História Agência 007 Operação Zoeira - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Agenetes, Agente, Amigos, Artes Marciais, Aventura, Comedia, Gay, Lemon, Policia, Policial, Romance, Yaoi, Zoeira
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Palavras 3.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então gente, esse capítulo é gigante, sério, por isso demorou um pouquinho. Desculpem :')
Obrigada pelos favoritos e comentários <3 Amo vocês!
Me avisem de erros.

Capítulo 3 - I am Belle, do you want to be my beast?



C        A          P           3         -    " I  A M  B E L L E  ,  D O  Y O U  W A N N A  B E  M Y  BEAST ? "


Sete horas da manhã. O som de uma certa mulher começou a tocar no volume máximo ao som de "Beauty and the Beast" do Justin Bieber em parceria com Nicki Minaj. Com a música tocando, ela se levantou e foi para o banheiro. Molhou seu rosto e arrumou um pouco seu cabelo, apenas com os dedos, pois não o penteava, afinal era estilo leãozinho. Lavou suas mãos e foi fazer o seu café da manhã.


Ao som de "Heart Attack", a jovem de vinte e quatro anos fritava seus bacons e ovos, enquanto dançava de uma forma, no mínimo, estranha.

 "YOU MAKE ME GLOOOOO-OOOO-OOOW" -Cantalorava Belle, enquanto fazia seu desejum. Até que o telefone residencial foi ouvido. Ela saiu da cozinha por um momento, pegou o aparelho e o atendeu.


-FALA PUTA! -Falou um homem com voz grossa e um pouco rouca.
-FALA AÍ VAGABUNDO! - Brincou Belle
-ELAS GOSTAM ASSIM, MADE IN THE U.S.A! - Cantalorava o homem do outro lado da linha
-EU TO OUVINDO HEART ATTACK AINDA, CALMA BICHA OXIGENADA! -Respondeu Belle
-ME DA MEIA HORA QUE VOU AÍ TE BUSCAR PRA IR NA AGÊNCIA, TE VEJO JÁ PROSTIRANHA -Disse a voz misteriosa e desligou o telefone.


Com o aviso do amigo, Belle terminou seu café e o comeu em menos de cinco minutos, deixando para lavar a louça quando chegasse do serviço. Apressada, foi para o banheiro, escovou seus dentes e fez uma maquiagem leve em tons de marrom e nude, apenas para não sair de cara lavada. Correu para o seu closet e pegou uma camiseta com um leve decote na cor branca, com botões, colocou uma saia preta, e pôs a parte final da camiseta para dentro da saia. Escolheu um salto alto preto, mas que não era tão alto assim. Pegou seus óculos na escrivaninha, que eram da cor preta, recolheu suas chaves e sua bolsa e saiu do apartamento.


A lamborghini preta estava estacionada em frente ao prédio, e ao lado dela estava seu amigo de longa data, Renan. Seus cabelos castanhos cor-de-mel, que batiam nos seus ombros, estavam presos em um rabinho, deixando apenas sua franja solta. Usava um óculos de sol escuro que cobriam a visão de seus olhos castanhos escuros. O homem de 1.83 de altura estava encostado no vidro do carro, com um terno preto e por baixo uma camiseta cinza escura, com uma gravata da mesma cor e sapatos igualmente pretos. O único detalhe era o relógio de prata que usava no pulso esquerdo. Os dois tinham uma relação de irmãos, e por isso nunca se sentiram atraídos um pelo outro, mas até mesmo Belle tinha de admitir que ele ficava muito elegante nesses trajes.


-Belle! -Falou Renan, enquanto acenava para a mulher negra parada na sua frente. Quando ela foi ao seu encontro, não puderam conter um sorriso e um abraço apertado. -Agora entra no carro, se não a gente vai se atrasar.


Belle sentou-se no banco do carona, e Renan foi dirigindo ao som de Waka Waka, Loca, Addicted to You, Rabiosa e muitas outras músicas do álbum Sale el Sol da Shakira. Demoraram cerca de meia hora para chegarem no lugar da Agência. Afinal, apesar de tudo, a mulher morava no centro de Paris, e o trânsito também estava favorável.


