História Agente 023 - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Time Rush
Personagens Logan Henderson, Personagens Originais
Tags Big Time Rush, Logan
Visualizações 16
Palavras 2.738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ola pessoal, sei que alguns vão pensar mais eu já li sta historia, mais a verdade é que aquela antiga estava chata e tinha fugido totalmente do que eu queria que fosse, então eu estou refazendo voces vão notar.
Espero que gostem, e se gostarem da nova historia não deixem de me falar.
Boa leitura.

Capítulo 1 - A louca do FBI


Fanfic / Fanfiction Agente 023 - Capítulo 1 - A louca do FBI

Sentado no almoxarifado, eu procurava algo para passar meu tempo, não tinha mais nenhum caso a alguns dias, e tudo o que tinha para fazer é ficar revendo, e revendo casos antigos, apenas provando que entrei para a polícia atoa.

No meio deles encontrei o caso número 025441-7, ou para simplificar “A louca do FBI”, lá informava que a senhorita Angel Elizabeth Ruis, uma jovem de 22 anos que foi internada no hospital psiquiátrico São Pedro, por conspiração, e perturbação da ordem.

Peguei o documento para dar uma olhada de perto, lá explicava que a senhorita Angel, tinha informado que uma certa organização estaria conspirando contra o governo para a tomado de poder. Aparentemente não foi encontrado nada e após um surto ela foi afastada do cargo e enviada para o hospital.

Junto com o arquivo havia a foto da jovem, um jovem muito bonita de olhos negros, cabelos volumosos e cacheado e a pele morena, ela olhava firme e confiando para a foto, não tinha cara de louca apenas parecia não ter muitos amigos.

-Henderson estão chamando você. Um homem disse me tirando dos meus pensamentos.

-Estou indo. E guardando junto com os outros fui em direção a onde estava sendo solicitado.

-----------

O silencio da minha caminhada para casa, apenas mostrava que eu estava longe de tudo, não sei como cheguei em casa pois liguei o piloto automático e apenas segui sem ao menos prestar a atenção no que estava fazendo, o que foi imprudência da minha parte.

Enquanto caminhava em silencio para meu apartamento, eu queria muito alguém para conversar mais não tinha então fui falar com minha mente.

Em silencio me sentei na frente do computador com qualquer coisa que tinha feito para o jantar no dia anterior, enquanto pesquisava mais sobre Angel.

Ela era uma das melhores, tantos casos que todos achariam que seria sem solução e lá estava ela, descobrindo e vendo coisa onde ninguém via. Para terem perdido a melhor agente deve ser algo muito sério mesmo.

“ Angel Elisabeth Ruis, nasceu em Buenos Aires Argentina, vindo de um orfanato a jovem sempre foi muito ágil e forte, e suas habilidades sempre foram avançadas que de muitos homens.

Um de seus casos mais conhecidos foi o da Mafia em que ela passou um ano infiltrada e derrubou o maior cartel de drogas de todos os tempo.

Porem toda a sua agilidade e beleza, se reverte também em maluquice, a moça que começou a falar sobre uma tal agencia e sobre um suposto golpe foi dado com a saúde mental alterada e hoje em dia se encontra internada no hospital pesquisado São Pedro, após o ocorrido nunca mais se ouviu falar da jovem”

A matéria terminava com esta única informação, depois daquilo não havia mais nada que informava se ela ainda estava no hospital ou se ainda estava viva.

Terminado meu jantar caminhei até a sala para tentar me concentrar em outra coisa mais não conseguia, eu precisava saber mais.

------------------

Minha mãe sempre me falava, que eu me tornei policial por que era muito curioso, e que isto as vezes me ajudava, e outras me prejudicava seriamente.

Pois lá estava eu, dentro do carro indo em direção ao um hospital psiquiátrico, após longas e cansativas tentativas de não pensar nela, acabei ligando no hospital e descobrindo que a senhoria Angel ainda estava lá.

E lá estava eu, a caminho de algo que nem eu sabia se era real ou não, mais eu precisava saber, precisava pelo menos falar com aquela mulher.

O hospital era bonito, parecia mais uma grande casa que um hospital, do lado de fora algumas pessoas estavam sentadas, conversavam, jogavam xadrez ou apenas ficavam paradas olhando para o nada.

