muito maior. E se você for preso, não sou eu que vou te tirar da cadeia.

Fiquei em silêncio. Não estava disposto a mudar de ideia.

— Eu vou esperar dois dias, Jack, dois dias, até você mudar de ideia — respondeu ele. — Espero que não seja tão burro quanto a isso. — falou, já saindo do quarto, mas antes falei:

— Eu não disse que iria ficar com ela. É perigoso pra ela que eu faça isso. Vou mentir dizendo que tenho que ir embora, vou sair daquele apartamento. Só não pretendo sair da cidade. — falei; Breu virou um pouco o rosto, pensou em falar alguma coisa, mas desistiu; saiu do quarto, me deixando só em pensamentos.

 

[Pov Elsa]

 

Já era de manhã cedo, e eu ainda não acreditava que ia fazer aquilo mesmo. 

Saí de casa com meu carro, seguindo até o apartamento dos garotos, mantendo a preocupação de manter uma distância segura no estacionamento que me permitisse observar se Jack iria sair dali, mas em que não pudesse ser vista, mesmo eu achando esse plano muito ridículo.

Esperei uns bons 30 minutos, e ainda nada. Resolvi ligar para Punzie. Depois de três toques, ela atendeu.

E aí? Já conseguiu alguma coisa? — perguntou curiosa. Revirei os olhos e bufei.

— Só uma bunda dolorida, de tanto tempo que eu tô sentada aqui. — respondi — Isso não vai dar certo, acho melhor eu sair daqui, é loucura...

Vai desistir assim fácil, mulher? — perguntou a loira. — Você vai continuar aí, sim!

— Ai, Punzie, eu não... — falei, quase desistindo, mas essa foi a hora em que vi cabelos brancos saindo do prédio. Só pode ser ele! — ...Ai meu Deus! É ele! O quê que eu faço agora? — perguntei apressada, me encolhendo no carro e com medo de perder Jack de vista. Ele estava entrando no Fusion preto, e Punzie logo falou:

Tá esperando o quê?! Vai seguir ele, vai! — falou ela; desliguei o celular, jogando-o no banco ao lado e liguei o carro apressada, na esperança de não perdê-lo de vista.

Jack dirigia rápido, mas eu não era ruim. Obviamente, tive a precaução de me manter uns dois carros afastada, se não ele me reconheceria rapidamente. Caramba, eu acho que vou ficar louca.

Eu não fazia ideia de onde ele estava indo, o caminho parecia não acabar nunca. Entrou numa rua estranha, num bairro estranho, e eu só fiquei rezando para que eu não descobrisse algo tão ruim.

Depois de virar mais umas duas ruas, ele estacionou em frente a um prédio antigo. Olhou pros lados e entrou, mas acho que não viu meu carro mais ao longe.

Estacionei à distância, e caminhei até o lugar, meus pelos se eriçaram todos. Estava morrendo de medo de uns caras da rua me olhando, mas ainda assim, adentrei o prédio.

Jack subiu dois lances de escada e, cautelosamente, fui atrás. O lugar cheirava a cigarro e álcool, mas, estranhamente, tudo que eu queria era que fosse um simples boteco de subúrbio.

Virou no primeiro quarto à esquerda, deixando a porta entreaberta, e eu tomei cuidado para que ele não me visse. Depois de alguns segundos silenciosos, ouvi o albino falar com alguém no telefone.

— ...não, Breu, eu já te disse que não vou mudar de ideia — falou ele; aí minha curiosidade já estava no seu nível mais alto. — Porra, tanto faz! Tá, tá... eu sei que fui contratado só para a segurança dela, mas mesmo que ele esteja preso agora... — nesse momento, cada célula do meu corpo se contraiu de arrepios.

Repeti as palavras em minha cabeça, quase sem acreditar. Fui contratado só para a segurança dela.

— ...eu já falei que ia me afastar, mas ainda não vou sair daqui. Quando os Royals forem, eu não vou estar lá. É a última vez que te falo isso. — disse, irritado, e desligando o celular em seguida. Mesmo por ao lado da porta, eu podia ver que ele estava bem irritado. Mas eu não estava nem aí, seria agora que eu finalmente ia descobrir tudo e jogá-lo contra a parede. Eu queria saber quem era Jack Frost, mesmo que meu coração doesse demais e eu só quisesse dar meia volta e ir embora fingindo que não ouvi nada.

Reunindo a pouca coragem que me restava, entrei pela porta, sem fazer barulho. Jack, de costas, quase não me percebeu, mas ficou ainda mais branco depois que respirei fundo, perguntando:

— Meu Deus, quem é... você

 


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA (minhas emoções depois desse capítulo)
SIM, é agora que a Elsa vai descobrir tudo. ah, tenho q dizer quem amei o método stalker da punzie ASHUAHASUA
oq vcs acham q vai acontecer? como ela vai reagir? o jack vai ser preso ou não??? perguntas, perguntas.
COMENTEMMM as opiniões de vocês, eu to loka pra saber! podem comentar qualquer coisa também, só conversem comigo, eu adoro quando vcs se manifestam.
o próximo cap sai semana que vem, se Odin me permitir.
só isso, beijos e até o próximo! <3


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