Quando chegaram perceberam que estavam quinze minutos atrasados, pois já era 8:30. Desesperados, eles estacionaram o carro na primeira vaga que encontraram e saíram correndo. Iam pegar o elevador, mas ele estava demorando muito. Foram de escada. Depois de cinco andares, eles já estavam cansados, mas recuperaram seus fôlegos em menos de um segundo, pois continuaram correndo até a sala de reuniões. Arrumaram suas roupas e bateram na porta, e logo após receberem um "entre" como resposta, adentraram o local.


-Bom, como eu ia dizendo, esses são os dois novos agentes que foram enviados de Londres. Renan Queiroz e Belle D. Antony. Eles já tinham apartamentos em Paris, por isso não precisarão de hospedagem caridosa, mas ainda irão precisar de uma equipe. E como líder, eu escolhi a equipe do caso "DLIS", sendo ela formada por Luiz, Abgail, Leonora, Kurt, Clark e Barney. Por favor, tomem conta de seus novos agentes. Agora, reunião encerrada. -Finalizou Mr. Briton, conduzindo os novatos a sua equipe a sala privada do caso.


Sala Do Caso "DLIS", Todos menos Clark


-VOCÊ! -Disse Luiz ao perceber quem era a sua nova colega.
-AI MEU DEUS, O GOSTOSO DA BALADA! -Gritou Belle, ao perceber quem era o homem parado a sua frente. -NÃO ACREDITO QUE VOCÊ É UM AGENTE! CASA COMIGO CARA! -Disse ela.
-GENTE, NÃO SEI O QUE QUE TÁ CONTECENO, MAS TEMOS UM CASO PARA TRATAR. -Disse Barney, tentando trazer ordem antes que as coisas saíssem do controle. Deu uma pequena tossida para acalmar a voz e moderou seu tom -Sabem alguma coisa do caso? -Perguntou.
Porém, antes mesmo deles terem a chance de responder, Clark chegou na sala 
-OPA E AÍ CAMBADA, CHEGAY! -Gritou Clark, anunciando sua chegada.
-TAVA COMENDO O FRANCIS? -Perguntou Leonora
-Tão delicada como um coice de mula -Falou Kurt, baixinho, mas ainda sim não conseguiu escapar dos ouvidos de Leo, e acabou por levar um soco na nuca.
-TAVA, E ALIÁS, TAVA COMENDO O MEU FUTURO MARIDO. -Berrou Clark, e com isso todos olharam para eles -Aé, pedi ele em casamento ontem, esqueci de comentar? -Ele tentava se fazer de desentendido, ou até mesmo esquecido, mas não conseguia esconder o sorriso que brotava no seu rosto ao mostrar a aliança.
Foi abraçado por todos seus colegas, até que ouviu duas tosses extremamente forçadas, e percebeu duas presenças novas.
-Já nos apresentamos, e esse aqui é o Clark -Disse Abgail, para tirar as dúvidas
-Pena que é casado, eu pegava -Comentou Renan, recebendo vários olhares -Que foi? É um pecado agora ser pansexual? Quem responder que sim vai levar um dardo tranquilizante e ser mandado pra Áustria. -Falou ele, com um tom irônico e sarcástico.
-IMMA BE, IMMA BE SHAKING MY HIPS -Cantou a Mini-Poe enquanto ouvia seus fones.
-Já vi que vamos nos dar bem -Comentou Belle, tirando um peso de suas costas.
-BORA VOLTAR PRO CASO CAMBADA DE VAGABUNDO! -Disse Kurt -Essas são as informações que temos sobre o DLIS. Sintam-se a vontade. -Falou enquanto entregava para os dois um relatório do caso.