Do lado de dentro, havia mais algumas pessoas, vendo televisão ou apenas ouvindo rádio ou jogando xadrez, me aproximei da recepção, onde a recepcionista parecia mal humorada e com um sorriso amarelo me cumprimentou.

-Olá em que posso ajudá-lo?

-Gostaria de ver a senhora Angel Ruis. Respondi olhando em volta para ver se encontrava a moça em questão.

-Por favor, preencha esta ficha que eu levo o senhor até ela, você é familiar? Ela respondeu enquanto me entregava a ficha com a caneta.

-Não, apenas um...curioso pela história de vida dela. Respondi concentrado na minha ficha.

-Então ta. Ela disse com um ar de sarcasmo enquanto pegava minha ficha. – Por aqui. E caminhamos até um mesa onde duas moças jogavam uma partida de xadrez. – Ruis. A recepcionista disse fazendo a morena de cabelos cacheados maiores agora que na outra foto que vi se virar para mim. – Este senhor está aqui para vela, você tem uma hora. E assim ela saiu.

- Olá senhorita Ruis, meu nome é Logan Henderson. Disse me aproximando dela enquanto sua amiga me olhava um pouco assustada.

- Olá, o senhor é da polícia? Ela disse me olhando firme e depois para a amiga que tinhas os grandes olhos em mim.

-Sim, mais fique tranquila... Não consegui terminar minha frase, fui interrompido com seu sinal.

- Eu sabia que um dia vocês viriam, que iriam acreditar em tudo o que eu disse. Ela disse olhando pra a amiga a sua frente.

- Eu acredito. A loirinha a sua frente disse sorridente, mais é claro que ela acredita é tão louca quanto a amiga.

Aquilo não estava dando certo, ela era louca, dava para ver, e eu cruzei a cidade para atoa para ver uma mulher louca.

- Por que não se senta senhor Henderson? Ela disse apontando uma cadeira.

- Não eu já vou, foi um erro ter vindo aqui. Disse saindo.

- Mais você ainda está curioso, você quer saber por que sou a “louca”. Ela disse me olhando desafiadora, ela estava certa, tinha dado toda aquela volta eu queria saber por que.

Pegando uma cadeira me juntei as duas.

-Bom por que então? Disse direto.

- Sabendo que talvez o que eu vá te falar você interprete como loucura e não me leve a sério ainda assim irei tentar. Ela disse seria. – Existe uma organização, onde fazem testes, e aplicam uma injeção, na verdade um soro, onde ativa suas habilidades. Ela disse seria.

- Como assim? Disse me endireitando na cadeira.

- Força, inteligência, agilidade, por ai vai. Sua resposta foi firme e direta, e totalmente maluca.

-Mais por que estariam fazendo isto? E como? Respondi incrédulo naquela história.

- Assim que eles tiverem a quantidade certa de agente, e terem feito o agente perfeito eles iram atacar. Ela disse me olhando como se fosse obvio.

- Como assim o agente perfeito?

- Uma pessoa, que desenvolva todas as habilidades, após sua habilidade ser ativada mais uma dose do soro faz você perder sua consciência, você fica sem piedade. 

- Mais como eles estão fazendo isto, você não acha que desconfiariam se um monte de pessoas começasse a sumir assim do nada? Respondi já cansado de tudo aquilo.

- Eles pegam crianças de orfanatos para isto. Ela respondeu seria. – Você acha que eu sou louca não é?

-Para falar a verdade acho sim. Minha resposta não poderia ser mais sincera, super. agentes, organização secreta, parecia a maior loucura.

- Você acha mesmo que se eu fosse maluca eu não saberia? Sua resposta era cheia de confiança, como se tudo que ela falasse fosse verdade. – Não me venha falar que pessoas loucas não sabem que não loucas por que sabem sim.

-Exatamente, eu sei que as vozes aqui na minha mente não são reais. Sua amiga disse, me lembrando novamente de sua presença na mesa.

-O Xavier sabe que o Dominique não é real, mais mesmo assim ele o vê, cada um deles sabe que não é real o que eles veem, ou conversão, mais mesmo assim deixam se levar por aqueles que eles criaram em suas mentes, você acha mesmo que eu iria acabar com a minha carreira, ficar presa neste lugar sem poder sair, por algo que eu inventei? Ela respondeu novamente confiante.