X Ficha do Relatório X
Daniel Pitterson
Idade:
vinte e sete anos
Altura: aproximadamente 1.78 de altura.
Origem: Berlim, Alemanha
Passado, História e Antecedentes: Ele morava na Alemanha com seus pais, até seus dezoito anos, porém quando completou dezenove, eles morreram em um acidente de carro, na cidade de Berlim. O garoto entrou em uma depressão profunda, causada pela morte dos pais, e começou a ter acompanhamento mental com um profissional da área que se localizava em um bairro próximo da cidade. Ele foi mandado para a casa de seu tio, que o maltratava, e o acompanhamento mental continuava. Em um certo momento, ele foi diagnosticado com problemas além da depressão, ao que me foi dito pelo próprio psicólogo, seus sentimentos mudaram de tristeza para raiva, então, em um ataque de raiva contra seu parente, ele o matou. Não o julgaram, e ele continuou solto, tomando seus medicamentos. Porém foi aos vinte e dois anos que ele entrou no mundo do crime. Mês passado ele foi pego por ter matado dez pessoas envolvidas com o tráfico de drogas e por ter levado o carregamento consigo, tendo como parentes de crime Luke, Ingret e Susan.


Luke Jayson
Idade:
Trinta anos
Altura: 1.94
Origem: Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Passado, História e Antecedentes: Luke só teve passagens criminais a partir de seus vinte e oito anos, fora isso viveu uma vida simples. Tinha o amor de seus pais, ia bem na escola, não tinha nenhum vício ou relacionados. Se formou na escola com dezessete anos, e logo após fez faculdade de medicina. Foi enquanto exercia sua carreira de médico que foi lhe oferecido um trabalho em Paris. Ele se mudou, e um de seus pacientes foi Daniel, que o convenceu a fazer parte da gang. Ele aceitou contanto que usasse os lucros de sua parte para montar um pequeno escritório no centro da cidade.


Ingret Fredo
Idade:
Quarenta e dois anos
Altura: 1.76
Origem: Rio de Janeiro, Brasil
Passado, História e Antecedentes: Ingret viveu em um orfanato até seus dezoito anos. Seus pais haviam morrido no dia de seu nascimento, e não haviam parentes que estavam dispostos a adotá-la. Quando completou dezoito anos, ela saiu do orfanato e se rendeu ao mundo crime. Nascida em uma vila do Rio de Janeiro (Brasil), ela entrou em algumas gangs pequenas, e fazia trabalhos como roubos leves. Porém, alguns anos depois de ter ingressado nesse estilo de vida, já fazia trabalhos como assassinatos e até mesmo contrabandismo. Ela se juntou faz três anos nessa nova gang.


Susan Oberlin
Idade:
Dezessete anos
Altura: 1.60
Origem: Paris, França
Passado, História e Antecedentes: Susan nunca se destacou na escola, até entrar no Ensino Médio. Ela vinha apresentados comportamentos delinquentes, e por isso, era frequentemente suspensa, no seu último ano do ensino médio, conseguiu ser expulsa no início do ano. Ela é fumante, e um dia qualquer, quando foi comprar cigarros, acabou encontrando Ingret, que a convidou para entrar na gang. Ela não aceitou de imediato, mas como não via razão alguma para ficar em casa ou na escola, sem falar que prometeram para ela drogas e cigarros de graça, além de bebidas, ela aceitou. Se uniu em maio.


Caso
Óbitos:
Total de trinta pessoas mortas, todos os falecidos estavam envolvidos com o tráfico de drogas, e ainda mais recentemente armas e outros materiais de contrabandismo.
Ocorrido: A gang levou consigo o carregamento de armas nucleares e drogas como nicotina, Heroína, maconha e CPH9, uma nova droga que chegou no mercado negro mês passado. Seus efeitos são iguais ao do crack, porém o usuário é levado a óbito cerca de um mês depois do uso diário.
Localização: Atualmente desconhecida
Informação adicional Do Caso: Fugiram pela tubulação, que para no lixo. A partir disso eles ligaram para uma quinta pessoa, que os buscou. -Disse Leonora, enquanto passava alguns slides.

X FIM DA FICHA X


-Devo admitir que a coleta de informações foi impecável. Não temos nenhum dado a acrescentar, apenas uma nova informação do seu paradeiro. Luke foi visto em Londres, contrabandeando seringas e outros materiais hospitalares com uma espécie de pó azul que pensamos ser CPH9, porém não está certo o que tinha no saco ou qual era a substância, pois nada foi derramado. Ele foi bem cuidadoso, apenas não percebeu um jovem casal, que acabou por tirar foto do momento em que ele abriu a maleta. -Disse Renan.


-Isso já é útil, acrescentaremos no relatório depois. Eles certamente já saíram de Paris, tenho quase certeza que eles ainda estão em Londres, eles costumam ficar cerca de um mês em cada cidade, e se ele está contrabandeando agora, eles tem mais assuntos para tratar. -Disse Luiz, um tanto quanto pensativo. Os olhares incrédulos viraram para ele -Já resolvi muitos casos na intuição, mas acima de tudo isso mistura a lógica de seus hábitos. Então, acho que todos sabemos onde isso vai dar. -Terminou.


-VAMOS PARA LONDRES! -Gritou Leonora, tirando proveito da situação.
-AQUETA O FOGO DO RABO, É PARA UM CASO, PRIMEIRO O CASO DEPOIS O TURISMO. -Disse Abgail, reprimindo a amiga.
-Calma, mas enquanto procuramos eles, não há problema nenhum em turistar. -Kurt defendeu a azulada.


-Nós seremos os guias. Partimos amanhã a tarde, por isso vamos dar a reunião de hoje encerrada, assim iremos para nossas casas logo após o horário de almoço e conseguimos tempo o suficiente para arrumar as malas. Levem câmeras, armas, disfarces de todos os tipos que conseguirem, além de suas próprias coisas. Não se esqueçam de nada. Nos encontraremos amanhã aqui na Agência às duas da tarde, nós vamos de jatinho particular da Interpol, que está nos ajudando no caso. Alguma dúvida? -Disse Belle, e todos negaram com a cabeça -Ótimo, levem as informações que temos, mapas de onde estiveram, relatórios, além de cadernos e blocos para anotarem possíveis novas informações. Além de celulares e gravadores. Se possível, escutas telefônicas, rastreadores, câmeras compactas, além de todos os equipamentos eletrônicos que pudermos pegar aqui na Agência.


-Como você sabe de tudo isso? -Perguntou Abgail, atônita
-Sou mestra em tecnologia. -Respondeu Belle.


E assim, o intervalo passou normalmente. Quer dizer, para eles. Belle ficou jogando charme em Luiz, que evitava seu afeto, Barney e Kurt saíram da mesa, Abgail e Leonora os seguiram e Renan e Clark ficaram conversando sobre banalidades.


-Onde você acha que eles vão? -Sussurrou Abgail, enquanto mordiscava um hambúrguer
-Talvez dar uns pegas -Sussurrou Leonora -Aposto vinte que eles vão se pegar -Ela disse
-Fechado -Disse Abgail
Pena que, para o desespero da loura e de seu dinheiro, quando elas os seguiram, viram algo chocante.


P.O.V Kurt


Estávamos caminhando normalmente, até que Barney me empurrou contra a parede e bloqueou os lados de minha cabeça com seus braços. O QUE É QUE EU FIZ PRA VOCÊ HOMI?


-Sh, Abgail e Leo estão aqui. -Disse ele, com um sorriso sarcástico estampado - Vamos dar a elas o que elas querem então? -Perguntou quase em um sussurro, bem próximo ao meu ouvido. Próximo o suficiente para que eu pudesse ouvir sua respiração se chocar contra a minha pele, sentindo meus pelos se arrepiarem logo em seguida. Aquela voz rouca estava me deixando louco.


-E o que exatamente elas querem? -Resolvi entrar no jogo, então perguntei com a voz mais sexy e rouca que conseguia fazer, quase encostando os meus lábios nos dele, conseguindo sentir um leve toque de nossas bocas a cada palavra que eu lançava.


Não foi preciso mais provocações. Ele tirou seus braços da parede, e colocou um deles em minha nuca, e outro na minha cintura. Tomou meus lábios em um beijo, cheio de luxúria, desejo, e outros sentimentos carnais. Abri um pouco mais minha boca e dei espaço para que ele pudesse adentrar com sua língua, assim que ele pediu passagem eu cedi, e começamos uma dança viciante, hora na minha boca, hora na dele.