- Mais como? Como você sabe tudo isto? Como você tem tanta certeza? Disse já confuso com tudo aquilo.

- Por que estava lá. Ela respondeu mostrando a tatuagem em seu pulso 023. – Sou a agente 023 a agente perfeita.

Sentado no almoxarifado, eu procurava algo para passar meu tempo, não tinha mais nenhum caso a alguns dias, e tudo o que tinha para fazer é ficar revendo, e revendo casos antigos, apenas provando que entrei para a polícia atoa.

No meio deles encontrei o caso número 025441-7, ou para simplificar “A louca do FBI”, lá informava que a senhorita Angel Elizabeth Ruis, uma jovem de 22 anos que foi internada no hospital psiquiátrico São Pedro, por conspiração, e perturbação da ordem.

Peguei o documento para dar uma olhada de perto, lá explicava que a senhorita Angel, tinha informado que uma certa organização estaria conspirando contra o governo para a tomado de poder. Aparentemente não foi encontrado nada e após um surto ela foi afastada do cargo e enviada para o hospital.

Junto com o arquivo havia a foto da jovem, um jovem muito bonita de olhos negros, cabelos volumosos e cacheado e a pele morena, ela olhava firme e confiando para a foto, não tinha cara de louca apenas parecia não ter muitos amigos.

-Henderson estão chamando você. Um homem disse me tirando dos meus pensamentos.

-Estou indo. E guardando junto com os outros fui em direção a onde estava sendo solicitado.

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O silencio da minha caminhada para casa, apenas mostrava que eu estava longe de tudo, não sei como cheguei em casa pois liguei o piloto automático e apenas segui sem ao menos prestar a atenção no que estava fazendo, o que foi imprudência da minha parte.

Enquanto caminhava em silencio para meu apartamento, eu queria muito alguém para conversar mais não tinha então fui falar com minha mente.

Em silencio me sentei na frente do computador com qualquer coisa que tinha feito para o jantar no dia anterior, enquanto pesquisava mais sobre Angel.

Ela era uma das melhores, tantos casos que todos achariam que seria sem solução e lá estava ela, descobrindo e vendo coisa onde ninguém via. Para terem perdido a melhor agente deve ser algo muito sério mesmo.

“ Angel Elisabeth Ruis, nasceu em Buenos Aires Argentina, vindo de um orfanato a jovem sempre foi muito ágil e forte, e suas habilidades sempre foram avançadas que de muitos homens.

Um de seus casos mais conhecidos foi o da Mafia em que ela passou um ano infiltrada e derrubou o maior cartel de drogas de todos os tempo.

Porem toda a sua agilidade e beleza, se reverte também em maluquice, a moça que começou a falar sobre uma tal agencia e sobre um suposto golpe foi dado com a saúde mental alterada e hoje em dia se encontra internada no hospital pesquisado São Pedro, após o ocorrido nunca mais se ouviu falar da jovem”

A matéria terminava com esta única informação, depois daquilo não havia mais nada que informava se ela ainda estava no hospital ou se ainda estava viva.

Terminado meu jantar caminhei até a sala para tentar me concentrar em outra coisa mais não conseguia, eu precisava saber mais.

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Minha mãe sempre me falava, que eu me tornei policial por que era muito curioso, e que isto as vezes me ajudava, e outras me prejudicava seriamente.

Pois lá estava eu, dentro do carro indo em direção ao um hospital psiquiátrico, após longas e cansativas tentativas de não pensar nela, acabei ligando no hospital e descobrindo que a senhoria Angel ainda estava lá.

E lá estava eu, a caminho de algo que nem eu sabia se era real ou não, mais eu precisava saber, precisava pelo menos falar com aquela mulher.

O hospital era bonito, parecia mais uma grande casa que um hospital, do lado de fora algumas pessoas estavam sentadas, conversavam, jogavam xadrez ou apenas ficavam paradas olhando para o nada.

Do lado de dentro, havia mais algumas pessoas, vendo televisão ou apenas ouvindo rádio ou jogando xadrez, me aproximei da recepção, onde a recepcionista parecia mal humorada e com um sorriso amarelo me cumprimentou.

-Olá em que posso ajudá-lo?

-Gostaria de ver a senhora Angel Ruis. Respondi olhando em volta para ver se encontrava a moça em questão.