Com a mão que ele havia colocado na minha cintura, ele me puxa para mais perto, aprofundando o beijo. Nossas partes íntimas estavam se chocando, o que me fez soltar um leve gemido entre o beijo, maldito atrito. Ele apenas sorriu, nos separamos pela falta de ar, mas assim que recuperamos o fôlego nós continuamos.


Ele me empurrou para a parede e segurou minhas penas, e eu as entrelacei na sua cintura. Barney desceu dos meus lábios ao lóbulo de minha orelha, e sussurrou de maneira sensual "Elas são apenas uma desculpa, eu tava doido pra fazer isso com você". Não contive um gemido quando ele começou a mordiscar e chupar meu pescoço, deixando marcas que com certeza ficariam visíveis amanhã.


De maneira brusca, ele tirou minha camisa, e eu o ajudei a tirar a dele. Ele foi mordiscando, chupando e lambendo desde minha clavicula até meus mamilos, onde começou a massagear um com sua mão, enquanto continuava brincando com sua boca no outro. Assim, intercalando depois.


-Hmm..Ah...Ba..r...ney...-Não contive a vontade de gemer seu nome enquanto ele fazia aquilo.
"Não sei qual a razão de isso estar tão bom, mas não quero pensar em nada. Não quero que acabe, não agora.


{MAS NÓS SOMOS HÉTERO KURT, ACORDA PARA A VIDA}
(Deixa ele curtir a primeira experiência gay na vida)
Malditas vozes na minha cabeça. Mas espera, eu não era 100% hé..ah..hmm..AH..ISSO..."


Meu raciocínio foi quebrado quando Barney tirou minhas calças e as dele, nem me pergunte como ele fez isso, eu não estava prestando atenção. Mas foi nisso que ele começou a massagear meu mebro por cima do tecido fino da cueca, o que me fez aumentar a frequência dos gemidos.


Com a mão que estava livre, ele começou a passar seus dedos por meus fios louros, enquanto dizia perto do meu lábio - Já disse que adoro seu cabelo, seus olhos, e principalmente sua voz? Ainda mais agora, gemendo meu nome. É como música para meus ouvidos - Depois que ele disse isso, nós começamos a nos beijar de forma mais selvagem, e sua outra mão não cessava os movimentos de masturbação, o que me fez gemer entre o beijo. Isso foi o suficiente para que ele tirasse a última peça de tecido que eu ainda tinha, ou melhor, rasgasse. E rasgou a sua também.


"Ótimo, dois caras se pegando no corredor de uma Agência vão para a casa sem cueca"


-Parece que alguém já está bem animadinho - Ele falou enquanto olhava para meu membro, carente de atenção. -O que você quer que eu faça agora? -Me perguntou enquanto olhava diretamente para o azul de meus olhos. Maldito sádico
-Me fode - Falei um pouco baixo
-Desculpe, não ouvi -Ele fingiu não ter escutado. BARNEY EU JURO QUE TE MATO
-Barney, me fode, AGORA -Falei um pouco mais alto dessa vez.


E não foi preciso mais nada. Ele colocou seu membro dentro de mim, sem preparo algum. A dor era insuportável devido ao atrito. Não conseguia sentir nada além de dor, a pior dor que eu já senti na vida. Foi preciso um certo tempo para me acostumar, e parar de soltar gemidos agonizantes. Enquanto isso ele me falava para relaxar e deixava mais marcas no meu pescoço.


"VOU RELAXAR MINHA MÃO NA TUA CARA, ISSO DÓI PRA PORRA"


Esperei mais um pouco, até que a dor se transformou, estranhamente, em prazer. Mexi meu quadril, e ele entendeu. Começou com estocadas leves, e depois foi aumentando o ritmo, se transformando num ritmo frenético, louco e muito viciante. Não fazia questão de conter os gemidos, já altos, que eu liberava devido ao prazer. Ele também gemia junto, gemidos roucos que me faziam delirar.


-MAIS RÁPIDO....AH...MAIS FORTE.....AH... -Gemia em meio as súplicas, e ele aumentava o ritmo a cada gemido que eu soltava. Eu estava delirando -Hmm...Ah...Acho que eu vou....ahh....go... -Tentei avisá-lo
-Eu também - Ele respondeu


E assim, eu me desfiz no seu peitoral desnudo e musculoso, e senti seu líquido me preencher logo após. Foi aí que me dei conta que Abgail e Leonora estavam lá quando começamos a nos pegar, mas elas ainda estão ali? Acho que Barney pensou na mesma coisa, pois olhou para todos os cantos procurando uma certa loura e uma certa azulada, mas nada encontrou. Me deu mais um beijo, dessa vez mais suave, e nos vestimos.


Quando me dei conta, o intervalo já tinha acabado, e nós tinhamos que sair da Agência para arrumar nossas malas. Coloquei minhas roupas (Em parte, já que minha cueca virou trapos) e passei pelo refeitório, com Barney (já vestido), ao meu lado. Nossos colegas ainda estavam ali, só consegui ver Abgail entregando uma nota de vinte para Leonora, e todos eles estavam com as bocas abertas.


-Ah, eu vou gozar, vem que eu vou te tacar o peru - Falou Clark, imitando a voz de Barney.


-Roupas nem tanto desgrenhadas, cabelos terrivelmente bagunçados, mordidas para todos os lados sem contar os chupões mais do que visíveis em Kurt. E alguns no Barney também. -Falou Belle. Ah, sim, eu revidei algumas marcas.


-Nós fodemos mesmo, e foi uma das melhores fodas que eu já tive, vocês todos ou metem ou levam também ta? Então calem a porra de suas bocas e vão colocar um vibrador no meio do rabo - Falou Barney, de maneira curta e grossa, e a esse ponto meu rosto já estava pior que um pimentão fervendo.


-Vão repetir a dose hoje a noite ein? Traz ele pra Agência carregando no colo amanhã Barney - Leonora disse, e Barney apenas concordou com a cabeça e sorriu cinicamente.


"É hoje que eu sou rasgado no meio. AI MEU DEUS, A GENTE MORA JUNTO. SOCORRO, FUDEU, FUDEEEEEEEEEU, EU ESQUECI DISSO. CLARO, ANTES NUNCA TINHA ROLADO NADA, APENAS BONS AMIGOS. AI COMO ASSIM, EU NÃO VOU PODER ANDAR AMANHÃ, SE SÓ COM UMA FODA EU JÁ NÃO CONSIGO ANDAR DIREITO, IMAGINA SE EU PASSAR A NOITE TODA SENDO FUDIDO, AMANHÃ EU SÓ LEVANTO SE FOR CARREGADO. PRINCIPALMENTE COM ESSE MORENO AQUI, O PINTO DELE PARECIA TER UNS 18CM"


-Se caso você não aguentar a dor de caminhar amanhã, eu te carrego mesmo - Barney sussurou no meu ouvido e me roubou um beijo calmo e curto. -Bom, agora nós vamos indo, porque só vai ter putaria lá em casa hoje - Ele avisou os outros e nós saímos da Agência, deixando para trás apenas colegas surpresos.


"Eu vou morrer por excesso de levar pau no cu"


Eu não tenho carro, mas Barney tem, e como moramos juntos, usamos o mesmo veículo. Nós entramos no carro e não falamos nada até chegarmos na nossa casa (sim, é uma casa), porque depois que abrimos a porta, já fui carregado pro sofá, e continuamos o que tínhamos parado.


-Hm..As malas -Tentei falar
-A gente arruma amanhã, eu não posso me segurar - Ele falou.


E assim, passamos a maior parte do tempo, e só nos demos conta da viagem no outro dia pela manhã. Claro, nós jantamos, como pessoas normais, assistimos TV, mas de tempo em tempo já estávamos nos pegando de novo.


Notas Finais


Por mais que tenha tido hot, que eu sou uma bosta pra escrever, esse capítulo é muito importante :v
Principalmente pela história do caso.
Enfim, obrigada por lerem <3
Vejo vocês no capítulo 4


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