-Por favor, preencha esta ficha que eu levo o senhor até ela, você é familiar? Ela respondeu enquanto me entregava a ficha com a caneta.

-Não, apenas um...curioso pela história de vida dela. Respondi concentrado na minha ficha.

-Então ta. Ela disse com um ar de sarcasmo enquanto pegava minha ficha. – Por aqui. E caminhamos até um mesa onde duas moças jogavam uma partida de xadrez. – Ruis. A recepcionista disse fazendo a morena de cabelos cacheados maiores agora que na outra foto que vi se virar para mim. – Este senhor está aqui para vela, você tem uma hora. E assim ela saiu.

- Olá senhorita Ruis, meu nome é Logan Henderson. Disse me aproximando dela enquanto sua amiga me olhava um pouco assustada.

- Olá, o senhor é da polícia? Ela disse me olhando firme e depois para a amiga que tinhas os grandes olhos em mim.

-Sim, mais fique tranquila... Não consegui terminar minha frase, fui interrompido com seu sinal.

- Eu sabia que um dia vocês viriam, que iriam acreditar em tudo o que eu disse. Ela disse olhando pra a amiga a sua frente.

- Eu acredito. A loirinha a sua frente disse sorridente, mais é claro que ela acredita é tão louca quanto a amiga.

Aquilo não estava dando certo, ela era louca, dava para ver, e eu cruzei a cidade para atoa para ver uma mulher louca.

- Por que não se senta senhor Henderson? Ela disse apontando uma cadeira.

- Não eu já vou, foi um erro ter vindo aqui. Disse saindo.

- Mais você ainda está curioso, você quer saber por que sou a “louca”. Ela disse me olhando desafiadora, ela estava certa, tinha dado toda aquela volta eu queria saber por que.

Pegando uma cadeira me juntei as duas.

-Bom por que então? Disse direto.

- Sabendo que talvez o que eu vá te falar você interprete como loucura e não me leve a sério ainda assim irei tentar. Ela disse seria. – Existe uma organização, onde fazem testes, e aplicam uma injeção, na verdade um soro, onde ativa suas habilidades. Ela disse seria.

- Como assim? Disse me endireitando na cadeira.

- Força, inteligência, agilidade, por ai vai. Sua resposta foi firme e direta, e totalmente maluca.

-Mais por que estariam fazendo isto? E como? Respondi incrédulo naquela história.

- Assim que eles tiverem a quantidade certa de agente, e terem feito o agente perfeito eles iram atacar. Ela disse me olhando como se fosse obvio.

- Como assim o agente perfeito?

- Uma pessoa, que desenvolva todas as habilidades, após sua habilidade ser ativada mais uma dose do soro faz você perder sua consciência, você fica sem piedade. 

- Mais como eles estão fazendo isto, você não acha que desconfiariam se um monte de pessoas começasse a sumir assim do nada? Respondi já cansado de tudo aquilo.

- Eles pegam crianças de orfanatos para isto. Ela respondeu seria. – Você acha que eu sou louca não é?

-Para falar a verdade acho sim. Minha resposta não poderia ser mais sincera, super. agentes, organização secreta, parecia a maior loucura.

- Você acha mesmo que se eu fosse maluca eu não saberia? Sua resposta era cheia de confiança, como se tudo que ela falasse fosse verdade. – Não me venha falar que pessoas loucas não sabem que não loucas por que sabem sim.

-Exatamente, eu sei que as vozes aqui na minha mente não são reais. Sua amiga disse, me lembrando novamente de sua presença na mesa.

-O Xavier sabe que o Dominique não é real, mais mesmo assim ele o vê, cada um deles sabe que não é real o que eles veem, ou conversão, mais mesmo assim deixam se levar por aqueles que eles criaram em suas mentes, você acha mesmo que eu iria acabar com a minha carreira, ficar presa neste lugar sem poder sair, por algo que eu inventei? Ela respondeu novamente confiante.

- Mais como? Como você sabe tudo isto? Como você tem tanta certeza? Disse já confuso com tudo aquilo.

- Por que estava lá. Ela respondeu mostrando a tatuagem em seu pulso 023. – Sou a agente 023 a agente perfeita.


Notas Finais


Ai esta, não esqueçam de comentar e favoritar, até o próximo.
Um beijo e um queijo.


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